Nanete, mãezinha protetora
Nanete, mãezinha protetora
Nanete livre
A governante bate de leve na porta da suíte de sua patroa Nanete e recebe o convite pra entrar.
– Dona Nanete… tá difícil acordar o Vinicius! Já fiz de tudo, tudinho! E ele não acorda!
– Hum hum, tá bem Odete. Vou lá acordar esse menino!
Nanete chega ao quarto de seu filho adolescente e o encontra esparramado na cama, deitado de bruços e semicoberto pelo lençol.
Ela acaricia os cabelos do filho, chamando pelo nome. O máximo que consegue é fazer o filho virar-se.
Ela, mais uma vez, o chama pelo nome e dessa vez o sacode gentilmente pelos ombros.
A reação do garoto foi dar um pequeno ronco e levar as duas mãos até suas partes genitais, passando a coçá-las.
Com estupor, Nanete observa que o pênis do filho está duríssimo. E é enorme.
Pra aumentar seu constrangimento, metade do pênis salta pra fora da cueca. Nanete tenta não olhar para a surpresa que seu filho involuntariamente lhe expõe.
Ela sente um calor percorrer por todo seu corpo e se sente excitada.
E antes que o sentimento do pecado a faça se sentir culpada, ela credita a sua excitação ao encontro que terá com seu amante ainda naquela manhã. Isso a faz tomar o controle de si mesma.
Nanete se senta ao lado dele e gentilmente lhe aperta as narinas com os dedos. Em poucos segundos o filho começa a sentir o desconforto de não poder respirar e logo após acorda assustado, aspirando fortemente o ar, se sentando imediatamente passando a mão pelo tórax.
– O quê… quê houve?!! Mamãe, o que houve!!?
– Querido, você já está atrasado pra escola. Levanta!
Vinicius, ainda com a cara assustada de sono, vê sua bela mãe elegantemente vestida, indo em direção a porta. De repente, ela dá uma paradinha e sem se virar, exclama.
– E cubra seu piu-piu… não deixe ele escapar da gaiola!
Vinicius leva um tempo pra entender o que sua mãe disse. Quando se dá conta, ele tenta cobrir a nudez do pênis. Levanta a cabeça já preparando um pedido de desculpas, mas sua mãe já não estava ali.
Nanete passa por todas as secções de controle de pessoas sem nenhum empecilho até chegar a sala de seu marido, um eminente senador.
Ele tinha lhe contado, na noite anterior, que naquela manhã teria uma importante reunião com alguns ministros.
Bernardo, o secretário do marido, se surpreende levemente ao vê-la chegar.
Como sempre, Bernardo se encanta com a beleza exótica de Nanete, sentindo seu coração bater um pouco mais rápido. Suas narinas aspiram com um ligeiro tremor o odor dela e imediatamente seu pênis se enrijece.
Nanete pára perto da porta, encarando o belo negro que vem em sua direção. Ela está em alto grau de excitamento com seus olhos semicerrados e os lábios abertos o suficiente pra mostrar os alvos dentes.
– Nanete… Nanete, como você é linda! Me excita esse teu rostinho e esses olhos azuis, essas tuas sobrancelhas negras! Me dá um beijo!
– Fecha a porta primeiro, seu safado e depois faz tudo… tudo tudinho comigo!
Apesar do cuidado que tem pela elegância, Nanete não dá a menor importância agora, quando as imensas mãos do secretário de seu marido arregaçam a saia do taillerzinho para lhe acariciar, com certa força, suas nádegas.
Ao primeiro contato da exuberante rolona com o corpo da esposa do senador, faz ela se esfregar fortemente corpo com corpo. E mais urgentemente, ela quer sentir a bolota da glande roçando no céu da boca.
– Me dá… me dá, Bené! Me dá tua rola! Me dá, agora!
No próximo ato, vemos o secretário encostado na caríssima escrivaninha e a esposa do senador acocorada entre as pernas dele.
Nanete arqueja cada vez que faz a sucção com os lábios ao redor do roliço musculo deixando um rastro brilhoso de saliva por toda extensão que sua boquinha alcança.
Sua saia está enrolada logo acima das esplendidas nádegas e o corpete do tailleur já está manchado da baba que escorre do queixo dela. Uma de suas mãos está enfiada na esgarçada calcinha, na altura da xaninha onde ela dedilha freneticamente o clitóris.
O primeiro gozo de Nanete faz com que ela lance uma coxa quase por cima da outra, mesmo acocorada, apertando ainda mais a mãozinha que acaricia a xaninha.
Toda essa imagem deixa Bernardo fora de controle e então ele ejacula fortemente ao sabor do boquete que a esposa do seu superior lhe faz.
Ao redor da boca e até o pescoço, baba e semem escorrem enquanto Nanete respira com dificuldade, pois delirantemente insiste em manter o máximo da tora musculosa dentro da boca.
Neste exato momento a porta se abre e um apressado senador dá alguns passos pra dentro da sala.
– O… O quê diabo está acontecendo aqui?!
Nanete e Bernardo nada tinham a argumentar quando os ânimos se acalmaram e o senador ditou suas exigências. Em contraponto houve um comum acordo de se evitar o escândalo.
Ficou combinado que Nanete faria uma longa viagem enquanto o processo de divórcio se desenrolasse, que se esperava que fosse seis meses.
Bernardo era casado com uma membro do congresso e foi exigido que ele nunca mais visse Nanete. O filho, Vinicius foi morar com os pais de Nanete.
Dois meses depois, Nanete volta de um cruzeiro marítimo e foi pegar Vinicius na casa de seus pais. Lá, ela foi tremendamente censurada pelo pai.
A mãe, uma belíssima matrona de quem Nanete herdou a beleza, procurava defender a filha, mas o marido não a escutava e era muito ríspido com ela.
Mas, a decepção maior foi quando ela tentou se comunicar com Bernardo e ficou sabendo que ele foi transferido para o consulado do Suriname.
“Que merda! Que faço agora?! Meus consolos não são suficientes para saciar minha vontade de ser enrabada!”
Pior ainda foi quando o senador soube que Nanete estava com o filho. Ela teve que escutar os maiores impropérios dito por ele através do telefone.
Com muito custo, Nanete convenceu o corno senador de deixar o filho ficar com ela por uma semana.
– Mamãe, por que o papai está bravo com você? Será porque você tá viajando muito…
– Oh… eu pensei que você já soubesse! Teu pai vai se divorciar de mim!
– O quê? Mas por que?
– Bom… ele me… ele descobriu que eu… ele, ele não me ama mais! Ele tem outra mulher! Ele tem outra, Viny!
Nanete não consegue encarar o filho e lhe dá as costas, se dirige para a janela parecendo que estava chorando. Pelo menos foi isso que pareceu ao filho.
“Cacete! Vou ter que manter essa mentira para que o Viny não venha algum dia me odiar. Ele jamais pode saber desse meu lado devasso quando fico cheia de tezão!”
Viny, todo compadecido, se aproxima da mãe e a abraça por trás. Nanete se vê envolvida pelos braços do filho e percebe que ele já deve estar com mais de um metro e oitenta.
– Oh, mãezinha… não chora… não fica assim. Isso deve ser uma fase do papai. Logo logo ele vai voltar pra você.
– Não acho, meu filho… não acho. Tenho… tenho que ver como vai ficar minha vida agora. Olha, me promete que você não vai contar pra ninguém o que eu te disse, viu? Pra ninguém! É muita humilhação pra mim!
Lágrimas chegam aos olhos de Viny ao ver sua mãe nessa situação. Ele passa um braço pelo ombro dela e a conduz até sentarem num sofá.
Passam então a conversarem banalidades e sem perceberem, quase uma hora já tinha se passado. E então os dois tiram uma soneca.
Uns vinte minutos depois, Nanete desperta e vê que Vinicius ainda dorme. Ela aproveita pra tirar a meia-calça, se sentindo mais a vontade.
Ela pensa em se deitar pondo a cabeça no colo do filho quando percebe o imenso volume na bermuda dele. Assustada, ela volta a se sentar com os olhos arregalados fitando a braguilha do filho.
De repente, Viny se mexe ao lado dela, praticamente lhe abraçando, impedindo que ela saia de perto dele.
Nanete fica imóvel por algum tempo sentindo a dureza do pênis lhe fazendo pressão na coxa desnuda.
Seu braço está imprensado entre o corpo dele e dela, deixando a mão praticamente em cima do cacetão dele.
Ela tenta acordá-lo, mas é em vão. Então, decide apertar-lhe as narinas como da outra vez.
Mas, pra fazer isso ela tem que torcer o corpo um pouco mais, fazendo com que sua mão encoste fortemente na rola do filho.
De repente parece que seus hormônios conspiram a favor de sua sexualidade. Nanete dá uma rápida apalpada no volume encoberto pelo tecido e mesmo assim ainda sente o pulsar das veias da rola em sua mão. Uma quentura lhe toma todo o corpo.
Se desfazendo de qualquer senso moralista e impelida por uma enorme curiosidade, sabendo do sono pesado que o filho tem, Nanete abre o zíper e sem muita dificuldade consegue expor a exuberante torona de seu filho.
Ela fica maravilhada literalmente por ter a mão o enorme pênis do filho pulsando como um peixe fora d´água.
É nesse estado de plena contemplação e excitamento que Nanete passa a acariciar o belo musculo genital ladeado por grossas veias azuladas contrastando com o rosado de toda a extensão que termina numa enorme glande arroxeada.
Nanete passa a salivar, justamente pensando como colocar toda a rola do filho dentro da boca e sentir os pentelhos lhe tocarem o nariz.
De repente, sente as cusparadas de semem em sua coxa e fixa o olhar na própria mão que aperta vigorosamente o cacetão, admiradíssima com a quantidade que o filho ejacula.
Quando parece que Viny parou de esporrar, Nanete se dá conta que não é prudente que o filho descubra o que ela acabou de fazer.
Com muito esforço, ela consegue se livrar do abraço do filho e se contendo de excitação se dirige ao banheiro para limpar o esperma em sua coxa e se masturbar.
Nanete recolhe o esperma com os dedos e sensualmente deposita na sua lábia vaginal, iniciando o que ela imagina o mais exótico ato de masturbação que ela já fez… siriricando com o esperma do filho envolto em seus dedos.
Em poucos minutos, Nanete obtem um dos mais intensos orgasmos de sua vida. Ali, trancada no banheiro, ela se abandona aos urros e gritinhos como uma desvairada, mas ainda não saciada.
Mas então, ela se lembra que deixou o filho todo exposto e se ele acordar, não vai demorar para que ele entenda o que aconteceu e deduzir que tudo foi obra dela.
O pânico toma conta de Nanete e ela sai apressada do banheiro, esperando que o filho ainda esteja dormindo pra que ela ponha o pênis dele de volta pra dentro da bermuda.
Viny está esparramado no sofá, com as pernas separadas. Um dos braços está dobrado e em cima do peito. O outro está caído displicentemente pra fora do sofá.
Mas, parece que toda essa distribuição corporal é para dar ênfase ao endurecido pênis que se eleva do centro do corpo como a torre Eiffel.
Essa visão hipnotiza Nanete completamente que está parada a dois passos das pernas abertas do filho. Ela se sente convidada a se ajoelhar entre as coxas do filho e se aproveitar do pesadíssimo sono dele.
“ Que os deuses perdoem esse meu pecado, mas eu não suportava mais essa secura de sexo que estava tendo. Ah… e essa rola magnifica que me sufoca e não me deixa nem respirar direito, mas vai me compensar quando expelir todo leitinho que ainda tiver, dentro de minha boca!”
E a compensação não demora a vir e Nanete exulta com o volume de esperma que seu filho ejacula em sua boquinha, fazendo com que ela tenha outro orgasmo inesquecível, simplesmente esfregando freneticamente uma coxa na outra.
Nanete está gozando na proporção que Viny ejacula e sonolentamente escuta seu filho murmurar.
– Aaaaaah… aaah vovó… vovozinha… Aaaaaaah!

II
No meio de seus trinta anos, a belíssima mãe de Vinicius se viu num torvelinho de sentimentos que nunca houve em sua experiente vida sexual. De repente, Nanete percebeu que seu filhinho se transformara num atleta, devido a natação, e ao acordá-lo certa manhã descobriu o bem dotado pênis que ele possuía.
Ao primeiro momento, Nanete tentou não visualizar o belo e endurecido membro que sobressaia da cueca e se estendia até a glande lhe cobrir o umbigo.
O fascínio e a surpresa acabaram com qualquer sentimento moralista que uma mãe deveria ter ao admirar o atlético corpo do filho como uma simples mulher em sua maturidade sexual.
Era sabido também, que devido aos exaustivos treinos a que Vinicius era submetido, ele tinha um sono pesado e mesmo sendo puxado pra fora da cama, ele continuava dormindo no chão.
Não se pode definir com certeza o que passava pela cabeça de bela mãezinha que olhava fixamente para o enorme pênis do filho adormecido.
Talvez o estresse pelo processo de divórcio que estava passando, pedido pelo marido quando a flagrou em pleno boquete que fazia em seu secretário executivo dentro do próprio gabinete.
Houve toda a encenação para que o fato não transcendesse a porta do gabinete.
Mas, o ódio e o desapontamento de descobrir a esposa com o enorme pênis achocolatado do secretário ejaculando em sua boca, foi determinante para que o senador Ary se tornasse um homem amargo e vingativo.
Ele afastou o filho de Nanete e só concordou que ele ficasse na casa dos pais dela porque não tinha outros parentes próximos.
Nanete, intimamente, se viu injustiçada porque tudo que seu marido conseguiu como parlamentar foi devido aos financiamentos de campanha feito por um industrial milionário.
E este milionário cobrava cada centavo submetendo Nanete às perversões sexuais dele.
Ela se submetia ou ele parava o financiamento.

Assim por quase dezessete anos, desde quando eles se encontraram e Ary se tornou prefeito de uma bucólica cidadezinha do sul de Minas até o momento atual como senador, Nanete se tornou adepta de todas as práticas sexuais em seu bem torneado e admirado corpo
.
Foi nesse período que ela se envolveu com Bernardo, o Bene, um negro enorme, formado em direito e que Rafer, o milionário, sugeriu que fosse o secretário do marido.
Não se sabe porque, mesmo sendo submetida a contragosto ao sexo com Rafer e seus associados, Nanete gozava loucamente.
Mas era com Bene que ela se saciava.
Assim, depois de dois meses, foi permitido que Nanete visitasse o filho naquele final de semana.
E ali estava ela olhando fascinada para o imenso cacete do filho que palpitava sutilmente.
Nanete não se conteve e virando as costas se dirigiu a porta como se tivesse decidido a abandonar a performance pecaminosa que estava prestes a fazer. No entanto, virou a chave trancando a porta.
Antes de se ajoelhar a beira da cama, Nanete lentamente baixou a cueca até expor totalmente o membro enrijecido do filho que assim solto fez uma arco de noventa graus vindo a roçar-lhe o lado da face.
Enquanto ia se ajoelhando, Nanete já estava sugando a bolotuda glande avermelhada.
A mãezinha de Vinicius, enquanto já tem a metade da torona dentro da boca, leva uma das mãos até a já melada bocetinha e passa a entrar no clímax prazeroso que ela sente quando suga um pênis que a fascina.
Ela escuta o filho murmurar com um sorriso no lábios, ao mesmo tempo sentindo o vazamento de esperma lhe enchendo a boca e que parecia que nunca parava.
O sabor do semem do próprio filho e o odor do suor do corpo dele juntamente com aquele clima luxurioso de incesto, exerceu tal poder sexual nela que sem se importar em acordá-lo, Nanete tentou possuir todo aquele musculo roliço, engolindo-o quase até perto da virilha.
O desconforto do engasgamento não impediu que ela tivesse seu orgasmo. E enquanto golfava e gozava com quase todo pênis do filho dentro boca, Nanete foi surpreendida com o enorme vulcão de esperma que explodiu em sua boquinha. Surpresa maior foi o que escutou Viny balbuciar roucamente sem acordar. – Aaaahhaaahh vovó… vovozinha… Aaaaahh!
Praticamente, aquilo foi um balde de água fria no orgasmo de Nanete.
“Não acredito! Minha mãe vem abusando do Viny! Ela vai ver só!”
Mas, então Nanete caí em sí. Ela própria estava em pecado maior por ser mais próxima e ainda tendo a pressão do divórcio com o marido rancoroso esperando qualquer deslize para retirar tudo tudo dela. Inclusive o filho.
Suavemente, Nanete dá um último beijo na semi-endurecida piroca do filho e a cobre com a cueca, chupando as pequenas umidades de esperma espalhadas pelo ventre dele.
Ela vai até a porta e a destranca. Em seguida, ela abre um pouco e a fecha rapidamente provocando um grande estrondo.
Viny assustado abre os olhos e vê a bela figura da mãe na claridade que vem de fora do quarto.
– Oi, mãe! Hoje não tem aula…
E Nanete não deixa de sorrir ao ver o filho virando de bruços e voltando a dormir. Ela se aproxima e se senta na beira da cama.
– Acorda, filhinho! A mamãe só tem esse final de semana pra ficar contigo! Acorda! Acorda, vai! Ah, não tem aula… mas tem treino! Acorda…
Vinicius se vira e encara a mãe ainda piscando de sono. Nanete se inclina e lhe dá um selinho nos lábios. Imediatamente todo seu corpo se eriça. Ela se controla aspirando o ar profundamente.
Mas, Viny percebe o leve tremor no corpo da mãe e o olhar sério com que ela o encara.
As narinas de Nanete se expandem ligeiramente e seus lábios tremem devido ao imenso esforço que ela faz para não beijar a boca do filho com ferocidade.
Vinicius com olhar triste responde ao olhar da mamãe.
– Oh, mãezinha… não fica assim. Essa coisa toda vai se resolver e voltaremos todos pra casa! Vem mãe, me dá um abraço…
Nanete aproveitou e se deixou abraçar, sentindo todo o odor do corpo do filho e loucamente o desejando sexualmente. O corpo dela vibra convulsivamente ao encostar no corpo do filho.
– Calma… calma, mãezinha. Voce vai ficar bem.
– Não! Não, Viny querido… tem pai nunca vai voltar! Ele não me ama mais… ele tem outra mulher! Eu estou… estou sozinha. Vou ficar só…
E parece a Viny que sua mãe está soluçando.
– Que isso, mãe? O que você está me dizendo? Papai sempre foi um homem centrado! E você… você nunca… nunca ficará só! Estarei sempre a seu lado… minha mãezinha querida! Eu te amo, mãe… te amo muito…
– Aaah, meu filhinho querido! Que bom o que você me disse! Voce vai tomar conta de mim… Sempre, né? Eu sempre te amei… sempre. E agora mais ainda!
– Bom… se o divórcio é inevitável… onde vamos ficar? Eu não quero ficar naquele apartamento…
– A gente podia alugar um apartamento e parecer como marido e mulher!
– Ah ah ah ah… até parece que eu tenho cara de homem… de maridão!
– É… é mesmo. Mas você gostaria de ser meu marido já que “meu marido” me abandonou… me deixou sozinha, sozinha no mundo?
– Ah, sim! Eu cuidaria de você sim como um maridão! Ah ah ah ah! Até que eu ía gostar! Voce não poderia mais mandar em mim! Ahahah!
– Se você quiser… nos podemos brincar de marido e mulher. Topa!?
– Enquanto eu for teu maridão você não vai mandar em mim?
– Claro! É você quem vai mandar em mim! Mas você será um bom maridinho, né?
Nanete e Viny estão se olhando enquanto fazem esse teatrinho. Ele está sentado um pouco inclinado pra trás com as mãos apoiadas no colchão. Nanete, sentada elegantemente ao lado dele com as mãos no colo sente que o filho está ficando perturbado pela atmosfera que os cerca. Provavelmente pelos eferomas que o corpo dela está liberando.
Eles se encaram por vários segundos. A respiração de Viny parece se acelerar. Nanete pousa uma mão na coxa dele, bem perto da virilha. O instinto lhe diz que ela está tendo o controle de femea sobre o macho.
– Então vamos fazer nosso enlace agora… e selar com um beijo como marido e mulher…
Nanete se inclina pra frente até seu rosto ficar bem perto do rosto do filho. Viny está inteiramente seduzido e abre os lábios pra receber os lábios da mãe.
Bastou que os lábios se encostassem e ao mesmo tempo Nanete sente o repuxamento do tecido da cueca devido o endurecimento da rolona do filho.
Ainda se beijando suavemente a língua dela sente a umidade morna da saliva do filho. A tensão aumenta e um suspiro rouco escapa da boca da mãe ao beijar freneticamente o filho e cegamente apalpa a rígida rola dele.
O tórax de Viny sobe e desce enquanto sua mente fica em polvorosa sem saber o que fazer já que aquela espetacular mulher que lhe está dando uma tremenda tesão é sua mãezinha.
Mas então, o sino da moralidade badala no cérebro da mãe de Vinicius. Ela tenta não escutar, mas as badaladas vão ficando cada vez mais fortes.
Subitamente, Nanete se levanta abruptamente deixando o filho com a boca aberta e surpreso.
Vinicius leva um ou dois segundos pra perceber que a bela mulher que estava em seus braços o largara e se dirigia apressadamente para a porta.
Nanete com os nervos a flor da pele devido a tremenda tesão que sente, tenta num último minuto resistir a tentação de se entregar ao filho com toda sua sexualidade. Suas mãos tremem e seus dedos não consegue virar a maçaneta.
Vinicius, impulsionado pela recente paixão sexual que sente pela mãe, se levanta rapidamente, mas não o suficiente pra chegar perto dela, pois uma dobra do lençol se enrolou em seu pirocão. Mesmo assim, num pulo, consegue impedir que a porta se abra esticando o braço com a mão espalmada.
Nanete, abraçada por trás, se rende ao sentir a grossura do falo do filho se encaixando entre suas nádegas, tendo o fino tecido de lycra como último obstáculo para um roça-roça de pele com pele.
Ela está totalmente entregue, já se sentindo sodomizada por aquele garoto que se desponta como seu novo macho e dono de seu corpo.
Enquanto Vinicius a encoxa, arfando e lhe beijando a nuca, sua mãe delira com a possibilidade de que agora tem ele para saciá-la e como contraponto a submissão a qual ainda ela deve se submeter a Rafer enquanto não findar o processo do divórcio.
Viny deseja ardentemente beijar a boca de sua mãezinha. Ao virá-la e ficar frente a frente, Nanete vê o jovem e másculo rosto de seu novo dono. Mas, de repente o sino volta a badalar em sua cabeça alertando que quem a está beijando é seu filho.
– Meu deus! Pára! Pára, meu filho! Não podemos… não podemos… estar fazendo isso! Pára, querido… pára, por favor. Por favor. Aaaaaaaaññññ!
– Não… não posso… não posso! Sei que a senhora também quer…
– Sim, sim! Não! Não e não! Não podemos, Viny… não podemos! Sou tua mãe… se teu pai souber, vou me encrencar toda! Eu serei presa!
– Ninguém. Ninguém vai tirar você de mim! Nem mesmo meu pai! Voce agora é minha! Eu sou teu marido agora, se lembra? Sou teu maridão!
E Nanete é beijada ardentemente se rendendo as palavras amorosas de seu filhinho. E ele sabe beijar divinamente.
“Meu deus… Como ele beija bem! Onde ele aprendeu a beijar assim? Será que foi com a mamãe?! Ele come ela e vai me comer! Oh nããão!”
Nanete sabe que não tem volta a tesão que os dois estão sentindo um pelo outro. Viny já é um homem pronto e pode engravidá-la.
Ao mesmo tempo ela teme que pelo fato de gostar ser sodomizada, Viny entenda como uma perversão de que não se deve fazer sexo anal com mulher dita “de família”.
Enquanto se beijam e se roçam, Nanete enfia os polegares em cada lado seus quadris e baixa a calça de lycra até o meio de suas grossas coxas sem desgrudar os lábios da boca do filho.
A rola dele é tão grossa que seus dedos não conseguem circulá-la inteiramente.
Mesmo assim, arfando louca de excitamento, a bela mãezinha a encaixa entre suas coxas, logo abaixo da xaninha.
Nanete foi tendo um orgasmo atrás do outro tendo seu filho a roçar-lhe a pélvis com encontrões desordenados. Ela desfaleceu por alguns segundos quando Viny espalmou as mãos dele em cada uma de sua nádegas e as apertou como firmeza como se fossem massa de pão. E seu grito anunciou seu gozo.
– AAARRrrrrññññ! Tô tô… tô gogozazaaando! AAAaaaaahhh….
Nanete voltou a sí escutando o arfar de gozo de seu filho que estava com o rosto enfiado ao lado de pescoço dela. Sentia a umidade morna por baixo das polpas da bunda e escorrendo pela parte de trás de suas coxas.
Viny se apruma e desencosta o corpo do da mãe deixando-a respirar melhor. O acontecido o está atordoando e não deixa que ele consiga formar qualquer frase naquele momento.
– Isso jamais aconteceu entre nós… vamos esquecer o que aconteceu. O que houve aqui dentro deve permanecer aqui.
Sem saber o que dizer, Viny vê sua mãezinha fechar a porta atrás de sí.
III
O senador Ary sente um misto de prazer e dor ao olhar fixamente o belíssimo rosto de sua esposa Nanete.
O prazer devido ao sofrimento que ele lhe está impondo para que observe a prova visual de que ela é adúltera.
A dor por saber agora que Nanete vinha lhe traindo há anos com pelo menos três amantes.
Pra piorar mais ainda, Ary era amigo de pelo menos três dos quais ele conseguiu identificar.
– Alguém lá do escritório de advocacia teve a brilhante idéia de me pedir as datas que eu estive ausente aqui e no Rio. Esse mesmo advogado, através dos contatos dele, conseguiu estas gravações de você entrando em quartos de motéis acompanhada ora do Rafer, ora do Bene e do Joel. E olha só, nesse aqui você está acompanhada do Joel e do Rafer! Que depravada que você é, Nanete! Uma verdadeira rampeira!
A atemorizada esposinha não consegue conter as lágrimas e balbuciando tenta justificar sua atitude de uma adúltera insaciável por sexo.
– Mas, mas… eu fiz… isso por você! Foi por você, Ary, acredite! O crápula do Rafer me chantageava sempre! Dizia que se eu não cedesse a seus devaneios sexuais, ele deixava de financiar tuas campanhas. Foi isso que aconteceu! Me perdoa, por favor! Eu sou a vitima! Eu não queria!
– Perdoar? Voce pensa que sou tão idiota assim? Voce gostava do que fazia, isso sim! Voce fez sexo com eles dois ao mesmo tempo! Imagino a depravação que era entre vocês três! Sua sem-vergonha! Voce já nasceu puta, Nanete, puta descarada! Eu ví muito bem e ao vivo tua cara enquanto Bene gozava em tua boca e você tremia toda se masturbando!! Inocente porra nenhuma! Safada infiel!
– Não fala assim, Ary! Por favor! Agora que você sabe de tudo, se afasta do Rafer. Voce não precisa mais do financiamento dele. Eu prometo que não saio de casa sem você! Nós temos o Vinicius para cuidar! Vamos esquecer tudo! Voce sabe agora que eu era forçada a fazer o que Rafer exigia! Me perdoa, por favor…
Mas, o ódio do senador era mais forte que sua percepção de perdoar. Talvez, ele pensou por um instante, que faria de conta que ficava tudo bem entre ele e Rafer, mas largaria Nanete incondicionalmente. Afinal, os financiamentos de Rafer eram sempre benvindos.
– Assina este documento. Voce abre mão do Vinicius, de nossos bens e também das jóias. Durante um ano receberá dois mil dólares mensais. Se não quiser assinar, esses vídeos irão a julgamento privado e além do que está escrito aí, vou querer uma indenização que deixarei também teus pais na miséria. Agora assina e some daqui!
– Mas… mas as jóias foram presentes do Rafer…
– Vou tirar tudo dele também!
A última gentileza do Ary para com a esposa foi deixar ela se servir de um copo d’água para se acalmar e assinar a sua sentença de sofrimento por perder o filho Vinicius.
“ Oh, meu jesus! Vou perder meu filinho! Não vou poder vê-lo nunca mais! Logo agora que estávamos tendo uma relação mais adulta e… e amorosa! Meu deus, por que me castigas tanto? Se eu gozei, tive orgasmos imensos com aqueles crápulas não é minha culpa! Qualquer mulher por natureza não resistiria! Tudo bem que eu estou pecando por ter seduzindo Viny! O Senhor sabe que eu resisti, não sabe? Viu também que foi ele quem veio atrás de mim depois! O que eu posso fazer? O Senhor nunca me socorreu durante o tempo que Rafer fazia de tudo comigo! Até mesmo quando fui moeda de troca com os empresários com quem ele fechou negócios! Peço teu perdão, meu Senhor, mas antes de perder Viny, vou pecar com tudo que tenho direito! ”
Conforme o imposto, Nanete recolhia todo seu guarda roupa, porque só poderia levar a roupa do corpo. Telefonou primeiro pro filho, pedindo pra que viesse pro apartamento. Depois ligou pro Rafer e contou todo o acontecido.
– … e se eu não cumprir o que assinei naquele termo de separação ele vai botar o boca no trombone e denunciar que você se aproveitou da boa vontade dele e parar todos teus projetos.
– Caraca, minha querida! Voce sabe qual foi o escritório que ele contratou?
– Acho que Banddeyra “qualquer coisa”. A única coisa boa nisso tudo é que me livrei de você, seu canalha escroto!
– Que isso, Nanete amorzinho! Eu sempre cuidei de você como vou cuidar agora! Que tal morar num apartamento em qualquer lugar do mundo que você queira? Além de abrir um negócio pra você! Não te preocupes com grana! Ah, conheço esse escritório de advocacia sim. Fique calma…
– Calma o cacete! Não vou poder ver mais meu filho!
– Calma, calma, amoreco! Vou resolver isso também! Tudo em nome dos velhos tempo, do teu corpo espetacular e da tua bunda maravilhosa que gozei muito no teu cuzinho faminto e…
– Filho da puta, escroto! Cretino! Te odeio! Odeio!
Nanete desliga abruptamente. Mas logo se acalma, porque sabe que não vai ficar desamparada financeiramente. E fica esperançosa quanto ao filho, pois Rafer jamais deixou de cumprir uma promessa feita.
Então, Nanete escuta o barulho da porta sendo aberta e um radiante Vinicius aparece a sua frente.
Os cabelos castanhos ainda estão molhados do treino de natação. Do jeito que ele está crescendo, a camiseta bem justa modela seu peitoril de nadador.
Nanete consegue adivinhar as coxas musculosas cobertas pela calça de moleton. Mais enfaticamente ela nota o pênis muscular endurecido que vai até o meio da coxa esquerda dele.
Eles encostam seus corpos e uma onda de explosão orgástica toma conta dos dois quando as línguas se enroscam freneticamente. Uma mulher madura de corpo divino e um jovem atleta saído da adolescência. Não mãe e filho.
Nanete quer ser toda femea, toda depravada para seu atual querido. Seu macho e dono agora de seu corpo. A rola dele palpita de encontro a seu ventre, da onde ele já esteve e que agora pode até engravidá-la.
Esse pensamento faz badalar o sino da moralidade dentro da cabeça dela. Então num impulso e desejando isso mais do que tudo, Nanete interrompe o beijo e dando uma rápida meia-volta encosta-se rebolando sua tenra e imensa bunda na virilha do filho.
“ Ai ai ai! Que loucura! Quero ser enrabada por meu filho! AAAhh só imaginando esse imenso e grosso cacete me penetrando, me dilatando o cuzinho! Aai ai aii! Por que eu sou assim? Por que eu gozo tanto quando sou sodomizada!! Ai ai aiiaamm, eu quero tanto a rola dele me atolando o rabinho!! Aiaiaiii já quase tendo um orgasmo!! Tesão de garoto!”
Os únicos movimentos de Vinicius são de apertar um dos seios e acariciar a xaninha da mãe enquanto lhe beija o pescoço, permanecendo parado da cintura pra baixo já gozando com o lento e sensual rebolado dos glúteos dela.
– Ma mama… mamãe… tô… tô quase… quase gozando. Gozaaando!
Nanete pára o rebolado e volta a ficar de frente pro filho. Ela se encanta com a expressão facial de surpresa, de desejo e de menino pidão. O desejo aumenta e todos seus pelos se eriçam com a proximidade de ter o gozo do filho ejaculando em sua boca.
Ela estende a mão pra ele e caminham até o sofá. Enquanto vai se ajoelhando, suas mãos vão baixando o moleton e a sunga. Ela abocanha logo a cabeçona assim que aparece, continuando a tirar-lhe a sunga e o moleton até os calcanhares dele.
Viny sente a umidade morna da boca e da língua da mãezinha em volta de sua glande e começa a expelir esperma já anunciando que está por vir um ejaculação vulcânica.
Sem parar o que tá fazendo, a mãezinha o faz sentar no sofá enquanto se ajeita entre as coxas dele. Nanete, tomada por uma tezão sem medida, não se importa se vai machucar a garganta ou não, engole toda a torona do filho até seus lábios circularem a base do saco e a pélvis. O cheiro de cloro da água da piscina ainda está forte na pele do filho.
Permanece assim alguns segundos, sugando e sugando até não suportar mais a ânsia de vomito. Mesmo assim ela vai recuando lentamente, sempre sugando e sentindo o palpitar sanguíneo das veias ao redor de seus lábios.
E na metade do caminho, Vinicius explode como já esperado. É uma erupção de semem que Nanete não dá conta de engolir tudo.
Viny urra como um touro miura se contorcendo todo enquanto sua mãezinha luta pra não deixar sua rolona lhe escapar da boca.
– Aaaarrrnn… vó… mãezinha… mãezinha!!
A primeira silaba de “vó”, Nanete abre os olhos e o encara para em seguida escutar que o filho agora clama por ela.
Ela percebe que o rolona do filho está brilhando, mas não há mais vestígios de esperma e que ele parou de se mexer. Apenas se ouve a respiração acelerada que lentamente vai voltando ao normal e Nanete continua com os carinhos labiais em toda extensão da rola musculosa que vai perdendo um pouco da rigidez. Como se fosse uma coisa natural, Vinicius adormece. Nanete pára com o boquete e dá uma risadinha de quem não está acreditando.
Cheia de tesão que nem seus dedinhos conseguem aliviá-la, Nanete sabe do sono quase narcoléptico do filho. Assim, ela se despe da saia e da calcinha e volta a se ajeitar entre as pernas dele. Lentamente recomeça com as caricias labiais pra logo em seguida engolir toda a extensão muscular até ter toda a rolona dentro da boca com a glande acomodada além das amídalas.
Nanete sente um prazer masoquista indescritível quando impõe esse tipo de sofrimento a si mesma. Por isso que a dilatação em seu anus lhe dá tanto prazer.
E foi absolutamente insano quando certa vez com Rafer e Joel, deixou que os dois pênis enormes lhe penetrassem o anus ao mesmo tempo.
O fenômeno disso tudo era que apesar de tanta dilatação, bastava alguns minutos pra que seu cuzinho voltasse a condição de virgem novamente, de acordo com o que Rafer dizia.
Mas agora, Vinicius, ou melhor, sua juvenil torona enrijeceu sufocando sua mãezinha que mesmo assim quis ficar nessa agonia por mais alguns segundos. Só desistindo quando seu rosto ficou avermelhado e lágrimas vazaram de seus arregalados olhos azuis.
Nanete se deu um minuto para recuperar a respiração sem tirar os olhos, embevecida, da tora muscular do filho que agora dava pulos como se queresse desprende-se da virilha dele.
Ela estava tão excitada que seus fluidos já escorriam por entre as coxas.
Ao pensar que em alguns minutos estaria sendo sodomizada pelo filho, sentiu seu esfíncter contrair e relaxar descontroladamente.
Ela sobe no sofá, tendo cada joelho ao lado dos quadris do filho e nessa posição, primeiro guia a cabeçorra para a boquinha vaginal e dando um longo suspiro ao sentir sua xaninha ser invadida.
Ela passa a rebolar gentilmente como se não quisesse acordar o filho. Seu orgasmo se aproxima mais rapidamente que seu rebolado. Nanete está frenética quase histérica, querendo mais e mais força de um pênis grosso e enorme que lhe entale a xana e o anus.

Ela vai controlando suavemente a descida de sua bunda conforme seu cuzinho vai engolindo a soberba rola que tanto deseja que atole seu tubo anal.
“ Ele… ele realmente é bem… bem dotado! Que maravilha de pica!! Quem diria que meu filho substituiria Bernardo! Huuuum… não quero nem pensar… nem pensar. Mas… será que eles dois aceitariam me comerem ao mesmo tempo?!! AAAnnn… eu morro… que gostoso, gostosso!! Aaaah… Agora sentei! Sentei! Tô todinha atolada com a rola de meu filhinho! Ai ai aiiiimm! Que coisa louca! Ter meu próprio filho me enrabando!”
– Man… ma… man, manmanzinha! Aaaarrrnn… mãezinha gostosa!
Ao escutar o que Viny murmura sem acordar, é como um gatilho pra que a mãe atinja seu clímax.
Seu paroxismo aumenta ainda mais quando, cegamente, as mãos dele alcançam suas nádegas e passa a massageá-las com sofreguidão.
Nanete rebola freneticamente enquanto o orgasmo cobre todo seu corpo parecendo que seu inicio está ao redor do cuzinho junto com o entra e sai da rola de seu filho.
A bela mãezinha tenta alongar seu orgasmo se retesando e apertando o anel do cuzinho na rolona do filho.
Mas, Viny mesmo adormecido, é incapaz de controlar seus movimentos quando a ejaculação já explode como uma mangueira de incêndio.
Nanete explode também em orgasmo após orgasmo sentindo o esperma quente como lava vulcânica lavando seu cuzinho e espirrando uma parte pra fora dele.
Depois de alguns minutos em que seu corpo ficou abandonado em cima do filho e com a respiração já na condição normal, Nanete está naquele langor após gozo e aspirando embevecida com o odor do filho.
O telefone toca assustando Nanete e a tirando do torpor que se encontrava. Ele não quer atender, mas a insistência do som da companhia lhe diz que deve ser algo importante,
“Nanete?!”
– Sim!
“ Rafer falando. Acabei de saber… aconteceu uma tragédia! Fique calma… o teu marido morreu. Teve um mal súbito, desmaiou e ao cair ainda bateu com a cabeça no braço do sofá, quebrando o pescoço. Alô! Alô, Tá escutando?”
– Estou…
- “Agora ninguém poderá tirar teu filho de você! Bom… desligo. Um beijo.”
Lágrimas escorrem dos belos olhos azuis ao mesmo tempo em que ela ri descontroladamente.
Nanete livre
A governante bate de leve na porta da suíte de sua patroa Nanete e recebe o convite pra entrar.
– Dona Nanete… tá difícil acordar o Vinicius! Já fiz de tudo, tudinho! E ele não acorda!
– Hum hum, tá bem Odete. Vou lá acordar esse menino!
Nanete chega ao quarto de seu filho adolescente e o encontra esparramado na cama, deitado de bruços e semicoberto pelo lençol.
Ela acaricia os cabelos do filho, chamando pelo nome. O máximo que consegue é fazer o filho virar-se.
Ela, mais uma vez, o chama pelo nome e dessa vez o sacode gentilmente pelos ombros.
A reação do garoto foi dar um pequeno ronco e levar as duas mãos até suas partes genitais, passando a coçá-las.
Com estupor, Nanete observa que o pênis do filho está duríssimo. E é enorme.
Pra aumentar seu constrangimento, metade do pênis salta pra fora da cueca. Nanete tenta não olhar para a surpresa que seu filho involuntariamente lhe expõe.
Ela sente um calor percorrer por todo seu corpo e se sente excitada.
E antes que o sentimento do pecado a faça se sentir culpada, ela credita a sua excitação ao encontro que terá com seu amante ainda naquela manhã. Isso a faz tomar o controle de si mesma.
Nanete se senta ao lado dele e gentilmente lhe aperta as narinas com os dedos. Em poucos segundos o filho começa a sentir o desconforto de não poder respirar e logo após acorda assustado, aspirando fortemente o ar, se sentando imediatamente passando a mão pelo tórax.
– O quê… quê houve?!! Mamãe, o que houve!!?
– Querido, você já está atrasado pra escola. Levanta!
Vinicius, ainda com a cara assustada de sono, vê sua bela mãe elegantemente vestida, indo em direção a porta. De repente, ela dá uma paradinha e sem se virar, exclama.
– E cubra seu piu-piu… não deixe ele escapar da gaiola!
Vinicius leva um tempo pra entender o que sua mãe disse. Quando se dá conta, ele tenta cobrir a nudez do pênis. Levanta a cabeça já preparando um pedido de desculpas, mas sua mãe já não estava ali.
Nanete passa por todas as secções de controle de pessoas sem nenhum empecilho até chegar a sala de seu marido, um eminente senador.
Ele tinha lhe contado, na noite anterior, que naquela manhã teria uma importante reunião com alguns ministros.
Bernardo, o secretário do marido, se surpreende levemente ao vê-la chegar.
Como sempre, Bernardo se encanta com a beleza exótica de Nanete, sentindo seu coração bater um pouco mais rápido. Suas narinas aspiram com um ligeiro tremor o odor dela e imediatamente seu pênis se enrijece.
Nanete pára perto da porta, encarando o belo negro que vem em sua direção. Ela está em alto grau de excitamento com seus olhos semicerrados e os lábios abertos o suficiente pra mostrar os alvos dentes.
– Nanete… Nanete, como você é linda! Me excita esse teu rostinho e esses olhos azuis, essas tuas sobrancelhas negras! Me dá um beijo!
– Fecha a porta primeiro, seu safado e depois faz tudo… tudo tudinho comigo!
Apesar do cuidado que tem pela elegância, Nanete não dá a menor importância agora, quando as imensas mãos do secretário de seu marido arregaçam a saia do taillerzinho para lhe acariciar, com certa força, suas nádegas.
Ao primeiro contato da exuberante rolona com o corpo da esposa do senador, faz ela se esfregar fortemente corpo com corpo. E mais urgentemente, ela quer sentir a bolota da glande roçando no céu da boca.
– Me dá… me dá, Bené! Me dá tua rola! Me dá, agora!
No próximo ato, vemos o secretário encostado na caríssima escrivaninha e a esposa do senador acocorada entre as pernas dele.
Nanete arqueja cada vez que faz a sucção com os lábios ao redor do roliço musculo deixando um rastro brilhoso de saliva por toda extensão que sua boquinha alcança.
Sua saia está enrolada logo acima das esplendidas nádegas e o corpete do tailleur já está manchado da baba que escorre do queixo dela. Uma de suas mãos está enfiada na esgarçada calcinha, na altura da xaninha onde ela dedilha freneticamente o clitóris.
O primeiro gozo de Nanete faz com que ela lance uma coxa quase por cima da outra, mesmo acocorada, apertando ainda mais a mãozinha que acaricia a xaninha.
Toda essa imagem deixa Bernardo fora de controle e então ele ejacula fortemente ao sabor do boquete que a esposa do seu superior lhe faz.
Ao redor da boca e até o pescoço, baba e semem escorrem enquanto Nanete respira com dificuldade, pois delirantemente insiste em manter o máximo da tora musculosa dentro da boca.
Neste exato momento a porta se abre e um apressado senador dá alguns passos pra dentro da sala.
– O… O quê diabo está acontecendo aqui?!
Nanete e Bernardo nada tinham a argumentar quando os ânimos se acalmaram e o senador ditou suas exigências. Em contraponto houve um comum acordo de se evitar o escândalo.
Ficou combinado que Nanete faria uma longa viagem enquanto o processo de divórcio se desenrolasse, que se esperava que fosse seis meses.
Bernardo era casado com uma membro do congresso e foi exigido que ele nunca mais visse Nanete. O filho, Vinicius foi morar com os pais de Nanete.
Dois meses depois, Nanete volta de um cruzeiro marítimo e foi pegar Vinicius na casa de seus pais. Lá, ela foi tremendamente censurada pelo pai.
A mãe, uma belíssima matrona de quem Nanete herdou a beleza, procurava defender a filha, mas o marido não a escutava e era muito ríspido com ela.
Mas, a decepção maior foi quando ela tentou se comunicar com Bernardo e ficou sabendo que ele foi transferido para o consulado do Suriname.
“Que merda! Que faço agora?! Meus consolos não são suficientes para saciar minha vontade de ser enrabada!”
Pior ainda foi quando o senador soube que Nanete estava com o filho. Ela teve que escutar os maiores impropérios dito por ele através do telefone.
Com muito custo, Nanete convenceu o corno senador de deixar o filho ficar com ela por uma semana.
– Mamãe, por que o papai está bravo com você? Será porque você tá viajando muito…
– Oh… eu pensei que você já soubesse! Teu pai vai se divorciar de mim!
– O quê? Mas por que?
– Bom… ele me… ele descobriu que eu… ele, ele não me ama mais! Ele tem outra mulher! Ele tem outra, Viny!
Nanete não consegue encarar o filho e lhe dá as costas, se dirige para a janela parecendo que estava chorando. Pelo menos foi isso que pareceu ao filho.
“Cacete! Vou ter que manter essa mentira para que o Viny não venha algum dia me odiar. Ele jamais pode saber desse meu lado devasso quando fico cheia de tezão!”
Viny, todo compadecido, se aproxima da mãe e a abraça por trás. Nanete se vê envolvida pelos braços do filho e percebe que ele já deve estar com mais de um metro e oitenta.
– Oh, mãezinha… não chora… não fica assim. Isso deve ser uma fase do papai. Logo logo ele vai voltar pra você.
– Não acho, meu filho… não acho. Tenho… tenho que ver como vai ficar minha vida agora. Olha, me promete que você não vai contar pra ninguém o que eu te disse, viu? Pra ninguém! É muita humilhação pra mim!
Lágrimas chegam aos olhos de Viny ao ver sua mãe nessa situação. Ele passa um braço pelo ombro dela e a conduz até sentarem num sofá.
Passam então a conversarem banalidades e sem perceberem, quase uma hora já tinha se passado. E então os dois tiram uma soneca.
Uns vinte minutos depois, Nanete desperta e vê que Vinicius ainda dorme. Ela aproveita pra tirar a meia-calça, se sentindo mais a vontade.
Ela pensa em se deitar pondo a cabeça no colo do filho quando percebe o imenso volume na bermuda dele. Assustada, ela volta a se sentar com os olhos arregalados fitando a braguilha do filho.
De repente, Viny se mexe ao lado dela, praticamente lhe abraçando, impedindo que ela saia de perto dele.
Nanete fica imóvel por algum tempo sentindo a dureza do pênis lhe fazendo pressão na coxa desnuda.
Seu braço está imprensado entre o corpo dele e dela, deixando a mão praticamente em cima do cacetão dele.
Ela tenta acordá-lo, mas é em vão. Então, decide apertar-lhe as narinas como da outra vez.
Mas, pra fazer isso ela tem que torcer o corpo um pouco mais, fazendo com que sua mão encoste fortemente na rola do filho.
De repente parece que seus hormônios conspiram a favor de sua sexualidade. Nanete dá uma rápida apalpada no volume encoberto pelo tecido e mesmo assim ainda sente o pulsar das veias da rola em sua mão. Uma quentura lhe toma todo o corpo.
Se desfazendo de qualquer senso moralista e impelida por uma enorme curiosidade, sabendo do sono pesado que o filho tem, Nanete abre o zíper e sem muita dificuldade consegue expor a exuberante torona de seu filho.
Ela fica maravilhada literalmente por ter a mão o enorme pênis do filho pulsando como um peixe fora d´água.
É nesse estado de plena contemplação e excitamento que Nanete passa a acariciar o belo musculo genital ladeado por grossas veias azuladas contrastando com o rosado de toda a extensão que termina numa enorme glande arroxeada.
Nanete passa a salivar, justamente pensando como colocar toda a rola do filho dentro da boca e sentir os pentelhos lhe tocarem o nariz.
De repente, sente as cusparadas de semem em sua coxa e fixa o olhar na própria mão que aperta vigorosamente o cacetão, admiradíssima com a quantidade que o filho ejacula.
Quando parece que Viny parou de esporrar, Nanete se dá conta que não é prudente que o filho descubra o que ela acabou de fazer.
Com muito esforço, ela consegue se livrar do abraço do filho e se contendo de excitação se dirige ao banheiro para limpar o esperma em sua coxa e se masturbar.
Nanete recolhe o esperma com os dedos e sensualmente deposita na sua lábia vaginal, iniciando o que ela imagina o mais exótico ato de masturbação que ela já fez… siriricando com o esperma do filho envolto em seus dedos.
Em poucos minutos, Nanete obtem um dos mais intensos orgasmos de sua vida. Ali, trancada no banheiro, ela se abandona aos urros e gritinhos como uma desvairada, mas ainda não saciada.
Mas então, ela se lembra que deixou o filho todo exposto e se ele acordar, não vai demorar para que ele entenda o que aconteceu e deduzir que tudo foi obra dela.
O pânico toma conta de Nanete e ela sai apressada do banheiro, esperando que o filho ainda esteja dormindo pra que ela ponha o pênis dele de volta pra dentro da bermuda.
Viny está esparramado no sofá, com as pernas separadas. Um dos braços está dobrado e em cima do peito. O outro está caído displicentemente pra fora do sofá.
Mas, parece que toda essa distribuição corporal é para dar ênfase ao endurecido pênis que se eleva do centro do corpo como a torre Eiffel.
Essa visão hipnotiza Nanete completamente que está parada a dois passos das pernas abertas do filho. Ela se sente convidada a se ajoelhar entre as coxas do filho e se aproveitar do pesadíssimo sono dele.“ Que os deuses perdoem esse meu pecado, mas eu não suportava mais essa secura de sexo que estava tendo. Ah… e essa rola magnifica que me sufoca e não me deixa nem respirar direito, mas vai me compensar quando expelir todo leitinho que ainda tiver, dentro de minha boca!”
E a compensação não demora a vir e Nanete exulta com o volume de esperma que seu filho ejacula em sua boquinha, fazendo com que ela tenha outro orgasmo inesquecível, simplesmente esfregando freneticamente uma coxa na outra.
Nanete está gozando na proporção que Viny ejacula e sonolentamente escuta seu filho murmurar.
– Aaaaaah… aaah vovó… vovozinha… Aaaaaaah!

IINo meio de seus trinta anos, a belíssima mãe de Vinicius se viu num torvelinho de sentimentos que nunca houve em sua experiente vida sexual. De repente, Nanete percebeu que seu filhinho se transformara num atleta, devido a natação, e ao acordá-lo certa manhã descobriu o bem dotado pênis que ele possuía.
Ao primeiro momento, Nanete tentou não visualizar o belo e endurecido membro que sobressaia da cueca e se estendia até a glande lhe cobrir o umbigo.
O fascínio e a surpresa acabaram com qualquer sentimento moralista que uma mãe deveria ter ao admirar o atlético corpo do filho como uma simples mulher em sua maturidade sexual.
Era sabido também, que devido aos exaustivos treinos a que Vinicius era submetido, ele tinha um sono pesado e mesmo sendo puxado pra fora da cama, ele continuava dormindo no chão.
Não se pode definir com certeza o que passava pela cabeça de bela mãezinha que olhava fixamente para o enorme pênis do filho adormecido.
Talvez o estresse pelo processo de divórcio que estava passando, pedido pelo marido quando a flagrou em pleno boquete que fazia em seu secretário executivo dentro do próprio gabinete.
Houve toda a encenação para que o fato não transcendesse a porta do gabinete.
Mas, o ódio e o desapontamento de descobrir a esposa com o enorme pênis achocolatado do secretário ejaculando em sua boca, foi determinante para que o senador Ary se tornasse um homem amargo e vingativo.
Ele afastou o filho de Nanete e só concordou que ele ficasse na casa dos pais dela porque não tinha outros parentes próximos.
Nanete, intimamente, se viu injustiçada porque tudo que seu marido conseguiu como parlamentar foi devido aos financiamentos de campanha feito por um industrial milionário.
E este milionário cobrava cada centavo submetendo Nanete às perversões sexuais dele.
Ela se submetia ou ele parava o financiamento.
Assim por quase dezessete anos, desde quando eles se encontraram e Ary se tornou prefeito de uma bucólica cidadezinha do sul de Minas até o momento atual como senador, Nanete se tornou adepta de todas as práticas sexuais em seu bem torneado e admirado corpo
Foi nesse período que ela se envolveu com Bernardo, o Bene, um negro enorme, formado em direito e que Rafer, o milionário, sugeriu que fosse o secretário do marido.
Não se sabe porque, mesmo sendo submetida a contragosto ao sexo com Rafer e seus associados, Nanete gozava loucamente.
Mas era com Bene que ela se saciava.
Com seios pequenos que pareciam medianos devido ao torso bem enxuto sustentado harmoniosamente pelos amplos quadris e rechonchudas nádegas que eram a primeira coisa a ser observada quando ela passava.
Em seguida vinha sua beleza facial com lábios polpudos, nariz pequenino e grandes olhos de azul profundo, encimados por bastas sobrancelhas negras.Seus cabelos vinham mudando de estilo e cor nos últimos anos.Então,Rafer passou a assessorar com seus advogados, mantendo-a assim submetida a ele.
Bene, que era casado com uma deputada, foi trabalhar com ela, dizendo que queria se dedicar mais a carreira da esposa.
Em seguida vinha sua beleza facial com lábios polpudos, nariz pequenino e grandes olhos de azul profundo, encimados por bastas sobrancelhas negras.Seus cabelos vinham mudando de estilo e cor nos últimos anos.Então,Rafer passou a assessorar com seus advogados, mantendo-a assim submetida a ele.Assim, depois de dois meses, foi permitido que Nanete visitasse o filho naquele final de semana.
E ali estava ela olhando fascinada para o imenso cacete do filho que palpitava sutilmente.
Nanete não se conteve e virando as costas se dirigiu a porta como se tivesse decidido a abandonar a performance pecaminosa que estava prestes a fazer. No entanto, virou a chave trancando a porta.
Antes de se ajoelhar a beira da cama, Nanete lentamente baixou a cueca até expor totalmente o membro enrijecido do filho que assim solto fez uma arco de noventa graus vindo a roçar-lhe o lado da face.
Enquanto ia se ajoelhando, Nanete já estava sugando a bolotuda glande avermelhada.
A mãezinha de Vinicius, enquanto já tem a metade da torona dentro da boca, leva uma das mãos até a já melada bocetinha e passa a entrar no clímax prazeroso que ela sente quando suga um pênis que a fascina.
Ela escuta o filho murmurar com um sorriso no lábios, ao mesmo tempo sentindo o vazamento de esperma lhe enchendo a boca e que parecia que nunca parava.
O sabor do semem do próprio filho e o odor do suor do corpo dele juntamente com aquele clima luxurioso de incesto, exerceu tal poder sexual nela que sem se importar em acordá-lo, Nanete tentou possuir todo aquele musculo roliço, engolindo-o quase até perto da virilha.
O desconforto do engasgamento não impediu que ela tivesse seu orgasmo. E enquanto golfava e gozava com quase todo pênis do filho dentro boca, Nanete foi surpreendida com o enorme vulcão de esperma que explodiu em sua boquinha. Surpresa maior foi o que escutou Viny balbuciar roucamente sem acordar. – Aaaahhaaahh vovó… vovozinha… Aaaaahh!
Praticamente, aquilo foi um balde de água fria no orgasmo de Nanete.
“Não acredito! Minha mãe vem abusando do Viny! Ela vai ver só!”
Mas, então Nanete caí em sí. Ela própria estava em pecado maior por ser mais próxima e ainda tendo a pressão do divórcio com o marido rancoroso esperando qualquer deslize para retirar tudo tudo dela. Inclusive o filho.
Suavemente, Nanete dá um último beijo na semi-endurecida piroca do filho e a cobre com a cueca, chupando as pequenas umidades de esperma espalhadas pelo ventre dele.Ela vai até a porta e a destranca. Em seguida, ela abre um pouco e a fecha rapidamente provocando um grande estrondo.
Viny assustado abre os olhos e vê a bela figura da mãe na claridade que vem de fora do quarto.
– Oi, mãe! Hoje não tem aula…
E Nanete não deixa de sorrir ao ver o filho virando de bruços e voltando a dormir. Ela se aproxima e se senta na beira da cama.
– Acorda, filhinho! A mamãe só tem esse final de semana pra ficar contigo! Acorda! Acorda, vai! Ah, não tem aula… mas tem treino! Acorda…
Vinicius se vira e encara a mãe ainda piscando de sono. Nanete se inclina e lhe dá um selinho nos lábios. Imediatamente todo seu corpo se eriça. Ela se controla aspirando o ar profundamente.
Mas, Viny percebe o leve tremor no corpo da mãe e o olhar sério com que ela o encara.
As narinas de Nanete se expandem ligeiramente e seus lábios tremem devido ao imenso esforço que ela faz para não beijar a boca do filho com ferocidade.
Vinicius com olhar triste responde ao olhar da mamãe.
– Oh, mãezinha… não fica assim. Essa coisa toda vai se resolver e voltaremos todos pra casa! Vem mãe, me dá um abraço…
Nanete aproveitou e se deixou abraçar, sentindo todo o odor do corpo do filho e loucamente o desejando sexualmente. O corpo dela vibra convulsivamente ao encostar no corpo do filho.
– Calma… calma, mãezinha. Voce vai ficar bem.
– Não! Não, Viny querido… tem pai nunca vai voltar! Ele não me ama mais… ele tem outra mulher! Eu estou… estou sozinha. Vou ficar só…
E parece a Viny que sua mãe está soluçando.
– Que isso, mãe? O que você está me dizendo? Papai sempre foi um homem centrado! E você… você nunca… nunca ficará só! Estarei sempre a seu lado… minha mãezinha querida! Eu te amo, mãe… te amo muito…
– Aaah, meu filhinho querido! Que bom o que você me disse! Voce vai tomar conta de mim… Sempre, né? Eu sempre te amei… sempre. E agora mais ainda!
– Bom… se o divórcio é inevitável… onde vamos ficar? Eu não quero ficar naquele apartamento…
– A gente podia alugar um apartamento e parecer como marido e mulher!
– Ah ah ah ah… até parece que eu tenho cara de homem… de maridão!
– É… é mesmo. Mas você gostaria de ser meu marido já que “meu marido” me abandonou… me deixou sozinha, sozinha no mundo?
– Ah, sim! Eu cuidaria de você sim como um maridão! Ah ah ah ah! Até que eu ía gostar! Voce não poderia mais mandar em mim! Ahahah!
– Se você quiser… nos podemos brincar de marido e mulher. Topa!?
– Enquanto eu for teu maridão você não vai mandar em mim?
– Claro! É você quem vai mandar em mim! Mas você será um bom maridinho, né?
Nanete e Viny estão se olhando enquanto fazem esse teatrinho. Ele está sentado um pouco inclinado pra trás com as mãos apoiadas no colchão. Nanete, sentada elegantemente ao lado dele com as mãos no colo sente que o filho está ficando perturbado pela atmosfera que os cerca. Provavelmente pelos eferomas que o corpo dela está liberando.
Eles se encaram por vários segundos. A respiração de Viny parece se acelerar. Nanete pousa uma mão na coxa dele, bem perto da virilha. O instinto lhe diz que ela está tendo o controle de femea sobre o macho.
– Então vamos fazer nosso enlace agora… e selar com um beijo como marido e mulher…
Nanete se inclina pra frente até seu rosto ficar bem perto do rosto do filho. Viny está inteiramente seduzido e abre os lábios pra receber os lábios da mãe.
Bastou que os lábios se encostassem e ao mesmo tempo Nanete sente o repuxamento do tecido da cueca devido o endurecimento da rolona do filho.
Ainda se beijando suavemente a língua dela sente a umidade morna da saliva do filho. A tensão aumenta e um suspiro rouco escapa da boca da mãe ao beijar freneticamente o filho e cegamente apalpa a rígida rola dele.
O tórax de Viny sobe e desce enquanto sua mente fica em polvorosa sem saber o que fazer já que aquela espetacular mulher que lhe está dando uma tremenda tesão é sua mãezinha.
Mas então, o sino da moralidade badala no cérebro da mãe de Vinicius. Ela tenta não escutar, mas as badaladas vão ficando cada vez mais fortes.
Subitamente, Nanete se levanta abruptamente deixando o filho com a boca aberta e surpreso.
Vinicius leva um ou dois segundos pra perceber que a bela mulher que estava em seus braços o largara e se dirigia apressadamente para a porta.
Nanete com os nervos a flor da pele devido a tremenda tesão que sente, tenta num último minuto resistir a tentação de se entregar ao filho com toda sua sexualidade. Suas mãos tremem e seus dedos não consegue virar a maçaneta.
Vinicius, impulsionado pela recente paixão sexual que sente pela mãe, se levanta rapidamente, mas não o suficiente pra chegar perto dela, pois uma dobra do lençol se enrolou em seu pirocão. Mesmo assim, num pulo, consegue impedir que a porta se abra esticando o braço com a mão espalmada.
Nanete, abraçada por trás, se rende ao sentir a grossura do falo do filho se encaixando entre suas nádegas, tendo o fino tecido de lycra como último obstáculo para um roça-roça de pele com pele.
Ela está totalmente entregue, já se sentindo sodomizada por aquele garoto que se desponta como seu novo macho e dono de seu corpo.
Enquanto Vinicius a encoxa, arfando e lhe beijando a nuca, sua mãe delira com a possibilidade de que agora tem ele para saciá-la e como contraponto a submissão a qual ainda ela deve se submeter a Rafer enquanto não findar o processo do divórcio.
Viny deseja ardentemente beijar a boca de sua mãezinha. Ao virá-la e ficar frente a frente, Nanete vê o jovem e másculo rosto de seu novo dono. Mas, de repente o sino volta a badalar em sua cabeça alertando que quem a está beijando é seu filho.
– Meu deus! Pára! Pára, meu filho! Não podemos… não podemos… estar fazendo isso! Pára, querido… pára, por favor. Por favor. Aaaaaaaaññññ!
– Não… não posso… não posso! Sei que a senhora também quer…
– Sim, sim! Não! Não e não! Não podemos, Viny… não podemos! Sou tua mãe… se teu pai souber, vou me encrencar toda! Eu serei presa!
– Ninguém. Ninguém vai tirar você de mim! Nem mesmo meu pai! Voce agora é minha! Eu sou teu marido agora, se lembra? Sou teu maridão!
E Nanete é beijada ardentemente se rendendo as palavras amorosas de seu filhinho. E ele sabe beijar divinamente.
“Meu deus… Como ele beija bem! Onde ele aprendeu a beijar assim? Será que foi com a mamãe?! Ele come ela e vai me comer! Oh nããão!”
Nanete sabe que não tem volta a tesão que os dois estão sentindo um pelo outro. Viny já é um homem pronto e pode engravidá-la.
Ao mesmo tempo ela teme que pelo fato de gostar ser sodomizada, Viny entenda como uma perversão de que não se deve fazer sexo anal com mulher dita “de família”.
Enquanto se beijam e se roçam, Nanete enfia os polegares em cada lado seus quadris e baixa a calça de lycra até o meio de suas grossas coxas sem desgrudar os lábios da boca do filho.
A rola dele é tão grossa que seus dedos não conseguem circulá-la inteiramente.
Mesmo assim, arfando louca de excitamento, a bela mãezinha a encaixa entre suas coxas, logo abaixo da xaninha.
Nanete foi tendo um orgasmo atrás do outro tendo seu filho a roçar-lhe a pélvis com encontrões desordenados. Ela desfaleceu por alguns segundos quando Viny espalmou as mãos dele em cada uma de sua nádegas e as apertou como firmeza como se fossem massa de pão. E seu grito anunciou seu gozo.
– AAARRrrrrññññ! Tô tô… tô gogozazaaando! AAAaaaaahhh….
Nanete voltou a sí escutando o arfar de gozo de seu filho que estava com o rosto enfiado ao lado de pescoço dela. Sentia a umidade morna por baixo das polpas da bunda e escorrendo pela parte de trás de suas coxas.
Viny se apruma e desencosta o corpo do da mãe deixando-a respirar melhor. O acontecido o está atordoando e não deixa que ele consiga formar qualquer frase naquele momento.
– Isso jamais aconteceu entre nós… vamos esquecer o que aconteceu. O que houve aqui dentro deve permanecer aqui.
Sem saber o que dizer, Viny vê sua mãezinha fechar a porta atrás de sí.

O senador Ary sente um misto de prazer e dor ao olhar fixamente o belíssimo rosto de sua esposa Nanete.
O prazer devido ao sofrimento que ele lhe está impondo para que observe a prova visual de que ela é adúltera.
A dor por saber agora que Nanete vinha lhe traindo há anos com pelo menos três amantes.
Pra piorar mais ainda, Ary era amigo de pelo menos três dos quais ele conseguiu identificar.
– Alguém lá do escritório de advocacia teve a brilhante idéia de me pedir as datas que eu estive ausente aqui e no Rio. Esse mesmo advogado, através dos contatos dele, conseguiu estas gravações de você entrando em quartos de motéis acompanhada ora do Rafer, ora do Bene e do Joel. E olha só, nesse aqui você está acompanhada do Joel e do Rafer! Que depravada que você é, Nanete! Uma verdadeira rampeira!
A atemorizada esposinha não consegue conter as lágrimas e balbuciando tenta justificar sua atitude de uma adúltera insaciável por sexo.
– Mas, mas… eu fiz… isso por você! Foi por você, Ary, acredite! O crápula do Rafer me chantageava sempre! Dizia que se eu não cedesse a seus devaneios sexuais, ele deixava de financiar tuas campanhas. Foi isso que aconteceu! Me perdoa, por favor! Eu sou a vitima! Eu não queria!
– Perdoar? Voce pensa que sou tão idiota assim? Voce gostava do que fazia, isso sim! Voce fez sexo com eles dois ao mesmo tempo! Imagino a depravação que era entre vocês três! Sua sem-vergonha! Voce já nasceu puta, Nanete, puta descarada! Eu ví muito bem e ao vivo tua cara enquanto Bene gozava em tua boca e você tremia toda se masturbando!! Inocente porra nenhuma! Safada infiel!
– Não fala assim, Ary! Por favor! Agora que você sabe de tudo, se afasta do Rafer. Voce não precisa mais do financiamento dele. Eu prometo que não saio de casa sem você! Nós temos o Vinicius para cuidar! Vamos esquecer tudo! Voce sabe agora que eu era forçada a fazer o que Rafer exigia! Me perdoa, por favor…
Mas, o ódio do senador era mais forte que sua percepção de perdoar. Talvez, ele pensou por um instante, que faria de conta que ficava tudo bem entre ele e Rafer, mas largaria Nanete incondicionalmente. Afinal, os financiamentos de Rafer eram sempre benvindos.
– Assina este documento. Voce abre mão do Vinicius, de nossos bens e também das jóias. Durante um ano receberá dois mil dólares mensais. Se não quiser assinar, esses vídeos irão a julgamento privado e além do que está escrito aí, vou querer uma indenização que deixarei também teus pais na miséria. Agora assina e some daqui!
– Mas… mas as jóias foram presentes do Rafer…
– Vou tirar tudo dele também!
A última gentileza do Ary para com a esposa foi deixar ela se servir de um copo d’água para se acalmar e assinar a sua sentença de sofrimento por perder o filho Vinicius.
“ Oh, meu jesus! Vou perder meu filinho! Não vou poder vê-lo nunca mais! Logo agora que estávamos tendo uma relação mais adulta e… e amorosa! Meu deus, por que me castigas tanto? Se eu gozei, tive orgasmos imensos com aqueles crápulas não é minha culpa! Qualquer mulher por natureza não resistiria! Tudo bem que eu estou pecando por ter seduzindo Viny! O Senhor sabe que eu resisti, não sabe? Viu também que foi ele quem veio atrás de mim depois! O que eu posso fazer? O Senhor nunca me socorreu durante o tempo que Rafer fazia de tudo comigo! Até mesmo quando fui moeda de troca com os empresários com quem ele fechou negócios! Peço teu perdão, meu Senhor, mas antes de perder Viny, vou pecar com tudo que tenho direito! ”
Conforme o imposto, Nanete recolhia todo seu guarda roupa, porque só poderia levar a roupa do corpo. Telefonou primeiro pro filho, pedindo pra que viesse pro apartamento. Depois ligou pro Rafer e contou todo o acontecido.
– … e se eu não cumprir o que assinei naquele termo de separação ele vai botar o boca no trombone e denunciar que você se aproveitou da boa vontade dele e parar todos teus projetos.
– Caraca, minha querida! Voce sabe qual foi o escritório que ele contratou?
– Acho que Banddeyra “qualquer coisa”. A única coisa boa nisso tudo é que me livrei de você, seu canalha escroto!

– Que isso, Nanete amorzinho! Eu sempre cuidei de você como vou cuidar agora! Que tal morar num apartamento em qualquer lugar do mundo que você queira? Além de abrir um negócio pra você! Não te preocupes com grana! Ah, conheço esse escritório de advocacia sim. Fique calma…
– Calma o cacete! Não vou poder ver mais meu filho!
– Calma, calma, amoreco! Vou resolver isso também! Tudo em nome dos velhos tempo, do teu corpo espetacular e da tua bunda maravilhosa que gozei muito no teu cuzinho faminto e…
– Filho da puta, escroto! Cretino! Te odeio! Odeio!
Nanete desliga abruptamente. Mas logo se acalma, porque sabe que não vai ficar desamparada financeiramente. E fica esperançosa quanto ao filho, pois Rafer jamais deixou de cumprir uma promessa feita.
Então, Nanete escuta o barulho da porta sendo aberta e um radiante Vinicius aparece a sua frente.
Os cabelos castanhos ainda estão molhados do treino de natação. Do jeito que ele está crescendo, a camiseta bem justa modela seu peitoril de nadador.
Nanete consegue adivinhar as coxas musculosas cobertas pela calça de moleton. Mais enfaticamente ela nota o pênis muscular endurecido que vai até o meio da coxa esquerda dele.
Eles encostam seus corpos e uma onda de explosão orgástica toma conta dos dois quando as línguas se enroscam freneticamente. Uma mulher madura de corpo divino e um jovem atleta saído da adolescência. Não mãe e filho.
Nanete quer ser toda femea, toda depravada para seu atual querido. Seu macho e dono agora de seu corpo. A rola dele palpita de encontro a seu ventre, da onde ele já esteve e que agora pode até engravidá-la.
Esse pensamento faz badalar o sino da moralidade dentro da cabeça dela. Então num impulso e desejando isso mais do que tudo, Nanete interrompe o beijo e dando uma rápida meia-volta encosta-se rebolando sua tenra e imensa bunda na virilha do filho.
“ Ai ai ai! Que loucura! Quero ser enrabada por meu filho! AAAhh só imaginando esse imenso e grosso cacete me penetrando, me dilatando o cuzinho! Aai ai aii! Por que eu sou assim? Por que eu gozo tanto quando sou sodomizada!! Ai ai aiiaamm, eu quero tanto a rola dele me atolando o rabinho!! Aiaiaiii já quase tendo um orgasmo!! Tesão de garoto!”
Os únicos movimentos de Vinicius são de apertar um dos seios e acariciar a xaninha da mãe enquanto lhe beija o pescoço, permanecendo parado da cintura pra baixo já gozando com o lento e sensual rebolado dos glúteos dela.
– Ma mama… mamãe… tô… tô quase… quase gozando. Gozaaando!
Nanete pára o rebolado e volta a ficar de frente pro filho. Ela se encanta com a expressão facial de surpresa, de desejo e de menino pidão. O desejo aumenta e todos seus pelos se eriçam com a proximidade de ter o gozo do filho ejaculando em sua boca.
Ela estende a mão pra ele e caminham até o sofá. Enquanto vai se ajoelhando, suas mãos vão baixando o moleton e a sunga. Ela abocanha logo a cabeçona assim que aparece, continuando a tirar-lhe a sunga e o moleton até os calcanhares dele.
Viny sente a umidade morna da boca e da língua da mãezinha em volta de sua glande e começa a expelir esperma já anunciando que está por vir um ejaculação vulcânica.
Sem parar o que tá fazendo, a mãezinha o faz sentar no sofá enquanto se ajeita entre as coxas dele. Nanete, tomada por uma tezão sem medida, não se importa se vai machucar a garganta ou não, engole toda a torona do filho até seus lábios circularem a base do saco e a pélvis. O cheiro de cloro da água da piscina ainda está forte na pele do filho.
Permanece assim alguns segundos, sugando e sugando até não suportar mais a ânsia de vomito. Mesmo assim ela vai recuando lentamente, sempre sugando e sentindo o palpitar sanguíneo das veias ao redor de seus lábios.
E na metade do caminho, Vinicius explode como já esperado. É uma erupção de semem que Nanete não dá conta de engolir tudo.
Viny urra como um touro miura se contorcendo todo enquanto sua mãezinha luta pra não deixar sua rolona lhe escapar da boca.
– Aaaarrrnn… vó… mãezinha… mãezinha!!
A primeira silaba de “vó”, Nanete abre os olhos e o encara para em seguida escutar que o filho agora clama por ela.
Ela percebe que o rolona do filho está brilhando, mas não há mais vestígios de esperma e que ele parou de se mexer. Apenas se ouve a respiração acelerada que lentamente vai voltando ao normal e Nanete continua com os carinhos labiais em toda extensão da rola musculosa que vai perdendo um pouco da rigidez. Como se fosse uma coisa natural, Vinicius adormece. Nanete pára com o boquete e dá uma risadinha de quem não está acreditando.Cheia de tesão que nem seus dedinhos conseguem aliviá-la, Nanete sabe do sono quase narcoléptico do filho. Assim, ela se despe da saia e da calcinha e volta a se ajeitar entre as pernas dele. Lentamente recomeça com as caricias labiais pra logo em seguida engolir toda a extensão muscular até ter toda a rolona dentro da boca com a glande acomodada além das amídalas.
Nanete sente um prazer masoquista indescritível quando impõe esse tipo de sofrimento a si mesma. Por isso que a dilatação em seu anus lhe dá tanto prazer.

O fenômeno disso tudo era que apesar de tanta dilatação, bastava alguns minutos pra que seu cuzinho voltasse a condição de virgem novamente, de acordo com o que Rafer dizia.
Mas agora, Vinicius, ou melhor, sua juvenil torona enrijeceu sufocando sua mãezinha que mesmo assim quis ficar nessa agonia por mais alguns segundos. Só desistindo quando seu rosto ficou avermelhado e lágrimas vazaram de seus arregalados olhos azuis.
Nanete se deu um minuto para recuperar a respiração sem tirar os olhos, embevecida, da tora muscular do filho que agora dava pulos como se queresse desprende-se da virilha dele.
Ela estava tão excitada que seus fluidos já escorriam por entre as coxas.
Ao pensar que em alguns minutos estaria sendo sodomizada pelo filho, sentiu seu esfíncter contrair e relaxar descontroladamente.
Ela sobe no sofá, tendo cada joelho ao lado dos quadris do filho e nessa posição, primeiro guia a cabeçorra para a boquinha vaginal e dando um longo suspiro ao sentir sua xaninha ser invadida.
Ela passa a rebolar gentilmente como se não quisesse acordar o filho. Seu orgasmo se aproxima mais rapidamente que seu rebolado. Nanete está frenética quase histérica, querendo mais e mais força de um pênis grosso e enorme que lhe entale a xana e o anus.
Ela escolhe o anus pra receber o primeiro gozo que Vinicius vai ter nele.
Nanete entra em delírio quando guia a glande pra boquinha de seu anus. Suas formosas nádegas sentem a nervura elétrica que se expande por toda a volta do cuzinho quando a cabeçona ultrapassa o anelzinho do cu.Ela vai controlando suavemente a descida de sua bunda conforme seu cuzinho vai engolindo a soberba rola que tanto deseja que atole seu tubo anal.
“ Ele… ele realmente é bem… bem dotado! Que maravilha de pica!! Quem diria que meu filho substituiria Bernardo! Huuuum… não quero nem pensar… nem pensar. Mas… será que eles dois aceitariam me comerem ao mesmo tempo?!! AAAnnn… eu morro… que gostoso, gostosso!! Aaaah… Agora sentei! Sentei! Tô todinha atolada com a rola de meu filhinho! Ai ai aiiiimm! Que coisa louca! Ter meu próprio filho me enrabando!”
– Man… ma… man, manmanzinha! Aaaarrrnn… mãezinha gostosa!
Ao escutar o que Viny murmura sem acordar, é como um gatilho pra que a mãe atinja seu clímax.
Seu paroxismo aumenta ainda mais quando, cegamente, as mãos dele alcançam suas nádegas e passa a massageá-las com sofreguidão.
Nanete rebola freneticamente enquanto o orgasmo cobre todo seu corpo parecendo que seu inicio está ao redor do cuzinho junto com o entra e sai da rola de seu filho.
A bela mãezinha tenta alongar seu orgasmo se retesando e apertando o anel do cuzinho na rolona do filho.
Mas, Viny mesmo adormecido, é incapaz de controlar seus movimentos quando a ejaculação já explode como uma mangueira de incêndio.
Nanete explode também em orgasmo após orgasmo sentindo o esperma quente como lava vulcânica lavando seu cuzinho e espirrando uma parte pra fora dele.
Depois de alguns minutos em que seu corpo ficou abandonado em cima do filho e com a respiração já na condição normal, Nanete está naquele langor após gozo e aspirando embevecida com o odor do filho.
O telefone toca assustando Nanete e a tirando do torpor que se encontrava. Ele não quer atender, mas a insistência do som da companhia lhe diz que deve ser algo importante,
“Nanete?!”
– Sim!
“ Rafer falando. Acabei de saber… aconteceu uma tragédia! Fique calma… o teu marido morreu. Teve um mal súbito, desmaiou e ao cair ainda bateu com a cabeça no braço do sofá, quebrando o pescoço. Alô! Alô, Tá escutando?”
– Estou…
- “Agora ninguém poderá tirar teu filho de você! Bom… desligo. Um beijo.”
Lágrimas escorrem dos belos olhos azuis ao mesmo tempo em que ela ri descontroladamente.
...Continua















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