A sodomização da Juiza e do filho gay


 

 

A juíza Amanda estava possessa com seu filho Armandinho de quinze anos. Claro que nessa idade ela já esperava os tradicionais rompantes de um adolescente de família rica.

Mas encontrá-lo sentado no colo de outro adolescente, tendo o anus estufado pelo penis deste último, enfureceu Amanda de tal modo que, literalmente, ela queria “fuder com a vida de ambos”!

Assim, quando ela os flagrou na garagem foi no exato momento em que o filho gozava e quase que as cusparadas lhe alcançaram a barra da saia. Mas quando ele pulou fora do colo de Téo, os tiros deste alcançaram o colo e as palmas das mãos de Amanda!

- Seu canalha, está despedido! E voce, Armandinho, quero falar com voce em seu quarto, agora mesmo!

Téo era um estudante um universitário, que trabalhava como motorista durante o dia para a firma onde seu cunhado trabalhava. Nessas duas primeiras semanas, Téo ficou engajado com a família de dr. Alves, marido de dona Amanda, uma juíza.

O interessante desta história é que todos tinham segredos. Segredos sexuais que irão se desenrolar ao longo da história. Mas voltemos agora ao quarto de Armandinho onde sua mãe está de costas olhando pela janela com furor nos olhos.

- Como pode um homenzarrão como voce se portar como mulherzinha de outro! Voce é tão alto e forte como ele! O que passa pela sua cabeça, seu bestalhão! Voce não merece ser meu filho!

- Mas, mãe... mãezinha, eu não tenho culpa...

- Não tem culpa, o car... cacete! Voce saiu de minhas entranhas como homem, porra!

Armandinho se assusta com o destemperamento da mãe. Nunca ele a ouvira a dizer tais palavrões. Ela sempre fora discretíssima e quando falava, era sempre pausadamente e numa gramática corretíssima.

- Mãe, mãe, entenda, eu sou uma menina num corpo de homem!

- Menina... o cara...cacete! Voce vai estudar na Europa imediatamente! Eu ia te mandar só no final de ano. Mas, sei que mesmo despedindo Téo, voce vai atrás dele! Portanto vou avisar teu pai que voce viaja depois de amanhã! E estamos conversados!

Armandinho baixa a cabeça soluçando e só percebe que sua mãe saiu do quarto com a batida da porta. Como uma menininha, ele se joga na cama e chora desesperadamente.

Amanda fecha a porta de sua suíte e ao se caminhar para o banheiro percebe que tem algo estranho. No primeiro momento sua boca se escancara e seus olhos quase pulam das órbitas. Depois ela trinca os dentes e parte furiosa pra cima de Téo que está sentado com uma das pernas passada por cima do braço da poltrona e com o lap-top dela em cima do colo.

Calmamente, ele vira um pouco a cabeça e a encara com um cínico sorriso nos lábios, ao mesmo tempo em que vira o lap-top mostrando a tela para Amanda.

- Seu canalha filha da puta, o que voce está fazendo... O quê? O quê..quê... que isso?

A primeira imagem passa para segunda. Em ambas Amanda vê a si mesma sendo beijada por um homem grisalho.

- Dra Amanda, excelência! Pare onde está e faça exatamente o que eu mandar! Se não obedecer, basta eu clicar aqui e meu cunhado, teu marido e o teu garanhão vão receber estas fotos! Ah, também descobri o e-mail pessoal da mulher dele... que vem a ser tua tia!

Amanda sente quando um calafrio toma conta de seu corpo. É como se um ladrão tivesse roubado tudo que lhe pertencesse, sem nenhuma chance de reaver de volta.

- O que voce... o que... voce quer?

- Primeiro, que esqueça o que viu. Segundo, que por ora, essa viagem do Armandinho seja cancelada. Terceiro, e o mais importante, quero uma gratificação semanal e te foder de vez quando! Pra começar... agora!

- Olha... escuta... a coisa não isso que voce está pensando entre meu tio e eu. Quanto ao Armandinho... é melhor que ele saia daqui. Não sei como voce se envolveu com ele!

- Fui vitima de chantagem... como voce está sendo. Dra, não adianta falatório. Se eu não te fuder... é voce quem me fode, portanto... vai tirando a roupinha, vai!

- Não!

- Está bem!

E Amanda vê quando Téo aperta a tecla e a tela mostra os e-mails sendo enviados.

- Oh, não, não! Pare, Pare... por favor pare! Faça eles voltarem!

Amanda fica fora de si, não percebendo que ela está querendo impossível.

- Tira a roupa e eu mantenho minha palavra.

Então, Amanda se toca de que ela estava dizendo bobagens. E fica indignada, imaginando pra onde foram aqueles e-mails.

- Sei que voce se ligou agora, excelência! Mas voce fez este e-mails serem mandados pra mim! Coisa que eu não tinha ainda! Caso aconteça alguma coisa comigo... cedo ou tarde, vão descobrir tudo sobre voce e seu tio grisalhão! Bom, já chega!

Amanda agora não parece aquela mulher autoritária e sem coração de minutos atrás. Amedrontada ele vê Téo se aproximar e parar a sua frente. Olhando-a firme nos olhos, ele põe uma mão em um de seus ombros e faz virar-se.

Ela sente quando as duas mãos dele lhe acariciam por um momento as ancas e a cintura. Em seguida ele desce o zíper do vestido que vai até à altura do seu cocix.

As mãos dele voltam aos ombros, fazendo o tecido deslizar por eles.

Num último ato de rebeldia, Amanda cruza desajeitadamente os antebraços em cima dos seios, impedindo a descida do vestido. Ela percebe quando a mão direita dele lhe solta o ombro e sem qualquer aviso, a ardência de uma tapa é sentida em sua bela nádega. Antes que ela se recupere do susto, duas tapas se seguem com a mesma intensidade.

Soluçando lágrimas de raiva, Téo ouve quando Amanda se rende.

- Está... está bem! Pare! Não me bata mais! Deixa que me dispo!

Téo se afasta e começa a se despir também. Amanda, ainda de costas pra ele, rebola sensualmente, puxando o vestido pra baixo, não deixando de haver uma certa resistência ao passar pelos amplos quadris.

De súbito, ao levar as mãos às costas pra desabotoar o sutiã, a bela juíza sente um ardor a lhe percorrer o voluptuoso corpo. Algo que lhe foge ao controle está despertando sua libido de tal modo que ela não pode evitar se sentir excitada!

“Meu deus do céu, o que está acontecendo comigo? Que sensação estranha é esta que estou sentindo? Como pode esse fedelho me obrigar a tirar a roupa, me espancar e querer que eu faça amor com ele... querer...querer me foder!!”

Com as narinas dilatadas e a respiração pesada igual a uma fêmea no cio, Amanda tem que se controlar pra não demonstrar a tesão que está sentindo. Tendo o sutiã nas mãos ao longo do corpo, ela se vira fazendo os bojudos seios levemente tremerem.

A juíza não consegue disfarçar o espanto ao ver o jovem motorista já despido, sentado e com a esplendida rola sendo manipulado pelo próprio.

A escrachada atitude de Téo não diminui em nada a excitação que ela sente ao imaginar o imenso tarugo lhe preenchendo a vagina. Parece que agora ela conta com a ansiedade os segundos para que a imensa pica daquele fedelho sacana lhe penetre a vulva.

Por um momento lhe volta a mente, a imagem do corpo viril de seu filho subindo e descendo naquela maravilhosa rolona que está ali, agora, à sua frente. Ela aperta os olhos com aflição ao perceber que também a grossa rolona de seu filho aparece paralelamente com a de Téo.

Eram ambas quase do mesmo tamanho e grossura. Seus pensamentos eróticos não param de lhe avivar a imaginação, sendo que agora ela vê o tora de Téo penetrando no cu do filho e parecendo que é a mesma que aparece na virilha de Armandinho.

”Meu deus, meu deus! O que estou pensando? Pensando na rola de meu filho!! Isso é pecado, pecado! Eu não posso pensar nisso, não posso... não posso! E tudo culpa desse fedelho filha da puta! Me ajuda, meu deus, me ajuda! Faça com isso seja um sonho!”

Mas a mão em concha de Téo que lhe passa por trás coxa, faz Amanda voltar a crua realidade de que ela irá ser abusada sexualmente por um jovem chantagista com metade da idade dela!

Ele e a puxa gentilmente pra perto e com os dedos em cada lado das ancas, vai baixando lentamente a calcinha. Amanda não pode evitar o tremor que sente. Inesperadamente, ainda com a calcinha lhe encobrindo metade do xaninha, Téo lhe beija lá. Ao mesmo tempo que beija, ele aspira profundamente querendo sentir todo o perfume do sexo da bela mulher.

Amanda leva o punho a boca e solta um longo suspiro de excitação. Ela sabe que obedecerá a tudo que ele mandar agora. Mesmo assim ela tenta desesperadamente não demonstrar o quanto ela deseja acariciar aquela pirocona.

“Eu acho que até a beijava! Caramba, o que estou pensando? Isso é muito degradante!”

Mas, o pensamento não lhe sai da cabeça. “Talvez só um beijo!”, ela se justifica.

Mas, novamente vem a imagem de seu filho chupando, sugando com fervor a pica de Téo. Ela tenta e tenta resistir a curiosidade de saber qual o gosto de um membro masculino. “ Bom... boto só a cabeça dentro da boca. Só isso... nada mais!”, ela se conforta.

Neste momento, Amanda é despertada de seus devaneios quando o jovem motorista puxa a calcinha pro lado e sua língua dardeja por entre os lábios da xaninha como uma serpente nervosa.

Não se importando mais com a postura, Amanda coloca as duas mãos no alto da cabeça do jovem Téo e se abandona ao gozo que a língua dele lhe traz.

Duas coisas acontecem ao mesmo tempo. Amanda vai gozando e caindo por entre as pernas de Téo. Os seios dela batem e abraçam a rola dele ao mesmo tempo em que seus soluços descontrolados são abafados com o beijo que o jovem chantagista lhe dá.

Parece a Amanda que o êxtase não pára nunca, é um atrás do outro. O beijo na boca lhe enlouquece novamente e o latejar da piroca entre os seios a deixam inteiramente fora de si. Ela não entende como um garoto, que poderia ser seu filho, lhe despertar vontades tão luxuriosas. Ela gostava de trepar com o tio, devido aquela coisa de aluna e mestre, mas ele nunca tentou nem fez com ela praticasse as libertinagens que agora Téo estava lhe despertando.

“Oh, não, não! Téo vai fazer comigo a mesma coisa que ele fez com Armandinho! Oh meu deus, não permita isso! Eu não vou agüentar, não vou!”

Mas seu corpo não concorda com sua mente. Amanda desgruda os lábios da boca do jovem amante e timidamente encosta os mesmo na ponta da piroca, fazendo biquinho.

O excitamento cresce junto com o odor viril que o penis de Téo exala. Aquilo é como uma dose de coragem e com toda segurança a boca da bela juíza engole a glande avermelhada que já esteve agasalhada no cusinho do filho dela, minutos antes.

Apesar da vontade e do excitamento, Amanda é ainda uma amadora na arte de boquetear.

- Calma, calma, excelência! Vá devagar, vá chupando e engolindo até onde puder. E cuidado com os dentinhos! Assim... assssiiim! Depois o Armandinho pode te dar umas aulas, bezerrinha!

Por uma fração de segundos, Amanda se indigna com que está escutando. Mas a imagem do filho, junto com ela chupando o páu de Téo não lhe sai do pensamento e ela começa a ter medo da própria luxuria. Até onde ela se permitiria, em nome do gozo, a ser abusada pervertidamente?

Téo nota a desinibição com que a adúltera juíza lhe chupa o cacete, parando de vez quando para tirá-lo da boca e lhe beijar o tronco, aspirando fortemente enquanto lhe passa a língua pelo saco.

Téo aproveita um desses momentos para lhe passar os dedos pelos lábios, deixando que Amanda os salive com a língua.

- Cospe aqui nos meus dois dedos, cuspe!

Amanda só vai saber o porque, quando Téo estica o braço até alcançar o rego das nádegas e depositar o cuspe com as pontas dos dedos no buraquinho de seu anus. Seu corpo treme ao ter certeza que aquela rolona que está em sua boca agora, em breve vai deslizar pra dentro de seu cusinho.

Isso deixa Amanda apreensiva, mas a curiosidade, reforçada por todo clima luxuriante, faz com que ela deseje que isso aconteça.

As primeiras falanges de dois dedos já lhe enchem o cusinho. A cabeça de Amanda esta inclinada pro lado, com a boca cheia do pênis de Téo que está inclinado pra frente, saboreando o boquete e o calor nas pontas dos dedos do cusinho da bela juíza sem juízo.

Neste exato momento, a porta se abre lentamente e um nervoso Armandinho entra de olhos fechados, parando quase perto deles. Falando, ele vai abrindo os olhos e não consegue dizer tudo o que tinha pra dizer.

- Mãezinha, por favor me escute! Não me faça... oqu... O quê é isto?

Amanda fica petrificada. Téo sente isso com o apertar do anus dela em seus dedos.

Ele é o primeiro a se recuperar do susto. E aproveitando que Armandinho também está perplexo e fora de si, ele ordena firmemente.

- Armando, tranque a porta e venha até aqui conhecer a nova Amanda... sua mãe!

Parece que a prova de fogo de Amanda está prestes a acontecer. Mas num surto de moralidade, ela tenta se levantar e fugir dali. Mas, uma mão de Téo em volta de sua cabeça e os dedos dele em seu cusinho, a deixam imobilizada.

Claro, que aquela atmosfera é inusitada pra Armandinho. Mas ele logo compreende a situação. Sua santa mãezinha está literalmente nas mãos de Téo.

“Bom... pelo menos os dedos dele estão!” – pensa o filho ao ver a mãe entalada daquele jeito que tanto ele próprio adora.

Como que hipnotizado, Armandinho tira a roupa. Ele se excita em saber que sua mãe não pode mais impedi-lo de ter a rola de Téo.

Com um safanão, Amanda se livra da mão que lhe segura a cabeça, mas não dos dedos em seu cusinho. É o suficiente para que ela veja seu filho a olhando embasbacadamente com a rola em todo seu esplendor.

O demônio da luxuria toma conta de Amanda novamente. Ela, ali, se sente como uma fêmea toda poderosa, tendo dois robustos caralhos a sua disposição.

Armandinho pela primeira vez sente tesão por uma mulher. E ela é justamente sua mãe! O que lhe excita mais é que ela é agora femêa do macho que ele deseja. Parece que o pensamento de mãe e filho se cruzam, concordando um com o outro.

Amanda, ajoelhada entre as pernas do macho de ambos e com o rosto virado olhando filho, esboça um sorriso de cumplicidade. Ela lhe dá uma piscadela e com toda a fleuma de uma rainha volta a chupar com elegância o soberbo tarugo musculoso de seu futuro macho

- Eu acho que a honra de deflorar teu cusinho deve ser dada ao teu filho, concorda?

- Plenamente. Manda ele vir me enrabar...


 


 A juiza e o filhinho gay 2

 

A pressão que incomodava no tubo anal começa a se dissipar. Amanda, aos poucos vai soltando a respiração e conforme ela volta ao normal, seu cusinho vai se acostumando com a dilatação que a grossa rola do seu deflorador vai fazendo a medida que penetra até que a virilha dele encoste nas polpas da robusta bunda.

Ela solta um longo “Ah”, inclinando a cabeça pra trás tendo os olhos fechados e as sobrancelhas franzidas pois ainda não está totalmente acostumada com aquela invasão de seu cusinho.

Lentamente seu sodomizador vai deslizando a pirocona pra fora, até chegar a metade. Amanda prende a respiração novamente esperando novamente pelo incomodo da pressão em seu anus.

Mas, em vez disso, o sodomizador permanece parado como que apreciando as bojudas nádegas, passando a acariciá-las. As mãos dele apertam com suavidade, mas vigorosamente, as carnes daquela bundona formosa. Amanda percebe que essas caricias ajudam a relaxar e em segundos ela já está respirando normalmente, já se esquecendo dá invasão em seu cusinho.

As caricias agora chegam até abaixo das grossas coxas da bela mulher. As mãos do sodomizador são hábeis e e o efeito que os amassos que ele dá por toda aquela parte do corpo de Amanda é de alguém com tremenda experiência. Ela não pode evitar de murmurar ao mesmo tempo sente que aquela atmosfera luxuriosa envolve todo o seu corpo e a deixa inteiramente enlouquecida.

A sensação de entupimento no cusinho já não incomoda, se torna agora de imenso centro de sensações que ela não sabe definir, mas que faz com que ela deseje de repente que a torona se movimente, pra frente e pra trás, pra dentro e pra fora. Não importa, contanto que se movimente.

O macho colado às suas nádegas parece que lê os pensamentos dela. Isso demonstra a grande experiência que ele tem em comer um cusinho.  Amanda sente a rolona dele ir lhe penetrando no mesmo momento que o corpo dele vai se inclinando até que o tórax dele se encoste às suas costas.

Apesar do intenso grau libidinoso de alguém lhe sodomizando, Amanda não pode deixar de sentir novamente o medo da invasão. Mas, seu enrabador parece que adivinhou e suavemente passa a esfregar os lábios pela nuca e pelo pescoço, lhe beijando calorosamente.

Aqueles beijos dão fortes calafrios em Amanda. Seu estado mental se altera de tal modo que a dor é esquecida, deixando somente os choques de prazer que irradiam das paredes de seu anus, pressionado pela musculosa rola que passa a deslizar suavemente, pra dentro e pra fora. Amanda se abandona completamente ao invasor do seu cusinho.

Aquele macho sabe o que faz. Seus movimentos não são mecânicos de entra e sai, mas em sintonia com os apertos que ele lhe dá em seus seios, coxas dele se esfregando nas dela e as leves mordidas e ruidosos chupões que ele lha dá em volta do pescoço e da nuca.

Amanda balança a cabeça de um lado pro outro, com a respiração descontrolada, os cabelos lhe cobrindo a face, sentindo desde da raiz do cabelo à ponta dos dedos dos pés, todo o prazer que nunca tinha sentindo antes. O macho não dá empurrões com a virilha em sua bunda, mas se esfrega e rebola em cima dela, fazendo nesse processo que a rolona seja como uma cobra viva dentro da rabinho dela.

Amanda passa a emitir gritinhos e a murmurar longamente, agora com o sorriso nos lábios. Seus olhos não estão fechados totalmente, deixando-se uma lamina esverdeada dentro deles. Suas sobrancelhas porém, não estão mais franzidas de dor e incomodo.

O macho passa a se movimentar e a lhe acariciar com mais vigor agora. Mas de repente, ele pára. Amanda fica estupefata por uns dois segundos e grita desvairadamente.

- Não pára! Não! Oh não, não! Não pára! Por favor, não pára... por favor, por favor...

- Não vou parar... mãezinha! Nunca vou parar! Tua bunda é fantástica, mamãe! Eu te amo, te amo! Voce tá gostando, tá? Eu estou fazendo direito? É assim que voce gosta? Me diz, me diz, mãezinha querida, me diz!

- Aaaahh... sim...sim... voce me surpreende! Voce me mata... me mata de prazer!

E antes que ele voltasse a se movimentar, foi Amanda que começou um frenético rebolado, engolindo toda a rola do filho com o cuzinho!

Por um momento Amanda se deu conta do tremendo pecado que estava cometendo! Seu filho! Seu filhinho que ainda não tinha quinze anos completos era seu fabuloso macho sodomizador!

“Meu deus... deus meu! Aonde cheguei?! O que aconteceu comigo? O que está acontecendo comigo?! Eu não sou assim... nunca fui assim! Ou sou?! Oh, não sei! Não sei! Sei que estou pecando! Que sou uma mãe devassa que está gozando com o membro do filho invadindo meu anus! Vou pagar por isso, eu sei... eu sei! Mas... mas agora, eu estou tendo essa sensação que vale qualquer castigo do mundo!”

- Mãe! Mãezinha! Voce tem que dar atenção ao Téo, também!

Por uma fração de segundo, todo a lembrança da última meia hora passa pela cabeça de Amanda.

Téo, a quem se filho se refere, descobriu que ela era amante de um tio. No primeiro minuto dessa meia hora em questão, Amanda tinha flagrado seu filho, Armandinho, sendo enrabado por Téo.

Amanda fez um breve escândalo e ameaçou mandar o filho morar no exterior e pretendia prejudicar em vários sentidos a vida de Téo.

Isso não seria difícil pra ela, pois Amanda era juíza. Ela podia facilmente usar da truculência policial em cima do enrabador de seu filhinho.

Foi aí que Téo revelou o que sabia dela. Ele tinha noção o quanto a juíza Amanda estava sobre seu controle agora. E como não podia deixar de ser, ele, em seus iniciados dezoito anos, teve como primeiro desejo a tesão pelo corpo da bela juíza.
A cintura estreita que se alargava naquela robusta bunda, o fascinou desde do primeiro dia em que ele foi trabalhar como motorista da família.

Quinze minutos atrás, Amanda teve que obedecer aos desmandos daquele jovem com metade sua idade. Encurtando a história, Amanda estava nua e acocorada entre as pernas do jovem motorista, tentando não se engasgar com a rola descomunal que ela própria tentava engolir por inteira.

Foi quando Armandinho irrompeu na suíte e ficou embasbacado, primeiro ao ver sua mãezinha fazendo sexo oral com o macho que ele pensava que era só dele, e segundo por nunca ter imaginado que ela pudesse ter um corpo tão curvilíneo e sensual.

Téo tinha um sorriso cínico no rosto e dois dedos enfiados no anus da mãe dele, quando o convidou para entrar e fechar a porta. Em seguida, ele retirou os dedos do cusinho e trazendo a outra mão para perto da que já estava encima de uma das nádegas, fez uma espécie de alargamento da área onde o cusinho de sua mãezinha se localizava.

O rosa escuro das partes internas e enrugadas do anus era como a entrada do paraíso para Armandinho.

- É todo seu, Armandinho! – Foram as palavras de incentivo que Téo lhe disse.

Armandinho ficou tão fascinado pela exuberância das nádegas de sua mãe, que apesar de ser viadinho, uma inesperada tesão tomou conta dele.

Ele tinha consciência do que estava fazendo era errado e pervertido, mas ali, a visão exuberante dos músculos da bunda de sua mãe, levemente tremendo devido aos movimentos que ela fazia ao chupar o caralho de Téo, indicavam que qualquer castigo valeria a pena para possuir aquele cuzinho!

Armandinho estava decidido a mostrar à sua mãezinha o porque de ele adorar dar o cusinho, fazendo da mesma maneira com ela!

Lógico que o sacana do Téo o incentivou. Sua mãe, passado o susto inicial e nada podendo fazer contra, a não ser, obedecer ao que Téo ordenava, voltou a engolir a cabeçorra do cacete dele.

Aí está a resposta que tanto Amanda se perguntava como tinha chegado aquele ponto de perversão e incestuosa luxuria. Em questão de minutos ela tinha se tornado totalmente libertina e devassa, apesar de nunca ter sido assim com o homem que amava e que primeiro a tinha seduzido, seu tio João.

Amanda não podia imaginar mais nada que fosse maior do que aquela devassidão a que ela se subjugava.

- Vamos os dois gozar juntos no cuzinho de tua mãe, Armandinho!

O filho parou pra digerir melhor o que Téo estava propondo. A mãe apenas escutou, mas não tinha noção do que se tratava.

Amanda sentiu o alivio da pressão interna em seu anus ir sumindo junto com o estranho prazer que estava sentindo. A tora de Téo também sumiu do alcance de seus lábios.

Tonta, ela se viu guiada para a cama onde seu filho estava já deitado de costas e com o

imenso cacete brilhando de tão rígido.

Engatinhando, Amanda foi passando por cima do corpo do filho. Por um breve momento ela agasalhou o penis do filho entre os seios. A bela rola dele era um convite para que caísse de boca, mas Téo ordenou que ela se posicionasse de modo a sentar no cacete do filho.

Logo, os três estão empenhados numa dupla penetração. Amanda uivou feito uma loba quando sentiu a forte carga de pressão nas suas partes erógenas inferiores. Ela começava a ter um dos múltiplos orgasmos quando um vazio foi sentido de repente.

Téo tinha retirado a rola de dentro do cusinho dela e permanecia ajoelhado, observando os amplos glúteos tremendo a sua frente.

-Armandinho, faz tua mãezinha sentar com o cuzinho no teu páu!

“ O que... o que esse fedelho... está tramando? Será que existe baixeza maior do que esta que estou sendo submetida? Valha-me deus!”

Amanda teve um momentâneo orgasmo quando sentiu pela primeira vez o prazer de ir sentando e engolindo com o anus o caralho de seu filhinho. Seu berro animalesco só foi abafado quando Armandinho passou as duas mãos por trás de seu pescoço e a trouxe pra si.

Amanda se acabou de gozo por completo quando a língua de seu filho serpentou dentro de sua boca.

Sua bunda estava empinada devido a posição e a envernizada jeba de seu filho parecia uma imensa cobra que tentava se esconder no cusinho dela.

Armandinho se surpreendeu com o súbito aperto que o cusinho da mãe estava lhe dando. Ele sentiu que sua mãe ficou inerte por uns segundos.

Em seguida, Amanda descolou do beijo que estavam dando e ficou por uns breves momentos passando a língua, escorrendo saliva, pelos lábios dele.

A respiração dela se tornava cada vez mais acelerada. Mas ela se mantinha paralisada e Armandinho sentido sua rola cada vez mais apertada.

Sem que o filho esperasse, Amanda levantou bruscamente a cabeça, sem mover o resto do corpo e soltou um longo e alto berro. O berro era mistura de uivos, grito e choro.

Armandinho ficou apreensivo com as feições de sofrimento que sua mãe tinha no rosto. Mesmo assim, ela não parava de lhe apertar o caralho tal como um torniquete, mesmo sem se mover.

Aos poucos, Armandinho sente o corpo da mãe levando suaves empurrões. Ele percebe que é Téo que está por cima deles. Sua mãe parou de urrar e agora está só murmurando e balbuciando coisas sem nexo. Baba escorre de sua boca e Armandinho tenta aparar com a sua.

Sua bela mãe pára de emitir qualquer som e Armandinho vê quando as belas feições dela vão suavizando e um sorriso surgir em seus lábios.

Baixando a cabeça e com uma expressão de puro êxtase, que Armandinho entende como puro amor maternal, ela procura pelos lábios dele. Logo a língua dela está se enroscando na dele e Armandinho ainda saboreia os últimos vestígios do esperma de Téo que ficara em volta da boca de sua mãezinha.

Amanda está alegremente estarrecida consigo mesma. Aonde mais aquele canalha sedutor poderá levá-la? O fato é que ela não sente mais medo. Não existe mais pecado. Só êxtase, só luxuria, só uma agradável devassidão onde ela é o centro, na verdade, o meio de tudo!

Téo pode fazer o quiser com ela, não haverá mais limitações. Seu filho apesar de viadinho, se mostrou um macho de acabar com qualquer mulher. Com ela principalmente, que não poderá mais passar sem ele.

A felicidade dos extases que Amanda está sentido, transpira por seu poros e seu filho sente isso com o esfregar dos seios, da barriga, das coxas ao lado de seus quadris. A maravilhosa sensação de estar dentro do cusinho dela...

Então, Armandinho percebe que a extremo aperto do cuzinho de sua mãe em seu páu, é devido ao cacetão de Téo que também está no cusinho dela.
Amanda se treme toda quando seu filho embaixo de si começa a gozar. Ela se realiza porque ele sabe agora que ela é capaz de agasalhar com o cuzinho as toras de ambos ao mesmo tempo!




 
 




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