Naquela manhã vespéra de Natal, Daniel acorda com uma leve pressão em suas bochechas. Leva poucos segundos para que ele acorde completamente com a visão de uma xana depilada, que tem um pequeno tufo de pentelhos ruivos no monte de venus. Ele reconhece imediatamente de quem seja e por isso ele ovala os lábios e os cola na rachinha rosada. Um suave suspiro de prazer sai da boca da bela mulher que tem o rosto de seu rebento entre suas coxas enquanto ele serpenteia com a língua toda a extensão dos lábios vaginais. - Le... levanta mais um pouco e... e senta de novo no meu rosto... - Aaah, querido, voce me mata! Já sei o que voce quer! O anus rosado e palpitante de Helga fica ao alcance da boca de Daniel. Novamente ele ovala os lábios e cola como uma ventosa ao redor do cuzinho e tenta introduzir a língua o mais fundo possível. - Aaah, seu danadinho...Aaaññ! Não tô... tô agüentando de tanta tesão! Deixa eu... eu coloca...