O senador Ary sente um misto de prazer e dor ao olhar fixamente o belíssimo rosto de sua esposa Nanete. O prazer devido ao sofrimento que ele lhe está impondo para que observe a prova visual de que ela é adúltera. A dor por saber agora que Nanete vinha lhe traindo há anos com pelo menos três amantes. Pra piorar mais ainda, Ary era amigo de pelo menos três dos quais ele conseguiu identificar. – Alguém lá do escritório de advocacia teve a brilhante idéia de me pedir as datas que eu estive ausente aqui e no Rio. Esse mesmo advogado, através dos contatos dele, conseguiu estas gravações de você entrando em quartos de motéis acompanhada ora do Rafer, ora do Bene e do Joel. E olha só, nesse aqui você está acompanhada do Joel e do Rafer! Que depravada que você é, Nanete! Uma verdadeira rampeira! A atemorizada esposinha não consegue conter as lágrimas e balbuciando tenta justificar sua atitude de uma adúltera insaciável por sexo. – Mas, mas… eu fiz… isso por você! Foi por você, Ary, acred...