Pecados Incestuosos de Lívia
Lívia escuta atentamente o
que o marido lhe fala pelo telefone, imperceptivelmente balançando a cabeça
negativamente.
- Não acho que esse seja o
caminho. Ele acabou de entrar na faculdade... não é necessário ter que
trabalhar...
- Não se esqueça que ele vai
ficar aí sozinho, sem ninguém para controlá-lo. Por isso que falei com meu
irmão Bartolomeu pra dar qualquer serviço pro Caio. Além disso ele poderá
treinar na academia do Bartô!
A mãe de Caio sempre achou o
cunhado um exagerado em tudo. Bartô era mais velho que seu marido Roberto. Era
bem mais alto também, quase 1,90. Além de ser fisioculturista e um ex-Mister
Brasil. Atualmente seu corpo se avolumou um pouco mais e era todo peludo. Os
americanos pornosdenominariam Bartô como um Daddybear
Ele tinha uma firma
conceituada de escolta armarda e uma academia de artes marciais.
-Entra Caio! O mano já me
disse tudo. Depois fala com o Grub pra te registrar lá na secretária. Agora
vamos as regras:
O dia começa as oito e meia.
Às treze horas tens que estar dentro da sala de aula. O resto é contigo,
captou!?
- Sim... – balbuciou Caio.
- O quê!? Não escutei ou tu
não me escutaste, ó boneca!
- Sim! Sim, porra! Escutei.
Um sorriso apareceu no rosto
de Bartô. O sobrinho vê aquela massa musculosa se levantar da cadeira e se
aproximar dele assustadoramente.
- É assim que eu gosto! Firmeza!
Dureza! Então, quando saíres da linha posso te encher de porrada! Aahahaha!
Caio é abraçado pelo urso do
tio com um surpreendente beijo na bochecha. E sutilmente sente a pélvis dele se
roçando na sua virilha.
“Caralho! Esse cara tá esfregando o pau
duro dele em mim!!”
Barto sente o esforço que o
sobrinho tenta pra se afastar dele. E isso o deixa mais excitado ainda. Ele não
pretendia se revelar ao sobrinho, mas algo incontrolável fez com que uma tezão
avassaladora o deixasse sem controle.
- Calma! Calma, sobrinho! Tu
já viu do que gosto, né!? Então fica caladinho senão arranco tua língua e
quebro teus dedos! Tu não vais poder nem escrever! Agora, escolhe! Voce que ser
minha “sobrinha” ou quer que eu seja tua “titia”??
O jovem está semiparalizado,
literalmente e mentalmente. A dúvida é que ele tem de escolher entre enrabar ou
ser enrabado. E a resposta foi obvia pra ambos.
- Eu quero que voce seja
minha “titia”... Mas, nada de beijos!
- Só na sua piroquinha,
querido! Enquanto eu fecho a porta, baixa as calças que eu quero ver suas
qualificações!
Timidamente, Caio vai arriando
as calças sem mexer na cueca. Barto, com um sorriso de fauno, se acocora a
frente dele e praticamente lhe despedaça a cueca ao mesmo tempo que tenta
engolir todo o cacete do sobrinho.
Por mais que Caio tente
resistir a pederastia incestuosa, seu penis alcança uma dureza nunca sentida
antes.
Involuntariamente os quadris
de Caio começam a se mexer devido a sucção prazerosa que seu tio lhe faz no
penis.
Barto chupa e chupa até baba
passar a escapar da boca e escorrer pelo queixo da barba por fazer.
Num dado momento, Barto
passa os gigantescos braços por baixo das coxas do sobrinho e se eleva da
posição de acocorado levando Caio junto sem nunca deixar o cacete lhe escapar
da boca faminta.
O gigante está agora em pé
com as pernas do sobrinho ladeando sua cabeça enquanto ele vai engolindo toda a
extensão do cacete do filho de seu irmão.
Caio nunca foi chupado tão intensamente
quanto o seu tio está fazendo. Uma ou outra namoradinha já lhe tinham feito uns
insossos boquetes que nunca foram capazes de lhe fazer gozar.
Não foi o mesmo que
aconteceu ali agora. Foi a força de seu robusto tio que não deixou que ele
caísse quando tombou
o corpo pra trás e jorrou
esperma como uma mangueira de bombeiro com toda pressão.
- Mas... mas por que o
incentivou de ser transferido pra Manaus? Era tão bom quando todos estavam
aqui!
- Era... era errado! Era
pecado! O senhor me endoidecia, me tirava da minha boa moralidade e me
arrastava pra aquele mar de depravações! O Todo-poderoso me salvou daquela
devassidão!
- Lívia! Lívia! Pára com
isso! Olha só em que voce se transformou! De uma mulher espetacularmente sexy
numa beata sem graça! Voce vibrava e parecia mais vibrante e rejuvenescida toda
vez que eu te levava pra surubas ou te comia pela casa enquanto o Beto estava
dormindo!
- Oh, oh! Como me arrependo
disso tudo! Não fala! Não diz mais nada que isso tudo ainda me enoja!
- Bom... já faz algum tempo!
Eu fiquei mal por voce ter me abandonado... e meus amigos também!
- Voces são uns demônios! Eu
era só mais uma naquele lamaçal de perdição! Só mais uma, seu canalha!!
- Que nada! Voce era
especial! Sendo minha nora voce fazia parte da elite das sobrinhas, noras,
irmãzinhas e filhas!
Nesse circulo todas voces
fizeram ótimos casamentos! E voce era nossa deusa! A mais bela de todas!
- Cala a boca! Cala a merda
da boca! Só vim aqui por causa do Caio e...
- Se fosse só isso, bastava
ter telefonado! Será que em vez de expurgar teus pecados, voce no intimo queria
ver novamente o macho que te abriu as portas da liberação sexual daquela vida
moralista opressora a que voce voltou?
- Mentira! Mentira! Minha
vida atual é saudável e purificadora! Só quero que o senhor olhe pelo Caio enquanto
ele estiver aqui e faça ele ir pra Manaus nas férias.
- Por que não deixou que teu
marido me pedisse isso, já que ele chega amanhã pro congresso!? Lívia, pára de se
enganar! Há quanto tempo tu não gozas!? Há quanto tempo tu não gozas com dois,
três páus dentro de voce!?
- Voce é o diabo! É o
capeta! Isso aqui é o inferno! Quero ir embora!
Lívia se levanta
abruptamente, tropeça e cai. O sogro logo está a seu lado e ajuda a se
levantar. Ele, então, a abraça procurando por sua boca. Lívia com cara de nojo
se vira bruscamente, mas não conseguindo se livrar do abraço do sogro. Ela
sente as palpitações através do tecido da rola dele bem no rego de sua
avantajada bunda.
Ela não soube explicar a si
mesma porque deixou que o sogro se esfregasse em suas nádegas pelo tempo que
ele levou pra gozar, sem se mexer.
Durante esses minutos, ele
lhe acariciou a xaninha e os seios sem parar de fungar em sua nuca.
Enquanto o sogro gozava, ela
se desvencilhou dele e com passos firmes se encaminhou pra fora do gabinete.
Dentro do elevador, ela teve uma leve tremedeira.
Ao chegar no quarto do
hotel, foi correndo pegar a bíblia e enfiá-la entre as coxas e jogar-se na cama, de bruços.
Dois dias depois estavam
todos no auditório onde acontecia o congresso. Bartô e sua equipe faziam a
segurança do local e dos participantes. Lívia via com orgulho que Caio
acompanhava o tio e ainda passava instruções através do radio. Mais de uma vez
ela viu o cunhado levantar o polegar pro filho em sinal de aprovação.
Movida por esse orgulho
maternal, lhe deu o maior desejo de abraçar e beijar o filho. Lá de longe, ela
viu Bartô com o braço nos ombros do filho se afastando. Ela se dirigiu na mesma
direção.
Havia um longo corredor com
diversas portas em cada lado. Lívia imaginou que os dois deveriam estar tomando
café em alguma daquelas saletas. Ficou atenta pra ouvir alguma conversa.
O que ouviu foi murmúrios
masculinos abafados e frases desconexas vindo detrás de uma das portas. Que por
sinal não estava trancada.
- Mete! Mete mais! Mete tudo
na titia! Mete! Mete com força, meu sobrinho querido!
Foi um tremendo susto e
transformação pra Lívia que levou alguns segundos pra acreditar de estar vendo
seu gigantesco cunhado vestindo paletó e gravata, mas com as calças do terno
arriadas em volta dos tornozelos. Os cotovelos apoiados na mesa a sua frente e
seu filhinho, também com as calças arriadas, dando empurrões com pélvis na bunda do tio.
Lívia não soube se corria,
se gritava ou se desmaiava. Ela pediu ajuda ao Todo-poderoso e todo sinal que
recebeu foi a visão do balançar da estupenda rola do cunhado.
Caio foi o primeiro ao ver
sua mãezinha entrar na saleta. Passou alguns segundos para que Bartô abrisse os
olhos e percebesse a presença dela.
- Seu desgraçado! O que voce
fez com meu filho! Vou te matar!
Bartô recebeu uma palmada no
rosto. Habilmente, ele segurou o pulso e torceu, fazendo Lívia ficar imóvel e
inclinada sobre a mesa com o rosto há alguns centímetros do dele. Bartô a
beijou e ela correspondeu.
- Me chupa, minha safada
cunhadinha!
Lívia ensaiou uma
resistência, mas Bartô torceu gentilmente ainda mais o pulso dela. Só soltou
quando ela estava ajoelhada e lhe chupando a rolona com sofreguidão de uma
fêmea no cio.
- Continua, Caio! Continua
metendo na titia!!
Lívia chupava como uma
desvairada se esquecendo de toda sua transformação religiosa dos últimos anos.
Seus dedos dedilhavam com rapidez o clitóris e ela emitia sons ininteligíveis.
Ela se engasgou quando Bartô lhe inundou a boca com uma potente ejaculação.
- Aaah, querida Lívia! Como
sempre te desejei! Sabia que voce era a boqueteira de primeira!! Vem aqui, vem!
Vem demonstrar isso pro nosso querido Caio!
Apesar do alto estado
alterado de excitação, Lívia se alarmou com a potencial atitude incestuosa que
iria acontecer.
Bartô fez com que com que
Caio se sentasse na mesa. Em seguida posicionou uma relutante Lívia entre as
pernas dele e com o penis há alguns centímetros perto de seu rosto.
Foi Caio que tentou evitar
os lábios ovalados de sua mãezinha lhe engolindo a glande.
Bartô se abaixou por trás de
Lívia, lhe levantando o vestindo e exibindo suas sempre belas e voluptuosas
curvas femininas, com o ligeiro avantajado das nádegas.
A juvenil rola de Caio
estava inteiramente engolida pela boquinha de sua mãezinha. Seu saco e a
virilha brilhavam da baba que escorria da boca de Lívia.
A imensa língua do cunhado
lhe preenchia a vagina e a ponta do nariz dele tentava entrar em seu anus. Ela
pára com a chupação e encarando o filho com os olhos semi-cerrados, sussurra o
suficiente para que Bartô escutasse
- Eu... eu quero... sentir
o... o mesmo que o Caio estava te fazendo, seu safado!!
E nos minutos seguintes,
Lívia choromigava, ria, gargalhava e urrava de prazer dando longas chupadas na
glande do filho, rebolando sem parar com a rolona do cunhado atolada em seu
cuzinho, lhe trazendo de volta todas as alegrias do encantamento de ser
sodomizada. E com a mais vibrante das perversões, o incesto.








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