A bela mãe inocentemente devassa
A juíza Amanda levanta a cabeça e olha em direção a porta. Dá uma última olhada no documento,assina e fecha a pasta empurrando-a para o lado da sua ampla mesa de trabalho.
- Por que demorou tanto, Téo? Venha
aqui, seu safadinho! Venha se sentar aqui!
A juíza bate ritmicamente com a palma da mão na mesa a sua frente e sem se levantar apenas afastou a cadeira dando espaço para que Téo se esgueire por entre a mesa e as bem torneadas pernas da sua patroa.
Amanda com as feições de femea no cio, observa através das lentes do óculos o jovem Téo se acomodar sentado na mesa a sua frente enquanto ela própria desabotoa a blusa e retira os amplos seios de dentro do sutiã.
Em seguida, suas mãos vão direto para a
braguilha de Téo e antes de abri-la e expor o enorme cacete, ela cola os lábios
no volume encoberto pelo tecido da calça. Téo solta um rouco soluço ao mesmo
tempo que leva uma das mãos à nuca da juíza. Agarrando um chumaço da cabeleira,
ela puxa a cabeça dela para trás e dá-lhe uma palmada no rosto com a outra mão.
Dessa vez é Amanda que solta um longo
suspiro de surpresa, mas de prazer também.
- Safada gostosa! Não quero nenhuma gota
fora de tua boquinha quando eu gozar, ouviu!?- Sim, sim... querido! Não... não vou deixar... escapar nada... nadinha, meu amor!
Amanda sente o sangue palpitar nas veias
do cacetão em suas mãos e o odor de macho jovem viril e dominador que lhe
invade as narinas.
- Me dá! Me dá! Agora me dá, benzinho!
Amanda consegue baixar a cabeça até
encostar seus lábios na cabeçorra, suficiente para sugar o buraquinho da
uretra.
- Por que a Ruth estava chorando quando passei por ela?
- O quê? Ah, sim. O marido sofreu um acidente mês passado e corre o risco de ficar paraplégico.
- Não seria melhor manda-la pra casa?
- Ela recebeu essa noticia a semana passada e volta e meia ela surta desse jeito!!
- Que maluca!
- Pois é. Bom, vamos agora que tenho que me aprontar pra o jantar com o prefeito.
- Oi, a senhora não me conhece, mas eu
sou o Téo e vim...
- Sei quem voce é. A juíza já me pôs a
par. Pode entrar que ela está esperando.
Quando finalizaram e Amanda adentra a
sala toda composta, Téo ainda está ajustando a gravata. Ela se aproxima dele e
o ajuda. Depois se beijam por uns segundos.
- Voce me enlouquece, garoto! Imagina se
não fosse voce que me transformou nessa putinha que sou hoje!- Voce sempre foi uma puta maravilhosa, Amanda! Apenas estava enrustida! Agora me diz. Cadê a Ruth?
- Tive que manda-la embora... de acordo com as novas leis. Ela vazou meu contracheque para a imprensa. A televisão esteve aqui, maior constrangimento...
- Ela fez isso?! Não acredito! Acho que voce mirou na pessoa errada!
- Mas ela era a única que tinha acesso ao contracheque como minha secretária!
- E se alguém viu tirou uma cópia? A Ruth não tem esse perfil! Me dá uns dias que eu descubro quem foi.
- OK! Vá lá na casa dela e diz pra
suspender o aviso prévio e que volte só na outra semana. Mas voce tem que
descobrir que fez essa palhaçada comigo, ouviu!?
- Oi, Téo. O que lhe trás aqui?
- A juíza quer que a senhora volte pro trabalho. Ela disse que foi tudo um engano.
- Ah, que bom!Hei, nada desse tratamento de “senhora”!... Eu estava desesperada! Meu marido Otávio doente, eu sem emprego! Já tava pensando em me matar!
Téo se assusta quando Ruth leva as mãos
a rosto e tem uma crise de choro. Ele tenta acalmá-la, mas só consegue isso
quando a abraça. De repente, ele sente que o corpo dela se aquece e dar um leve
tremor. Bruscamente, Ruth se afasta dele quase o empurrando. Ela tem as faces
ruborizadas e os olhos ainda lacrimejando.
- Por favor, Téo. Vá embora! Voce veio e
evitou que eu fizesse uma loucura, mas agora eu quero que voce vá. Por favor,
vá embora...
O rosto de Ruth expressa timidez, mas
sua respiração está apressada e ele nota que suas narinas tremem junto com o
lábio inferior.
- Voce... voce está bem, Ruth?
Eu ví voce sendo chupado pela juíza!
Eu... eu também... Oh, meu deus... também quero!
- Voce está muito nervosa, Ruth! Isso
altera seu estado de lucidez. Vamos, vamos até a cozinha pra voce tomar um
pouco de água com açúcar.- O quê!? Voce não me quer!? Oh, meu deus! Que vergonha! Sou tão feia assim!?
- Não! Não! Nada disso, pelo contrário! Nunca dei em cima de voce por que sabia que voce era casada! E mais agora que seu pobre marido tá na iminência de ficar pa...
- Pobre marido, o caralho! O filho da puta tava enrabando um traveco quando sofreu o acidente! Me traindo com um traveco, puta que pariu! E ainda voce não quer que eu enlouqueça?
- Deixa de ser burro, moleque! Pensa que eu não notava voce azarando meu bundão!
-Esse bundão que já me fez levar uma porrada de cantadas e que o escroto do Otávio nunca tentou comer! Sabe há quanto tempo estou sem dar uma!? Adivinha?
-Agora raciocina, otário! Se uma juíza faz aquilo contigo... é porque voce é um cara legal e confiável! E que piroca! Meu deus, nunca tinha visto um colosso desses!
Téo e Ruth se entreolham. Ele começava a
se excitar, mas percebe que não vai dá agora e acha melhor se despedir. Ruth
põe o dedo indicador nos lábios como pra fazer silencio ao mesmo tempo que
indica que ele fique ali.
- Tô indo, Otávio! E não quero que me
chame de querida ou de algo parecido.
Bastasse que a televisão estivesse um
pouco num ângulo mais favorável que Otávio poderia ver pelo reflexo sua
esposinha tirando o leve vestido por cima da cabeça ajudada por um estranho.
Ele veria também que ela tinha um corpo
fenomenal e nádegas belamente avantajadas que ele nunca tinha percebido antes.
Ela não tirou a calcinha enquanto era abraçada pelo estranho, por sinal bem jovem.
Otávio teria ímpetos de se levantar da
cadeira quando ela passou a esfregar a cabeçorra em todo rosto e antes de
engoli-la ficou alguns segundos roçando nas narinas cheirando a boquinha da
uretra.
E Otávio nunca soube que foi à suas
costas que começou a ser corno quando sua esposinha, soluçando baixinho,
engoliu quase metade daquela jeba imensa.II
Se estiver se vingando ou não, para Ruth tudo era uma satisfação só. Mamando no colosso caralho daquele jovem enquanto seu marido assistia ao jogo na televisão, ela se deliciava com a textura rígida e vibrante do pênis que chupava como já algum tempo não fazia.
Téo ainda não acreditava que aquela
fabulosa mulher estava ali se entregando com toda sua sensualidade e, como ela
mesma dissera antes, que ele a comia com os olhos sem jamais imaginar que ela
estaria sugando seu cacete com tanta vontade.
Baba
já começa a sair de sua boca e escorrer pelo queixo até cair nos seus
bojudos seios. Téo já está a ponto de ejacular e não sabe se avisa ou não pra
que ela decida se se ele goze fora ou dentro de sua boquinha.
“- Cacete! Essa gostosa tá querendo sensações
e, salvo engano, quer experimentar de tudo! Ah...Não dá mais tempo... Vou... vou
gozaaaaar!”
Ruth não percebeu quando as mãos de Téo seguraram os lados de sua cabeça e no
segundo seguinte uma mangueirada de esperma lhe inundou a boca. O volume era
tanto que parte da ejaculação espirrou por entre seus lábios. Por uns segundos
seus olhos se arregalaram e suas narinas tremeram de tanta excitação por deixar
um homem gozar pela primeira vez em sua boca.
Algo como uma impaciência se apodera
dela ao mesmo tempo em que está fervendo de tesão. Era assim que ela se sentia
quando fazia sexo com Otávio.
Não foram poucas vezes que ela deu a
desculpa de ir ao banheiro pra se masturbar.
Só que agora ela pouco se importa de se envergonhar ao enfiar uma mão dentro da
calcinha e se masturbar na frente de Téo enquanto ele ainda treme do intenso
gozo que está tendo.Quando recupera o ritmo normal da respiração, ela se levanta e encara Téo que ainda está respirando descompassadamente.
Ruth vira de costas para Téo.Ela não tem
mais coragem de encara-lo.
Com a mão tremendo ela alcança uma
camiseta do filho com a intensão de vestí-la, mas antes a passa pela boca e o
queixo.
Ruth está desnorteada com o próprio
pensamento moralista e a luxuria daquele menino que tenta beijá-la e com a
enorme tora lhe roçando as coxas.
Gentilmente ele vai baixando as mãos até
chegar nos seios e passa a acaricia-los, de vez quando dando uns apertos mais
vigorosos.
Totalmente abandonada de si mesma, ela
nem percebe quando Téo passa seus braços por baixo da pernas dela na altura dos
joelhos, fazendo que ela fique na posição de frango assado.
Ele agora tem acesso também a boquinha do anus rosado dela. Ruth se contorce do estranho prazer de ter seu cuzinho ser invadido pela ponta da língua serpenteante dele.
cuzinho, que me parece virgem ainda!
- O que... o que voce tá pensando? Oh, não! Voce quer me sodomizar!
- E voce não quer!? Teu marido nunca tentou?
- O Otávio? Não, nunca... Mas por que ele estava com um travesti? Eu também tenho cu... se era isso que ele queria! Por que não me pediu?
- Voce me dá? Estou pedindo...
Entre lambidas e beijinhos no anus, Ruth escuta a voz rouca dele.
Com a bela bunda elevada devido estar
com os joelhos apoiados no colchão, Téo tem o rosto entre elas e os braços lhe abraçando as grossas coxas. Os
seios e o rosto dela se amassam de encontro ao colchão.Involuntariamente, Ruth passa a rebolar
suavemente de encontro ao rosto de Téo, sentindo a ponta de língua dele ir
invadindo cada vez mais seu cuzinho.
- Me dá o cuzinho! Deixa eu comer teu
cuzinho...
Téo, bastante experiente, foi lhe orientando e incentivando que ela se masturbasse ao mesmo tempo em que sua torona ía invadindo cada vez mais, até seu saco encostar-se às polpudas nádegas dela.
Téo ficou alguns segundos sem se mexer. Ruth soltou a respiração que estava presa e aos poucos foi se acostumando com a dilatação do seu tubo anal.
Também passou a sentir as palpitações
das veias do cacetão lhe dando choques de prazer desconhecido.
Quando Téo passou lentamente a fazer o vai e vem, Ruth começou a ter, pela primeira vez, múltiplos
orgasmos. Ela simplesmente nunca tinha se sentido assim antes.
Tivera orgasmos ocasionais com o marido
e sempre quando se masturbava. Mas nada se comparava ao que estava sentindo
agora.
Entendia então que os travestis é que
eram os sortudos, pois sentiam orgasmos tanto com o pau como com o anus.Téo passou a acelerar mais um pouco e Ruth gemia e gemia de prazer sem nenhum desconforto da penetração inicial de seu anus.
“ – Eu agora posso sentir prazer no
cuzinho e na xaninha também! É só ter um homem na xaninha e outro no cuzinho! É
isso! Eu tenho mais potencial de gozo de que os travestis!! ´Tadinhos deles!”
Ele por sua vez aumentava seu harém de
mulheres maduras de corpo espetaculares. A única exceção era sua irmã Erika de vinte e três anos.
Um mês depois, Ruth já participava de
orgias e certa vez num exclusivo clube de swing, ela e a juíza Amanda se encontraram.
Estavam ambas com mascaras venezianas, mas se reconheceram.
Ao ser duplamente-penetrada pela
primeira vez ela chegou a desmaiar de tanto gozar e se lembrou de que viado
nenhum acomodaria mais rola dentro de si do que ela.
Chegou-lhe aos ouvidos que certo
travesti foi duplamente penetrado no anus enquanto chupava um terceiro. Ruth
apenas riu. Mas a ideia de uma dupla penetração anal começou a fazer parte de
suas elucubrações.
E então ela recebeu a noticia que Otávio
não iria ficar paraplégico. Com as continuações da fisioterapia em poucos meses
poderia voltar a andar.
Diogo, o filho, chegou a se emocionar e
participava de todas as sessões de fisioterapia com ele. Ruth pensava
seriamente em se divorciar.
Téo passou a ser presença constante na casa,
oficialmente pra levar quase sempre Otávio na fisioterapia. Isto tinha sido
arranjado com a juíza Amanda para que Ruth não faltasse ao trabalho.
Era comum, Otávio, Diogo e Téo encontrarem Ruth em casa e ela convidar
Téo pra jantar. Diogo engolia o lanche e ía direto ver a namorada.
- Bom, seu Otávio e dona Ruth, o lanche
estava uma delicia e agradeço muito. Agora é hora de ir pra casa.
- Não quer assistir o jornal conosco?- Não comigo, Otávio. Vou lavar a louça e tomar um banho. Estou cansadíssima.
Com um dos pés apoiado na tampa da
privada e já tirando a saia pela cabeça, Téo se excitava com o aroma feminino
dela pra logo saborear tudo que a xaninha lhe oferecia. E sempre havia a demorada
linguada no rosado cuzinho da esposa de Otávio.
- Hoje nem pensar em usar minha xaninha,
seu safado! Estou muito fértil esses dias!
- Huuum... então tem que ser lá, né!?- Se voce não se importar...
Aos poucos ela foi se afastando dele e por fim acabou o namoro.
- Não obrigado... quero ficar só.
- Ô rapaz, vai por mim! Não é uma balada qualquer. É uma suruba! Vai me dizer que tu virou viado só porque ela te deixou?! Teu pai e tua mãe já estão preocupados
- Tá bem, tá bem. Aonde vamos
- Só temos que pegar a juíza Amanda e deixa-la em casa. Ela vai deixar o carro comigo e depois vamos pra gandaia!
“Pê qê pê! Como essa juíza é bonitona! E gostosa! Parece minha estrela pornô favorita, a Ava Adams!! Pô, tenho que me controlar e não demonstrar minha tesão! Ainda bem que não tenho que sair do carro quando chegarmos a casa dela!”
Diogo vira a cabeça pra trás e estende a
mão. Amanda o encara friamente e pergunta.
- O que voce está tramando, seu moleque?
Voce não vai a festa nenhuma! Voce vai se livrar desse outro moleque e ficar lá
em casa até o Horácio voltar! Entendido!??- Mas é lá que será a festa, meu amor!
- Diogo, se contares pra alguém o que vai acontecer nesses dois dias lá em casa, faço te darem um flagrante de posse de droga e... voce sabe o que um garotinho novo passa a ser no meio dos presos, né!?
Amanda deu a maleta pra ele segurar e
esperou que Téo viesse abraça-la. Logo estavam se beijando apaixonadamente
enquanto Diogo olhava atônito e já excitado.
- Filhinho, abre o zíper aí atrás do
vestido da mãezinha!
Com mãos tremulas Diogo consegue descer
o zíper até o final e a parte superior das nádegas de Amanda se mostram coberta
por uma pequena calcinha fio dental.
Timidamente ele se encosta nas nádegas
dela sem saber onde abraça-la. Mas então, os hormônios explodem e Diogo
consegue introduzir as mãos por entre os corpos dela e de Téo, alcançando os
fartos seios.
Amanda solta uma sensual gargalhada com
a cabeça ligeiramente inclinada pra trás sentindo o hálito morno de ambos
jovens no pescoço. Diogo lhe beija a nuca e Téo entre o pescoço e a curva do
ombro.
Diogo, arfando, ainda dá alguns trancos
na bunda juíza e quando pára fica sem saber como agir e um pouco tremulo fazendo
menção em tirar os braços em volta dela.
- Agora como um bom garoto, mostre pra
mãezinha porque voce se molhou todo!
Um pouco com mais controle de si mesmo, Diogo baixa a cueca molhada com a recente ejaculação e seu páu salto ereto pra admiração da madura mulher.
Nos próximos minutos Diogo olha
extasiado o vai e vem da boca da bela juíza na extensão de seu cacete.
Algumas vezes ela pára por alguns
segundos com o caralho inteirinho dentro boca. O queixo dela espreme as bolas
dele enquanto o narizinho se achata na pélvis do jovem filho da Ruth.
Numa dessas vezes Diogo jorra toda sua
ejaculação enquanto serenamente Amanda vai engolindo tudo sem deixar nada
escapar da sua boquinha.
Uma das mãos dela está dentro da
calcinha acariciando o maduro clitóris e a outra mão está cheio com um dos
seios beliscando o mamilo rosado.
Numa mesinha estava uma garrafa de vinho branco e um prato com queijos sortidos.
Téo lhe entrega a taça assim que ela pára de beijar Diogo. Em seguida, Ela deixa o roupão cair e sem largar a taça, volta a beijar o filho de Ruth.
Logo, Amanda está se apoiando numa parede, uma das pernas em cima do ombro de Diogo.
Ele não tem experiência em chupar uma
boceta, mas ao menos move a língua em toda lábia dela. Téo cada vez mais força
o rosto por entre as polpudas nádegas tentando enfiar o máximo de língua no anus
da formosa juíza.
Enlouquecida, segura o alto da cabeça de
Diogo e mantém o ritmo, esfregando a xaninha no rosto dele.
- Téo, meu safadinho! Mete... mete em...
miiim! Mete! Mete! Agora!Amanda sente a bolotuda glande a ultrapassar seu anus e prende a respiração. Diogo continua lhe lambendo a xana quase sem poder respirar direito.
Ele escuta Amanda urrar de prazer e sua pélvis lhe dar trancões no rosto cada vez mais rápido.
Então, ele escuta Téo dar um longo urro e
Amanda ficar gritando quase que histericamente. Por fim, Diogo sente uma gosma
morna escorrer pelo seu queixo e pescoço.
E volta e meia eles repetiam quando o marido de Amanda estava fora.
Ele se tomou de afeição em sodomizá-la.
Mas nunca desconfiou de que gosma era aquela que lhe escorrera pelo queixo naquele primeiro dia.
Aconteceu de certo dia e devido a
melhora das condições físicas de Otávio, ele se virar pra posar a xicrinha de
café na mesa enquanto ouvia o barulho da
chave fechando a porta.
Nesta posição em que ele estava
inclinado, a televisão refletiu fantasmagoricamente Téo e sua esposa se
esgueirando pro quarto do filho Diogo. Foi estranho ele não se surpreender tanto, apesar de considerar a esposa de certa forma bem puritana e incapaz de se envolver com outro homem.
“- Meu deus! O que tenho feito!? Isso tudo é culpa minha! Acabei induzindo minha mulher à infidelidade e isso provavelmente lhe trará um grande sentimento de culpa!”
Pensando desse jeito, ele ainda se lamentava de qual comportamento
sexual ela estaria sendo submetida pelo Téo, que embora bonito, parecia ser
tímido e inexperiente.
Ruth, por seu lado, era sem nenhuma
imaginação sexual, assim pensava Otávio.E por curiosidade masoquista, virou a cadeira e evitando fazer qualquer barulho, chegou à porta do quarto.
Sentado na cadeira, ele estava na altura exata pra observar grande parte do quarto através da fechadura.
Era inacreditável que ela conseguisse fazer isso com uma torona daquele tamanho.
- Chupa, gostosa! Chupa! Chupa como uma rampeira que te transformei! Chupa!
O que também o fazia mais temeroso não
era só ver sua esposa ser tão safada, mas também se ela se machucasse com
aquela descomunal rola do garoto.
"- Cacete! Ele vai arrombar por completo a bocetinha da Ruth! Oh, meu deus, o que eu fui fazer!?
- Coloca lá, sua safada! Coloca lá! Lá na boquinha! Na boquinha do teu fiofó!
Ele ficou observando os dois até eles gozarem entre gritos e urros abafados, pois cada um tapava a boca do outro com uma das mãos.
Otávio voltou pra sala o mais rápido
possível e dessa vez se posicionou onde em frente da televisão ele poderia ver
o reflexo atrás de si. Quando Téo saiu e Ruth se dirigiu pra suite levando as
roupas nas mãos, ele foi atrás dela.
Ruth se assustou com a brusca entrada do
marido no recinto. Pela cara dele, ela logo percebeu que ele tinha visto o ato
de sodomia a que ela se submeteu.
- OK, voce descobriu que o Téo estava me
so...- Só, o quê!? Vai me dizer que ele estava SÓ te fazendo massagem? Ora, Ruth! Ví do jeito que voce guiou aquela monstruosidade pra entrada da tua vagina! Mas, a questão não é essa! Por que voce se depravou tanto!
- ... e por isso te dar o direito de me deixar na seca por quase seis meses! E ainda procurar um viado!! Eu sou mulher, mas tenho cu também!
- O quê!? Isso jamais se deve fazer na mãe de nossos filhos! E já disse, eu só dei uma carona!!
- E tu bateste com o carro enquanto ele te chupava!
- Muito bem! Quero me divorciar!
- Ah ahah! Pode pedir! Eu também quero!
Sempre achou sua esposa uma mulher sem graça e que por diversas vezes a tinha traído, agora se revelava uma despudorada sem vergonha. Mas, começou a vê-la sexy e encantadora.
Era esse conflito que Otávio tentava
como justificar um perdão para ela. Optou pela mea culpa, mea máxima culpa, ou
seja era justificável Ruth lhe trair uma vez já que por diversas vezes ele a
havia traído. Era melhor esquecer o divórcio.
- Ruth... querida, vamos conversar
moderadamente. Deixa eu ir até fim com minha exposição. Eu errei, voce errou.
Espera, espera! Tá bem, voce foi levada a errar. Mas, em suma, eu negligenciei
também meus deveres de marido. Como pude deixar passar seis meses sem trepar
com voce? Sou um burro mesmo e mereço o chifre que voce me deu... Mas, espera
aí!! Eu sofri o acidente há quatro meses. Não pode ser seis meses!!
- Qual´é, Otávio!? Dois meses antes do
acidente tu já me deixavas na mão!
O marido estende as duas mãos pra frente,
como pedindo que o deixasse prosseguir. Mas, já por esse momento, Ruth já sabia
que Otávio ía entregar a aceitação de ser corno.
Agora era ela quem estava em conflito
consigo mesma. Com certeza, ele a perdoaria se ela prometesse nunca mais ver o
Téo. Bom, se fosse só isso, ela diria que sim, mas não cumpriria a promessa. Não havia mais volta pra ele voltar a ser aquela recatada esposinha novamente.
- Se formos colocar na balança nossos pecados, meu prato vai pesar mais. Eu acho que poderíamos esquecer tudo e começar de novo. Eu serei mais carinhoso com voce assim que puder sair dessa cadeira de rodas. Até lá voce poderá continuar com o garoto... Contanto que ele não fique sabendo desse nosso acordo.
- Voce realmente vai aceitar eu te trair?! Vai deixar que Téo faça de tudo comigo?
- Até eu me levantar dessa cadeira... Hei, o que voce quer dizer com “faça de tudo”?
- Vamos começar sua terapia de recuperação desde já! Lambe! Se me fizer gozar eu não me divorcio! Vamos, lambe! Meu chifrudinho querido!
“- Meu deus, o que está acontecendo comigo!?
Estou adorando essa nova Ruth!
Será que me realizo sexualmente sendo corno, além de minha outra tara!?”
E a vida seguiu. Quase sempre, Otávio
estava esperando a esposa sair do banho depois de quase duas horas de ele ser
submetida aos desmandos do garoto, para fazer a “terapia de recuperação” dele.
Uma vez, Otávio pediu que a esposa descrevesse com detalhes o que eles tinham feito.
Foi a primeira vez que ela gozou com o
minete do marido enquanto ela descrevia de como chupou Téo até ele ejacular em
sua boquinha.Uma vez, Otávio pediu que a esposa descrevesse com detalhes o que eles tinham feito.
Por enquanto ela escondia do marido que
gostava de se submeter a sodomia que Téo sempre exigia. Então, no dia seguinte,
ela se aproximou dele, mas se virou de costas e se inclinou pra frente ao mesmo
tempo em que levou as mãos em cada banda das nádegas e as abriu exibindo o cuzinho com todas as pregas
intactas mas bem avermelhadas.
Se o marido percebeu alguma coisa, não
demonstrou. Ele apenas se esforçava mais pra frente pra alcançar a xana e o
anus que estavam a sua frente. Ruth deu uma ajuda ao esticar os braços um pouco
mais e segurando a cabeça, esfregava sua
bundona no rosto dele.
- Ai aiaii querido, ai ai! Voce me mata fazendo assim, viu! Voce tá... tá lambendo meu cuzinho, sabia! Por que tá fazendo isso comigo? Voce quer que eu experimente, quer?
É isso que voce quer que faça? Me diz, meu corninho safado! Me diz que é isso que voce quer! Que voce quer que eu me deixe enrabar! É isso então que voce quer!?
Passou-se uma semana sem que a esposa
viesse lhe oferecer a xaninha, pois Téo não tinha aparecido. Isso deixou Otávio
numa torturante impaciência. Até que o dia que Ruth saiu do banho e ele lá
estava esperando como sempre.
Ela se postou a sua frente com o pé
apoiado no braço da cadeira e passou a esfregar suavemente a xana em seu rosto.- Hoje... ah, hoje eu fui sodomizada! Téo comeu meu cuzinho!
Ruth sentiu o marido retesar a cabeça e
parar de tilintar o grelinho com a língua. Ela sentiu com mais tesão ainda.
“- O corninho agora vai saber o quanto eu gosto de ser sodomizada! Imagina só quando eu lhe contar das orgias que já participei junto com os professores da faculdade do Téo!!”
Prendia meu cabelo e usava um boné. Eu tentava o máximo a andar como homem! Ele me levava até o boteco do Simão que voce bem conhece e tomava uns dois dedos de pinga. Depois saíamos com meu braço por cima do ombro dele como dois camaradas.
Nesse momento, Ruth sentiu que o marido
voltou a beijar-lhe a xotinha. E logo logo com bastante avidez,
- ... e então entrávamos no beco entre a
nossa casa e a da vizinha Maria. As calças eram arriadas, eu me inclinava pra
frente e apoiava os cotovelos na parede e dava meu cuzinho pra ele como se
fosse um viado !
- Vira, Ruth! Vira! Por favor, vira e
deixa eu ver!
- Oh, meu deus! É verdade! É verdade!
Voce está dando cuzinho pra ele!
- Vou... vou dar pra... pra voce também!
Algum dia, amor!
Ruth, o
marido e o filho estão há quase duas semanas num luxuoso resort. Ela já está
enfastiada e querendo voltar pra casa e pros braços de seu amante. A tesão era
tanta que volta e meia ela se masturbava. Como agora que está saindo da piscina
porque viu um rapaz parecido com seu amante.
Parece que o único a tirar o máximo de
proveito de todas as atividades do resort é o marido Otávio.
O filho
Diogo que acabou de entrar pra uma academia militar, está no momento entregando
sessenta dólares para um senhor de barba e cabelos grisalhos e bastante
bronzeado de sol.- É a número quatro. Espera uns dez minutos e depois pode ir!
Ruth durante
sua adolescência foi campeã de tiro ao alvo mas nunca conseguiu se classificar
para as olimpíadas. Mesmo assim ainda pratica no clube de tiro da sua cidade. Alí
no resort havia um estande de tiro. Resolve dar uma olhada antes de ir pro
bangalô deles.
Escolheu a
última, lá encontrou uma espingarda de ar comprimido. Havia um banco acolchoado
onde o atirador poderia se sentar ou apoiar o joelho. Ruth preferiu se ajoelhar
e apoiar o escultural corpo encima da bancada.Uma luz estava refletindo em cima da mira. Ela achou por bem desligá-la já que o alvo estava bem iluminado. Colocou os protetores de ouvido e fez dois disparos. Preparou a espingarda de novo e estava prestes a atirar quando sentiu aquela vontade irresistível de se masturbar.
Assim, com o corpo inclinado sobre a bancada, uma das mãos entrou pela calcinha do biquíni e em segundos ela estava murmurando e rosnando de prazer.
- Acho que
agora já posso ir, né?
- Sim. Mas, olha, não fica de papo lá. Gozou, cai fora!
Diogo,
eufórico e cheio de tesão, soube que algumas daquelas jovens eram garotas de
programa e o coroa grisalho e queimado de sol era o “coordenador” delas.- Sim. Mas, olha, não fica de papo lá. Gozou, cai fora!
Ele abre a
porta da cabine quatro mansamente e na penumbra avista o belo torneado de uma
bunda pronta pra ser enrabada. Foi pra isso que ele pagou. Comer um cuzinho!
Ele levanta
a canga e se surpreende que a putinha ainda tá de biquíni. Daqueles que se
amarramde lado nos quadris. Isto o deixa mais excitado enquanto desfaz os laços
e agora ele só tem que afastar o tecido do rego da bundinha daquela popozuda.
Em seguida,
ela coloca a super-lubrificada camisinha no cacete. Gentilmente e aproveitando
cada segundo e cada milímetro que sua rola vai invadindo o cuzinho de uma das
mais belas bundas que já tinha visto alí
no resort, Diogo se inclina pra frente e por cima do corpo da bela sodomizada e
passa a dar encontrões em cima das nádegas dela. Sussurrando, ele lhe diz o
quanto o cuzinho dela era apertadinho e que corpo maravilhoso que ela tinha.
- Eu... eu quero encontrar você... ui uiuiii que gostoso! Quero encontrar você de novo, sua putinha gostosa! Eu vou pagar... aaah, que delicia! Que delicia! Vou pagar direto a você! Nada de pagar ao Gusmão! Eu quero pagar só a você e comer esses cuzinho!!
- Eu... eu quero encontrar você... ui uiuiii que gostoso! Quero encontrar você de novo, sua putinha gostosa! Eu vou pagar... aaah, que delicia! Que delicia! Vou pagar direto a você! Nada de pagar ao Gusmão! Eu quero pagar só a você e comer esses cuzinho!!
A moça por
baixo dele começa a arfar e gemer enquanto rebola. Isso faz o excitamento de
Diogo chegar ao máximo e ele goza intensamente.
- Quero... quero que você me encontre no bar da beira-mar lá pelas sete! Use qualquer vestimenta vermelha pra eu saber quem é, ok?!
Enquanto
isso, Ruth está sonhando com seu namoradinho e do modo como ela corneia seu
marido Otávio. Seus dedos dedilham febrilmente sua xaninha.- Quero... quero que você me encontre no bar da beira-mar lá pelas sete! Use qualquer vestimenta vermelha pra eu saber quem é, ok?!
Em seu sonho, Téo está ali fazendo o que ele mais gosta de fazer nela. Sodomizá-la.
Ruth se perde em seus devaneios e passa a gozar intensamente mais do que as outras vezes em que tem se masturbado. Pra finalizar, Ruth o imagina dizendo que irá encontra-la ali no resort.
O bar a
beira-mar quase não tem ninguém aquela hora. Ruth se senta numa das banquetas e
pede uma marguerita. Ela está exuberantemente bela. Seu bronzeamento é da cor
de um pêssego maduro.
Alguém daria
no máximo uns vinte cinco anos pra ela. Mas está chegando perto dos quarenta. É
uma mulher pra quatrocentos talheres, bela, madura, bem curvilínea e cheinha
onde os desejos masculinos se realizam.Nisso, chegam o marido e o filho. Otávio a abraça e lhe dá um bitoca nos lábios. Diogo, embora sorridente, parece nervoso.
- Vamos, filho! A final vai passar no telão lá da sala de jogos. Já vai começar!
- Vá indo pai! Vou daqui a pouco. Quero tomar uma cervejinha com a mamãe!
Ruth olha
com carinho o filho enquanto leva as duas mãos no alto da cabeça pra ajeitar o
laço
- Mãe, a senhora não viu alguma garota vestindo qualquer coisa vermelha. Ela já deveria estar por aqui!
Ruth pára o
que está fazendo com a respiração suspensa. Num átimo de segundo ela sente que
confundiu a fantasia com a realidade. - Mãe, a senhora não viu alguma garota vestindo qualquer coisa vermelha. Ela já deveria estar por aqui!
Diogo está
falando com a mãe e percebe a ruborização em sua face e o modo como ela
lentamente vai baixando os braços onde as mãos tinham acabado de ajeitar a fita
vermelha nos cabelos castanhos.
O filho desvia o olhar do rosto de sua mãe e fica como que hipnotizado olhando em outra direção sem piscar. Ruth tenta pegar o cálice, mas sua mão está tremendo. Mesmo assim ela consegue levar a bebida aos lábios. O cálice fica encostado ao lábio inferior e seu olhar fixo em nada.
- Era você, não era?
Ruth lhe dá
uma rápida olhada de soslaio com os penetrantes olhos verdes, permanecendo
imóvel como antes.O filho desvia o olhar do rosto de sua mãe e fica como que hipnotizado olhando em outra direção sem piscar. Ruth tenta pegar o cálice, mas sua mão está tremendo. Mesmo assim ela consegue levar a bebida aos lábios. O cálice fica encostado ao lábio inferior e seu olhar fixo em nada.
- Era você, não era?
- Meu deus! Não consigo acreditar! Minha mãe se entrega a qualquer um! Como se fosse uma Belle du Jour! Se entrega sem restrições!
- Olha aqui, moleque! Pára de falar essas coisas! Não é nada disso que você está aí me insultando! Além disso, você foi insuportável! Encontrando uma mulher pela primeira e errando de orifício!
- Mas como! Eu paguei pra isso mesmo! E você pareceu gostar o tempo todo! Oh, não! Como pode, mãezinha você ser tão depravada?! Só puta é que dá o cuzz... o anus!
- Não tem nada ver, seu ingrato escroto! Voce deveria considerar que eu... que eu poderia... poderia estar pensando que era com seu pai!! Ele sempre me subjuga desse jeito, sempre me sodomizando... não que eu goste! Não e não!
- O quê? Num
local como aquele?!
- Sim. Ele costuma me pegar em lugares mais inusitados. Esse é o modo que ele gosta!
- Ah, estou enojado!
- Eu também, Diogo! Seu pai não pode saber do que houve e de que lhe contei sobre a tara dele! E vamos esquecer isso pra sempre!
Ruth nem olha quando o filho vai embora. Só escuta ele dizer que está indo assistir ao jogo. Ela, então, respira aliviada. Ainda bem que teve a presença de espirito em inventar aquela história toda.
“Caramba! Que coisa mais maluca! Eu pensei que
tinha sonhado tudo e pra preservar a fantasia eu pus até o laço vermelho como
se fosse o Téo que tivesse me pedido! Eu
não poderia reconhecer a voz do Diogo, pois estava com o abafadores nas orelhas
e só escutava bem baixinho! Oh, eu não tenho culpa desse incesto! De cornear o
Otávio, sim!!”- Sim. Ele costuma me pegar em lugares mais inusitados. Esse é o modo que ele gosta!
- Ah, estou enojado!
- Eu também, Diogo! Seu pai não pode saber do que houve e de que lhe contei sobre a tara dele! E vamos esquecer isso pra sempre!
Ruth nem olha quando o filho vai embora. Só escuta ele dizer que está indo assistir ao jogo. Ela, então, respira aliviada. Ainda bem que teve a presença de espirito em inventar aquela história toda.
Ruth está
alarmada em ter que ficar mais três dias na companhia do marido e do filho com
aquele clima de incesto pairando entre eles dois. Envolta em seus pensamentos
não nota quando um belo coroa, quase cinquentão, pára ao seu lado.
- Senhora, dona Ruth, não é? Poderíamos ter uma conversinha? Que é do seu interesse!
- Como assim? Como sabe meu nome?
- Eu sou Gusmão. Gerencio parte do entretenimento aqui do resort. Quero lhe oferecer uma estadia neste final de semana no resort daquela ilha em frente.
- Aquela que parece que a festa não pára nunca! De vez em quando dá pra ouvir as músicas vindas de lá! Huum, parece interessante! Continue sr. Gusmão!
- Oh! Não esperava tanta receptividade! A senhora cada vez mais me surpreende!
- Como cada vez?! Nos conhecemos agora!
- A senhora, sim! Mas eu, me perdoe, venho lhe acompanhando desde que chegou e sei exatamente tudo o que aconteceu hoje a tarde!
A esposinha
do Otávio tem um leve calafrio quando Gusmão menciona aquilo. Instintivamente
ela baixa os olhos, pois adivinha que não poderá negar se ele sabe realmente
que foi sodomizada pelo filho dentro de uma cabine de tiro ao alvo.- Senhora, dona Ruth, não é? Poderíamos ter uma conversinha? Que é do seu interesse!
- Como assim? Como sabe meu nome?
- Eu sou Gusmão. Gerencio parte do entretenimento aqui do resort. Quero lhe oferecer uma estadia neste final de semana no resort daquela ilha em frente.
- Aquela que parece que a festa não pára nunca! De vez em quando dá pra ouvir as músicas vindas de lá! Huum, parece interessante! Continue sr. Gusmão!
- Oh! Não esperava tanta receptividade! A senhora cada vez mais me surpreende!
- Como cada vez?! Nos conhecemos agora!
- A senhora, sim! Mas eu, me perdoe, venho lhe acompanhando desde que chegou e sei exatamente tudo o que aconteceu hoje a tarde!
- O Diogo pagou por uma das minhas garotas. O encontro deveria ser na cabine quatro do estande de tiro. O combinado era da garota chegar primeiro e ele depois. E então ela me contou...
"Quando cheguei lá, já tinha uma garota na posição. Por isso estou aqui! Quero meu dinheiro assim mesmo!"
- Mas como?! Eu disse pra ele esperar dez minutos!
- O problema não é ele! É ela! Quem está lá? Quem é ela?" - Foi isso que ela me contou e tive que dar o michê pra ela!
- Assim, dona Ruth, fui até lá e abri a porta de mansinho que o atanzanado de seu filho se esqueceu de trancar e ví ele por cima da senhora... Pelo que ele pediu e pelo que pagou, tenho certeza que a senhora estava sendo sodomizada. Saí do mesmo jeito que fui e fiquei esperando a saída da misteriosa mulher. Por coincidência era a senhora, de quem eu já vinha observando, não só pela sua estupenda beleza física, mas também pelo seu comportamento que denotava solidão.
Lágrimas
aparecem nos olhos de Ruth. Ela imagina que sua vida vai virar um inferno, pois
não tem dúvida que será chantageada.
Gusmão lhe estende um lenço, que ela recusa, fuzilando-o com os frios olhos verdes.
- Dona Ruth,
por favor, não me entenda mal. Não estou aqui pra lhe chantagear ou fazer mal
algum. Só queria lhe fazer um convite, só isso. A sua história aqui hoje é
interessante e só lhe dá mais pontos caso a senhora aceite o convite de passar
o final de semana lá na ilha.Gusmão lhe estende um lenço, que ela recusa, fuzilando-o com os frios olhos verdes.
Sem virar a
cabeça, Ruth de soslaio o olha interrogativamente. Ela não sabe porque, mas
começa a confiar nele.
- Caso a senhora recuse, eu vou embora imediatamente. E depois do final de semana nem saberá quem eu sou.
- Sim, me recuso. E aí? Até parece que o senhor vai me deixar em paz!
- Minha senhora, dentro de duas horas estarei partindo pra´quela ilha e só voltarei na quarta-feira. Nós nunca mais nos veremos!
Dizendo
isso, Gusmão faz um discreto aceno com a mão tocando no chapéu panamá. Ruth lhe
dá um sorriso de escárnio levantando uma das sobrancelhas. Gusmão nunca
esquecerá aquele rosto pro resto vida. Ele se levanta pra ir embora.- Caso a senhora recuse, eu vou embora imediatamente. E depois do final de semana nem saberá quem eu sou.
- Sim, me recuso. E aí? Até parece que o senhor vai me deixar em paz!
- Minha senhora, dentro de duas horas estarei partindo pra´quela ilha e só voltarei na quarta-feira. Nós nunca mais nos veremos!
A esposinha
do Júlio, apesar de não querer se arriscar, sentiu que o atraente coroa era
sincero e não iria lhe causar problemas. O convite era tentador, pois ela
passaria aqueles últimos dias longe da atmosfera incestuosa criada pelo filho.
Além disso, teria toda mordomia de sauna, massagens com supremo requinte.
Então, só pra satisfazer sua vaidade e apostando nisso veementemente, Ruth pernósticamente pensa em provoca-lo e dispensa-lo depois.
Ela espera
ele dar uns cinco passos e o chama. Gusmão se vira e tem a luxuriosa visão das
nádegas polpudas dela praticamente engolindo a banqueta. Percebe então que Ruth
sem se virar está com o dedo apontando pra banqueta ao lado.Então, só pra satisfazer sua vaidade e apostando nisso veementemente, Ruth pernósticamente pensa em provoca-lo e dispensa-lo depois.
- O que o senhor quer beber?
- Podemos dispensar a formalidade? Eu serei só Gusmão e você só...
- Negativo! Eu lhe tratarei de Gusmão e exijo ser tratada formalmente! Entendido?
- Sim senhora...
- Eu lhe fiz uma pergunta. Não me deixe esperando, seu cafetão escroto!
- Uma cerveja.
- Negativo. Seja mais requintado. Homem nenhum fica ao meu lado bebendo cerveja!
- ...sim senhora!
Gusmão entra
no jogo dela. Sabe que tem uma chance de leva-la pra ilha. Mas, a beleza dela o
está dominando, e ele sabe que isso pode ser perigoso.
- Voce
provavelmente me deseja. Nada disso! Voce me deseja ardentemente e vai querer
saber o que meu filho fez comigo. Pois bem, eu lhe direi! Está vendo meus
glúteos? Eles são enormes, né?! E meu bronzeado, olha só! Lindo não é mesmo?
Quer saber como é onde o biquíni tapa o sol? Por exemplo, aqui nos meus seios
que você adoraria de ver! Que você vai implorar para que eu te mostre! Implora!- Dona Ruth, eu poderia continuar nesse teatro... mas acho que a senhora não acreditou em mim. Ou então não sabe o que está fazendo. Me perdoe, mas eu tenho que ir.
Antes que
Gusmão fique de pé, Ruth o encara rangendo os dentes e os olhos verdes
faiscando. Ele nunca irá esquecer desse rosto também.
- Fique sentado, seu calhorda! Não me vire às costas! E não vou falar duas vezes. Me mostre o pênis, agora!
Gusmão está
acostumado a tratar com diversas personalidades. Algumas excêntricas, outras
amalucadas, mas nunca encontrou alguém como essa mulher fascinante.- Fique sentado, seu calhorda! Não me vire às costas! E não vou falar duas vezes. Me mostre o pênis, agora!
Ele não sabe
como agir. Está estático, mudo. Ruth lhe joga o conteúdo do cálice em seu
rosto. Gusmão sai do seu estupor e os belos olhos dela o encaram
inquisidoramente. Se ela tivesse uma espada lhe cortaria a cabeça ali mesmo.
Olhando uma
vez pra cada lado, Gusmão expõe semi-endurecido cacete pra fora. Ruth está com
os cotovelos apoiados no balcão e as mãos entrelaçadas embaixo do queixo.
Em seguida,
uma das mãos vai até a jeba dele e a apalpa. No começo devagar, depois aperta
com força. O cacete endurece feito rocha. Ruth se surpreende com a rigidez e a beleza da ereção de um homem como ele.
Está se tornando dificil que ela mantenha a frieza por mais tempo. Ela ouve
Gusmão grunhir baixinho e levar uma das mãos a cabeça apoiando o cotovelo na
bancada.
Isso dá um
pouco mais de impulso a frieza de Ruth e ela larga o colossal cacete. Gusmão
num ato reflexo leva a mão pra segurar o membro e leva um forte tapa na mão.- Não se toque, seu velho safado! Tenha vergonha! Expondo-se assim! Meu marido e meu filho vão ficar duas horas vendo o jogo. Eu quero ficar essas duas horas com sua cara no meio de minhas coxas obedecendo minhas ordens! Agora se componha e vá a meu bangalô que você, sem dúvida, sabe onde é!
- Senhora! Senhora Ruth! É arriscado. Lá na seu bangalô, não! Vamos pro iate, lá é mais seguro e terei o maior prazer de lhe servir como a senhora deseja!
- Depois.
Ruth exclama já lhe dando às costas enquanto caminha em direção ao bangalô.
Diogo assim que chegou ao teatro, sentou-se ao lado pai e volta e meia o olhava de lado. Ele não podia acreditar que ele fazia aquelas coisas com sua mãezinha. Ele era o culpado por acostumá-la àquele tipo de abordagem sexual.
E, maldita a hora que ele próprio tinha visto e possuída a beleza do cuzinho rosado de sua mãe. Diogo jura a si próprio que por mais tezão que ele se lembre do acontecido jamais tocará nela de novo. Ele passará a venerá-la como uma santa.
- O quê é, Diogo? Fica me olhando de lado! O que houve?!
- Me diz uma coisa, pai. É... bem, eu não sei como começar. Bem, é que eu... eu acho bonito uma mulher bunduda. E o senhor?
- Eu, o quê?
- Gosta de comer um cuzinho?
- Voce tá maluco? Que porra de pergunta é essa?
- É que... não sei, não sei, mas já tive experiência de sexo anal com uma garota e...
- Isso é horrível, filho! Por mais que você use camisinha... é sujo, fedido! E anti-natural!
- Mas... mas, não uma prática comum entre casais? O senhor... e a mamãe já...
- O quê?!
Nunca! Nunca! Não se deve fazer isso nem com uma mulher de rua, ainda mais com
nossas mulheres de família! É pura perversão! Nem pense nem faça isso!
No intervalo
do jogo, Diogo diz ao pai que vai dormir. Ele se dirige ao bar onde Ruth
estava, enlouquecido com as mentiras dela e mortalmente curioso em saber quem
sua mãe realmente era.
Sabia agora
com certeza que aquela não foi a primeira vez que ela se entregou a um estranho
e também que fora sodomizada sem protestar. Tinha certeza que ela era uma
ninfomaníaca, uma doente e precisava de tratamento. Jurou de novo que nunca
revelaria ao pai a verdadeira causa quando ele a internasse pra tratamento.
De longe ele viu que ela não estava no bar. Sofreu com a idéia de que ela tivesse outra recaída e fosse procurar alguém. Estava desnorteado. Não sabia aonde ir. Caminhando a esmo, acabou dando no caminho para o bangalô deles.
Ele
visualizou a sombra dela sentada no sofá. Foi um alivio. As paredes da sala do
bangalô eram de vidro de cima a baixo. Ele não entendia porque ele balançava
lentamente a cabeça de um lado pro outro. Chegando mais perto, seus olhos quase
saíram fora. Ele viu a cabeça de Gusmão emergir por entre as coxas de sua mãe. De longe ele viu que ela não estava no bar. Sofreu com a idéia de que ela tivesse outra recaída e fosse procurar alguém. Estava desnorteado. Não sabia aonde ir. Caminhando a esmo, acabou dando no caminho para o bangalô deles.
Ela estava
com os joelhos curvados, quase tocando nos
seios. Agora, o torso atlético dele estava todo aparente e parecia que ele ía
penetrá-la. Estupefato, Diogo viu sua mãe afastar Gusmão do meio de suas coxas,
balançando a cabeça negativamente ao mesmo tempo em que baixava os joelhos e ficava sentada na beira
do sofá.
Poe um breve
momento a sua natureza masculina fala mais forte que seu respeito pela mãe.
Mas, apelando com todas as forças ao seu caráter, ele consegue deslocar sua
luxuria para o fundo de sua mente e irrompe como um pastor evangélico
enfrentando satanás.
- Mãe! O que está fazendo?! Sei agora que você é uma mentirosa! É uma rampeira! Voce me envergonha! Envergonha meu pai! E você, seu cafetão filho da puta! Cai fora!
Gusmão fica estático, apreensivo.
Ruth, passado o susto da gritaria, larga a rola dele e calmamente encara o
filho.- Mãe! O que está fazendo?! Sei agora que você é uma mentirosa! É uma rampeira! Voce me envergonha! Envergonha meu pai! E você, seu cafetão filho da puta! Cai fora!
Depois, se levanta e baixa o vestido que estava enrolado até o pescoço. Gusmão se abaixa e vai suspendendo a calça.
Diogo engole seco vendo a mãe fazendo
uma espécie de rebolado ao ajeitar o vestido.
- Olha aqui, Diogo! Fale e pense o
que quiser. Não tô nem aí! Não valeu a pena cuidar de dois marmanjos e ter
minha natureza sexual mutilada!
- Nada disso! Vamos sair daqui
juntos. Me leva lá pro resort da ilha. Aqui não vai dar mais pra fazer você
gozar! E você, meu filho, diga pro seu pai o que quiser. Eu só volto na terça.
- Toma! E diz pro papai somente que
ela vai passar o final de semana no Spa. Só isso!
- E pra que esse dinheiro. Comprando
meu silencio daquilo que ví?
- Não. Tô comprando o passe dela! E
não me provoca, moleque!
- Pai, a mãe não tá! Ela recebeu um convite pra passar o final de semana no Spa lá do outro lado.
- Hãhã... Bom pra ela. O recado tá dado. Agora vamos assistir a prorrogação!
Ruth está charmosíssima com seu
vestido branco com florezinhas e primoroso chapéu caído de lado. Ela sabe o
efeito que suas curvas faz nos homens, principalmente suas nádegas e sua boca
de lábios carnudos pintados de vermelho sangue.
- Pai, o que ele está fazendo aqui?
- Ué? Não sabes? Tua mãe não te contou? A Ruth está trabalhando com ele desde... desde... Ah, não me lembro! Pois é! Quando disse a sua mãe que voce se formava hoje, o Gusmão nos ofereceu trazer de jatinho. Por falar nisso, por que voce não disse a sua mãe da sua formatura?
- É, benzinho, por que, hein? Voce nunca falou dela pra mim!
Por coincidência seu vestido também é
transparente e não são poucos os olhares em sua direção. Inclusive o de Gusmão.
- Não é bem assim... Ela me trata
como um bebê! Nós temos nos falado regularmente. É só que... que... Ah, não sei!
Deixa pra lá! Vamos ao almoço comemorativo!
Ele nem se importou em se virar.
Sabia quem estava ali e esperou que Diogo chegasse ao seu lado.
- Garoto...- Garoto, o caralho! Me chame de tenente e de senhor!
Diogo fica vermelho de tanta raiva.
Mas a vida militar o ensinou a controlar suas emoções e agir no momento exato
pra atingir o inimigo, no caso, Gusmão.
- Grande merda, ô ex-fuzileirinho!
Sou paraquedista também! Mas, agora diz! Que porra tás fazendo aqui?
Diogo falou tão alto que até o barman
se virou pra ver o que estava acontecendo.
Gusmão salta da banqueta e põe uma
nota que dá pra pagar cinco cervejas iguais aquela e se encaminha para a saída.Diogo permanece imóvel por uns instantes controlando a raiva, em seguida vai atrás dele. Anita vem em direção aos dois, brindando-os com aquele sorriso maravilhoso.
- Didi, já começou a entrega de diplomas!
- Namorado, somente.
- Não quer me fazer companhia enquanto eu bebo uma cerveja? Lhe pago uma Coca-Cola.
- Não me faça rir! Me ofereça vinho, vodka, conhaque! Não essas coisinhas de bebê!
- Uou! Parece que podemos ser companheiros de copo!
- Certamente! Mas não deixe Diogo saber!
- Seu futuro marido?
- Se ele quiser se arriscar! ahahahah! Ainda namorado. E só!
Já sentados, ela com uma taça de
vinho branco na mão e ele com cerveja, bebericam em silencio antes de iniciarem
a conversa.
- Parece que voce não está muito
entusiasmada com esse namoro. É isso mesmo?- Meu pai fornece pão há anos aqui pra academia. Ficou rico. Quer continuar com sua regalia de ganhar todas as licitações. Me empurrou Diogo e quer que eu case imediatamente agora que ele se formou. Até que achei ele bonitinho e trepei com ele. Daí, ele passou a aparecer lá sempre.
Gusmão quase engasgou com essa
revelação e do modo sem meias palavras dela.
- Aí meu pai viu a oportunidade de
ter um elemento que ele pudesse manipular... Diogo! Arrumou para que ele sirva
aqui na Academia e assim mantêm seu
domínio sobre o Oficial Intendente que cuida das compras.- Parece um futuro tranquilo...
- Não bastasse que minha mãe é amante do vice-diretor e que meu pai consente!
Toma todo copo e faz sinal para mais uma. Anita levanta a taça também.
- Voce me agrada! Gosto de coroas bonitos! Voce não será o primeiro! Ví voce olhando pra mim. Olhando e adivinhando meu corpo através do tecido transparente!!
- Eu?! Fiz isso? Não! Imaginação sua!
- Voce é um cretino! Um amável cretino! Com certeza tá comendo a gostosona mãe do Diogo! Tá ou não tá?! Que velho safadão! Rsrsrsrsrs! Olha só a tua cara!
- Voce é louca! Voce é... maravilhosa! Age como uma mulher feita e é tão jovem!
As bebidas chegam. Gusmão nota que as
faces dela estão rosadas. Ele não acredita que vai ter um caso com a namorada
do Diogo.
“ Caraca! Corneei o pai e agora o filho! Bem... ainda não!”
Anita com os olhos baixos leva a taça
aos lábios. Depois, pondo os dois cotovelos na mesa e se inclinando pra frente
chegando quase perto ao rosto de Gusmão, fala por entre os dentes.
- Seu safado! Seu crápula! Sem
respeito por mim e pelo Diogo! Voce um coroa feio, horripilante querendo chupar
minha xaninha... querendo comer uma garotinha como eu!
Gusmão está adorando aquele teatrinho.
Foi a mesma coisa no inicio com a mãe do Diogo.
Agora Anita faz bolinhas de saliva que se formam na ponta do
biquinho que ela faz com os lábios. Gusmão sabe o que vai acontecer. Anita abre
bem os olhos de excitação e cospe no rosto dele.
O que escorre até o lábio superior e
recolhido pela língua de Gusmão. Em seguida, encarando-a como se estivesse
zangado, lhe diz baixinho.
- Sua putinha devassa! Voce tá se
comportando muito mal! Vou castiga-la até tua bundinha ficar em carne viva!
A tesão em Anita é sufocante. Ela
palpita duas vezes antes de recuperar a respiração e emite um murmúrio rouco e
alto o bastante para que o barman se vire sem saber o que está acontecendo.
Enquanto na Academia prossegue a
cerimonia e seus protocolos, num quarto
de hotel Anita participa com louvor de todas as perversões sexuais permitidas e
inventadas.
O corpo de um homem quase cinquentão, bronzeado do sol com pelos brancos aqui e acolá por todo o corpo musculoso, dá esbarrões nas bojudas nádegas avermelhadas da ninfeta de corpo escultural e levemente rosado.
Ela geme e murmura coisas sem nexo enquanto pede mais e mais que ele a penetre no anus. Seus pulsos estão seguros de encontro ao colchão,um poucoacima da cabeça, pelas manoplas do coroa. Ele tem os braços esticados e o quadril sobe e desce em cima da bundinha empinada dela.
O corpo de um homem quase cinquentão, bronzeado do sol com pelos brancos aqui e acolá por todo o corpo musculoso, dá esbarrões nas bojudas nádegas avermelhadas da ninfeta de corpo escultural e levemente rosado.
Ela geme e murmura coisas sem nexo enquanto pede mais e mais que ele a penetre no anus. Seus pulsos estão seguros de encontro ao colchão,um poucoacima da cabeça, pelas manoplas do coroa. Ele tem os braços esticados e o quadril sobe e desce em cima da bundinha empinada dela.
Terminada a cerimonia, Otávio junto
com uma esbaforida Anita vão cumprimentar o novo tenente da família.
- Didi, vou pra casa descansar um pouco.
Tá muito calor!- Tudo bem amorzinho. Não se esqueça do baile. Te pego as sete!
Anita se despede do pai e do filho com um beijinho e se afasta uns dois passos se vira e dá adeusinho com a mão. Tem um leve sorriso nos lábios, meio sarcástico.
- Sabe, querida, quero te confessar uma coisa e espero que voce não se aborreça.
- Não me digas que não vamos pro Shagger-La nesse fim de semana! Já dei até desculpa pro corninho!
- Pelo contrário! Nós vamos é hoje! Mas o que quero te contar é...
Satisfeito, Diogo vai até o hotel
onde estão seus pais. Encontra só o Júlio na recepção.
- Não me faça mais feliz ainda, pai!
Me diga que a mãe não vai ao baile!- Isso mesmo! Houve um acidente seríssimo com uma das lanchas no resort e eles tiveram que sair daqui correndo. Voce só terá a mim e Anita por companhia.
Ao mesmo tempo em que está aliviado
por sua mãe não ir, Diogo sente pena do pai por ser tão ingênuo e corno.
Abraçando o pai pelo ombro, eles entram no jipe.
Meia hora depois, um jatinho faz uma
curva por cima da Academia. O grande pátio está cheio de convidados chegando.
Elas dão uma olhada lá pra baixo soltando risinhos, depois se brindam
entrelaçando os pulsos. Bebem todo o champanhe da taça e se olhando diretamente
nos olhos se beijam.
As taças são depositadas na mesa não
se sabe como, pois agora as duas se beijam apaixonadamente.
- Eu quero beijar tua xaninha,
putinha safada!- E eu a tua, rampeira devassa!
Quando Gusmão sai da cabine de
comando encontra Ruth e Anita relaxadas e dormitando com os respectivos rostos
perto da xana de uma e da outra
Convido meus admiradores e visitarem minha página em https://www.casadoscontos.com.br/painel
onde encontrarão mais contos como este. Digitem Helga Shagger no quadrado "procurar na casa". Benvindos e beijinhos.
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