A bela mãe inocentemente devassa


 
 


 

Ruth
A juíza Amanda levanta a cabeça e olha em direção a porta. Dá uma última olhada no documento,assina e fecha a pasta empurrando-a para o lado da sua ampla mesa de trabalho.
- Por que demorou tanto, Téo? Venha aqui, seu safadinho! Venha se sentar aqui!

A juíza bate ritmicamente com a palma da mão na mesa a sua frente e sem se levantar apenas afastou a cadeira dando espaço para que Téo se esgueire por entre a mesa e as bem torneadas pernas da sua patroa.
Amanda com as feições de femea no cio, observa através das lentes do óculos o jovem Téo se acomodar sentado na mesa a sua frente enquanto ela própria desabotoa a blusa e retira os amplos seios de dentro do sutiã.
Em seguida, suas mãos vão direto para a braguilha de Téo e antes de abri-la e expor o enorme cacete, ela cola os lábios no volume encoberto pelo tecido da calça. Téo solta um rouco soluço ao mesmo tempo que leva uma das mãos à nuca da juíza. Agarrando um chumaço da cabeleira, ela puxa a cabeça dela para trás e dá-lhe uma palmada no rosto com a outra mão.

Dessa vez é Amanda que solta um longo suspiro de surpresa, mas de prazer também.
- Safada gostosa! Não quero nenhuma gota fora de tua boquinha quando eu gozar, ouviu!?
- Sim, sim... querido! Não... não vou deixar... escapar nada... nadinha, meu amor!

 Téo se inclina pra frente e puxa a cabeça da juíza até que suas bocas se encontrem e se beijam ardentemente. Amanda destramente consegue abrir a braguilha com os dedos e logo está massageando o cacete do jovem com ambas as mãos enquanto se beijam.

Amanda sente o sangue palpitar nas veias do cacetão em suas mãos e o odor de macho jovem viril e dominador que lhe invade as narinas.
- Me dá! Me dá! Agora me dá, benzinho!

 Outro tapa lhe arde na bela face e ela fecha os olhos com um leve sorriso de prazer.
- Mama! Mama agora, sua vadia rampeira!

 A juíza Amanda vai se saciando da sua compulsão de sugar o membro sexual masculino como preliminar para os convulsivos orgasmos que ela tem quando faz isso. Depois de quase dois minutos chupando com avidez que chega a fazer com ela descompasse a respiração, o grosso caralho é agasalhado entre os seios enquanto ela recupera o controle de aspiração do ar.

Amanda consegue baixar a cabeça até encostar seus lábios na cabeçorra, suficiente para sugar o buraquinho da uretra.

 Téo já está sentindo que vai gozar e faz com a juíza volte a engolir sua rolona além um pouco da metade e já começa a dar as primeiras ejaculações. Amanda sente o gosto exótico do semem inundando sua boca e passa a tremer levemente conforme sua mão invade a calcinha a procura do clitóris.
Sua compulsão é tamanha que ela tenta engolir toda a rola do jovem a sua frente como se fosse devorá-lo. Algumas vezes ela consegue encostar o queixo nos bagos dele, outras não. Como é o caso agora em que Téo explode com toda sua força juvenil uma mangueirada de pleno gozo que Amanda não consegue engolir tudo, saindo parte  pra fora da boca e que vai escorrendo pelo queixo até pingar abaixo nos amplos seios.

 Quando a juíza Amanda volta do lavabo já está completamente composta, sem nenhum sinal de que se despenteara e se lambuzara de esperma enquanto dava uivos de gozo.
Téo se compusera também nem parecendo que uns dez minutos atrás estivera ejaculando na boca daquela sua bela patroa.
- Por que a Ruth estava chorando quando passei por ela?
- O quê? Ah, sim. O marido sofreu um acidente mês passado e corre o risco de ficar paraplégico.
- Não seria melhor manda-la pra casa?
- Ela recebeu essa noticia a semana passada e volta e meia ela surta desse jeito!!
- Que maluca!
- Pois é. Bom, vamos agora que tenho que me aprontar pra o jantar com o prefeito.

 Téo, além de estagiário na repartição é também o motorista da família. A relação entre ele e a juíza Amanda já foi contada aqui neste primoroso site de contos eróticos.

 Dois dias depois, Téo passa pela mesa de Ruth e nota que está outra mulher no lugar.

- Oi, a senhora não me conhece, mas eu sou o Téo e vim...
- Sei quem voce é. A juíza já me pôs a par. Pode entrar que ela está esperando.

 A  rotina sexual aconteceu só que dessa vez Téo exigiu em sodomizá-la.
- Tá bem! Tá bem! Pode comer meu cuzinho! Mas porque não esperar pelo final de semana quando o Horácio vai estar num congresso e só volta de noite pra casa?

Quando finalizaram e Amanda adentra a sala toda composta, Téo ainda está ajustando a gravata. Ela se aproxima dele e o ajuda. Depois se beijam por uns segundos.
- Voce me enlouquece, garoto! Imagina se não fosse voce que me transformou nessa putinha que sou hoje!
- Voce sempre foi uma puta maravilhosa, Amanda! Apenas estava enrustida! Agora me diz. Cadê a Ruth?
- Tive que manda-la embora... de acordo com as novas leis. Ela vazou meu contracheque para a imprensa. A televisão esteve aqui, maior constrangimento...
- Ela fez isso?! Não acredito! Acho que voce mirou na pessoa errada!
- Mas ela era a única que tinha acesso ao contracheque como minha secretária!
- E se alguém viu tirou uma cópia? A Ruth não tem esse perfil! Me dá uns dias que eu descubro quem foi.

 A juíza encarou seu estagiário por uns segundos e admitiu que talvez ele tivesse razão. Tudo levava a crer que foi a Ruth. Mas era difícil acreditar nisso.

- OK! Vá lá na casa dela e diz pra suspender o aviso prévio e que volte só na outra semana. Mas voce tem que descobrir que fez essa palhaçada comigo, ouviu!?

 Téo não esperou até o dia seguinte. Assim que deixou a juíza em sua mansão, foi direto ao apartamento onde Ruth morava com a família.
Ela tinha acabado de tomar banho quando escutou a campainha.
- Oi, Téo. O que lhe trás aqui?
- A juíza quer que a senhora volte pro trabalho. Ela disse que foi tudo um engano.
- Ah, que bom!Hei, nada desse tratamento de “senhora”!... Eu estava desesperada! Meu marido Otávio doente, eu sem emprego! Já tava pensando em me matar!
 

Téo se assusta quando Ruth leva as mãos a rosto e tem uma crise de choro. Ele tenta acalmá-la, mas só consegue isso quando a abraça. De repente, ele sente que o corpo dela se aquece e dar um leve tremor. Bruscamente, Ruth se afasta dele quase o empurrando. Ela tem as faces ruborizadas e os olhos ainda lacrimejando.
- Por favor, Téo. Vá embora! Voce veio e evitou que eu fizesse uma loucura, mas agora eu quero que voce vá. Por favor, vá embora...
 
Para Téo nada fazia sentido o que Ruth estava dizendo. E ele achou que era melhor ir antes que ela surtasse de maneira estranha como agora. Ele  se levanta junto com Ruth e menciona se dirigir a porta quando sente a manga do paletó ser segurada.

O rosto de Ruth expressa timidez, mas sua respiração está apressada e ele nota que suas narinas tremem junto com o lábio inferior.
- Voce... voce está bem, Ruth?

 Num supetão, ela se aproxima dele e o beija desajeitadamente mas com ardor.
Antes que Téo se recupere do susto ela lhe fala quase que confessando.
- Certa... certa vez vocês não trancaram a porta e eu ví. Eu ví voce e a juíza.
Eu ví voce sendo chupado pela juíza! Eu... eu também... Oh, meu deus... também quero!
- Voce está muito nervosa, Ruth! Isso altera seu estado de lucidez. Vamos, vamos até a cozinha pra voce tomar um pouco de água com açúcar.
- O quê!? Voce não me quer!? Oh, meu deus!  Que vergonha! Sou tão feia assim!?
- Não! Não! Nada disso, pelo contrário! Nunca dei em cima de voce por que sabia que voce era casada! E mais agora que seu pobre marido tá na iminência de ficar  pa...
- Pobre marido, o caralho! O filho da puta tava enrabando um traveco quando sofreu o acidente! Me traindo com um traveco, puta que pariu! E ainda voce não quer que eu enlouqueça?

- Olha, Ruth. Escuta. Fica calma e escuta. Eu te acho o maior tesão e quando soube que voce ía ser despedida, eu fiz a Amanda voltar atrás. Sempre tive muito carinho por voce já que eu pensava que jamais voce ligaria pra mim e por ser casada. Mas, assim desse jeito não seria apropriado pois voce  estaria me usando como instrumento de vingança.
- Deixa de ser burro, moleque! Pensa que eu não notava voce azarando meu bundão!
-Esse bundão que já me fez levar uma porrada de cantadas e que o escroto do Otávio nunca tentou comer! Sabe há quanto tempo estou sem dar uma!? Adivinha?
-Agora raciocina, otário! Se uma juíza faz aquilo contigo... é porque voce é um cara legal e confiável! E que piroca! Meu deus, nunca tinha visto um colosso desses!

 De repente, lá de dentro de um dos quartos, Otávio chama pela Ruth.
- Querida! Me ajuda a sentar na cadeira. Eu quero ver o jogo na televisão da sala...

Téo e Ruth se entreolham. Ele começava a se excitar, mas percebe que não vai dá agora e acha melhor se despedir. Ruth põe o dedo indicador nos lábios como pra fazer silencio ao mesmo tempo que indica que ele fique ali.
- Tô indo, Otávio! E não quero que me chame de querida ou de algo parecido.

 Ela faz Téo entrar no quarto do filho e em seguida vai buscar o marido. Depois de alguns minutos Ruth volta e fazendo sinal pra não fazer barulho, ela leva Téo até o final do corredor que dá pra sala onde Otávio está sentado na cadeira de rodas de costa pra eles.

Bastasse que a televisão estivesse um pouco num ângulo mais favorável que Otávio poderia ver pelo reflexo sua esposinha tirando o leve vestido por cima da cabeça ajudada por um estranho.

Ele veria também que ela tinha um corpo fenomenal e nádegas belamente avantajadas que ele nunca tinha percebido antes. Ela não tirou a calcinha enquanto era abraçada pelo estranho, por sinal bem jovem.

 Enquanto ele a beijava, as mãos dela desciam até o cinto  e em questão de minutos as calças dele e a própria esposinha foram se abaixando simultaneamente. Otávio teria o maior susto quando visse o tamanho da jeba que sua esposa olhava fascinada enquanto a manuseava.

Otávio teria ímpetos de se levantar da cadeira quando ela passou a esfregar a cabeçorra em todo rosto e antes de engoli-la ficou alguns segundos roçando nas narinas cheirando a boquinha da uretra.
E Otávio nunca soube que foi à suas costas que começou a ser corno quando sua esposinha, soluçando baixinho, engoliu quase metade daquela jeba imensa.

 

II


Se estiver se vingando ou não, para Ruth tudo era uma satisfação só. Mamando no colosso caralho daquele jovem enquanto seu marido assistia ao jogo na televisão, ela se deliciava com a textura rígida e vibrante do pênis que chupava como já algum tempo não fazia.

Téo ainda não acreditava que aquela fabulosa mulher estava ali se entregando com toda sua sensualidade e, como ela mesma dissera antes, que ele a comia com os olhos sem jamais imaginar que ela estaria sugando seu cacete com tanta vontade.

Baba  já começa a sair de sua boca e escorrer pelo queixo até cair nos seus bojudos seios. Téo já está a ponto de ejacular e não sabe se avisa ou não pra que ela decida se se ele goze fora ou dentro de sua boquinha.

       “- Cacete! Essa gostosa tá querendo sensações e, salvo engano, quer experimentar de tudo! Ah...Não dá mais tempo... Vou... vou gozaaaaar!”

Ruth não percebeu quando as mãos de  Téo seguraram os lados de sua cabeça e no segundo seguinte uma mangueirada de esperma lhe inundou a boca. O volume era tanto que parte da ejaculação espirrou por entre seus lábios. Por uns segundos seus olhos se arregalaram e suas narinas tremeram de tanta excitação por deixar um homem gozar pela primeira vez em sua boca.

Algo como uma impaciência se apodera dela ao mesmo tempo em que está fervendo de tesão. Era assim que ela se sentia quando fazia sexo com Otávio.
Não foram poucas vezes que ela deu a desculpa  de ir ao banheiro pra se masturbar. Só que agora ela pouco se importa de se envergonhar ao enfiar uma mão dentro da calcinha e se masturbar na frente de Téo enquanto ele ainda treme do intenso gozo que está tendo.
 Se a grossura da rola de Téo não lhe estivesse enchendo a boca e assim ensurdecendo os gritos e murmúrios que Ruth estava fazendo, o marido teria descoberto que Ruth lhe estava corneando  a poucos metros às suas costas.

 Chega o momento em que Ruth tem seu primeiro grande orgasmo. Incrível, ela pensa, que esse menino lhe tivesse provido tal prazer e que aparentemente seria o macho com que sempre imaginava em suas fantasias masturbatórias.

 
Ruth deixa a rolona escapar da boca e  encosta-se à parede com a expressão  de satisfação.
Quando recupera o ritmo normal da respiração, ela se levanta e encara Téo que ainda está respirando descompassadamente.

 Um calor lhe percorre todo o corpo porque sabe que ele está alí pra satisfazê-la, pois ainda não estava saciada e da sorte de ter esse jovem que não dever sermais do que dois anos mais velho que seu próprio filho.

 Pegando pela ponta da gravata, ela carinhosamente o puxa para acompanhá-la para o quarto. Ela pára na porta da suite dela e de Otávio, mas  então decide ir pro quarto do filho.
- Ele esteve deitado aí o dia inteiro. Vamos pro quarto do Diogo. Ele foi pra casa da namorada e deus sabe lá quando volta!

 De repente uma onda de pudor e timidez envolve Ruth. Ela, só de calcinha, com a boca e o queixo melados de saliva e esperma querendo fazer sexo loucamente com um menino de pelo menos uns quinze anos mais novo que ela.

Ruth vira de costas para Téo.Ela não tem mais coragem de encara-lo.

Com a mão tremendo ela alcança uma camiseta do filho com a intensão de vestí-la, mas antes a passa pela boca e o queixo.

 Então, ela se sente abraçada por trás e os lábios dele lhe beijar a curva do pescoço. Téo a vira e quando vai beijá-la, ela vira o rosto.

Ruth está desnorteada com o próprio pensamento moralista e a luxuria daquele menino que tenta beijá-la e com a enorme tora lhe roçando as coxas.

 Pela cabeça de Téo, ele acha que ela está fazendo charminho. Ou que talvez ela seja como a juíza Amanda. Então, bruscamente, ele empurra Ruth que desequilibrada cai em cima da cama.

 Com ar assustado, ela tenta se levantar mas só consegue ficar apoiada nos cotovelos pois Téo se posicionou entre suas coxas com as mãos em seus ombros.

Gentilmente ele vai baixando as mãos até chegar nos seios e passa a acaricia-los, de vez quando dando uns apertos mais vigorosos.

 Ruth está naquele estado de que não deve deixar Téo prosseguir e ao mesmo tempo sabe que que agora nada vai pará-lo.
Téo agora está lhe sugando os mamilos. Ruth deixa escapar um gemido de prazer e quando ela menos espera, ele escorregou mais pra baixo e sente a respiração morna dela se infiltrando junto com a língua pra dentro de sua xaninha.

Totalmente abandonada de si mesma, ela nem percebe quando Téo passa seus braços por baixo da pernas dela na altura dos joelhos, fazendo que ela fique na posição de frango assado.

 
Ele agora tem acesso também a boquinha do anus rosado dela. Ruth se contorce do estranho prazer de ter seu cuzinho ser invadido pela ponta da língua serpenteante dele.
- Vira, querida. Assim, assim... fica de quatro. Quero ver essa bunda maravilhosa e esse
cuzinho, que me parece virgem ainda!
- O que... o que voce tá pensando? Oh, não! Voce quer me sodomizar!
- E voce não quer!? Teu marido nunca tentou?
- O Otávio? Não, nunca... Mas por que ele estava com um travesti? Eu também tenho cu... se era isso que ele queria! Por que não me pediu?
- Voce me dá? Estou pedindo...

 Ruth sente suas nádegas serem acariciadas e beijadas. Seu corpo arde de tesão  e encanta a Téo ver os glúteos dela tremerem.
Entre lambidas e beijinhos no anus, Ruth escuta a voz rouca dele.
- Me dá... me dá teu cuzinho! Me dá...

Com a bela bunda elevada devido estar com os joelhos apoiados no colchão, Téo tem o rosto entre elas e  os braços lhe abraçando as grossas coxas. Os seios e o rosto dela se amassam de encontro ao colchão.Involuntariamente, Ruth passa a rebolar suavemente de encontro ao rosto de Téo, sentindo a ponta de língua dele ir invadindo cada vez mais seu cuzinho.
- Me dá o cuzinho! Deixa eu comer teu cuzinho...

 Uma das mãos dela vai até a xaninha e passa a dedilhar o grelinho. Ruth está sentido sensações nunca sentidas antes. E a voz sensualmente insistente lhe pedindo pra ser sodomizada,  deixa Ruth enlouquecida.
- Dou! Dou sim! Vem, vem... vem  me comer o cuzinho! Quero mostrar pro Otávio que cu nenhum de travesti é mais gostoso que o meu!! Vai, vai! Me enraba! Meu cuzinho agora é teu! Quando acabar de ser enrabada, eu vou mostrar pro meu maridinho o corno babaca que ele se tornou!

 
Ruth quase desistiu enquanto a cabeçorra não ultrapassou completamente seu anelzinho do cu.
Téo, bastante experiente, foi lhe orientando e incentivando que ela se masturbasse ao mesmo tempo em que sua torona ía invadindo cada vez mais, até seu saco encostar-se às polpudas nádegas dela.
Téo ficou alguns segundos sem se mexer. Ruth soltou a respiração que estava presa e aos poucos foi se acostumando com a dilatação do seu tubo anal.

Também passou a sentir as palpitações das veias do cacetão lhe dando choques de prazer desconhecido.
Quando Téo passou  lentamente a fazer o vai e vem, Ruth  começou a ter, pela primeira vez, múltiplos orgasmos. Ela simplesmente nunca tinha se sentido assim antes.

Tivera orgasmos ocasionais com o marido e sempre quando se masturbava. Mas nada se comparava ao que estava sentindo agora.
Entendia então que os travestis é que eram os sortudos, pois sentiam orgasmos tanto com o pau como com o anus.
Téo passou a acelerar mais um pouco e Ruth gemia e gemia de prazer sem nenhum desconforto da penetração inicial de seu anus.

      “ – Eu agora posso sentir prazer no cuzinho e na xaninha também! É só ter um homem na xaninha e outro no cuzinho! É isso! Eu tenho mais potencial de gozo de que os travestis!! ´Tadinhos deles!”

 Ruth adorou ser atolada no cuzinho na posição frango-assado, pois adorava ser beijada e enrolar sua língua na do Téo.
Ele por sua vez aumentava seu harém de mulheres maduras de corpo espetaculares. A única exceção  era sua irmã Erika de vinte e três anos.

 


III

Um mês depois, Ruth já participava de orgias e certa vez num exclusivo clube de swing, ela e a juíza Amanda se encontraram. Estavam ambas com mascaras venezianas, mas se reconheceram.

Ao ser duplamente-penetrada pela primeira vez ela chegou a desmaiar de tanto gozar e se lembrou de que viado nenhum acomodaria mais rola dentro de si do que ela.

Chegou-lhe aos ouvidos que certo travesti foi duplamente penetrado no anus enquanto chupava um terceiro. Ruth apenas riu. Mas a  ideia de uma dupla penetração anal começou a fazer parte de suas elucubrações.
E então ela recebeu a noticia que Otávio não iria ficar paraplégico. Com as continuações da fisioterapia em poucos meses poderia voltar a andar.


Diogo, o filho, chegou a se emocionar e participava de todas as sessões de fisioterapia com ele. Ruth pensava seriamente em se divorciar.
Téo passou a ser presença constante na casa, oficialmente pra levar quase sempre Otávio na fisioterapia. Isto tinha sido arranjado com a juíza Amanda para que Ruth não faltasse ao trabalho.

 Na verdade, Amanda adorava escutar os relatos eróticos de Téo e Ruth.

Era comum, Otávio, Diogo  e Téo encontrarem Ruth em casa e ela convidar Téo pra jantar. Diogo engolia o lanche e ía direto ver a namorada.
- Bom, seu Otávio e dona Ruth, o lanche estava uma delicia e agradeço muito. Agora é hora de ir pra casa.
- Não quer assistir o jornal conosco?
- Não comigo, Otávio. Vou lavar a louça e tomar um banho. Estou cansadíssima.

 Ruth e Téo fingiam que iam até a porta. Lá o barulho de chaves abrindo e fechando a porta era feito bem audível. Em seguida, os dois íam pro banheiro social ou quarto do filho deles.
- Eu já tomei banho e... estou bem limpinha...

Com um dos pés apoiado na tampa da privada e já tirando a saia pela cabeça, Téo se excitava com o aroma feminino dela pra logo saborear tudo que a xaninha  lhe oferecia. E sempre havia a demorada linguada no rosado cuzinho da esposa de Otávio.

- Hoje nem pensar em usar minha xaninha, seu safado! Estou muito fértil esses dias!
- Huuum... então tem que ser lá, né!?
- Se voce não se importar...

 Era assim desse jeito coquete que Ruth era sodomizada, ora no quarto do filho ora no banheiro social, enquanto o marido assistia televisão calmamente, imóvel na cadeira de rodas.
Nessas idas e vindas da clinica de fisioterapia, Diogo acabou se tornando amigo de Téo. Téo correspondia gentil, mas distante. Diogo parecia um pré-adolescente mimado.

 Aos dezoito anos, Diogo era pura máquina de fazer sexo. O problema é que ele não tinha controle de sua ejaculação.
Embora fosse capaz de gozar mais de  duas vezes em menos de dez minutos, isso deixava sua namoradinha em eterno nunca conseguir orgasmo.
Aos poucos ela foi se afastando dele e por fim acabou o namoro.

 Ele contou a Téo o que tinha acontecido. Ruth notou que o filho estava emagrecendo e parecia que ia cair em depressão.
- Ô mané, bota uma roupa mais legal que vamos pra balada!
- Não obrigado... quero ficar só.
- Ô rapaz, vai por mim! Não é uma balada qualquer. É uma suruba! Vai me dizer que tu virou viado só porque ela te deixou?! Teu pai e tua mãe já estão preocupados
- Tá bem, tá bem. Aonde vamos
- Só temos que pegar a juíza Amanda e deixa-la em casa. Ela vai deixar o carro comigo e depois vamos pra gandaia!

 Diogo observa de dentro do carro seu amigo Téo vir com uma maleta na mão acompanhado de uma mulher belíssima vestida refinadamente.
        
“Pê qê pê! Como essa juíza é bonitona! E gostosa! Parece minha estrela pornô favorita, a Ava Adams!! Pô, tenho que me controlar e não demonstrar minha tesão! Ainda bem que não tenho que sair do carro quando chegarmos a casa dela!”

 - Este é o Diogo, filho da dona Ruth. Nós vamos a festa juntos.
Já sentada no assento detrás como de costume, Amanda nada sabia que Téo estava levando um amigo. Ela franze as sobrancelhas ao escutar o que Téo lhe diz.

Diogo vira a cabeça pra trás e estende a mão. Amanda o encara friamente e pergunta.
- O que voce está tramando, seu moleque? Voce não vai a festa nenhuma! Voce vai se livrar desse outro moleque e ficar lá em casa até o Horácio voltar! Entendido!??
- Mas é lá  que será a festa, meu amor!

 Diogo levou alguns segundos até perceber a insolência do amigo.  Amanda aliviou a tensão facial, apertando os olhos  com um leve sinal de sorriso nos lábios. Ela encarou Téo desse jeito por alguns segundos e virou o belo rosto olhando para fora. O sorriso aumentou um pouco mais. Nada falou.

 Diogo tremia um pouco e bastante assustado olhava pra Diogo e não tinha coragem de encarar a juíza. Olhando pra baixo ele logo desviava o olhar por perceber que fitava fixamente as coxas dela.
- Se acalma, rapaz!

 Ele escuta Téo lhe dizendo isso enquanto lhe dá uma piscadela e dá partida no Mercedes.
- Diogo, se contares pra alguém o que vai acontecer nesses dois dias lá em casa, faço te darem um flagrante de posse de droga e... voce sabe o que um garotinho novo passa a ser no meio dos presos, né!?

 Ao chegarem a mansão, Téo dirigiu direto pra garagem. Pediu a Diogo que fosse abrir a porta  e ajudar a juíza Amanda a descer.
Amanda deu a maleta pra ele segurar e esperou que Téo viesse abraça-la. Logo estavam se beijando apaixonadamente enquanto Diogo olhava atônito e já excitado.

 Logo estavam na ampla sala da mansão. Amanda abraça Téo novamente e olhando por cima do ombro ordena pro Diogo.
- Filhinho, abre o zíper aí atrás do vestido da mãezinha!

Com mãos tremulas Diogo consegue descer o zíper até o final e a parte superior das nádegas de Amanda se mostram coberta por uma pequena calcinha fio dental.

 Téo por sua vez, pega as alças do vestido e vai deslizando pra baixo. Ao chegar na altura dos quadris tem que forçar um pouco e então o vestido cai no chão.
Amanda chuta o vestido pro lado com um gracioso ponta pé e passa os braços pelos ombros de Téo, voltando os dois a se beijarem.

 As mãos de Diogo param a poucos centímetros acima das nádegas faltando coragem para agarrá-las.
- O que está esperando, querido? Me abraça!

Timidamente ele se encosta nas nádegas dela sem saber onde abraça-la. Mas então, os hormônios explodem e Diogo consegue introduzir as mãos por entre os corpos dela e de Téo, alcançando os fartos seios.
Amanda solta uma sensual gargalhada com a cabeça ligeiramente inclinada pra trás sentindo o hálito morno de ambos jovens no pescoço. Diogo lhe beija a nuca e Téo entre o pescoço e a curva do ombro.

 Em dado momento Amanda encara Téo com um olhar cômico. Ela sente que Diogo está gozando e logo a humidade da ejaculação passa através do tecido da calça dele pra pele das nádegas dela.
Diogo, arfando, ainda dá alguns trancos na bunda juíza e quando pára fica sem saber como agir e um pouco tremulo fazendo menção em tirar os braços em volta dela.

 Amanda desce os braços dos ombros de Téo e com as mãos segura as mãos de Diogo reconfortando-o e não deixando ele descolar-se dela.
- Téo, meu amorzinho, que tal preparar a hidro-master? Eu preciso ir no toalete. Ah! Que tal abrir meu vinho favorito e me esperar lá? E voce Diogo, vem comigo.

 Amanda está só de calcinha e sentada na tampa do vaso com Diogo a sua frente. Ela desabotoa a calça e a areia até a altura dos joelhos dele.
- Agora como um bom garoto, mostre pra mãezinha porque voce se molhou todo!

 
Um pouco com mais controle de si mesmo, Diogo baixa a cueca molhada com a recente ejaculação e seu páu salto ereto pra admiração da madura mulher.
- Deixa a mamãe limpar toda essa gosma e lavar essa cueca!

 Dizendo isso, Amanda leva uma das mãos até a nádega dele puxando-o para si e com a outra baixa mais ainda a cueca e passa a lamber o restante de esperma na altura da virilha no lado esquerdo.

Nos próximos minutos Diogo olha extasiado o vai e vem da boca da bela juíza na extensão de seu cacete.
Algumas vezes ela pára por alguns segundos com o caralho inteirinho dentro boca. O queixo dela espreme as bolas dele enquanto o narizinho se achata na pélvis do jovem filho da Ruth.

Numa dessas vezes Diogo jorra toda sua ejaculação enquanto serenamente Amanda vai engolindo tudo sem deixar nada escapar da sua boquinha.

Uma das mãos dela está dentro da calcinha acariciando o maduro clitóris e a outra mão está cheio com um dos seios beliscando o mamilo rosado.

 Amanda deixa a rola de Diogo escorregar pra fora de sua boca. Ela está super excitada e com a respiração pesada. Diogo se ampara na pia pensando no tremendo gozo que ele jamais teve.
- Meu... meu querido, vá se juntar ao Téo. Eu vou ficar aqui por mais alguns minutos.

 Amanda tomou um banho sem molhar os cabelos, vestiu um robe e foi se juntar aos rapazes na sauna.
Diogo ainda tinha vestígios de maionese ao lado da boca, do sanduiche que ele e Téo haviam preparado e comido.
Numa mesinha estava uma garrafa de vinho branco e um prato com queijos sortidos.

 Amanda, piscando pra Téo, apontou pra garrafa de vinho querendo dizer que queria uma taça. Se aproximou de Diogo que a olhava timidamente mas já sentindo o páu crescer. Ela lambe toda a maionese e depois o beija demoradamente lhe acariciando o cacete.
Téo lhe entrega a taça assim que ela pára de beijar Diogo. Em seguida, Ela deixa o roupão cair e sem largar a taça, volta a beijar o filho de Ruth.

 Téo se agacha por trá de Amanda e passa a acariciar-lhe as nádegas dando longas chupada e mordidinhas.
A bela juíza dá um longo suspiro e depois olhando bem olhos de Diogo, põe as mãos nos ombros dele e faz pressão pra que ele vá se abaixando.
Logo, Amanda está se apoiando numa parede, uma das pernas em cima do ombro de Diogo.

Ele não tem experiência em chupar uma boceta, mas ao menos move a língua em toda lábia dela. Téo cada vez mais força o rosto por entre as polpudas nádegas tentando enfiar o máximo de língua no anus da formosa juíza.

Enlouquecida, segura o alto da cabeça de Diogo e mantém o ritmo, esfregando a xaninha no rosto dele.
- Téo, meu safadinho! Mete... mete em... miiim! Mete! Mete! Agora!
 
Segurando fortemente a cabeça de Diogo com as duas mãos, Amanda empina pra trás as bojudas nádegas. Téo passa uma das mãos por baixo de uma das nádega e com a outra mão posiciona a glande na boquinha do anus.
Amanda sente a bolotuda glande a ultrapassar seu anus  e prende a respiração. Diogo continua lhe lambendo a xana quase sem poder respirar direito.
 
Logo, Amanda sente o lento entra e sai da quase toda rola dentro de seu cuzinho. Diogo não sabe o que seja o calombo na bocetinha que volta e meia lhe roça o queixo.
Ele escuta Amanda urrar de prazer e sua pélvis lhe dar trancões no rosto cada vez mais rápido.

Então, ele escuta Téo dar um longo urro e Amanda ficar gritando quase que histericamente. Por fim, Diogo sente uma gosma morna escorrer pelo seu queixo e pescoço.

 Naqueles dois dias, Diogo não melhorou muito seu ímpeto ejaculatório, mas serviu como um bom parceiro na satisfação sexual da juíza Amanda.
E volta e meia eles repetiam quando o marido de Amanda estava fora.
Ele se tomou de afeição em sodomizá-la.
Mas nunca desconfiou de que gosma era aquela que lhe escorrera pelo  queixo naquele primeiro dia.


 
 



IV

Aconteceu de certo dia e devido a melhora das condições físicas de Otávio, ele se virar pra posar a xicrinha de café na mesa  enquanto ouvia o barulho da chave fechando a porta.
Nesta posição em que ele estava inclinado, a televisão refletiu fantasmagoricamente Téo e sua esposa se esgueirando pro quarto do filho Diogo.
Foi estranho ele não se surpreender  tanto, apesar de considerar a esposa de certa forma bem puritana e incapaz de se envolver com outro homem.
       “- Meu deus! O que tenho feito!? Isso tudo é culpa minha! Acabei induzindo minha mulher à infidelidade e isso provavelmente lhe trará um grande sentimento de culpa!”

Pensando desse jeito,  ele ainda se lamentava de qual comportamento sexual ela estaria sendo submetida pelo Téo, que embora bonito, parecia ser tímido e inexperiente.
Ruth, por seu lado, era sem nenhuma imaginação sexual, assim pensava Otávio.
 
Quanto mais pensava, mais se sentia culpado. Ele tinha que fazer algo pra que Ruth não se amargurasse tanto quando  o arrependimento lhe viesse.
E por curiosidade masoquista, virou a cadeira e evitando fazer qualquer barulho, chegou à porta do quarto.
Sentado na cadeira, ele estava na altura exata pra observar grande parte do quarto através da fechadura.
 
Ruth está nuazinha e ajoelhada entre as pernas de Téo. O enorme e grosso caralho dele era masturbado febrilmente pelas mãozinhas dela que de vez em quando inseria todo o caralho na boca chegando a encostar o afilado narizinho na virilha dele.
Era inacreditável que ela conseguisse fazer isso com uma torona daquele tamanho.
- Chupa, gostosa! Chupa! Chupa como uma rampeira que te transformei! Chupa!

 Quase se engasgando e densa baba lhe escorrendo da boca, Ruth procura por ar quando ela livra a rolona da sua performance de garganta-profunda, voltando a masturbá-lo gentilmente.
- Agora... agora eu quero lá!  Quero lá! Já, já!

 Otávio estava estático e  totalmente surpreso vendo a naturalidade com que sua esposa se deixava depravar daquele jeito. Mais ainda com o jeito cafetão de Téo.
O que também o fazia mais temeroso não era só ver sua esposa ser tão safada, mas também se ela se machucasse com aquela descomunal rola do garoto.


"- Cacete! Ele vai arrombar por completo a bocetinha da Ruth! Oh, meu deus, o que eu fui fazer!?

 Otávio, ainda fascinado pelo colosso príapico de Téo, observa também com admiração a bela bunda de sua esposinha quando ela se posiciona para cavalgar o menino Téo.
Ruth, torce o corpo até conseguir segurar o pênis, parecendo um tronco de arvore com suas veias azuladas,  e passar a esfregar a bolotuda glande por toda a racha da xaninha.
- Coloca lá, sua safada! Coloca lá! Lá na boquinha! Na boquinha do teu fiofó!

 O marido não conseguiu entender direito o que Téo disse, porque sua voz chegou-lhe aos ouvidos bastante abafada. E no segundo em que Otávio deu duas piscadelas, sua esposinha engoliu com o anus toda a cabeçorra da assustadora rola.
A visão através do buraco da fechadura não dava pra ele definir que sua esposa estava sendo enrabada.
Ele ficou observando os dois até eles gozarem entre gritos e urros abafados, pois cada um tapava a boca do outro com uma das mãos.

Otávio voltou pra sala o mais rápido possível e dessa vez se posicionou onde em frente da televisão ele poderia ver o reflexo atrás de si. Quando Téo saiu e Ruth se dirigiu pra suite levando as roupas nas mãos, ele foi atrás dela.

Ruth se assustou com a brusca entrada do marido no recinto. Pela cara dele, ela logo percebeu que ele tinha visto o ato de sodomia a que ela se submeteu.
- OK, voce descobriu que o Téo estava me so...
- Só, o quê!? Vai me dizer que ele estava SÓ te fazendo massagem? Ora, Ruth! Ví do jeito que voce guiou aquela monstruosidade pra entrada da tua vagina! Mas, a questão não é essa! Por que voce se depravou tanto!
 
      “- Caralho! Ele não percebeu que eu estava sendo sodomizada?! Que eu estava dando meu cuzinho maravilhosamente pro cacetudo do Téo!?”

 - Olha aqui, seu cretino! Voce me traiu primeiro! E com um viado! Agora vem com esse discurso de moralista, de maridinho passado pra trás! Sim, voce é corno agora!!
- Não trai nada! Eu só dei carona pra ela... pra ele! Além disso, eu sou homem, porra!
- ... e por isso te dar o direito de me deixar na seca por quase seis meses! E ainda procurar um viado!! Eu sou mulher, mas tenho cu também!
- O quê!? Isso jamais se deve fazer na mãe de nossos filhos! E já disse, eu só dei uma carona!!
- E tu bateste com o carro enquanto ele te chupava!
 
         “- Oh, meu deus! Ela nunca pode saber o que realmente aconteceu naquela noite! E, caramba, deixar ela seis meses sem meter... Oh oh! É tudo culpa minha! Só minha!”
 
- Falando em chupação, que foi aquilo que voce fez no Téo? Eu nunca te tratei assim, Ruth! E olha só, o esperma dele ainda está escorrendo de dentro de voce!
- Muito bem! Quero me divorciar!
- Ah ahah! Pode pedir! Eu também quero!

 Otávio vê a esposa virar-lhe as costas e pela primeira vez se inebria pelo  rebolado das polpudas  nádegas com a parte inferior das polpas reluzente com o esperma ainda úmido que lhe escorre do anus.
Quando Ruth volta do banho, ainda nua, encontra o marido no mesmo lugar de antes. Esses quase vinte minutos em que a esposa ficou no chuveiro, Otávio passou em conflito com as decisões que tinha de tomar.
Sempre achou sua esposa uma mulher sem graça e que por diversas vezes a tinha traído, agora se revelava uma despudorada sem vergonha. Mas, começou a vê-la sexy e encantadora.

Era esse conflito que Otávio tentava como justificar um perdão para ela. Optou pela mea culpa, mea máxima culpa, ou seja era justificável Ruth lhe trair uma vez já que por diversas vezes ele a havia traído. Era melhor esquecer o divórcio.
- Ruth... querida, vamos conversar moderadamente. Deixa eu ir até fim com minha exposição. Eu errei, voce errou. Espera, espera! Tá bem, voce foi levada a errar. Mas, em suma, eu negligenciei também meus deveres de marido. Como pude deixar passar seis meses sem trepar com voce? Sou um burro mesmo e mereço o chifre que voce me deu... Mas, espera aí!! Eu sofri o acidente há quatro meses. Não pode ser seis meses!!

- Qual´é, Otávio!? Dois meses antes do acidente tu já me deixavas na mão!

O marido estende as duas mãos pra frente, como pedindo que o deixasse prosseguir. Mas, já por esse momento, Ruth já sabia que Otávio ía entregar a aceitação de ser corno.
Agora era ela quem estava em conflito consigo mesma. Com certeza, ele a perdoaria se ela prometesse nunca mais ver o Téo.
Bom, se fosse só isso, ela diria que sim, mas não cumpriria a promessa. Não havia mais volta pra ele voltar a ser aquela recatada esposinha novamente.
- Se formos colocar na balança nossos pecados, meu prato vai pesar mais. Eu acho que poderíamos esquecer tudo e começar de novo. Eu serei mais carinhoso com voce assim que puder sair dessa cadeira de rodas.  Até lá voce poderá continuar com o garoto... Contanto que ele não fique sabendo desse nosso acordo.

 A esposinha de Otávio se surpreende ao que o marido está propondo. Ela não esperava por isso. Parece que no fundo o marido percebia que ela o trairia para sempre se continuassem casados. Ruth não pode esconder o sorriso de alegria quando se tocou do amplo horizonte de diversidade sexual que se estava apresentando.

 Otávio sorriu também. Lhe pareceu que se sentiu aliviado ao pagar suas traições em ser corno manso pelos próximos dois meses. No máximo.
E também, depois que Ruth voltasse a ser a esposinha exemplar, ele poderia sempre dar suas escapadelas pra saciar sua obscura tara sexual.
- Voce realmente vai aceitar eu te trair?! Vai deixar que Téo faça de tudo comigo?
- Até eu me levantar dessa cadeira... Hei, o que voce quer dizer com “faça de tudo”?

 Otávio esperou pela resposta em vão. Com um leve sorriso no rosto, Ruth se aproxima dele e coloca um pé no braço da cadeira.
Em seguida levou as duas mãos até a cabeça do marido e foi forçando devagar até a boca dele encostar-se na sua xaninha.
- Vamos começar sua terapia de recuperação desde já! Lambe! Se me fizer gozar eu não me divorcio! Vamos, lambe! Meu chifrudinho querido!

          “- Meu deus, o que está acontecendo comigo!? Estou adorando essa nova Ruth!
  Será que me realizo sexualmente sendo corno, além de minha outra tara!?”

E a vida seguiu. Quase sempre, Otávio estava esperando a esposa sair do banho depois de quase duas horas de ele ser submetida aos desmandos do garoto, para fazer a “terapia de recuperação” dele.
Uma vez, Otávio pediu que a esposa descrevesse com detalhes o que eles tinham feito.
Foi a primeira vez que ela gozou com o minete do marido enquanto ela descrevia de como chupou Téo até ele ejacular em sua boquinha.

Por enquanto ela escondia do marido que gostava de se submeter a sodomia que Téo sempre exigia. Então, no dia seguinte, ela se aproximou dele, mas se virou de costas e se inclinou pra frente ao mesmo tempo em que levou as mãos em cada banda das nádegas e as abriu  exibindo o cuzinho com todas as pregas intactas mas bem avermelhadas.

Se o marido percebeu alguma coisa, não demonstrou. Ele apenas se esforçava mais pra frente pra alcançar a xana e o anus que estavam a sua frente. Ruth deu uma ajuda ao esticar os braços um pouco mais e segurando a cabeça,  esfregava sua bundona no rosto dele.
 
E aí, ela começou a descrever uma suposta vontade de ser sodomizada.
- Ai aiaii querido, ai ai! Voce me mata fazendo assim, viu! Voce tá... tá lambendo meu cuzinho, sabia! Por que tá fazendo isso comigo? Voce quer que eu experimente, quer?
É isso que voce quer que faça? Me diz, meu corninho safado! Me diz que é isso que voce quer! Que voce quer que eu me deixe enrabar! É isso então que voce quer!?

Passou-se uma semana sem que a esposa viesse lhe oferecer a xaninha, pois Téo não tinha aparecido. Isso deixou Otávio numa torturante impaciência. Até que o dia que Ruth saiu do banho e ele lá estava esperando como sempre.
Ela se postou a sua frente com o pé apoiado no braço da cadeira e passou a esfregar suavemente a xana em seu rosto.
- Hoje... ah, hoje eu fui sodomizada! Téo comeu meu cuzinho!

Ruth sentiu o marido retesar a cabeça e parar de tilintar o grelinho com a língua. Ela sentiu com mais tesão ainda.

   
     “- O corninho agora vai saber o quanto eu gosto de ser sodomizada! Imagina só quando eu lhe contar das orgias que já participei junto com os professores da faculdade do Téo!!”
 
- Sabe, Otávio, quando voce andou com aquele viado em busca de comer um cuzinho?Eu pedi ao Téo que me tratasse como um viado! Então, a semana passada quando ele vinha me trazer em casa, eu me trocava dentro do carro, vestindo somente a calça e uma camisa emprestada por ele.
Prendia meu cabelo e usava um boné.  Eu tentava o máximo a andar como homem!  Ele me levava até o boteco do Simão que voce bem conhece e tomava uns dois dedos de pinga. Depois saíamos com meu braço por cima do ombro dele como dois camaradas.
Nesse momento, Ruth sentiu que o marido voltou a beijar-lhe a xotinha. E logo logo com bastante avidez,
- ... e então entrávamos no beco entre a nossa casa e a da vizinha Maria. As calças eram arriadas, eu me inclinava pra frente e apoiava os cotovelos na parede e dava meu cuzinho pra ele como se fosse um viado !
- Vira, Ruth! Vira! Por favor, vira e deixa eu ver!

 A esposinha escuta essa clemencia com a voz rouca e tremula do marido. Lentamente ela se vira, se inclina e abre as nádegas.
- Oh, meu deus! É verdade! É verdade! Voce está dando cuzinho pra ele!
- Vou... vou dar pra... pra voce também! Algum dia, amor!

 

V   
                  

Ruth, o marido e o filho estão há quase duas semanas num luxuoso resort. Ela já está enfastiada e querendo voltar pra casa e pros braços de seu amante. A tesão era tanta que volta e meia ela se masturbava. Como agora que está saindo da piscina porque viu um rapaz parecido com seu amante.

 Parece que o único a tirar o máximo de proveito de todas as atividades do resort é o marido Otávio.
O filho Diogo que acabou de entrar pra uma academia militar, está no momento entregando sessenta dólares para um senhor de barba e cabelos grisalhos e bastante bronzeado de sol.
- É a número quatro. Espera uns dez minutos e depois pode ir!

Ruth durante sua adolescência foi campeã de tiro ao alvo mas nunca conseguiu se classificar para as olimpíadas. Mesmo assim ainda pratica no clube de tiro da sua cidade. Alí no resort havia um estande de tiro. Resolve dar uma olhada antes de ir pro bangalô deles.
Escolheu a última, lá encontrou uma espingarda de ar comprimido. Havia um banco acolchoado onde o atirador poderia se sentar ou apoiar o joelho. Ruth preferiu se ajoelhar e apoiar o escultural corpo encima da bancada.
Uma luz estava refletindo em cima da mira. Ela achou por bem desligá-la já que o alvo estava bem iluminado. Colocou os protetores de ouvido e fez dois disparos. Preparou a espingarda de novo e estava prestes a atirar quando sentiu aquela vontade irresistível de se masturbar.
Assim, com o corpo inclinado sobre a bancada, uma das mãos entrou pela calcinha do biquíni e em segundos ela estava murmurando e rosnando de prazer.

- Acho que agora já posso ir, né?
- Sim. Mas, olha, não fica de papo lá. Gozou, cai fora!
Diogo, eufórico e cheio de tesão, soube que algumas daquelas jovens eram garotas de programa e o coroa grisalho e queimado de sol era o “coordenador” delas.

Ele abre a porta da cabine quatro mansamente e na penumbra avista o belo torneado de uma bunda pronta pra ser enrabada. Foi pra isso que ele pagou. Comer um cuzinho!
Ele levanta a canga e se surpreende que a putinha ainda tá de biquíni. Daqueles que se amarramde lado nos quadris. Isto o deixa mais excitado enquanto desfaz os laços e agora ele só tem que afastar o tecido do rego da bundinha daquela popozuda.

Em seguida, ela coloca a super-lubrificada camisinha no cacete. Gentilmente e aproveitando cada segundo e cada milímetro que sua rola vai invadindo o cuzinho de uma das mais belas bundas que  já tinha visto alí no resort, Diogo se inclina pra frente e por cima do corpo da bela sodomizada e passa a dar encontrões em cima das nádegas dela. Sussurrando, ele lhe diz o quanto o cuzinho dela era apertadinho e que corpo maravilhoso que ela tinha.
- Eu... eu quero encontrar você... ui uiuiii que gostoso! Quero encontrar você de novo, sua putinha gostosa! Eu vou pagar... aaah, que delicia! Que delicia! Vou pagar direto a você! Nada de pagar ao Gusmão! Eu quero pagar só a você e comer esses cuzinho!!
A moça por baixo dele começa a arfar e gemer enquanto rebola. Isso faz o excitamento de Diogo chegar ao máximo e ele goza intensamente.
- Quero... quero que você me encontre no bar da  beira-mar lá pelas sete! Use qualquer vestimenta vermelha pra eu saber quem é, ok?!
Enquanto isso, Ruth está sonhando com seu namoradinho e do modo como ela corneia seu marido Otávio. Seus dedos dedilham febrilmente sua xaninha.
Em seu sonho, Téo está ali fazendo o que ele mais gosta de fazer nela. Sodomizá-la.
Ruth se perde em seus devaneios e passa a gozar intensamente mais do que as outras vezes em que tem se masturbado. Pra finalizar, Ruth o imagina dizendo que irá encontra-la ali no resort.

O bar a beira-mar quase não tem ninguém aquela hora. Ruth se senta numa das banquetas e pede uma marguerita. Ela está exuberantemente bela. Seu bronzeamento é da cor de um pêssego maduro.
Alguém daria no máximo uns vinte cinco anos pra ela. Mas está chegando perto dos quarenta. É uma mulher pra quatrocentos talheres, bela, madura, bem curvilínea e cheinha onde os desejos masculinos se realizam.
Nisso, chegam o marido e o filho. Otávio a abraça e lhe dá um bitoca nos lábios. Diogo, embora sorridente, parece nervoso.
- Vamos, filho! A final vai passar no telão lá da sala de jogos. Já vai começar!
- Vá indo pai! Vou daqui a pouco. Quero tomar uma cervejinha com a mamãe!

Ruth olha com carinho o filho enquanto leva as duas mãos no alto da cabeça pra ajeitar o laço
- Mãe, a senhora não viu alguma garota vestindo qualquer coisa vermelha. Ela já deveria estar por aqui!
Ruth pára o que está fazendo com a respiração suspensa. Num átimo de segundo ela sente que confundiu a fantasia com a realidade.

Diogo está falando com a mãe e percebe a ruborização em sua face e o modo como ela lentamente vai baixando os braços onde as mãos tinham acabado de ajeitar a fita vermelha nos cabelos castanhos.
O filho desvia o olhar do rosto de sua mãe e fica como que hipnotizado olhando em outra direção sem piscar. Ruth tenta pegar o cálice, mas sua mão está tremendo. Mesmo assim ela consegue levar a bebida aos lábios. O cálice fica encostado ao lábio inferior e seu olhar fixo em nada.
- Era você, não era?
Ruth lhe dá uma rápida olhada de soslaio com os penetrantes olhos verdes, permanecendo imóvel como antes.
- Meu deus! Não consigo acreditar! Minha mãe se entrega a qualquer um! Como se fosse uma Belle du Jour! Se entrega sem restrições!
- Olha aqui, moleque! Pára de falar essas coisas! Não é nada disso que você está aí me insultando! Além disso, você foi insuportável! Encontrando uma mulher pela primeira e errando de orifício!
- Mas como! Eu paguei pra isso mesmo! E você pareceu gostar o tempo todo! Oh, não! Como pode, mãezinha você ser tão depravada?! Só puta é que  dá o cuzz... o anus!
- Não tem nada ver, seu ingrato escroto! Voce deveria considerar que eu... que eu poderia... poderia  estar pensando que era  com seu pai!! Ele sempre me subjuga desse jeito, sempre me sodomizando... não que eu goste! Não e não!

- O quê? Num local como aquele?!
- Sim. Ele costuma me pegar em lugares mais inusitados. Esse é o modo que ele gosta!
- Ah, estou enojado!
- Eu também, Diogo! Seu pai não pode saber do que houve e de que lhe contei sobre a tara dele! E vamos esquecer isso pra sempre!

Ruth nem olha quando o filho vai embora. Só escuta ele dizer que está indo assistir ao jogo. Ela, então, respira aliviada. Ainda bem que teve a presença de espirito em inventar aquela história toda.
         “Caramba! Que coisa mais maluca! Eu pensei que tinha sonhado tudo e pra preservar a fantasia eu pus até o laço vermelho como se fosse o Téo que tivesse me pedido!  Eu não poderia reconhecer a voz do Diogo, pois estava com o abafadores nas orelhas e só escutava bem baixinho! Oh, eu não tenho culpa desse incesto! De cornear o Otávio, sim!!”

Ruth está alarmada em ter que ficar mais três dias na companhia do marido e do filho com aquele clima de incesto pairando entre eles dois. Envolta em seus pensamentos não nota quando um belo coroa, quase cinquentão, pára ao seu lado.
- Senhora, dona Ruth, não é? Poderíamos ter uma conversinha? Que é do seu interesse!
- Como assim? Como sabe meu nome?
- Eu sou Gusmão. Gerencio parte do entretenimento aqui do resort. Quero lhe oferecer uma estadia neste final de semana no resort daquela ilha em frente.
- Aquela que parece que a festa não pára nunca! De vez em quando dá pra ouvir as músicas vindas de lá! Huum,  parece interessante! Continue sr. Gusmão!
- Oh! Não esperava tanta receptividade! A senhora cada vez mais me surpreende!
- Como cada vez?! Nos conhecemos agora!
- A senhora, sim! Mas eu, me perdoe, venho lhe acompanhando desde que chegou e sei exatamente tudo o que aconteceu hoje a tarde!
A esposinha do Otávio tem um leve calafrio quando Gusmão menciona aquilo. Instintivamente ela baixa os olhos, pois adivinha que não poderá negar se ele sabe realmente que foi sodomizada pelo filho dentro de uma cabine de tiro ao alvo.
- O Diogo pagou por uma das minhas garotas. O encontro deveria ser na cabine quatro do estande de tiro. O combinado era da garota chegar primeiro e ele depois. E então ela me contou...
          "Quando cheguei lá, já tinha uma garota na posição. Por isso estou aqui! Quero meu dinheiro assim mesmo!" 
- Mas como?! Eu disse pra ele esperar dez minutos!
- O problema não é ele! É ela! Quem está lá? Quem é ela?"  - Foi isso que ela me contou e tive que dar o michê pra ela!
- Assim, dona Ruth, fui até lá e abri a porta de mansinho que o atanzanado de seu filho se esqueceu de trancar e ví ele por cima da senhora... Pelo que ele pediu e pelo que pagou, tenho certeza que a senhora estava sendo sodomizada. Saí do mesmo jeito que fui e fiquei esperando a saída da  misteriosa mulher. Por coincidência era a senhora, de quem eu já vinha observando, não só pela sua estupenda beleza física, mas também pelo seu comportamento que denotava solidão.

Lágrimas aparecem nos olhos de Ruth. Ela imagina que sua vida vai virar um inferno, pois não tem dúvida que será chantageada.
Gusmão lhe estende um lenço, que ela recusa, fuzilando-o com os frios olhos verdes.
- Dona Ruth, por favor, não me entenda mal. Não estou aqui pra lhe chantagear ou fazer mal algum. Só queria lhe fazer um convite, só isso. A sua história aqui hoje é interessante e só lhe dá mais pontos caso a senhora aceite o convite de passar o final de semana lá na ilha.

Sem virar a cabeça, Ruth de soslaio o olha interrogativamente. Ela não sabe porque, mas começa a confiar nele.
- Caso a senhora recuse, eu vou embora imediatamente. E depois do final de semana nem saberá quem eu sou.
- Sim, me recuso. E aí? Até parece que o senhor vai me deixar em paz!
- Minha senhora, dentro de duas horas estarei partindo pra´quela ilha e só voltarei na  quarta-feira. Nós nunca mais nos veremos!
Dizendo isso, Gusmão faz um discreto aceno com a mão tocando no chapéu panamá. Ruth lhe dá um sorriso de escárnio levantando uma das sobrancelhas. Gusmão nunca esquecerá aquele rosto pro resto vida. Ele se levanta pra ir embora.

A esposinha do Júlio, apesar de não querer se arriscar, sentiu que o atraente coroa era sincero e não iria lhe causar problemas. O convite era tentador, pois ela passaria aqueles últimos dias longe da atmosfera incestuosa criada pelo filho. Além disso, teria toda mordomia de sauna, massagens  com supremo requinte.
Então, só pra satisfazer sua vaidade e apostando nisso veementemente, Ruth pernósticamente pensa em provoca-lo e dispensa-lo depois.
Ela espera ele dar uns cinco passos e o chama. Gusmão se vira e tem a luxuriosa visão das nádegas polpudas dela praticamente engolindo a banqueta. Percebe então que Ruth sem se virar está com o dedo apontando pra banqueta ao lado.
- O que o senhor quer beber?
- Podemos dispensar a formalidade? Eu serei só Gusmão e você só...
- Negativo! Eu lhe tratarei de Gusmão e exijo ser tratada formalmente! Entendido?
- Sim senhora...
- Eu lhe fiz uma pergunta. Não me deixe esperando, seu cafetão escroto!
- Uma cerveja.
- Negativo. Seja mais requintado. Homem nenhum fica ao meu lado bebendo cerveja!
- ...sim senhora!

Gusmão entra no jogo dela. Sabe que tem uma chance de leva-la pra ilha. Mas, a beleza dela o está dominando, e ele sabe que isso pode ser perigoso.
- Voce provavelmente me deseja. Nada disso! Voce me deseja ardentemente e vai querer saber o que meu filho fez comigo. Pois bem, eu lhe direi! Está vendo meus glúteos? Eles são enormes, né?! E meu bronzeado, olha só! Lindo não é mesmo? Quer saber como é onde o biquíni tapa o sol? Por exemplo, aqui nos meus seios que você adoraria de ver! Que você vai implorar para que eu te mostre! Implora!
- Dona Ruth, eu poderia continuar nesse teatro... mas acho que a senhora não acreditou em mim. Ou então não sabe o que está fazendo. Me perdoe, mas eu tenho que ir.

Antes que Gusmão fique de pé, Ruth o encara rangendo os dentes e os olhos verdes faiscando. Ele nunca irá esquecer desse rosto também.
- Fique sentado, seu calhorda! Não me vire às costas! E não vou falar duas vezes. Me mostre o pênis, agora!
Gusmão está acostumado a tratar com diversas personalidades. Algumas excêntricas, outras amalucadas, mas nunca encontrou alguém como essa mulher fascinante.

Ele não sabe como agir. Está estático, mudo. Ruth lhe joga o conteúdo do cálice em seu rosto. Gusmão sai do seu estupor e os belos olhos dela o encaram inquisidoramente. Se ela tivesse uma espada lhe cortaria a cabeça ali mesmo.
Olhando uma vez pra cada lado, Gusmão expõe semi-endurecido cacete pra fora. Ruth está com os cotovelos apoiados no balcão e as mãos entrelaçadas embaixo do queixo.

Em seguida, uma das mãos vai até a jeba dele e a apalpa. No começo devagar, depois aperta com força. O cacete endurece feito rocha. Ruth se surpreende com a rigidez  e a beleza da ereção de um homem como ele. Está se tornando dificil que ela mantenha a frieza por mais tempo. Ela ouve Gusmão grunhir baixinho e levar uma das mãos a cabeça apoiando o cotovelo na bancada.
Isso dá um pouco mais de impulso a frieza de Ruth e ela larga o colossal cacete. Gusmão num ato reflexo leva a mão pra segurar o membro e leva um forte tapa na mão.
- Não se toque, seu velho safado! Tenha vergonha! Expondo-se  assim! Meu marido e meu filho vão ficar duas horas vendo o jogo. Eu quero ficar essas duas horas com sua cara no meio de minhas coxas obedecendo minhas ordens! Agora se componha e vá a meu bangalô que você, sem dúvida, sabe onde é!
- Senhora! Senhora Ruth! É arriscado. Lá na seu bangalô, não! Vamos pro iate, lá é mais seguro e terei o maior prazer de lhe servir como a senhora deseja!
- Depois.
Ruth exclama já lhe dando às costas enquanto caminha em direção ao bangalô.

Diogo assim que chegou ao teatro, sentou-se ao lado pai e volta e meia o olhava de lado. Ele não podia acreditar que ele fazia aquelas coisas com sua mãezinha. Ele era o culpado por acostumá-la àquele tipo de abordagem sexual.

E, maldita a hora que ele próprio tinha visto e possuída a beleza do cuzinho rosado de sua mãe. Diogo jura a si próprio que por mais tezão que ele se lembre do acontecido jamais tocará nela de novo. Ele passará a venerá-la como uma santa.
- O quê é, Diogo? Fica me olhando de lado! O que houve?!
- Me diz uma coisa, pai. É... bem, eu não sei como começar. Bem, é que eu... eu acho bonito uma mulher bunduda. E o senhor?
- Eu, o quê?
- Gosta de comer um cuzinho?
- Voce tá maluco? Que porra de pergunta é essa?
- É que... não sei, não sei, mas já tive experiência de sexo anal com uma garota e...
- Isso é horrível, filho! Por mais que você use camisinha... é sujo, fedido! E anti-natural!
- Mas... mas, não uma prática comum entre casais? O senhor... e a mamãe já...
- O quê?! Nunca! Nunca! Não se deve fazer isso nem com uma mulher de rua, ainda mais com nossas mulheres de família! É pura perversão! Nem pense nem faça isso!
No intervalo do jogo, Diogo diz ao pai que vai dormir. Ele se dirige ao bar onde Ruth estava, enlouquecido com as mentiras dela e mortalmente curioso em saber quem sua mãe realmente era.

Sabia agora com certeza que aquela não foi a primeira vez que ela se entregou a um estranho e também que fora sodomizada sem protestar. Tinha certeza que ela era uma ninfomaníaca, uma doente e precisava de tratamento. Jurou de novo que nunca revelaria ao pai a verdadeira causa quando ele a internasse pra tratamento.
De longe ele viu que ela não estava no bar. Sofreu com a idéia de que ela tivesse outra recaída e fosse procurar alguém. Estava desnorteado. Não sabia aonde ir. Caminhando a esmo, acabou dando no caminho para o bangalô deles.
Ele visualizou a sombra dela sentada no sofá. Foi um alivio. As paredes da sala do bangalô eram de vidro de cima a baixo. Ele não entendia porque ele balançava lentamente a cabeça de um lado pro outro. Chegando mais perto, seus olhos quase saíram fora. Ele viu a cabeça de Gusmão emergir por entre as coxas de sua mãe.
Ela estava com os joelhos curvados,  quase tocando nos seios. Agora, o torso atlético dele estava todo aparente e parecia que ele ía penetrá-la. Estupefato, Diogo viu sua mãe afastar Gusmão do meio de suas coxas, balançando a cabeça negativamente ao mesmo tempo em que  baixava os joelhos e ficava sentada na beira do sofá.


 
Ato contínuo, Ruth segurando com as duas mãos o cacetão pela base, faz com que ele invada sua boca até a metade. Aí ela passa a sugar como se fosse uma bola de picolé. Segundos depois ela tira a rolona gosmenta da boca e fica olhando com admiração aquele estupendo órgão masculino.
Diogo está hipnotizado pelo desempenho de sua mãezinha. Agora, não era mais sua mãe, mas uma belíssima femea praticando um  sensual boquete no macho de agora.

Poe um breve momento a sua natureza masculina fala mais forte que seu respeito pela mãe. Mas, apelando com todas as forças ao seu caráter, ele consegue deslocar sua luxuria para o fundo de sua mente e irrompe como um pastor evangélico enfrentando satanás.
- Mãe! O que está fazendo?! Sei agora que você é uma mentirosa! É uma rampeira! Voce me envergonha! Envergonha meu pai! E você, seu cafetão filho da puta! Cai fora!
Gusmão fica estático, apreensivo. Ruth, passado o susto da gritaria, larga a rola dele e calmamente encara o filho.
Depois, se levanta e baixa o vestido que estava enrolado até o pescoço. Gusmão se abaixa e vai suspendendo a calça.

Diogo engole seco vendo a mãe fazendo uma espécie de rebolado ao ajeitar o vestido.
- Olha aqui, Diogo! Fale e pense o que quiser. Não tô nem aí! Não valeu a pena cuidar de dois marmanjos e ter minha natureza sexual mutilada!

 Gusmão olha pra Ruth e faz menção de que está indo embora.
- Nada disso! Vamos sair daqui juntos. Me leva lá pro resort da ilha. Aqui não vai dar mais pra fazer você gozar! E você, meu filho, diga pro seu pai o que quiser. Eu só volto na terça.
 
Antes que Diogo e Gusmão atinem pelo que Ruth lhes disse, ela já está cruzando a porta. Gusmão se aproxima de Diogo, remexendo nos bolsos e tirando uma nota de cem dólares lhe diz.
- Toma! E diz pro papai somente que ela vai passar o final de semana no Spa. Só isso!
- E pra que esse dinheiro. Comprando meu silencio daquilo que ví?
- Não. Tô comprando o passe dela! E não me provoca, moleque!

 Quando Otávio chegou, encontrou o filho olhando fixo pra televisão.
- Por que não voltou pra assistir o jogo. Deu empate e vai pra prorrogação. Avisa pra mamãe que chegaremos um pouco tarde.
- Pai, a mãe não tá! Ela recebeu um convite pra passar o final de semana no Spa lá do outro lado.
- Hãhã... Bom pra ela. O recado tá dado. Agora vamos assistir a prorrogação!

 O que aconteceu a Ruth no resort Shagger-La será assunto para os próximos capítulos.

Vamos agora para quatro anos a frente.

 Otávio está mais radiante do que o próprio filho que acaba de receber as divisas de tenente, colocadas nos ombros por sua mãe. Praticamente não houve um beijo mas um roçar de bochechas.

Ruth está charmosíssima com seu vestido branco com florezinhas e primoroso chapéu caído de lado. Ela sabe o efeito que suas curvas faz nos homens, principalmente suas nádegas e sua boca de lábios carnudos pintados de vermelho sangue.
 
Ela escolheu aquele vestido bem solto para que não se revelasse suas curvas. Mas, quis os deuses que lhe fosse feita uma pegadinha. Todo mundo tentava visualizar se ela estava com calcinha ou sem. Quatro oficiais do alto comando praticamente a aprisionaram com tanta atenção enquanto Ruth dava risinhos.
 
Aquilo martirizava o filho que tinha apresentado a namoradinha ao pai. Diogo acha estranho o Gusmão estar alí.
- Pai, o que ele está fazendo aqui?
- Ué? Não sabes? Tua mãe não te contou? A Ruth está trabalhando com ele desde... desde... Ah, não me lembro! Pois é! Quando  disse a sua mãe que voce se formava hoje, o Gusmão nos ofereceu trazer de jatinho. Por falar nisso, por que voce não disse a sua mãe da sua formatura?
- É, benzinho, por que, hein? Voce nunca falou dela pra mim!

 Anita tem um sorriso lindo e narizinho arrebitado. É uma mulher belíssima, apesar de feito dezoito anos duas semanas atrás. Ela é quase da altura do seu tenente estando descalça.

Por coincidência seu vestido também é transparente e não são poucos os olhares em sua direção. Inclusive o de Gusmão.
- Não é bem assim... Ela me trata como um bebê! Nós temos nos falado regularmente. É só que... que... Ah, não sei! Deixa pra lá! Vamos ao almoço comemorativo!

 Como Gusmão não estava na lista, ele não participou. Foi convidado a ir à Cantina dos Oficiais enquanto durasse o almoço. Sentou-se no bar e pediu uma cerveja.
- Posso saber que porra que voce tá fazendo aqui?

Ele nem se importou em se virar. Sabia quem estava ali e esperou que Diogo chegasse ao seu lado.
- Garoto...
- Garoto, o caralho! Me chame de tenente e de senhor!

 Mansamente Gusmão virou a cabeça em sua direção e lhe disse trincando os dentes.
- Fui das Forças Especiais. Saí major. Dei muito porrada em tenentinho! E tu, boneca?

Diogo fica vermelho de tanta raiva. Mas a vida militar o ensinou a controlar suas emoções e agir no momento exato pra atingir o inimigo, no caso, Gusmão.
- Grande merda, ô ex-fuzileirinho! Sou paraquedista também! Mas, agora diz! Que porra tás fazendo aqui?

Diogo falou tão alto que até o barman se virou pra ver o que estava acontecendo.
Gusmão salta da banqueta e põe uma nota que dá pra pagar cinco cervejas iguais aquela e se encaminha para a saída.
Diogo permanece imóvel por uns instantes controlando a raiva, em seguida vai atrás dele. Anita vem em direção aos dois, brindando-os com aquele sorriso maravilhoso.
- Didi, já começou a entrega de diplomas!

 Ele sorri de volta e vai apressado para o teatro, deixando Anita pasmada por sido deixada ali. Gusmão lhe sorri amigavelmente.
- Eu me sentiria muito orgulhoso de ter uma filha como voce. Imagina ser seu noivo!
- Namorado, somente.
- Não quer me fazer companhia enquanto eu bebo uma cerveja? Lhe pago uma Coca-Cola.
- Não me faça rir! Me ofereça vinho, vodka, conhaque! Não essas coisinhas de bebê!
- Uou! Parece que podemos ser companheiros de copo!
- Certamente! Mas não deixe Diogo saber!
- Seu futuro marido?
- Se ele quiser se arriscar! ahahahah! Ainda namorado. E só!

Já sentados, ela com uma taça de vinho branco na mão e ele com cerveja, bebericam em silencio antes de iniciarem a conversa.
- Parece que voce não está muito entusiasmada com esse namoro. É isso mesmo?
- Meu pai fornece pão há anos aqui pra academia. Ficou rico. Quer continuar com sua regalia de ganhar todas as licitações. Me empurrou Diogo e quer que eu case imediatamente agora que ele se formou. Até que achei ele bonitinho e trepei com ele. Daí, ele passou a aparecer lá sempre.

Gusmão quase engasgou com essa revelação e do modo sem meias palavras dela.
- Aí meu pai viu a oportunidade de ter um elemento que ele pudesse manipular... Diogo! Arrumou para que ele sirva aqui na Academia e assim  mantêm seu domínio sobre o Oficial Intendente que cuida das compras.
- Parece um futuro tranquilo...
- Não bastasse que minha mãe é amante do vice-diretor e que meu pai consente!

 Gusmão pára a meio caminho com o copo a caminho da boca e fica uns instantes olhando o carismático e belo rosto daquela jovem de modos simpaticamente insolentes.
Toma todo copo e faz sinal para mais uma. Anita levanta a taça também.
- Voce me agrada! Gosto de coroas bonitos! Voce não será o primeiro! Ví voce olhando pra mim. Olhando e adivinhando meu corpo através do tecido transparente!!
- Eu?! Fiz isso? Não! Imaginação sua!
- Voce é um cretino! Um amável cretino! Com certeza tá comendo a gostosona mãe do Diogo! Tá ou não tá?! Que  velho safadão! Rsrsrsrsrs! Olha só a tua cara!
- Voce é louca! Voce é... maravilhosa! Age como uma mulher feita e é tão jovem!

- Trepo desde antes meus seios crescerem de todo! Meu pai tem sono pesado e as noites são minhas!

As bebidas chegam. Gusmão nota que as faces dela estão rosadas. Ele não acredita que vai ter um caso com a namorada do Diogo.
                          “ Caraca! Corneei o pai e agora o filho! Bem... ainda não!”



 - Gozei a primeira vez com um homem que era General. Era apaixonada por ele. Aí conheci o cunhado dele. Não sei porque e minha paixão pelo General arrefeceu. Um dia ele me pegou num sessenta e nove com o cunhado e teve um acesso de ciúme e chorou feito um bebezinho. Imagina um homão daquele, comandando seis mil soldados, chorando e implorando para que eu não o abandonasse. Enfim, passei a ser comida pelos dois!
- Deixa eu te chupar... todinha! Agora!

Anita com os olhos baixos leva a taça aos lábios. Depois, pondo os dois cotovelos na mesa e se inclinando pra frente chegando quase perto ao rosto de Gusmão, fala por entre os dentes.
- Seu safado! Seu crápula! Sem respeito por mim e pelo Diogo! Voce um coroa feio, horripilante querendo chupar minha xaninha... querendo comer uma garotinha como eu!

Gusmão está adorando aquele teatrinho. Foi a mesma coisa no inicio com a mãe do Diogo.
Agora Anita faz  bolinhas de saliva que se formam na ponta do biquinho que ela faz com os lábios. Gusmão sabe o que vai acontecer. Anita abre bem os olhos de excitação e cospe no rosto dele.

O que escorre até o lábio superior e recolhido pela língua de Gusmão. Em seguida, encarando-a como se estivesse zangado, lhe diz baixinho.
- Sua putinha devassa! Voce tá se comportando muito mal! Vou castiga-la até tua bundinha ficar em carne viva!

A tesão em Anita é sufocante. Ela palpita duas vezes antes de recuperar a respiração e emite um murmúrio rouco e alto o bastante para que o barman se vire sem saber o que está acontecendo.

Enquanto na Academia prossegue a cerimonia e seus protocolos,  num quarto de hotel Anita participa com louvor de todas as perversões sexuais permitidas e inventadas.
O corpo de um homem quase cinquentão, bronzeado do sol com pelos brancos aqui e acolá por todo o corpo musculoso, dá esbarrões nas bojudas nádegas avermelhadas da ninfeta de corpo escultural e levemente rosado.
Ela geme e murmura coisas sem nexo enquanto pede mais e mais que ele a penetre no anus. Seus pulsos estão seguros de encontro ao colchão,um poucoacima da cabeça, pelas manoplas do coroa. Ele tem os braços esticados e o quadril sobe e desce em cima da bundinha empinada dela.

Terminada a cerimonia, Otávio junto com uma esbaforida Anita vão cumprimentar o novo tenente da família.
- Didi, vou pra casa descansar um pouco. Tá muito calor!
- Tudo bem amorzinho. Não se esqueça do baile. Te pego as sete!
Anita se despede do pai e do filho com um beijinho e se afasta uns dois passos se vira e dá adeusinho com a mão. Tem um leve sorriso nos lábios, meio sarcástico.

 Ruth está sentada na cantina dos oficiais com Gusmão que parece cansado.
- A idade está chegando mesmo, hein querido! Vamos embora, não vou ficar pro baile.
- Sabe, querida, quero te confessar uma coisa e espero que voce não se aborreça.
- Não me digas que não vamos pro Shagger-La nesse fim de semana! Já dei até desculpa pro corninho!
- Pelo contrário! Nós vamos é hoje! Mas o que quero te contar é...

 As sete horas em ponto, Diogo salta do jipe no seu garboso uniforme e fica sabendo que Anita não estava em casa. O pai, com forte sotaque lusitano, lhe diz.
- Acho que ela pegou carona com alguém e já foi ao baile. Meus parabéns, ô pá!

Satisfeito, Diogo vai até o hotel onde estão seus pais. Encontra só o Júlio na recepção.
- Não me faça mais feliz ainda, pai! Me diga que a mãe não vai ao baile!
- Isso mesmo! Houve um acidente seríssimo com uma das lanchas no resort e eles tiveram que sair daqui correndo. Voce só terá a mim e Anita por companhia.

Ao mesmo tempo em que está aliviado por sua mãe não ir, Diogo sente pena do pai por ser tão ingênuo e corno. Abraçando o pai pelo ombro, eles entram no jipe.

Meia hora depois, um jatinho faz uma curva por cima da Academia. O grande pátio está cheio de convidados chegando.
Elas dão uma olhada lá pra baixo  soltando risinhos, depois se brindam entrelaçando os pulsos. Bebem todo o champanhe da taça e se olhando diretamente nos olhos se beijam.

As taças são depositadas na mesa não se sabe como, pois agora as duas se beijam apaixonadamente.
- Eu quero beijar tua xaninha, putinha safada!
- E eu a tua, rampeira devassa!

 
 
Quando Gusmão sai da cabine de comando encontra Ruth e Anita relaxadas e dormitando com os respectivos rostos perto da xana de uma e da outra  


Convido meus admiradores e visitarem minha página em https://www.casadoscontos.com.br/painel
onde encontrarão mais contos como este. Digitem Helga Shagger no quadrado "procurar na casa". Benvindos e beijinhos.

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