Clarice se aproxima de Dirceu e bate de leve na taça dele com a sua. Está acontecendo uma recepção no consulado brasileiro numa cidade costeira do norte da Espanha. É uma sexta-feira. Dirceu é o adido naval que vaio acompanhar a fabricação de maquinário para uma fragata da marinha brasileira. Ele é bem alto e negro, casado com Emiliana. Clarice é esposa do cônsul. Está chegando aos quarenta, mãe de um casal. Ela tem o corpo escultural dessas atrizes maduras pornográficas de nádegas volumosas. Na sua juventude ganhou algum dinheiro posando com seu belo rosto para diversos comerciais. O belo sorriso do seu amante negro faz seu sangue ferver. Naquela manhã fizeram sexo loucamente na biblioteca do consulado enquanto o marido dela despachava no escritório. - Do que voce está rindo, seu safado! - De felicidade! Imagina! Tô comendo esse mulherão! Tô comendo a mulher do cônsul! - Voce quer dizer que treparia com qualquer baranga desde que ela fosse mulher do...