A ESPOSINHA DE UM VOIEUR
Clarice
se aproxima de Dirceu e bate de leve na taça dele com a sua. Está acontecendo
uma recepção no consulado brasileiro numa cidade costeira do norte da Espanha. É
uma sexta-feira.
Dirceu
é o adido naval que vaio acompanhar a fabricação de maquinário para uma fragata
da marinha brasileira. Ele é bem alto e negro, casado com Emiliana.
Clarice
é esposa do cônsul. Está chegando aos quarenta, mãe de um casal. Ela tem o
corpo escultural dessas atrizes maduras pornográficas de nádegas volumosas. Na
sua juventude ganhou algum dinheiro posando com seu belo rosto para diversos
comerciais.
O belo sorriso do seu amante negro faz seu sangue ferver. Naquela manhã fizeram sexo loucamente na biblioteca do consulado enquanto o marido dela despachava no escritório.
-
Do que voce está rindo, seu safado!
-
De felicidade! Imagina! Tô comendo esse mulherão! Tô comendo a mulher do
cônsul!
-
Voce quer dizer que treparia com qualquer baranga desde que ela fosse mulher do
cônsul?
-
Não! Não! Não quis dizer isso!
-
Sei, sei! Mas que dá uma tesão danada quando se come a mulher dos outros, né?
-
Não é bem assim, Clarice! Voce com esse corpão... meu deeeuuus! Casada ou não,
voce me deixa de páu duro o tempo todo!
-
É bom saber, fico envaidecida! Por falar em páu duro e corpão de mulher... como
está indo o relacionamento entre voce e a Emiliana. Já imaginou se ela
estivesse te traindo!?
Dirceu
desvia o olhar e por um momento imagina Emiliana nua sendo encochada por dois
homens. Ele começa a sentir sua ereção começando. Mas, por mais que ele queira
acreditar que a ereção é por causa da presença de Clarice, no fundo é de Emiliana chupando um penis maior
que seu.
-
Ela está com muita saudade de casa. Isso a deixa triste e tristeza não combina
com sexo!
Emiliana
estava no meio de seus vinte anos. Seu avô era um diplomata Frances. Sua mãe
não nasceu com nenhuma característica dele, mas ela herdou os olhos esverdeados
dele e o corpo escultural de mulata da mãe. Também tinha os glúteos volumosos.
Com esse visual exótico e sexual, ela chamava mais atenção que todas as outras
belas mulheres presentes no coquetel.
Mas,
não era a saudade de casa que deixava Emiliana triste...
Ela
segue com os olhos a bela esposa do cônsul conversar um pouco com seu marido
Dirceu e depois se dirigir a um grupo de homens, onde um deles se destacava por
ter os cabelos prateados presos por um rabo de cavalo.
Emiliana,
se sentindo apática, resolve tomar ar fresco. Vai até a varanda que dá de lado
a outra varanda, separadas por uma coluna.
Clarice
dá o braço ao amigo Joel e seguidos por Rafer se dirigem a varanda ao lado da
outra onde está Emiliana encostada na coluna, não podendo ser vista.
-
Voce acha que podemos levar ele pra uma suruba? E daí fazer com que ele faça
vista grossa e nos aprovar na licitação?
-
Acho que sim. Hoje, pela manhã, enquanto a gente trepava, perguntei se ele não
topava ir numa orgia.
Enfeitei a coisa ainda mais dizendo que era no iate dum
amigo milionário, no caso aqui, o Rafer. E que havia três mulheres pra cada
homem!
-
Ele não deu certeza por que a esposinha dele não entenderia ele ficar um final
de semana fora!
-
E que mulherão é aquela mulher dele! O que tem de errado com ela?!
-
Parece que ela é um pouco frígida, pelo menos foi o que ele disse! Diz que
sente muita saudade de casa...
Emiliana
que estava escutando tudo, encoberta pela coluna, depois dessa última
frase de Clarice, teve certeza que
falavam dela. E se controlou pra não gritar quando soube que o marido a estava
traindo. Seus belos olhos se encheram de lágrimas. E o que a magoou mais ainda
foi ele achar que ela era frígida.
-
Eu estava pensando em levar o casal ao Shagger-Lá Resort e oferecer pra ele 3%!
Mas, se ele topar a suruba, é melhor! Voce resolve isso então, Clarice?
Emiliana
se dirige ao toalete pra se recompor. Enquanto passa baton nos lábios, uma
raiva toma conta de si. Caminhando com o espetacular balanço das nádegas ela se
aproxima de Clarice que estava preste a pegar uma taça de champanhe.
-
Vamos conversar, sua vaca e puta dissimulada!
Clarice
deixa a taça cair no chão com o susto e as palavras da esposa de Dirceu. Ela é
afastada por Emiliana para um canto do salão. Clarice, um pouco nervosa, pois
acredita que ela vai fazer um escândalo, tenta não demonstrar que está com
medo.
-
Rampeira! Frígida é a puta da sua mãe! Ou melhor, da puta da mãe dele! Fique
sabendo disso, sua puta!
-
Me perdoa, Emiliana! Juro que não vou ver mais teu marido! Mas, por favor, se
acalme!
-
Me acalme, ô cacete! Quero que voce me apresente aquele coroa grisalho de rabo
de cavalo! Agora!
Era
um espetáculo ver aquelas duas bundudas em seus vestidos brilhantes caminhando
em direção a varanda, enquanto Clarice faz um sinal pra Rafer para que ele as
siga. Joel pensa que o sinal era pra ele também. Assim, as duas belas mulheres se encontram com os
dois homens.
-
Se eu tenho algo que lhe atrai... quero trepar com voce!
Rafer
ficou sem palavras. Na verdade ele nunca foi surpreendido assim. Pra chegar ao
lugar que ele estava, tinha passado por diversas situações que beiravam ao inacreditável.
Agora, parada ali a sua frente, os belos olhos de Emiliana encaravam os seus
quase que paralelamente.
Rafer
sente o calor e o odor emanando do curvilíneo corpo dela. Emiliana está quase
agarrando e beijando-o ali mesmo, tendo todo salão cheio de gente. É a demora
de Rafer que faz com que a esposinha de Dirceu enlace os braços em volta do
pescoço dele e o beije com a maior tesão.
Clarice
pra evitar uma situação constrangedora, separa Emiliana de um perplexo Rafer. E
com gestos e fala próprios de uma rainha, diz mais diretamente pra Joel.
-
Querido, sabe aquela edícula perto piscina? Leva esses dois pra lá! E...
Emiliana, espero que voce não se arrependa... e venha fazer escândalo depois.
Não esqueça o quanto estou sendo amiga!
-
Quer saber, Clarice? Não me importa mais que Dirceu te coma! Porque vou dar o
troco em dobro! Joel, voce se importaria de se juntar a nós!?
Dirceu,
com a mão no bolso segurando sua dureza, procura por Clarice. Ele pensa em
levá-la pro escritório do marido. Por coincidência ele a encontra com duas
taças na mão e perto do corredor que dá para as acomodações.
-
Não estou me aguentando, Clarice querida! Vamos pro escritório!
-
Só se for pra voce me fazer um minete bem gostoso, pois não quero amassar o
vestido nem desmanchar meu cabelo! Enquanto levo esses drinques pro meu marido,
voce vai indo pra lá, ok?
-
Que seja! Voce viu a Emilia por aí?
Clarice
disse isso com belo sorriso no rosto e disfarçando seu nervosismo. E vinha bem
a calhar, pois assim Dirceu não estaria procurando pela esposa.
Quando
ela entra no escritório encontra Dirceu com as duas mãos na cabeça olhando
inquietamente pela janela.
-
O quê é aquilo!? Não acredito! Não... não acredito!
Protegidos
pela escuridão do escritório, Clarice e Dirceu vêem a esposinha senda apalpada
nas nádegas por um homem alto de rabo de cavalo e o outro, um pouco mais alto,
beijando-a enquanto caminham em direção a edícula.
Clarice
está imóvel. Não sabe qual será a próxima reação de Dirceu. É muito provável
que ele queira ir atrás deles. A reação dela é tentar retê-lo através do sexo.
Mas sabe que vai ser difícil ele reagir aos seus carinhos devido a situação.
Esperando encontrar o páu amolecido, ela se ajoelha em frente dele e quando vai lhe abrindo a barguilha, o páu salta de tão duro. De repente Clarice tem uma idéia louca. Será que ele tem tendência a ser corno?
-
Olha, querido... é assim que eu faço com os outros! Voce não se importa, né!?!
Por
uns segundos Dirceu desvia o olhar dos três entrando na edícula pra ver e
sentir Clarice engolindo a sua tora
achocolatada.
-
Por que vo...voce tá... tá dizendo isso?
-
Confessa, amorzinho! Isso não é nenhuma anormalidade! Eu própria sou uma voieur!
Eu adoraria ver, escondida, voce sendo chupado pela Emiliana!
-
Eu não sei o que pensar... eu estou confuso...
-
Imagina então que eu seja ela aqui e que
ela vai te contar o que deixou eles fazerem com ela!
-
Sim! Sim... pode ser!
-
Da próxima vez voce permite que ela faça sexo anal?
-
O quê!? Não! Vai te machucar!
-
Não vai machucar se voce me enrabar suavemente e me deixar lubrificada pra
eles!
-
Cacete, Clareice! Voce tá me enlouquecendo! Tenho medo que ela se machuque
sendo sodomizada!
-
E se eu te dizer que já fui duplamente penetrada!
Clarice
sente que a rola de Dirceu pulsou mais forte e que a respiração dele ficou mais
rápida.
-
Voce quer gozar na minha boquinha do jeito que eles querem que engula tudo?
-
Clarice... ai, meu deus! Clarice, eu estou ficando louco! Mas, me leva até lá!
Eu quero ver a Emiliana!
-
O quê!? Não, querido! Voce vai se descontrolar!
-
Não! Não vou! Eu acho que venho desejando isso há algum tempo! E voce viu como
ela estava... estava tão... alegre! Tão excitada! Puxa! Nunca a vi tão tesuda
assim!!
Emiliana
tem uma das coxas apoiada no ombro de
Joel que está com toda a face sendo esfregada na xaninha dela. Ela
suspira alto com a cabeça inclinada um pouco pra trás. Uma das mãos está no
topo da cabeça de Joel e a outra na cabeça de Rafer que tem o rosto enfiado entre as bojudas nádegas.
A
bela mulata não consegue segurar mais o orgasmo. Seu corpo se inclina pra
frente abraçando a cabeça de Joel sentindo sua língua indo mais fundo em sua
xaninha. Rafer com a ponta da língua enfiada no cusinho e com os braços em
volta das nádegas dela tenta acompanhar o rebolado que ela faz sensualmente.
Os
três descansam bebendo champanhe. Emiliana conta pra eles um pouco de sua vida,
de como conheceu Dirceu aos dezessete aninhos, num baile da Academia Naval e
que ela só resolveu se casar, depois de diversas insistências, quando acabou a
faculdade administração.
Mas,
Joel e Rafer se surpreenderam, quando
ela confessou que se apaixonou por um tio de Dirceu quando foi apresentada a
família dele.
Na
época do casamento, o pai dela já tinha morrido e os avôs estavam viajando.
Assim, foi o tio Ruão que a levou ao altar. Mas, desde do dia seguinte que ela
viu Ruão pela primeira vez, se tornou amante dele.
- Foi com ele que aprimorei minha prática de fazê-lo gozar com minha boca. E também com alguns professores!
Quando
Clarice e Dirceu se esgueiram atrás de uma trepadeira que emoldurava a janela,
eles vêm Emiliana quase se engasgando com a jorrada de esperma que Joel ejacula
em sua boca.
Rafer
está por trás da bunda dela colocando, com um pouco de dificuldade, a camisinha
em sua descomunal rolona.
Dirceu
pensa e se excita se sua esposinha vai aguentar ser penetrada por aquela coisa
enorme.
-
Meu Jesus! E se ele quiser enrabá-la com aquilo!
-
Não vai machucá-la, querido! Tua esposinha nasceu com aquele bundão, pronta pra levar rola! Como eu!
-
Voce gostou? Será que ela vai gostar!?
-
Voce tem que fazer ela confessar se gostou! Esse será modo de voces serem
felizes!
A
bolotuda glande de Rafer ultrapassa o apertado anelzinho rosa da esposinha de
Dirceu. Emiliana, por alguns segundos, tem o rosto crispado enquanto vai se
acomodando com a rolona dele ir invadindo
lentamente seu tubo anal. Ela está de lado, acariciando o cacetão de
Joel.
Mesmo ainda não tendo se acostumado com a invasão em seu cusinho, Emiliana procura com a boca a rola meia adormecida de Joel.
Facilmente
ela engole até a metade. Dirceu tem a mesma sensação, pois Clarice já engoliu
por inteiro sua própria rola. Abismado, o marido vê sua esposinha arregalar os
olhos quando a imensa tora de Joel cresce e endurece tanto que chega a estufar
a garganta dela.
-
Eu... eu quero voces dois... dentro de mim! Deixa eu... eu ficar... ficar de
quatro!
Cada
atitude de Emilia surpreende o marido devido ao desembaraço com que ela lida
com os dois pirocudos. É inacreditável pra Dirceu quando sua esposa passa a
acariciar o próprio cusinho, já
mostrando uma pequena dilatação. Segurando a rolona do homem com rabo de cavalo
e pincelando em volta do cusinho.
Em
seguida, dando um gritinho, ela empurra a cabeçona pra dentro do anus. Com
total desembaraço, Emilia vai rebolando até que os bagos de Rafer se esmaguem
de encontro em suas esplendidas nádegas. Dirceu não sabe se está gostando mais
do boquete que Clarice lhe faz ou de ver a expressão de alegria no rosto da
esposinha sendo sodomizada por um estranho.
Joel
que já estava por baixo de Emiliana consegue penetrá-la na xoxota e sente o vai
e vem da rola de Rafer no cusinho dela.
-
Aah! Sinto muito, querido! Mas agora sou eu quem não está aguentando! Vou me
juntar a eles!
-
Ok, ok! Vai ser maravilhoso observar voce também!
Os
encontrões que Rafer dá na bunda de Emilia é o bastante pra excitar ela e Joel
devido aos movimentos. A esposinha de Dirceu tem a boquinha aberta, babando um
pouco. Os olhos ora se fecham e se arregalam conforme o orgasmo começa a
envolver o corpo dela.
Rafer
sai um pouco de excitamento quando sente seus rabo de cavalo ser puxado e a
boca de Clarice se colar à sua. Ela já tinha se despido e ninguém tinha notado
ainda.
Joel
toma conhecimento que é a bundona de Clarice que se esfrega em seu rosto depois
de um tempo.
Emiliana
sente sua cabeça ser puxada mais pra frente e o odor vaginal de Clarice lhe
penetra as narinas.
-
Cuidado pra não me despentearem!
O
gozo de Dirceu aconteceu quando Clarice sentou e engoliu com o cu a grossura da
rola de Joel para em seguida Rafer se posicionar entre as roliças coxas dela.
Emilia, antes de se afastar pra ver essa dupla-penetração, beijou longamente a
boca da esposa do cônsul.
- Mete! Metam meus... meus amores! Preencham meu... meu cuzinho! Assim. Assim... Quero sentir as rolonas de voces dois ao mesmo tempo em meu cusinho! Aaaaaaasssiiiiiim! Mais! Maaaaaiiiisss!
Ele
está se virando pra ir embora, quando vê sua esposa com movimentos graciosos,
tirar Rafer do meio das coxas de Clarice que parecia ter gozado, e se
ajoelhando em frente dele, retira a camisinha. Logo, toda rolona está sendo
sugada pela boquinha dela.
Clarice
sai de cima da virilha de Joel e se dirige ao banheiro.
-
Eu quero que voces esporrem por todo meu corpo,
no meu rosto!
Dirceu
se surpreendeu consigo mesmo quando notou que estava com ereção de novo e gozou
vendo sua esposinha levando ejaculação
de dois estranhos, pelo rosto, seios e nádegas.
Minutos
depois, já no salão, no meio das pessoas. Ele vê Clarice se aproximando.
-
Ué! Cadê a Emilia?
-
Ela disse pra voce ir buscá-la! Mesmo toda melada como está!
Dirceu
vai encontrar sua esposinha deitada no sofá meio adormecida. Ela está nua. Os
traços de esperma ainda não secaram e ele percebe o brilho das gosmas pelo
corpo dela.
-
Emilia! Querida! Acorda, acorda!
-
Hããã... o que foi?
-
Sou eu querida...
-
Ah, que bom! Me perdoa, amor! Eu não corneei voce! Só queria provar a mim mesma
que não sou frígida! Voce me perdoa? – diz Emiliana com semblante de inocente,
mas em tom cínico.
-
Ok, ok! Vamos discutir isso depois... agora vá se limpar. Temos que discutir
isso já! Em casa!
-
Oh, não! Não amorzinho! Eu prometi aos meus amiguinhos que vou passar o final
de semana com eles!
-
Quê o quê!! Voce enlouqueceu de vez!
-
Eu apenas quero dar prosseguimento pra acabar com minha frigidez! Diz, diz que
voce deixa eu ir, diz!

Algo
acontece na cabeça de Dirceu. Parece que as mascaras caíram e tudo estava às
claras. Agora ele tinha que fazer o jogo dela. Era o jeito dos dois serem
felizes. Como disse Clarice.
-
Voce volta na segunda, né? Promete?
-
Talvez! Agora me ajuda a me limpar. Depois avisa a Clarice que estou pronta pra
eles virem me buscar. Voce não sabe quem, mas ela sabe.
Quando
Emiliana voltou na segunda-feira, deu de presente ao marido todo um sistema
sofisticado de circuito interno de câmaras e monitores. As câmaras foram
instaladas no quarto do casal, os monitores no outro quarto que Dirceu transformara
em escritório.
No
dia que ficou pronto e quando Dirceu voltou do trabalho, encontrou Emiliana
adormecida na jacuzzi. No escritório as telas dos monitores multiplicavam as
imagens de sua esposa sendo submetida aos caprichos sexuais de um negro tão
alto e forte como ele mais com a rolona três vezes mais grossa e maior que a
sua.
-
Goza, Bené! Deixa eu mamar todo teu gozo!!
II
O marido de Emiliana, cuidadosamente vai retirando a cera depilatória em volta do anus dela. Quando terminado, antes de passar um creme hidratante, ele beija apaixonadamente o tão desejado orifício de sua esposinha que tantos homens almejam.
Pra fazer isso ele tem que separar com ambas as mãos as bastas nádegas e pressionar bastante seu rosto entre elas.
- Já chega, queridinho! Assim voce está facilitando demais pra eles!
- Como assim? Eu pensei que era só um encontro romântico com o amigo do cônsul!
- Aah, desculpe amorzinho! Esqueci de te avisar. Rafer me pediu, lógico com o teu conhecimento, que eu faça uma pequena viagem no iate dele! Voce pode vir, se quiser!
- Mas... mas, e o amigo do cônsul?
- Ah, ele? Bom, vai ter que se consolar com o boquete que a mulher do adido naval lhe fez!
- Preferiria que voce não ficasse mencionando minha patente! Afinal, esse é o nosso segredo!
- E eu me encaixei perfeitamente nele! E eu te amo mais ainda cada vez que me depravo!
- É minha natureza de ser um voieur, mas não de ser corno! Esse é o preço que tenho que pagar! Espero que eles nunca saibam que sou um corno conformado!
Emiliana, que todos a conhecem como Emilia, tem vinte e cinco anos, casada desde os vinte e dois. Dirceu, dez anos mais velho e adido naval da embaixada brasileira em Madri. Ele é negro, alto e bastante forte.
Emilia é uma mulata com um corpo de tirar o fôlego de homens e mulheres. Uma bundona típica de mulata. Seus olhos são esverdeados, herança de seu avô, um francês diplomata que se casou com a avó dela nos anos noventa.
- Voce vai me acompanhar nessa viagem? Provavelmente eles vão querer te embebedar pra me comerem depois!
- Eu bem que gostaria, amorzinho! Mas, o almirante tá chegando amanhã cedo. Ah, antes que me esqueça... nada de se envolver com ele!
- Huuum, que chato! Eu me excito mais sabendo que voce está me vendo!
- Como despedida... vem aqui e me deixa te chupar...
Dirceu se deixa cair de costas na cama. Emiliana sobe na cama com os joelhos ao lado do corpo do marido até se aproximar do rosto dele . Em seguida senta em cima de sua boca, deixando-o sufocado por uns minutos. Em seguida, ela rebola e esfrega sua xana no rosto dele com certo vigor, até gozar.
Como sempre acontece, o almirante veio com o ajudante de ordens e suas respectivas esposas. Franz, o almirante, veio liberar a verba adicional para o maquinário da fragata que estava sendo construída num estaleiro no norte da Espanha.
- Vamos direto pro consulado, capitão Dirceu. Providenciou o hotel que vamos ficar?
- Sim, comandante! O senhor não acha que podemos esperar até segunda-feira?
- Negativo! Quero que voce me disponha todos os documentos já! Quero ver até onde esses espanhóis exageraram e se tiveram alguma ajuda de funcionários da embaixada!
Ele falou a última frase como uma indireta e encarando Dirceu. Depois perguntou pela esposa.
- Ela foi com um grupo religioso até Fátima, em Portugal.
- Ouvi dizer que ela é muito bonita! É uma pena que ela não esteja aqui... assim voce não pode nos acompanhar no jantar que o cônsul vai me oferecer hoje!
- Mas, por quê?
- Vamos começar a trabalhar agora! Quero dizer, voce! Já vá separando os documentos pelas datas que amanhã cedo verificarei tudo. Não esqueça! Tudo na ordem cronológica.
O final de semana foi um inferno de simuladas humilhações e requisições exageradas.
Emiliana chegou na terça-feira acompanhada Rafer, um milionário e de Joel, seu braço direito.
- Querida, eu estou atarefado! Não vou poder te buscar! Esse babaca do Franz tá me infernizando!
- Não se estresse, amore mio! Ah, quando voce chegar em casa, entre pela porta dos fundos, sem fazer barulho, ok? Vou te amostrar uma coisa nova que fizeram comigo!
As narinas de Dirceu se dilataram e as batidas de seu coração se aceleraram. Mesmo assim, sua ereção não se fez completa.
Foi preciso que Dirceu inventasse uma infecção intestinal para que o almirante Franz o liberasse ao final do expediente.
A caminho de casa, Dirceu ligou pra casa avisando que estava saindo do consulado. Parou numa bodega e tomou dois uísques pra controlar sua excitação.
Sorrateiramente, Dirceu entrou pela cozinha e foi direto pro escritório. Lá, um conjunto de quatro telas visualizava toda a suite.
Emiliana aparecia nas telas sentada no encosto do sofá com as coxas abertas e a cabeça de Joel entre elas.
Raffer, com sua indefectível cabeleira prateada estava atrás dela lhe acariciando os seios. Ambos se beijavam ardorosamente dentro do que as posições lhes permitiam.
Em dado momento, Emilia interrompeu o beijo e passou a soluçar e dar gritinhos conforme ia gozando na boca de Joel. Rafer lhe apertava os seios e beijava-lhe a nuca.
Emilia levou as mãos até a cabeça de Joel e passou a rebolar freneticamente em seu rosto.
Os sons emitidos pelos três chegam como sinfonia aos ouvidos de Dirceu, o maridinho voieur.
A ereção de Dirceu estava começando a ficar plena conforme via sua esposinha se contorcendo nas mãos de um e na boca do outro. Novamente, Emilia vira o rosto querendo ser beijada enquanto Joel recebe leves encontrões da xaninha em seu rosto.
Emiliana foi acomodada, ainda semi-inconsciente, de joelhos no assento do sofá. Os seios e o belíssimo rosto estavam apoiados no encosto. Dirceu notou que os homens trocaram de lugar.
Rafer tentava o máximo que podia enfiar o rosto por entre os bojudos glúteos daquela deusa bronzeada.
A mulata Emilia tinha os mamilos, os lábios, a xaninha e o anelzinho do anus, rosados. Rafer passou a se masturbar quando conseguiu penetrar sua língua no cuzinho da esposinha de Dirceu. Ela parecia balbuciar alguma coisa ainda com o rosto apoiado no encosto do sofá e mantendo os olhos fechados.
Joel, por sua vez, na posição que Rafer estava antes, se inclina pra frente e passa a acariciar os seios de Emilia. Dirceu nota, que talvez involuntariamente, a imensa e grossa rola de Joel pousa em cima do rosto de sua bela esposinha. Fluido escapa da uretra e escorre pela face dela, deixando um risco de brilho.
Rafer decide que hora de sodomizar Emilia. Quando a glande ultrapassa o rosado anel, parece que Emilia levou um susto. Ela levanta a cabeça com os olhos arregalados. A rola de Joel leva um safanão com a súbita movimentação da cabeça de Emiliana.
Dirceu, com a respiração
ofegante, vê sua esposinha abocanhar de imediato quase metade da
monstruosa rola de Joel.
Agora ele está com a ereção completa e passa a se masturbar como um tarado quando escuta sua esposa dizer aos dois amantes.
- Vamos fazer de novo o que vim treinando neste final de semana!?
Rafer passa os musculosos braços por baixo das coxas dela e a levanta. Emilia toma o cuidado de contrair o esfíncter pra não deixar o cacetão dele escapar. Dirceu move o joy-stick dando um close na rola de Rafer introduzido no anus de sua esposinha.
Ele vê claramente as contrações do anus ao redor do músculo roliço de
veias pulsando e já escorrendo alguma gosma. Dirceu vai a loucura e goza convulsivamente.
Ele pega um lenço de papel pra se limpar. Seu páu mediano começa a ficar flácido, o que normalmente ocorre quando ele goza e não consegue ter outra ereção, mesmo que Emilia continue fodendo por horas.
Ele dá mais uma olhada nas telas e percebe que os dois machos pretendem fazer uma dupla-penetração em sua esposinha.
Novamente usado os controles ele enquadra os três personagens que estão fazendo a alegria de seu voieurismo.
Joel está sentado no sofá. Rafer e Emiliana não estão mais engatados. Ela, de frente pra Joel, se aconchega no colo dele.
A imagem mostra a Dirceu sua esposa pegando a rolona de Joel e guiando-a
pra boquinha do cusinho dando sensuais reboladas. Dirceu vê o cusinho, que ele próprio havia
depilado três dias atrás, se expandindo conforme vai sendo engolido pelo
cusinho dela.
- Aaaii... que von...vontade que meu... meu esposinho estivesse aqui pra me... me enrabar junto com voce, Joel!
- O quê!?? – pensa Dirceu. A mente dele ainda não captou o sentido das palavras de Emiliana.
- Vem! Vem, Rafer, seu cachorrão! Vem... vem me enrabar junto... junto com... Joel!
Surpreso, Dirceu percebe que sua ereção voltou com todo ímpeto. Um milagre!
- Mexe, mexe, gostosa! Voce... voce é a deusa... deusa da perversão, Emilia querida! – É a voz de Joel que Dirceu escuta.
- Assim assim, rebola mais! Deixa que... que eu substitua teu maridinho
nesta dupla penetração anal!!
Os murmúrios de Emilia e os urros dos dois machos desencadeiam aos ouvidos de Dirceu uma forte ereção que ele nunca tinha sentido antes. E ele goza ao mesmo tempo em que a grossa tora de Rafer escapa do aconchego anal de Emilia e ejacula como uma mangueira nas costas dela.
Dirceu joga a cabeça pra trás, quase desmaiado, enquanto gritos de gozo de sua esposa lhe chegam aos ouvidos.
Alguns minutos depois, Dirceu olha a movimentação dos três. Conforme o combinado entre ele e Emilia, é ela que dá o sinal para que ele deixe o caminho livre para a saída de seus amantes.
Emilia abre a porta do escritório, brilhando de suada, com o esperma de Rafer escorrendo por cima de suas nádegas e o de Joel por entre sua coxas.
Ela prepara duas doses de conhaque e vai se sentar nas pernas dele, entregando-lhe o copo.
- Nenhum dos dois me fodeu a xaninha! Voce não quer me chupar e me fazer realmente gozar agora!??









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