A juíza Amanda estava possessa com seu filho Armandinho de quinze anos. Claro que nessa idade ela já esperava os tradicionais rompantes de um adolescente de família rica. Mas encontrá-lo sentado no colo de outro adolescente, tendo o anus estufado pelo penis deste último, enfureceu Amanda de tal modo que, literalmente, ela queria “fuder com a vida de ambos”! Assim, quando ela os flagrou na garagem foi no exato momento em que o filho gozava e quase que as cusparadas lhe alcançaram a barra da saia. Mas quando ele pulou fora do colo de Téo, os tiros deste alcançaram o colo e as palmas das mãos de Amanda! - Seu canalha, está despedido! E voce, Armandinho, quero falar com voce em seu quarto, agora mesmo! Téo era um estudante um universitário, que trabalhava como motorista durante o dia para a firma onde seu cunhado trabalhava. Nessas duas primeiras semanas, Téo ficou engajado com a família de dr. Alves, marido de dona Amanda, uma juíza. O interessant...