A FELICIDADE DE FELÍCIA

 


Ela agora é quem procura pela boca de Téo com a sua. A língua dela desinibidamente duela com a dele como duas serpente em luta.

Téo sente que este é o momento e retira seu penis da vagina dela.

Felícia arregala os olhos quando sente a glande rombuda forçando a entrada em seu anel anal.


Ela vira a cabeça de lado como se estivesse escondendo o desconforto que estava sentindo e não quisesse que Téo visse, pois, mesmo assim, ela não queria que ele parasse.
- Vo...voce quer que... que eu tire? Que eu...eu pare?

Ela vira o rosto um pouco suado e olhando profundamente nos olhos dele, passa um mão por trás do pescoço , trazendo sua boca pra colar na dela. Ela o beija com a intensidade de uma mulher que sente uma revelação extraordinária em ser sodomizada.


Os movimentos que Felícia faz com as nádegas vai sugando a rolona dele pouco a pouco.
Quando a metade já entrou, é ele quem continua. O corpo dela parece está em febre e treme como se estivesse com calafrio.
Téo empurra até a metade e desliza pra fora até ficar só a cabeçorra dentro. Ele repete este movimento diversas vezes saboreando a quentura anal e os gemidos e as contorções das coxas dela em volta de sua cintura.
- Olha... sabe... empurra mais... enfia mais... enfia tudo! Tudinho, porra! Empurra tudo!


Os olhos dele se apertam e o ar aspirado sibila por entre seus dentes de tamanha tesão. As coxas dela lhe apertam o torço impedindo um pouco que ela faça a invasão e a posse completa do cusinho da bela jornalista.
Felícia, mesmo inconsciente, sente que já teve alguns orgasmos e que agora se aproxima mais outro devido a aceleração dos movimentos de Téo que agora lhe segura ambos os tornozelos com os braços abertos, desimpedido completamente de possuir o anus dela até as polpas da bunda encostarem-se em seu saco. Aí, ele explode.
Ela parece sentir o aumento de volume roliço dentro do cusinho quando goza como uma mangueira de bombeiro de alta pressão.


   “UUau! Agradeço a todos os santos por me revelar mais um modo de gozar!!”

Arfando, ele deixa o corpo desabar aos poucos em cima dela. Mas a posição se torna desconfortável para ambos.

Ainda tonto, Téo se senta ao lado de Felícia que está sentada em cima das pernas e de frente pra ele. Ela examina com os dedos ao redor do anus e não percebe nenhum sinal de sangramento. Apenas uma pequena ardência enquanto o esfíncter vai voltando a sua circunferência normal.
A rolona dele está semi flácida e a camisinha, cheia de esperma perdeu toda a elasticidade.
Téo leva uma mão até a base do cacete e com a outra vai puxando o artefato de plástico.

Nesse momento Felícia parou com seu próprio exame e olha fascinada a grossa rolona toda lambuzada de esperma descansando em cima da coxa dele.



Ela não sabe porque quis fazer isso. Segurou a rolona colocando em posição ereta e foi se inclinando com uma vontade avassaladora de chupar um páu. De qualquer um que fosse naquela hora.

Téo olha abismado e sentindo o enorme prazer do calor que a boca de Felícia faz com a glande toda engolida. Ele sente arrepios e joga a cabeça pra trás já quase gozando com Felícia engolindo cada mais sua imensa rolona.
- Minha... deusa, vamos... vamos fazer agora... ferro, ferro... com ferro!?

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