CINTIA LACTANTE
É um almoço em família na mansão de Cintia e Tadeu. Estão todos numa grande mesa ao ar livre. O xodó do momento são os gêmeos dos donos da casa, que estão com oito meses. Cintia, sem nenhum sinal da gravidez, ostenta ainda os seios cheios de leite. Os pediatras dão um nome para mães que tem leite mas não conseguem que o bebê consiga mamá-los.
É o caso de Cintia, que de vez em quando, acontece de
expelir o leite em momentos inesperados. Talvez haja uma razão pra isso.
E é neste
almoço, que Cintia sente o comichão em seus mamilos quando disfarçadamente olha
pro seu amante que conversa com seu marido Tadeu, no outro lado da mesa. Ele
parece sentir o olhar de Cintia e responde com um leve sorriso, mas suas
narinas tremem ao notar que duas nódoas úmidas brotam na blusa dela, bem em
cima dos seios. Ele cochicha algo no ouvido de Tadeu, se levanta e sai em
direção aos fundos da casa, onde estão estacionados os carros.
A avó de
Cintia é a primeira a notar as manchas de leite na blusa da neta.
- Oh...
minha filha, você está... está derramando leite! Não seria a hora de amamentar
Talita e Júnior?
- Oh! Meu
deus! Isso agora! Caramba, quando vou me livrar disso? Não vovó, não posso dar
esse tipo de leite pros nenês. O pediatra me aconselhou a não fazer isso por
que tem uma acidez elevada. Bem... me deem licença... vou lá dentro me trocar.
Cintia
sai caminhando normalmente até fechar a porta atrás de si. Uma vez dentro da
mansão, praticamente, corre em direção a porta dos fundos e alcança o gramado
onde estão os carros. Apressadamente ela chega à camionete cabine dupla de seu
amante. Ela abre a porta e ele está sem as calças e vagarosamente se
masturbando. A visão geral que Cintia tem é de um homem maduro com os
cabelos grisalhos, longos e preso num pequeno rabo de cavalo. Ele é enorme,
mais alto que seu marido que tem mais de um metro e oitenta. Mas o detalhe do
intumescido musculo que mesmo a mãozorra dele só consegue segurar a metade, é
que faz Cintia salivar e sua xaninha pingar de tanto excitamento. Os seios
parecem que explodem, pois ela sente como se os mamilos estivessem espirrando leite.
Ela faz
menção de abocanhar a brilhante cabeçona arroxeada quando a outra mão do amante
vai até sua nuca e traz o rosto dela pra perto do seu. Ele se inclina pra
frente e Cintia recebe um beijo apaixonado que a deixa febril. Ela não espera
que a língua dele lhe invada a boca. E o amante adora quando ela faz assim,
pois ele passa chupar aquele músculo que se contorce como uma cobra dentro de
sua boca. Cintia geme com a caricia oral em sua língua e arfa e geme sem se
importar com a saliva que sai por entre as bocas dos dois.
O cacete
lateja e se sente prisioneiro do busto de Cintia. Sem desfazer o beijo, ela
arranca os botões da blusa com um puxão e baixa os bojos do sutiã. Parecendo
haver um acordo tático, o vibrante caralho se aloja entre os seios da esposinha
infiel de Tadeu. Ela sente a quentura e o latejar das veias em seus seios, ao
mesmo tempo ao morno leite que escorre na virilha de seu amante cinquentão.
O amante
sente suas bolas incharem e faz um desajeitado rebolado por baixo dos seios da
esposa de Tadeu. Ela pressente que o orgasmo está próximo pra ele. Desfazendo
gentilmente o beijo, ela pede ao amante.
- Me
fode! Me fode, seu cafajeste, me fode!
O
vigoroso amante facilmente a coloca sentada em seu colo no mesmo momento que
com uns puxões lhe despedaça a calcinha. Cintia, louca de tesão geme, balança a
cabeça e segurando o torona firmemente apruma a boquinha de sua xana em direção
a glande e vai se abaixando até a lábia encostar nela, em seguida se deixa
penetrar. Enquanto isso acontece, a boca do amante vai de um mamilo ao outro
sugando com sofreguidão todo o leite que é expelido. Em poucos segundos, seu
rosto e seu tórax estão molhados com a proteína derramada pelos seios da mulher
de Tadeu.
Os braços
de Cintia estão em volta da cabeça do amante que parece sufocar com os láticos
seios que envolvem seu rosto, enquanto ela cavalga com vigor em cima da
virilha dele.
Ela sente
quando as mãos dele vão até suas robustas nádegas e as empalma com certa
brutalidade. Cintia sente seu orgasmo se aproximando e passa a gemer baixinho
mas continuamente como o rosnar de uma gatinha. As fortes caricias em suas
nádegas a faz tremer e a deixa mais excitada ainda. Pra culminar, o amante
deixa deslizar a ponta de seu dedo maior em volta do cusinho dela. Cintia dá um
longo e alto gemido, acelerando seus movimentos, ela encosta os lábios no
ouvido do amante e lhe sussurra sensualmente.
- Por que... por que você faz... isso comigo? Voce não pode estar fazendo isso... isso de... tocar em meu cusinho! Voce me deprava assim...me deprava... aaaahhhãããmm... malvado. Malvado!
Foi a
ponta do dedo que se introduziu por inteiro no anus da bela esposa de Tadeu que
fez ela gemer tão manhosamente. Ela relaxa o esfíncter e deixa ao amante a
prerrogativa de ir mais fundo com o grosso dedo. Após isso, ela continua com o
sussurrar no ouvido dele.
- Voce é
um depravado... um depravado! Fazendo isso... isso de bolinar meu cusinho...
você não devia, não devia! Eu sou casada... e era uma casada honesta! Você me
depravou, me depravou fazendo isso comigo... isso aí no meu cusinho. Voce devia
me respeitar pois eu sou casada. Sou casada com teu filho! Você é um safado...
você me fode, sendo eu a esposinha de teu filho! Aaahhããm e você é um
sogro tão... tão canalha... tão cafajeste... tão gostoso, aaaaaaããããaah!
Conforme
Cintia apertava os seios no rosto do pai de seu marido, leite e mais leite era
expelido e mamado por ele. Toda a frente da camisa dele estava ensopada bem
como a blusa e o sutiã de Cintia. Em dado momento, o sogro apanha um chumaço da
loira cabeleira e afasta a cabeça e o busto da nora alguns centímetros de si.
Os seios de Cintia ficam empinados e dos mamilos jorram leite materno no ar.
Sem muito esforço o pai de Tadeu levanta a nora, e sua rolona escapar da
xaninha fazendo um barulho como abrindo-se um champanhe.
- Oh,
não, não! Não para, seu velho pilantra, não pár... aaaaaaãããm!
Cintia
não esperava que o intuito do pai de seu marido era trazer sua xaninha pra
perto da boca dele, fazendo o protesto dela ser em vão. Ela é deitada no
assento e o sogro lhe beija com carinho, chupando a xaninha com tal esmero que
Cintia revira os olhos e perde a respiração. A onda de delicioso excitamento
que a língua dele lhe faz, afoga seu corpo num intenso orgasmo.
Manfredo, o sogro, enlouquece de tesão ao ver o corpo de sua norinha se retesar todo, com as coxas dela lhe apertando o rosto e os fabulosos seios soltando leite como um chafariz.
Quando o
corpo dela amolece, ele treme de excitamento por saber que tem o corpo
maravilhoso da mulher de seu filho a sua mercê. Ele quer possui-la de todos os
modos e nada vai impedi-lo de fazer isso agora.
Cintia
geme baixinho ainda sob o efeito do êxtase, quando sente a ardência de um tapa
no rosto. Seus olhos não se abrem inteiramente e um sorriso aparece em seus
lábios, desafiadoramente. O segundo tapa faz ela dar uma risada mais
desafiadora ainda. Manfredo se curva e a beija com tal violência que
posteriormente Cintia terá um leve inchaço no lábio inferior. Ela quebra o
beijo, agarrando Manfredo pelos cabelos e puxando a cabeça dele para trás.
- Me
bate, velho ordinário, me bate! Esculhamba com a esposinha de teu filho! Eu sou
tua putinha. Sou a mulherzinha de teu filho e tua puta! Me faz de ordinária,
corneia teu filho, velho safado!
Manfredo
só se excita com os xingamentos da nora e seu pau já começa a jorrar pre-semem
do vulcão de esperma que estar pra vir. Ele se prepara para penetrar a xotinha
dela, quando Cintia põe uma mão em seu tórax para que não continuasse.
- Chega,
seu tarado! Voce quer me engravidar? Quer engravidar a mulher de teu
filho, seu depravado!?
O pai de
Tadeu não se contêm e num brusco movimento, força a esposa de seu filho
virar-se de bruços. Cintia solta outra risada desafiadora e levando as mãos até
a bunda, as separa deixando todo seu reguinho a mostra ao olhar libidinoso do
sogro.
- Isso, meu querido, isso! É disso que eu gosto! Gosto demais! E Tadeu nunca soube! O sócio dele e você foram os únicos a satisfazerem essa minha vontade! Agora, me come... vai! Me enraba!
Ao passo
que o anus de Cintia era dilatado pela grossura da rola de seu sogro, os seios
eram pressionados de encontro ao assento, formando pequenas poças opacas de
leite materno. Quando Manfredo gozou, gotas opacas de esperma escorriam pelas
coxas da nora, inundando o mesmo assento. Cintia sente nas costas a
umidade da camisa molhada por seu leite. A boca de seu sogro beija-lhe a nuca,
os ombros, respirando fortemente, enquanto ela sente os últimos expamos
latejantes da rola dele todinha em seu reto anal.
- Mais!
Mais! Mete mais... não para, não para! Mete gostoso, mete na tua nora, mete! Me
faz de safada... de rampeira! Deixa meu cusinho... cheio de teu esperma!
Uma das
mãos vai até o clitóris ao mesmo tempo em que, fazendo um misto de
rebolado com a contração das nádegas, ela deixa o pai de seu marido
enlouquecido com a luxuria da volumosa bunda se contorcendo com o pênis sendo
acariciado pelo anus dela. Ambos chegam ao orgasmo ao mesmo tempo. E como se
pensassem telepaticamente, ambos exclamam a
- Aaaaah... Queria que isso durasse pra sempre!
Quando
Cintia retornou para a mesa, uma das tias comentou que ela tinha demorado pra
voltar.
- Ah,
sim! Resolvi tomar um banho. Estava toda melada.
Em
seguida, se dirigindo a esposa de Manfredo, ela candidamente comenta.
-Ah, a
propósito, minha sogrinha, lá de cima, vi seu marido sacudindo a camisa para
secar. Eu acho que ele suou tanto dormindo dentro do carro...
- Hanrãã!
Eu não sei porque essa mania de dormir dentro do carro se ele podia tirar uma
soneca no sofá, não é?
Comentários
Postar um comentário