SODOMIA NA REALEZA - 3
- Sabemos que foi Pujab quem desenvolveu esse tipo de tulipa e que levará meu nome. Mas, pra todo efeito foi voce quem pesquisou e o orientou na criação dessa tulipa!
- Não é justo, Lena! Foi ele quem fez tudo! Seria
bom para o Principado mostrar ao mundo como tratamos bem nossos imigrantes!
- Mostrar uma ova! Se isso acontecer, toda a horda
de refugiados viria pra cá num piscar de olhos!
- Puxa! Isso é uma surpresa pra mim! Mas, voce tem
razão! Nós praticamente o adotamos quando
trouxemos lá da residência de verão da realeza! Sempre me pareceu que voce
tinha se apegado a ele!
- Trouxe pra cá porque Dimitry o estava tratado
muito mal com todo ódio racista por ele ser do Sri-Lanca! E além disso ele está
indo muito bem no estudo de botânica e é muito talentoso em cuidar de nossos
jardins! Se serve de consolo pra voce, ele poderá ir conosco, mas ficará na plateia!
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Punjab não foi na mesma limusine da Condessa e o marido, mas no carro dos seguranças. Chegando lá, eles foram recebidos pelo comitê de recepção e se reuniram com os jornalistas e a televisão.
Pujab estava perdido no meio daquela gente
diferente dele em status e raça.
Lenieva fez sinal pra que ele se aproximasse.
Discretamente apontou para o mezanino onde estavam as cabines de tradutores e
da imprensa.
- Cadê o Pujab?
- Ele não estava confortável aqui no nosso meio! E
não é bom sermos vistos como protetor de alguém do terceiro mundo! Mandei que
ele nos esperasse no carro junto com os seguranças.
- Noto um
certo resquício de intolerância racial em voce!
Lá de cima, Pujab observa o Ministro Zakki
recebendo as homenagens e passando a tulipa para a esposa. Ela veste calças bem
largas azuis e um casaquinho branco. A plateia aplaude e Lenieva agradece e faz
uma ligeira menção a criatividade de seu marido. Em seguida, discretamente, se
afasta, antes que o primeiro orador tenha a palavra.
Ao ouvir as batidas, Pujab abre a porta e
rapidamente a condessa entra. No instante seguinte, Lenieva está com os dois
braços em volta do pescoço dele e lhe beijando em completa volúpia. Sendo uns
dez centímetros mais alta que ele, a xana dela se encaixa na altura exata da
gigantesca tora daquele jovem franzino de pele escura.
Além de estar misturando saliva com ele, Lena apoia
ambos os braços nos ombros dele e lhe acaricia os sedosos e lisos cabelos
negros.
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- Por que voce já não estava nu!? Eu vim correndo doida pra te chupar! Alguém te viu entrar aqui?
- Me chupa primeiro, sua vadia! Me chupa, minha
putinha! Se ajoelha e me engole! Quero voce nua, já!
Obedientemente, ela começa a se despir com os olhos
fixos na virilha de Pujab conforme ele vai descendo as calças. Já despida,
Lenieva cai de joelhos quando a colossal rola pula no ar como querendo se
desprender da virilha dele. Ela ovala bem os lábios para engolfar a arroxeada
glande. Pujab lhe põe a mão na testa, impedindo que ela continuasse. Ele lhe dá
as costas e um olhar confuso estampa o rosto da bela condessa.
Pujab se senta numa das cadeiras e um sorriso se
abre nos lábios de Lenieva enquanto engatinha até se posicionar entre as coxas
dele, já com toda a cabeçorra dentro da boca. Uma das mãos vai direto pra
xoxota e logo está sendo pressionada entre coxas que se apertam entre si.
- Não...não goza... ainda! Quero sentir teu gozo
dentro de minha xana! Eu não estou fértil por esses dias!
- Eu...eu... queria...aaããrrr... gozar no... no teu
fiofó, condessa!
- Só... só depende de...de voce, querido! Eu deixo
voce... fazer tudo...tudo, tudinho o que quiser...comigo!
- Vem! Vem aqui... então! Es...estou...tô quase
gozando!!
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Quando os joelhos se apoiam no piso, ela já está
com metade da semi-endurecida torona dentro da boca.
- Aaaammm... Já está durinha de novo! O que voce
quer fazer agora!? Ir “pra casa”!? – Diz ela sorrindo.
Pujab segura sua jebona pelo meio pra dar mais
firmeza na invasão do apertadinho anus de sua patroa.
Lenieva se levanta e depois se curva pra frente escancarando as nádegas deixando visível o rosado cusinho que num momento de pura luxuria, ela faz o esfíncter se contrair e relaxar como se ele estivesse mandando beijinhos. Em seguida, sente a rombuda glande lhe alargando o anelzinho. Contendo o grito, as veias do pescoço se inflam e ela só relaxa quando a cabeçorra está toda engolida dentro do cusinho.
Daí em diante, Lenieva toma o comando dos
movimentos, pois é assim que ela controla as ondas de prazer que vai vestindo
seu corpo. Já com metade da monstruosa pica engolida, ela para de repente.
- Vem...cá, vem cá comigo! Me acompanha até ali à
mesa de controle... e tenta... tenta não sair de den...dentro de mim!!
Com as mãos apoiadas na mesa e o corpo arqueado,
Lenieva sensualmente rebola livremente suas nádegas. No primeiro momento ela se
esforça pra manter os olhos abertos, mas o prazer é tão grande que o máximo que
consegue é ver, através das pestanas, o marido discursando pra plateia.
Pra aumentar e acelerar seu orgasmo, Lenieva
procura por algum modo de iluminar o ambiente. Clica um botão em segundos três
telas de computador se acedem.
Embora com a luminosidade fraca e azulada, esse
súbito clarão foi notado por Zakki e dois outros membros sentados atrás dele.
Levantando a vista viu num relâmpago o rosto da esposa, que se abaixou
rapidamente.
Pujab também entrou no clima de voyeurismo e do prazer de estar corneando a um homem poderoso. Sabia, que de lá debaixo só poderia ser visto a cabeça e parte dos ombros da pessoa que estivesse sentada à mesa de controle. Então puxou uma cadeira e fez Lenieva sentar em seu colo, completando assim toda a intromissão de sua rola no cusinho dela. Ela deu um longo soluço e jogou a cabeça pra trás e foi relaxando aos poucos até se sentir confortável com o empalamento.
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- Pu...Pujab, sai um pouco de mim!! Isso... assim
mesmo! Agora vira a cadeira... encosta aqui na mesa! Espera... me ajuda a
subir...subir nela e ficar de joelhos!! Aãããmm... assim... assiiiiim! Agora,
sobe e põe teus pés em cada encosto de braço da cadeira!! Oooh ooh! Não vai
cair!! Agora, se enfia em mim como antes!!
Praticamente o peito de Pujab se apoiou nas costas
de Lenieva e seu rosto encostado lado a lado ao rosto dela. Eles perderam toda
a estribeira se Zakky os visse se beijando e a cabeça da esposa se projetando a
frente e pra trás até o moleque pirocudo inundar o cusinho dela com o resto de
esperma que ainda tinha.
- Esse meu marido gosta de uma plateia! Fala para
uma das equipes da nossa segurança que quero ir pra casa, e espera eu descer.
Quero te dar banho e te chupar outra vez! Voce vai se incomodar com isso!?
“-Essa não!! Esse pessoal não tem estribeiras! Se é
para pedir dinheiro era só telefonar! Agora vão levar um “não” presencial! Com
certeza o Zakki já sabia que eles viriam! Aaah, esse panaca me paga!”
- Pujab, escuta! Vai pra casa e esquece o que íamos
fazer. Não sai do teu loft. Vou esperar o Zakki, pois temos visita da realeza!
- Eu já soube, Leny! E o escroto do Grigory veio
junto! Esta é mais uma razão pra me esconder!
Leny e Zakki foram encontrar a princesa Ninuska, o
marido e Grigory no salão da piscina aquecida. As bebidas e os canapés foram
servidos. E então o marido de Ninuska disse que tinha um assunto pra falar.
Estrategicamente, Ninuska sabia que o assunto era
privado e levantando-se, disse.
- Sabe, gostaria de ver a tal tulipa Lenieva no
local onde ela foi criada! Vamos, Grigô!
- Espera, princesa! Vou pedir que o Pujab acompanhe
vocês!
- O quê!? Nada feito, Zakki! Não sei como vocês
suportam esse parasita!
- Oh, alteza... ele é um pobre coitado e devemos
ter a humanidade de...
- Deixa disso, Zakki! Eles vêm pra nossa terra só
pra usufruir dos benefícios ou então fazer terrorismo!
- Vamos, Grigô! Eu sei como chegar na estufa!
Ninuska é uma bela mulher fazendo jus às princesas dos contos de fadas. Ela é mãe de gêmeos de onze anos e quando tinha dezenove anos passou a se interessar por seu adolescente sobrinho Grigory. E desde então se tornaram amantes. Ela casou dois anos depois e teve os gêmeos um ano mais tarde.
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- Alô? Quem é voce? Voce deve saber quem sou e deve
saber também que invadir a privacidade de uma aristocrata é punível no mínimo
com prisão!
Antes que o outro lado responda, um vídeo é
enviado. Ninuska sente o calafrio do medo em seu corpo.
“- Deixa de ser boboca! Lógico que não pudemos ter
filhos! Nós somos consanguíneos! Agora meu dá esse pipiu! Me lembro de quando
eu comecei a te chupar, eu conseguia colocar tua piroquinhas e teu saquinho
dentro da boca! Voce cresceu tanto que só consigo engolir até perto da virilha!
- Arrrmm, Ninu! Eu sonho com esses boquetes todas
as noites! Voce já tinha chupado alguém antes de mim?
- Voce parece um abestalhado... mas pirocudo, meu
querido! Antes de voce, o avô do Kornisky me iniciou em todas as modalidades.
Na época em não consegui engolir a piroca dele inteira... então fui praticar em
voce!!
- Inacreditável!! Teu marido já era chifrado pelo
avô dele antes de voce casarem!? Santa Drazkovia!
O medo fez algumas lágrimas escorrerem dos belos
olhos da princesa adúltera. Mesmo assim ela não perdeu a pose. Passando as
costas das mãos pelo nariz, tentava se situar o quanto da tragédia ela teria
que administrar. Lógico que aquilo significava dinheiro que ninguém poderia
saber de onde ela obteria.
- O quanto voce quer?
- O quê!? Não é dinheiro! É muito mais que isso
e...
- Deixa de enrolação e diz logo quanto voce quer,
canalha!
- Alteza, sabe quem está lhe falando? Não tem
ideia, né? Pois bem, sou o Pujab a quem vocês tanto humilham! Não só a mim, mas
a todos os imigrantes que vem fazer o serviço que que voces não fazem!
- Deixa de discurso político, seu parasita de uma
figa!
- Ok! Não queria enveredar por esse caminho, mas
sua Alteza não está tendo um mínimo que seja de piedade e humanismo! Eu só
queria que o Grigory me deixasse em paz! Mas, pelo que estou vendo, vou ter que
ensiná-la a me respeitar! Esse vídeo está in cloud. Todo dia tenho que digitar
o código para que ele não vá parar na mídia! Entendeu bem? Se me matarem, esse
vídeo aparecerá na mídia horas depois!
- Vá se fuder então! Ok. Voce não existirá nem pra
mim nem pro Grigory! Estamos conversados, então!!
Então, Ninuska escuta outro vídeo chegando. Seus
olhos se arregalam e sua boca se abre num grande “O”.
O corpo nu de Pujab aparece de lado com o colosso
de sua piroca apontando pra frente. Ele pega uma latinha de refrigerante, abre
com o característico chiado, dá um pequeno gole. Calmamente ele põe a lata no
meio da piroca, tira as mãos e não tem dificuldade em equilibrá-la.
- Sua alteza não vai conseguir dormir esta noite...
então quero que venha aqui, no meu loft, do lado da estufa!
- Quêêêê!! Nem morta! Como isso seria possível, seu
imbecil!?
- Korniski vai cair no sono depois de tanto
conhaque que ele tomou! A céu vai ter luar! Voce já sabe onde é!
- Não vou por... Hei, hei! Espera! Alô? Alô!?
A repercussão do escândalo seria desastrosa para a família real. Daria animo para os anti-monarquistas que até então estavam quietos e Lenieva os mantinham abastado com dinheiro e sempre aprovando as medidas que o marido Zakki tomava. Mas, nesse caso nem todo o dinheiro dela ajudaria a manter a monarquia.
- Não quero ser beijada! E vamos acabar logo com
isso!
Pujab se senta no braço da poltrona onde ela está
sentada e sem que ela espere, ele põe a mão em concha entre as coxas dela.
Ninuska se assusta e reflexivamente segura o pulso dele. Leva um susto quando
um chumaço de seus cabelos é puxado pra trás fazendo sua cabeça se levantar e
os lábios semi-abertos são pressionados pela boca de Pujab.
Ninuska fica imóvel, mas sua língua não. Sua
respiração se torna apressada, seus mamilos endurecem e Pujab sente a umidade
na mão que encobre a vagina da bela princesa adúltera e incestuosa.
O robe du chambre de Pujab se abre e a rola dele
pula, indo se estatelar nos seios dela. Num ato reflexo, a mão livre dela
pressiona a fabulosa rola de encontro aos seios, sentindo as veias palpitarem.
Pujab interrompe o beijo e Ninuska passa a língua
pelos lábios coletando os resquícios de saliva de ambos. Ele pressiona
firmemente a mão que cobre a xaninha dela, perguntando.
- E aqui!? Voce também não quer ser beijada!? Posso
tentar??
- Não! Não! Eu primeiro! Me...me deixa...me deixa ver! Noooossa! Me... me dá... me dá ele... me dá!!
Tomada de um frenesi incontrolável, a princesa
puxou o rapaz para que ficasse com os joelhos apoiados nos braços da poltrona e
sua imensa rolona na altura exata para ela fosse engolida até o fundo de sua
garganta.
Em poucos minutos, Ninuska já sentia os primeiros
jatos de esperma deslizando pela garganta. Ela tinha por volta de um metro e
setenta e cinco de altura. Era uma mulher forte de curvas acentuadas, a própria
imagem de uma guerreira viking.
Na posição em que Pujab está, Ninuska sem muito
esforço, passa os braços por baixo das coxas dele e se levanta, carregando os
dois, sem nunca deixar a rolona lhe escapar da boca.
Pujab só a alternativa de se abraçar com a cabeça
dela enquanto é levado de encontro a parede. Praticamente ele está sentado nos
antebraços de Ninuska que apoia as mãos na parede. Esfregando uma coxa na
outra, ela cisma de engolir toda a rola até o fundo garganta. Ele algumas
vezes, mas só consegue ter ânsia de vomito e ter a boca e o queixo brilhando de
tanta baba. Ela olha pra cima e ameaça.
- Voce já viu do que sou capaz, né!? Se não me
dizeres o código, vou quebrar todos teus ossos e te matar!
- Ok! Ok! Não tem vídeo nenhum in cloud! Só falei
aquilo porque... porque voce estava sendo muito escr...
- Me trate com respeito devido, seu bostinha! Me
trate por Alteza, senão te arranco o saco a dentadas!
E Pujab vê apavorado Ninuska tomar um ovo dele e
lambê-lo sensualmente. Em seguida coloca os dois dentro boca e fica gorjeando
com bolhas de saliva aparecendo pelos cantos da boca. Seus encantadores olhos
azuis fitam o rosto amedrontado do rapaz. Lentamente ela vai soltando os bagos
dele.
- Não acredito em voce! Me dá esse código já!
Agora! Ou vou te arrancar o saco!
- Ooh ohh, buda, me ajuda! Não tem código nenhum!
Acredite em mim!
- Bom... já que é assim... vou ter que te matar pra
que ninguém saiba o que voce está fazendo comigo!
- Fazendo com a senhora!? Eu que estou sendo
torturado... psicologicamente!
- E voce não está gostando! Bom... tem que parecer que foi suicídio!!
Voce tem um último pedido!?
- A senhora vai me matar mesmo!?
- Com todas as honrarias! Faça seu último pedido
que será imediatamente atendido!
- Bem... é que... não sei como... falar, mas é
que... eu notei que...
- Fala logo, seu merda!
- A senhora tem um tremendo bundão!! Notei que
vocês dois não fizeram sexo anal!
- Não entendi!
- A senhora já foi sodomizada!?
-Aaah, ahahahah! É isso, então! Teu último desejo é
me enrabar!! Ahahahah!
Os primeiros criados que apareceram para arrumar o
jardim de inverno, escutaram um barulho vindo copa. A princesa Ninuska estava
esperando a máquina despejar o expresso na xicara. Uma criada se dirigiu a ela.
- Posso servir mais alguma coisa pra sua Alteza?
- Sim um café da manhã completo! Estou faminta!
- sua Alteza quer que lhe seja entregue no quarto?
- Não, não! Eu vou dar um passeio de carro sozinha
e só volto na hora do almoço. Eu estarei na estufa. Leve o farnel pra lá. E se
apresse!
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