SEM SABER MEU MARIDO ESCUTAVA EU SER SODOMIZADA - 3
Meu marido Expedito
foi incentivado a tomar umas aulas de mergulho no coral onde estava fundeado o
iate de Joel. No deque mais elevado e com vista da praia ao longe e de límpidas
águas verde-clara, Joel está sentado com uma das minhas coxas apoiada em seu
ombro e seu rosto se esfrega no meu monte de vênus. Seu nariz acaricia meu
clitóris e sua boca suga minha vagina avidamente.
Agachado às minhas costas, Gusmão mordisca minhas polpas da bunda e quase ao mesmo tempo que a língua de Joel invade minha xaninha, sinto a língua de Gusmão se inserindo em cusinho.
Eles estão
retribuindo o boquete duplo que fiz neles à noite passada, escondidos por trás
de um arbusto enquanto do outro lado meu marido atendia um telefonema.
Fui saber depois
que Joel passou a me desejar quando uma das vezes fui ao escritório onde Dito
trabalha, para almoçarmos. O escritório tinha ganhado uma causa para o grupo
empresarial de Joel. Ele convidou três diretores e fez questão que meu marido
também fosse, ao seu luxuoso resort.
Pra encurtar a
história, quando Joel se aproximou de mim, já aqui no resort, sabia que ele ia
me seduzir. Então lhe disse.
- Sr. Joel, já
tenho amante! Não quero mais um!
O meu amante em questão era o Diogo. Médico, sempre elegantemente vestido, divorciado, um pouquinho mais alto que eu e mulato. Resumindo, um homem se graça visualmente. Mas nu, tinha a mais bela rola que já tinha visto em vídeos pornô e humilharia meu marido intensamente se eles entrassem em competição.
Juntando a isso,
desde de minha festa de Despedida de solteira, fiquei fascinada quando uma das
amigas me mostrou uns vídeos de sexo anal no celular.
E imaginem que após
três anos de casada, Dito nunca tomou a iniciativa de me sodomizar. Eu tentei
duas vezes, mas ele não teve forças pra romper meu selinho anal.
Pra encurtar mais
ainda esta narrativa, foi meu vizinho Diogo que tomou posse das minhas nádegas
e do meu rosado anus, depois que eu mesma me deflorei com um tubo de xampu.
Pelo menos duas
vezes por semana Diogo me sodomizava e meus gritos de orgasmo, abafados pela
parede que separava o quarto de onde estávamos, da cozinha do nosso apartamento,
onde Dito escutava sorrindo.
Voltemos ao resort
Shagger-La e no momento que estou fingindo que estou dando o fora em Joel. Ele
era alto, grisalho e rico. Essa combinação já era o bastante pra minha xana
ficar molhadinha. Pensei em Diogo e meu anus se contraiu por uns segundos.
Pensei que poderia
fazer sexo com Joel, mas não deixaria que ele me sodomizasse. Não sei porque
tive essa atitude moral de ser fiel ao Diogo.
De repente, Gusmão
apareceu a nossa frente e levou Joel para um lado e lhe disse alguma coisa. Eu
simplesmente desabei quando vi aquele coroa com pinta de surfista, bronzeado e
com incisivos olhos verdes.
Quando ela acabou
de falar com Joel foi se afastando. Não sei como tive coragem de chamá-lo.
- Hei! Voce,
mal-educado! Interrompe a cantada do Joel e nem se apresenta!
Disse isso sorrindo. Ele retribuiu o sorriso se aproximando e praticamente fiquei a beira de ter um orgasmo.
Seus olhos fizeram um raio-X de meu rosto e me beijou ardentemente. Dava pra sentir a cabeçona de sua rola pressionando em cima de meu travesseirinho. Eu soltei o grito de orgasmo dentro de sua boca. Ele me segurava firmemente não me deixando escapar enquanto eu me torcia e me esfregava nela até o gozo passar.
Minutos depois, eu
estava boqueteando os dois por trás do arbusto, onde do outro lado Dito falava
ao telefone.
Na manhã seguinte
fomos todos no iate de Joel até a ilha de corais. Expedito se entusiasmou e
logo lhe colocaram um scuba, não lhe deixando opção além de mergulhar.
Gusmão me fez
segui-lo até o mais alto dos deques. E quando Joel chegou lá, já nos encontrou
totalmente nus.
Eu tinha as duas
mãos segurando o encosto de uma chaise-longue, inclinada um pouco pra frente e
com as nádegas dolorosamente escancaradas, com a língua rombuda de Gusmão me
fodendo o cusinho.
Joel veio até minha
frente e me beijou com tesão. Logo estávamos como o descrito no começo desta
narrativa.
Quando chegou a
hora do que eu mais almejava, fiz Joel deitar-se na chaise-longue e disse pro
Gusmão.
- Eu quero que voce
seja o primeiro a tomar posse de meu cusinho!
- Hããã... esse
privilégio é reservado ao “dono do castelo” aqui!
- O quêêê!? O cu é
meu e dou o privilégio pra quem eu quiser!!
Em instantes as duas rolonas se esfregavam dentro de mim. Os dois garanhões eram bem dotados. Muito bem dotados, por sinal. Mas, a rolona de Diogo era quase da grossura das rolonas deles juntas. Senti isso quando foi a vez de Joel me enrabar.
Deitado, fui me
sentando com as mãos escancarando minha bunda enquanto Joel segurava firmemente
sua torona mirando a boquinha avermelhada de meu anus.
Com metade da
rolona agasalhada no cusinho, comecei lentamente a rebolar conforme ia
engolindo pouco a pouco. Gusmão a minha frente se agachava, encaixando o pau
dele entre meus seios enquanto nossas línguas se duelavam.
Soltei um longo
arquejar e joguei a cabeça pra trás quando minha bunda encostou nos bagos de
Joel
Fiquei numa posição
de semi-frango assado. O rosto de Gusmão transmitia toda a tesão do que ele
estava vendo. Um pouco de saliva chegava a escorrer de sua boca aberta.
Então ele se
aproximou por entre as pernas de Joel, passou cada braço por baixo de meus
joelhos, fazendo eu ficar totalmente exposta com meu cusinho entalado e na
posição de frango-assado. Segurando sua grossa piroca, ele pincelou meu
grelinho e invadiu minha xaninha.
- Si...sil...Silmara,
minha deusa! Quer...quer ser iniciada no... no... suprassumo da... da
sodomia!??
- O... que voce... quiser, querido! Eu... eu quero...eu quero!! Do jeito que... que voce... quiser, amor!!
Joel passou os braços
por baixo de cada uma de minhas axilas, me imobilizando completamente. Os
ombros de Gusmão pressionavam a minhas coxas. Com a mão livre, Gusmão foi
pressionando em cima da rolona do amigo até que o meu anelzinho do cu foi
cedendo.
Com o polegar,
Gusmão apertava sua glande pra ir se encaixando na abertura do meu anus
conforme ele ia se expandindo.
Acostumada com a torona de Diogo, a dor não foi tão forte. Na verdade, parecia que era ele quem estava ali fodendo meu cusinho na posição de frango-assado.
Claro que gritei e
fiz cara feia antes de começar a sorrir e jogar a cabeça de um lado pro outro
como uma desvairada.
Joel tinha me
soltado e massageava meus seios rudemente. Gusmão, segurando minha cabeça me
beijava, despejando uma quantidade tal de saliva que escorria pra fora de
nossas bocas.
Quando cheguei no
bangalô, Dito estava conversando com alguém pelo laptop. Sem olhar pra mim,
exclamou.
- Como voce demorou! Me disseram que voce foi no spa. Gostou da massagem tailandesa?

Alguns minutos
estava me ensaboando quando ele entrou no banheiro e começou a descrever como o
tal escritório tinha gostado da avaliação dele e lhe tinham depositado o
equivalente a dois mil dólares.
- Não é maravilhoso,
querida! Hei! Hei... o que é isso!? Voce caiu?
Os cupões de Gusmão
em minha bunda e no interior de minhas coxas estavam bem visíveis. Bem como o
que Joel tinha feito na minha virilha, frente das coxas e nos meus seios. Sem
falar do meu pescoço e minha nuca.
- E... e... o
quê... o que é isso!? Marcas de dentes!?
E logicamente não
ofereci nenhuma resistência quando ele inspecionou minha xaninha, bem rubra e
um pouco inchada.
Eu já estava de saco cheio dele. Lamentava que ficaria sem a rolona de Diogo por um tempo.
Nesse ínterim, a
funcionária que passou o tal serviço pro Dito, se envolveu com ele. Ela se
chamava Lucinda e era explorada sexualmente pelo seu chefe, por quem ela era
apaixonada. Expedito, meu ex, a convenceu a ir morar com ele. A autoestima dela
começou a melhorar, pois com Dito não havia mais as promessas não cumpridas e
as humilhações a que o patrão a submetia.
Três meses se
passaram e Joel me avisou que Dito e a noiva vinham passar o final de semana no
resort e trazendo a certidão de divórcio. Provavelmente, Expedito queria
mostrar que estava feliz ou me fazer ciúmes.
- Voce está bem?
Ele não vai causar nenhum problema, né!?
- Acho que não! Só
quer provocar ciuminho!
Passei os braços em
volta do pescoço dele e o beijei sensualmente, enquanto Gusmão saía do banheiro
se enxugando.
Lucinda era bem
atraente e tinha um belo corpo. O que a deixava sem graça era o coque de
cabelos aloirados e os óculos. Sempre se vestia com saia ou vestido até a
metade dos joelhos e blusa bem folgada
abotoada de modo que lhe escondia os seios medianos mais firmes.
Notei que ela ficou
deslumbrada com todo aquele glamour e luxo. Levei-a ao Spa e ela parecia
relaxar e estar gostando de minha companhia. Dito quase não falava comigo.
Me surpreendeu
quando depois de uma garrafa de vinho que ela bebeu quase toda ainda estava
sóbria, mas com a língua solta. Me contou tudo o que ela tinha passado com o
homem da vida dela. Mas, agora se sentia bem com Dito.
- E voce? Quem foi
o homem que te virou a cabeça?
- Bom... já que
voce me confidenciou teu passado... e posso te chantagear, vou te contar quem
são!
Disse isso rindo e
esperando pela reação dela.
- Não brinca!! Voce trepa com mais de um!?
- Dois, na verdade!
E eles são amigos! De vez em quando peço pra me levaram pra suruba que acontece
lá no Shagger-La Naturel!
- Caralho!! Eu era
submetida a isso tudo contra a minha vontade e voce faz isso com alegria!!
- O Dito sabe dos detalhes a que voce era submetida?
- Oh não! Claro que
não!
- Caralho! Agora
digo eu!! E aí? Como voce se resolve?! Nós duas conhecemos o Dito, né!? A
passividade dele basta?
- Aaaah, Sil... não
quero... não quero ser ingrata... mas...
- Muito bem! Voce
vai me fazer um favor e também a si mesma! Sabe o teu vizinho, o Diogo?
- É Diogo o nome
dele? O que é que tem! Ele é bem sem graça, né?
- Voce aceita ser
um presente!?
- Não... não
entendi!!
Uma semana depois,
Expedito está tomando uma cervejinha com um leve sorriso nos lábios, encostado
na pia da cozinha escutando, do outro lado parede, Lucinda rebolar
freneticamente como uma passista de escola de samba com quase toda a colossal
rola de Diogo alojada no cusinho dela.
Há quilômetros
dali, Silmara limpa o esperma em volta da boca e em seguida olha a mensagem no
celular.
“ – Obrigado pelo presente! “



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