FALSO INCESTO
Isa se contorce
como uma serpente ao ser oralmente excitada pela língua de seu amante em sua
xoxota. Ela é casada com Vini que o conheceu na faculdade. Era de família abastada
e eles não viram com bons olhos quando decidiu se casar com Vini que
aparentemente tinha o “pé na cozinha”. De família humilde, seu pai era
carteiro, mas com uma inteligência bem superior às outras pessoas, Vini se
destacou nos estudos e nos esportes. Quase se classificou no salto triplo para
as olímpiadas.
Ao se formar foi
trabalhar numa firma de mineração. Isa, como dondoca, aos poucos foi deixando o
glamour de “menina rica/rapaz pobre” se desvanecer. E antes da filhinha deles
nascer já tinha como amante um sócio do pai dela. Alguns meses depois que a
filha nasceu, Isa pediu o divórcio.
A dra. Loreta
geme continuamente abraçada ao jovem Vinicius que lhe agarra as coxas com
firmeza, deslizando sua virilidade na super melada xana dela.
Vinicius Gusmão,
ou Vini, é um jovem engenheiro de vinte e quatro anos. Loreta é vinte e um anos
mais velha que ele, mas de aparência tão jovem que poderia passar por sua irmã
mais velha.
Vini acaba de se
divorciar, a pedido da esposa, meses atrás. Ele surtou e estava perto de perder
o emprego na firma de mineração quando
Loreta, como psicóloga, ficou sabendo da situação dele. Foi encontrá-lo de
ressaca, no estacionamento da firma, dentro do carro, com as calças abertas e
todo mijado.
“Caramba! Se esse cacete mole já é desse
tamanho... Imagine ele duro!”
Loreta conseguiu
fazê-lo ir pro banco do passageiro e o levou pra casa dela. Telefonou pra firma
dizendo que ia acompanhar um funcionário que se acidentou ao Pronto Socorro. O
marido dela estava viajando.
Já no box do
banheiro, enquanto Vini recebia um jato de água fria no rosto, Loreta
abocanhava o máximo que podia daquela fascinante piroca. Era incrível como a
rola com suas veias palpitantes respondia a sucção e a caricia com língua,
ficando enrijecida e vibrando nas bochechas dela.
Ao mesmo tempo,
Vini ia aos poucos se recuperando.
Ela o enxugou e
o puxou pela mão até o quarto onde o fez deitar-se na cama e se acomodou entre
as coxas dele engolindo de novo a grossa rolona. Depois o montou e rebolou até
que gozando, desabou ao lado dele.
Como por instinto
e ainda fora de si, Vini afastou as grossas coxas e se meteu entre elas. Sua
rola não teve resistência quando a penetrou inteirinha. Ao contrário, Loreta o
abraçou tanto com os braços tanto com as pernas.
- Aaañññ,
Vinicius tesudo! Me...mete mais! Mais! Vai... vai mais... mais rápido! Espera!
Espera! Pára um pouco!
Loreta pede que
ela apanhe sua bolsa. Em mãos, ela retira um envelope. Com a boca, agilmente,
plástica a pirocona dele. Depois se deita de bruços, colocando um travesseiro
embaixo da cintura.
- Quero que
você... que você me... me enrabe!
- Não... não
entendi...
- O quê!? Não me
diga que nunca comeu um cusinho!
- Bem... eu
já... quer dizer... eu... eu
Loreta se torce
um pouco e segura com firmeza a torona de Vini. Ainda zonzo, mas com um tesão
enorme da visão daquelas nádegas polpudas e tremulas, sente como se algo
estivesse a lhe beijar a ponta da glande.
- Pronto, querido! Já entrou a metade da cabeçorra! Agora se deita em cima de mim e vai enterrando tudo, até o fim!
Daquele dia em
diante, Vinicius ajeitou sua vida. Voltou a ser o funcionário de mais alto Qi e
logo já estava como assessor de um dos diretores. Loreta o convenceu a esquecer
a mulher e a filhinha de dois aninhos e seguir a vida.
Dezoito anos se
passaram e agora Vini, mais conhecido por Gurjão era um empresário do ramo de
mineração. Sempre que podia, adorava estar no canteiro de obras socializando
com todos seus funcionários. Sua pele se tornou saudavelmente mais morena que
acentuava seus olhos verdes, herança de sua mãe, uma faxineira.
Recebeu um
comunicado de sua ex-esposa Isa, comunicando-lhe que a filha deles ía casar e
sutilmente solicitava que ele não se dispusesse levar a filha Denise ao altar.
Vini respondeu que só queria o endereço pra mandar o presente de casamento e
que não se importassem com ele.
- Mas, como!?
Denise é tua filha! Voce não quer fazer nem um protesto? Nem lhe desejar
felicidades!?
A resposta de
Vinicius Gurjão foi desligar o telefone.
Mas, os objetos
de desejo dos humanos tendem a fazer com que se fortaleça a ânsia de
conquistar, de saber o porquê. Isa e Denise foram envolvidas pelo manto da
curiosidade. Isa tentou encontrá-lo pessoalmente e tencionava até seduzi-lo.
Já Denise quando deu a luz, apareceu de súbito no escritório com a neném, sem o marido.
- Puxa! Como
você é bonita, Denise! Esses olhos azuis esverdeados são da Isa!
- Quando eu
começar envelhecer vou ficar loira e aí então vou me parecer mais ainda com
ela!
- Me mostre aqui
a minha netinha! Oooh! Que olhos azuis são esses?
- Do meu marido.
Ele é galegão! Mais alto que você! Mas... gordinho!
- Ah! Que bom
que estão felizes! Meu presente pra... pra...?
- Lucrécia...
- Que belo nome,
filhinha! Pois bem, farei um investimento num fundo de pensão que só ela poderá
operar a partir dos vinte e um anos! Mas volto a dizer, a gravidez fez você
ficar mais bonita! Mais exuberante!
- Voce tá me
elogiando como se eu não fosse tua filha!
- Mas, como se
deve dizer a uma filha o quanto ela é bonita?
- Sei não! Me
parece que se eu não fosse tua filha, você me classificaria como “gostosa”!
Vini Gurjão
engoliu um seco e percebeu agora que Denise aparecia aos seus olhos como uma
mulher gostosa.
Assim, ele
resumiu em receber a visita da filha e família uma vez por ano por ocasião do
aniversário dele.
O destino fez
com que Gurjão vendesse a firma e indo trabalhar como administrador de um
resort de luxo.
Dezessete anos
se passaram. No dia do aniversário dele, só apareceu Denise e Lucrécia.
- Vou me separar
do Danilo! O cara só faz o papai e mamãe e dorme! A diversão dele é viajar todo
o final de semana! Hotéis e mais hotéis! Não temos um final de semana a sós
dentro de nossa casa! Acabei dando pras uns caras aí! E ele nem se toca que
fico trepando durante a semana com o amante de plantão!
Gurjão não
acreditou no que tinha escutado. Sua filha, uma bela mulher nos seus trinta e
poucos anos se confessando adultera. Ele simplesmente ficou mudo. Rezava pra
que a filha não lhe pedisse um julgamento.
- Bom, já
desabafei! Vamos pra piscina! Lúú! Larga esse telefone e vem pra piscina!
Agora!
- Tô precisando
de uma bebida! Voce quer uma?
- E precisa
perguntar, pai!? Toda vez que preparar pra você, faça par comigo também!
Gurjão saiu da
sala e foi pro bar no deque da piscina, enquanto preparava as bebidas, apareceu
a neta. Ela estava de shortinho e parte de cima do biquini. Talvez fosse por
pura inocência, mas Lucrécia parecia não se importar quando uma das alças caia
e um volumoso seio ficava totalmente a mostra.
Aí então, como se estivesse arrumando uma mecha do cabelo, ela encaixava o seio dentro do bojo do sutiã fazendo cara de paisagem.
- Eu não sei a
quem puxei pra ter essas mamas de vaca!
Era imoral, mas
explicável porque Vini Gurjão teve uma dolorida e inesperada ereção. E antes
que Lucrécia percebesse, ele pegou o drinque de Denise dizendo que ia levar até
ela.
Denise estava
totalmente nua remexendo numa mochila. Ela estava inclinada pra frente e
podia-se ver a musculatura de suas nádegas e coxas. A sua barriguinha era
sensualmente feminina. Os seios eram medianos e firmes, de bicos de um rosado
intenso.
- Aah! Achei!
Uau, pai! Não vi que você tava aí! O que acha desse biquini? Foi um dos meus
admiradores que me deu! Me ajuda a amarrar o sutiã nas costas
Denise gesticulava normalmente não se
importando em expor toda sua nudez ao pai. Só se tocou que Gurjão estava
estático e sem responder quando por baixo da bermuda o pau dele passou a dar
pulos como quisesse escapulir da vestimenta. A bocetinha, não totalmente
depilada, tinha um tufo negro em forma de coração.
Os hormônios da
Denise explodiram por todo seu corpo. As narinas do pai dela se dilataram ao
aspirar os eferomas que ela exalava. Ela tentou se controlar porque sabia que
uma relação carnal com pai seria impossível, jamais isso poderia acontecer. Mas
a situação saiu do controle quando ela procurou uma saída pra aquela situação,
dizendo.
- A ma...mamãe
me... me disse que nunca tinha visto um pau tão enorme! Pena, porque era tão
amarronzado!
- E como é o pau
do teu marido! Grandinho assim!?
E Gurjão baixou
a bermuda deixando toda a exuberância de sua masculinidade aos prazeres dos
olhares da filha.
Sem tirar os
olhos da enorme rola que se movia de um lado pra outro, angelicamente Denise
perguntou.
- Nós vamos
trepar!? Agora?
Foi como uma
martelada na cabeça de Gurjão. Havia uma criança com eles. Era obrigação dele e
da filha controlarem aquela libidinagem.
- Não! Não e
não, Denise! Não podemos continuar com isso! Com essa perversão! A Lucrécia
está aqui!!
- Bem... se o
que impede é a Lucrécia... não tem problema. Ela sabe que corneio o Danilo!
Portanto...
Gurjão queria
continuar protestando, relutando. Mas, as palavras não lhe saiam da boca. Ele
estava ali parado, olhando com luxuria o voluptuoso corpo da filha enquanto ela
vestia a calcinha. Pra seu desespero notou que ainda estava com o pênis
exposto. Denise notou de soslaio que seu pai se movia.
- Não! Não ouse
coloca-lo pra dentro da bermuda! Fique como está!
Com o sutiã na
mão, Denise chegou até a frente do pai e segurou com a mão tremula o galopante
caralho dele.
Vinicius Gurjão
chutou o balde, puxou sua filha pela cintura e enfiou a língua em sua boca.
Denise soluçou e
estremeceu toda, sentindo a palpitação do enorme caralho roçando um pouco acima
de sua xaninha. Não se contendo, ela se elevou o máximo nas pontas dos pés e
conseguiu prender o cacetão entre suas coxas. Agora foi a vez de Gusmão arfar
sem interromper beijo de línguas que duelavam.
Escondida pela ramagem de um jarro com planta, Lucrécia titilava o grelinho, vendo pai e filha se agarrando lubricamente. Ela arregalou os olhos ao ver sua mãezinha se acocorar e abocanhar avidamente toda a extensão do pênis do avô.
Não levou muito
tempo pra que ela visse o avô suspender sua mãezinha e fazê-la se ajeitar de
quatro em cima do sofá. Com um safanão ele tirou a calcinha do biquini e em
seguida viu mais da metade da rola invadir a xaninha dela.
Tanto Denise
quanto Vini se esqueceram do mundo a sua volta. O gozo dele foi intenso
jorrando bastante esperma no útero da própria filha. Por seu lado, Denise nunca
tinha se sentido antes tão preenchida e acolhedora de tanto esperma de um macho
vigoroso.
Vini notou que a
filha ainda estava tremendo do orgasmo e quase desfalecida. Ele se desgrudou
dela e sentou-se ao seu lado, ainda respirando fortemente. Lucrécia ao ver a
semi-endurecida rola do avô, teve que tapar a boca e se jogar na piscina pra
continuar com seu orgasmo.
Minutos depois,
Vini Gurjão chegou a piscina e viu a neta boiando. Ambos sorriram um pro outro.
Lucrécia sorria devido a encenação que a mãe e o avô estavam fazendo. Ela sabia
que uns cinco minutos seria o tempo apropriado pra sua mãe aparecer.
Dito e feito.
Mas pra sua surpresa e pro avô, Denise estava sem sutiã e parecia não se
importar. Chegando mais perto da piscina, pôs o dedo indicador em frente aos lábios,
sinalizando pra filha que queria o silencio dela. Cinicamente, Lucrécia fez o
sinal de positivo com o polegar.
Sentados um ao
lado do outro, fingindo que estavam apreciando o banho de sol, Denise e Vini
mal disfarçavam a tensão entre eles. O que foi plenamente percebido por Lucrécia.
- Mãe, vou pro
quarto falar com minhas amigas pelo celular! Não se atreva a me interromper!
Ah, e tem mais! Quero jantar uma pizza! Nada de salada! Combinado!?
Olhando lá de
cima do quarto, Lucrécia sorria tentando adivinhar quanto tempo os dois iam se
agarrar. Depois se desinteressou e começou o chat com as amigas.
- Vi que você
foi ao banheiro! Lavou a “pombinha”?
- Sim! E muito!
Estou fértil por esses dias e você é vulcão de esperma! Já pensou se
engravido!?
- Ah ah ah! Vem
aqui que vou chupar todo meu esperma fora do teu útero! Meu deus! O que estou
dizendo!? O que estou fazendo!? Eu estou a um passo de chupar a bocetinha de
minha filha!? Que depravado que eu sou!!
- Pára com essa
história de depravação, seu Gurjão! É só uma relação incestuosa! Somos adultos saudáveis
e com a sexualidade acima do normal! Sem ninguém saber, nada a temer!
- E a...a
Lucrécia?
- Não se
preocupe! Ela já trepa! Fui eu que a orientei! Ela tem sempre uma ou duas
camisinhas dentro da bolsa!
Num dado
momento, Lucrécia passa pela janela e vê o avô com a cabeça entre as coxas da
mãe. Sem se perturbar ela continua andando até o banheiro. Sentada no vaso e
com as calcinhas nos tornozelos ela continua ao telefone.
- Agora minha
querida, eu quero te fazer uma coisa! Se você não quiser, tudo bem,,, eu
queria...
- Que eu te
mamasse de novo!? Lógico que eu quero! É um privilégio mamar nessa rolona!
- Bom... não era
bem isso! Mas quero satisfazer todos os teus desejos!
- Eu também,
paizinho! O que era que você queria? Comer minha bunda!?
- Sim! Sim! E
você disse que está fértil, então...
- Que velho
safado! Querendo enrabar a própria filha!! Voce acha que vou concordar com
isso!?
- Ok, ok! Já
entendi! Não se altere! E me perdoa!
- Vou perdoar
nada! Voce me fez uma proposta inapropriada para o ambiente! Além do que minha
filha está aqui! Tem que ser feito a luz de vela, com jantar e champanhe! Além
disso tenho que fazer o chuca antes! Que indelicadeza a sua! O que posso fazer
é deixar você brincar com minha bundinha! Mas, nada de penetração, ok?
Ao sair do
banheiro, Lucrécia dá uma rápida olhada pela janela. Seu avô está com o rosto ladeado
pelas polpudas nádegas de sua mãezinha. Ela segue seu caminho pensando.
“ – Vovô vai
enrabar dona Denise a qualquer momento!”
Mas, não foi isso que aconteceu naquele
momento. No entanto, as coisas ficaram muito claras para Lucrécia, sua mãe e o
avô. Quase todo fim de semana os três passavam juntos e era natural Lucrécia
ver sua mãe abraçada e beijando seu avô.
E aconteceu o
que não é permitido numa relação incestuosa. Denise engravidou.
- Mas como !? Só
gozei na tua xaninha sem camisinha uma única vez! Todas as outras eu estava de
camisinha e aproveitava a lubrificação pra te sodomizar! Praticamente só
fizemos sodomia o tempo todo e ferro com ferro só algumas vezes! A melhor
solução é o aborto!
- Huuuum... vou
pensar! Mas, você devia ter insistido em só me enrabar, seu babão!
E mais coisas foram acontecendo, até que
quatro meses depois, por ocasião do aniversário de dezoito anos de Lucrécia, o
avô é convidado. Gurjão foi recebido polidamente, mas com frieza. Danilo estava
todo orgulho com a barriguinha de Denise.
- Quero dar pra
você antes de ir embora! Essa gravidez tá me deixando louca de tesão!
Lucrécia, não se
sabe como, se apaixonou por um de seus professores, quinze anos mais velho. Ele
foi apresentado a Gurjão e não demonstrou que queria socializar, porque logo se
afastou.
Lucrécia vestia
um tomara que cai que realçava seus volumosos seios. Ela não era a típica
mulher peituda de seios grandes e quadris estreitos. Pelo contrário, suas
nádegas eram tão cheias e arredondadas como as da sua mãe.
- Parece que ele
não foi com minha cara!
- Deixa pra lá,
vô! Mas, ele tem muita maturidade! Nada a comparar com aqueles meus amiguinhos!
- Ééé! Mas ele é
muito velho pra você que ainda tem muita coisa a aprender e viver!
- Como o quê,
vô!? Conhecimentos posso adquirir a qualquer momento! Nada no sexo me fará
surpresa! E não posso esperar pelo momento certo! O momento é agora!
- Voce não sabe
o que está falando! Tem que haver responsabilidade e afeição mútua!
- Olha só quem
fala, cretino incestuoso! A afeição mútua não quer dizer fidelidade sexual.
- Deuses do Olímpio!
Donde tiraste essa ideia, essa desinformação!?
- Cacete, seu Vinicius
Gurjão!! Deixa de ser hipócrita! Voce quer que eu reprima a tesão que sempre
tive por você, só porque passei a ter uma forte afeição mútua por outro homem!?
- O que você
está dizendo, Lucrécia!?
- É isso mesmo
que o senhor escutou! Decidi que só serei fiel depois que Lex casar comigo! Vai
negar que você não gostaria de transar comigo!?
Uma onda de
calor toma conta do corpo de Vini. Seus esverdeados olhos brilham e não
consegue disfarçar que suas narinas tremam com a proximidade do corpo da neta e
o perfume que vem daquele corpo juvenil de seios firmes e enormes acima do
normal.
No relance lhe
passou pela cabeça a imagem de estar fazendo uma espanhola com a neta.
E como sempre,
ele ficou mudo, parado, só com a jeba se movendo aprisionada.
- Vamos combinar
um dia da semana pra você vir me visitar e fazer de tudo com sua netinha ninfeta!
- Não vai
acontecer dia da semana coisa nenhuma!
Diz pra sua mãe e pros seus avós que fui embora!
- Bom... se não
vai ter dia da semana, então vai ser agora!
Sem que Gurjão
esperasse, Lucrécia o tomou pela mão e veio a ter com Lex que conversava num grupinho.
- Amor! O vovô
já vai embora e vou leva-lo até o carro! Voce não se incomoda se eu ficar um
tempinho conversando com ele, nè?
Antes que Lex
respondesse, Lucrécia já lhe dava as costas puxando o avô com ela.
Gurjão recebe o
molhado beijo da ninfeta neta sem protestar. Deixa que ela explore sua língua
com a dela. Uma de suas mãos vai até sua xaninha. Ela está montada com as coxas
em cada lado de quadris do avô. Gurjão tateia o volante e aperta um botão.
Lentamente o encosto do assento vai se inclinando.
- Quequequero
saborear tua... tua xaninha!
Antes de sentar
no rosto do avô, ela coloca os seios pra fora do vestido e geme de prazer aos
beijos e mordidas em seus mamilos. Nervosamente ela procura pela torona do avô.
Tenta liberá-la de dentro das calças, mas em vão.
Com certa
dificuldade, Lucrécia consegue se virar e ficar praticamente acocorada com a
bundona no rosto do avô. A sua frente está o seu objeto de desejo. Ao ser
libertada, a torona do avô é logo abocanhada pela neta..jpg)
Vini arfa com estrondo
ao sentir a morna umidade da boquinha da neta lhe chupando a glande que mal lhe
cabe na boca.
A ponta do nariz
dele roça fortemente no grelinho, toda vez em que Vini levanta a cabeça pra
sugar fortemente o viscoso sumo que a xaninha expele.
Chega o momento em
que Lucrécia quer consumar o incesto. Nada nesse mundo a faria parar de ter
aquela jebona do avô se mexendo dentro de si. Com o corpo um pouco torcido e se
apoiando no encosto do assento do lado, Lucrécia rebola como uma desvairada com
a rola aprisionada em sua boceta.
O orgasmo vem
com força e logo a seguir o jorro vulcânico de esperma inunda toda a cavidade
vaginal da neta.
Ainda, cheia de
energia juvenil, Vini vê a neta sair de cima dele, se virar e não sabe
como, se ajeitar por entre suas pernas.
Sua verga melada é encaixada entre os enormes seios e com destreza, Lucrécia
lambe a ponta da glande enquanto massageia a coluna muscular com os próprios
seios.
- Vô... vôzinho!
Força minha cabeça pra baixo com as mãos até que eu consiga engolir o máximo de
teu pipiu!!
Gurjão fez o que
a neta pediu com cuidado. O máximo que ela conseguiu foi ter toda a glande
dentro da boca. E não custou muito pra que ele gozasse novamente, não tão como
antes, mas o suficiente pra que ela pudesse engolir sem deixar nenhuma gota
fora.
Dois meses depois Lucrécia telefona pra ele, dizendo que está grávida.
Vini teve uma
síncope, caiu e machucou a testa. Foi parar no pronto socorro.
Toda preocupação
e o extremo estresse de Vini Gusmão era sobre como nasceria a criança de um
relacionamento consanguíneo. Em seguida quando se descobrisse que a criança era
morena demais pra serem filhos de Danilo e Lex, que eram descritivamente
“galegos”. Ele confessou essa preocupação com a filha e não mencionou o seu
caso com Lucrécia.
- Muito bem, meu
paizinho gostosão! Mamãe engravidou do amante na época, hoje meu pai. Voce não
é meu pai biológico! O caso a resolver é como justificar a morenice da criança,
já que eu e Danilo somos caucasianos!
- Que os deuses
me acudam! Eu ainda estou em perigo!
- Sim! Por isso deixa eu te dar algum alívio, antes que decepem tua piroquinha!
E as bolas de
Vinicius Gurjão estufaram quando um caudaloso rio de semem inflaram as
bochechas de Denise, sua amante. Não mais sua filhinha.
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