DEPRAVAÇÕES DE UM CASAMENTO - V
Dentro de mais ou menos três horas a
bela jovem Leilane estará se casando com Afonso, vice-prefeito da cidade de
Serena. Ela está se maquiando com ajuda de Celena, ume bela mulher de amplos
quadris e cinturinha estreita.
- Putz! Como é bom trepar sem paranóia
de ficar grávida! O sexo anal pra mim é o ideal! Em vez de ficar me deprimindo
cheia de tesão, eu libero meu cusinho pra qualquer homem charmoso que me
excite!
- Voce não vai acreditar! Só fui conhecer os encantos de dar o cusinho quando trai meu marido com o Fred uns dois anos atrás! Já estava com vinte e seis anos! Depois foi teu pai e os amigos dele, quando vim morar aqui na cidade com o Célio!
- Não brinca!! Quem me iniciou também
foi o Jardel, meu pai! Eu tenho essa tara por homens grisalhos e bonitos!
Quantos anos tem o Fred?
- Vai fazer quarenta e seis.
- Ele é lindo! E que tesão! Não acredito
que ele nos sodomizou até meia-hora atrás!! Que virilidade!
- Vamos considerar Leilane, que é muito
raro um homem receber duas mulheres gostosissimas como nós que adoram serem
enrabadas, né !!?
- Volto afirmar... dar o cu não tem
coisa melhor enquanto não se tem um fofinho como marido!! Nada tanto me
satisfaz quando tenho uma rolona se mexendo dentro de mim!
Há alguns quilômetros dali, numa bela
casa, o prefeito de Serena e sua esposa Fernando estão discutindo.
- Não enche o saco, Nanda! Não vou te
dar o divórcio coisa nenhuma! Isso poderia prejudicar minha carreira e eu
perderia o apoio de tio-avô!
- Cacete! Então tudo resume no apoio que
meu avô te dá, é isso!? Vá se danar!! Pois fique sabendo que vou sair de casa
assim mesmo!
- Pode sair! Mas nada de falar para a
imprensa que estamos separados!
Uma pequena observação; este relato se
passa numa época quando os telefones
celulares eram sem a tecnologia atual e não tiravam fotos.
O prefeito está colocando pilhas numa
câmara fotográfica digital.
- Agora chega! Vai dizer pro estropício
de meu sobrinho pra traze o carro aqui pra frente dentro de vinte minutos!
- Mas já são quase cinco horas ! Vamos
chegar lá depois da cerimônia!
- Quem disse que quero assistir a
cerimônia de casamento da filha do teu tio-avô!? O que me interessa é a recepção e quem estará
lá!
Nanda sai a procura do tal sobrinho de.
Ele faz uns testes na câmara e se certifica que está funcionando bem. Em
seguida se serve de uma bebida e procura por gelo.
- Que merda! Nada de gelo! Bom, vou até
a copa e me servir...
Ao passar pelo corredor onde estão os
quartos, ele escuta uns gemidos vindos do quarto de seu sobrinho.
- Caralho! Será que esse merdinha se
machucou!? Logo agora!
Ele já vai abrindo a porta quando
escuta...
- Ti...ti titia... aaaahaaa! Que
chupadora class...classe A é... é a senhora!
O que o prefeito escuta o deixa imóvel e
chocado por alguns segundos. Lentamente ele torce a maçaneta e abre uma fresta
de visão pra dentro do quarto.
Sua esposinha, está com o caríssimo
vestido suspenso acima da cintura, acocorada em frente ao seu sobrinho,
esfregando a rola dele pelo rosto ao mesmo tempo em que lhe chupa as bolas do
saco escrotal.
O primeiro pensamento do prefeito era
espancar até a morte aqueles dois. Depois, se acalmando, viu as possibilidades
de usar essa infidelidade em seu proveito para controlar o seu protetor, o
tio-avô de Fernanda.
Assim ele filma a cena por quase um
minuto e depois entra bruscamente no quarto.
- Aaarráá! Peguei voces, seus calhordas!
E quem diria heimm. Voce Nandinha, a maior boqueteira e adultera! Podem...
podem continuar!
O que tenho aqui na máquina vale ouro!
Vale a minha independência do desgraçado do Jardel! Nunca mais ele vai vetar
minhas licitações e minhas comissões!
Nanda e o sobrinho se assustam e
Fernando chegar a cair com a bunda no chão. O sobrinho tenta encobrir em vão
sua enorme rola, objeto de adoração da esposinha do prefeito.
- ôô babaquinha! Me dá as chaves da
camionete! Já! Vou agora mesmo mostrar isso pr´aquele filho da puta! Vou
demitir o Afonso na cara dele!
Fernanda senta na cama do sobrinho e
permanece pensativa. Diego, o sobrinho, começa a se vestir. Ambos escutam o
ranger dos pneus e logo o barulho do motor a toda velocidade.
A cerimônia de casamento foi na catedral
e a recepção para os convidados estava localizada numa antiga escola que foi
transformada em local de eventos.
- Uéé, até agora não vi teu chefe,
Afonso! Liga pra ele! É obrigação de ele estar aqui! A Nanda já tinha me falado
que eles não estão bem...
- Pô, Jardel! Ele é bem prepotente
mesmo. Meu obriga a tratá-lo por “senhor” e mantém uns arquivos fechados que
ninguém pode ver!
- Sei, sei! Mas por enquanto temos que
aturá-lo! Agora vá, meu amigo, telefone pra ele.
Quando Afonso voltou pro grupo onde
estava sua agora esposa Leilane, Jardel e outros convidados, notaram que ele
estava pálido. O primeiro a se dirigir pra ele foi Yuri, o alto e nórdico pai
da Ylena, que foi a primeira madrinha de Leilane.
Pareceu que Afonso ia desmaiar e Yuri e
Junior o apararam.
Leilane ficou aflita e estava quase chorando.
Ylena pediu pra Junior, seu noivo que fosse buscar água pra ele.
- Água não! Uma bebida! Vá, querido, vá!
- O que foi, Afonso?
- Ja... Jardel, ele sofreu um acidente
de carro e está em estado grave!
- Ele quem? O prefeito!??
- Sim!
Jardel ficou pensativo por uns instantes
enquanto um murmurinho sobre o acidente do prefeito se espalhava por todos.
O grupo formado por Yuri, sua filha
Ylena e o noivo dela, acompanharam Leilane e o marido até a suite, onde havia
diversos sofás e um bar portátil.
- Quem quer que eu prepare uma bebida? –
perguntou Yuri.
Só sua filha levantou a mão. Leilane
sentada no colo do marido beijava-lhe de leve o rosto. Nisso, Jardel aparece no
recinto e diz a todos.
- Ele está em estado grave. Pode morrer.
Vou tomar as providencias com os conselheiros e vereadores. Vou levar nossos
apoiadores e um juiz.
Voce, Afonso, pode ficar por aqui e viajar pra
lua de mel assim que voce e a Leilane quiserem. Vamos nomear um interino logo
antes que a oposição imponha um candidato.
Afonso se espanta com a declaração do
sogro e se levanta quase derrubando a
esposa no sofá.
- Negativo Jardel! É meu dever assumir
logo a prefeitura! O que as pessoas vão falar? Que me omiti logo no primeiro
dia? A lua-de-mel pode esperar!
Todos olham estupefatos para ele. Jardel
sabe que ele tem razão quanto a opinião pública, mas na prática pouco Afonso
pode fazer durante os tramites até ele ser empossado.
- Afonso, não se preocupe! Eu estarei
aqui resolvendo tudo com os conselheiros. Deve levar uma semana ou duas. Quando
estiver tudo pronto voce volta!
- É isso, querido! Vamos logo pegar o
jatinho do Yuri e ir embora!
Mas, Afonso parecia que estava gostando
do papel de líder que se sacrifica por seu povo. Até sua postura corporal parece a de um galã de novelas. Sua voz se
imposta como se fosse um tenor de ópera.
- Não, querida! Nós não podemos fazer
isso! Está em jogo todo o bem estar do
povo sob minha administração! Simplesmente assim!
- Muito bem! Estou indo! Volto a dizer,
não há motivo pra voce vir!
- Afonso! Afonsinho querido! Deixa que
papai resolva tudo! Fica aqui!
Balançando devagar negativamente a
cabeça, Afonso se vira e sai a passos firmes na frente Jardel. Sua esposa morde
levemente o lábio inferior tendo um olhar de frustração no rosto.
Yuri se aproxima dela e a abraça. Ylena
pega o noivo pelo braço e vão pro salão.
- Que babacão com que casei!! Tinha
jurado que até que voltássemos da lua de mel eu não o trairia! Que raiva!! Como
esse cara pode me abandonar assim!?? Bem que escolhi um cara que já nasceu
corno!!
Ninguém notou quando a porta da suite
foi trancada por Yuri. Ajoelhada em cima do sofá, Leilane lutava pra manter
descoberta suas nádegas segurando o imenso volume do vestido de noiva.
Yuri sacou de seu imenso caralho rosado
e se agachando enfiou o rosto por entre as nádegas da recém-casada Leilane.
- Aaaah, que tesão! Que saudade eu
estava dessa tua língua no meu cusinho, seu velho safado! Iss...isso é a glória
do adultério! Há uma hora eu... eu esst...estava fa fazendo votos matrimoniais
perante deus e... uuunnniim... mete...mete mais... mete mais essa língua... no
meu...cuzinho, mete!! Me faz a puta que mais implorou para que o marido não a
deixasse nesse dia a mercê de um velho caralhudo como voce!!
- Baixa... baixa a bundinha um pouquinho
mais, amor!!
- Espera! Dei...deixa eu te...te chupar
primeiro! Me dá, me dá essa rolona pra... pra eu eu mamamaaar!
Mesmo com o vestindo atrapalhando, a
esposinha do Afonso se acocora e se delicia engolindo toda a rolona do pai de
Ylena até sentir os pentelhos dele roçando a ponta de seu narizinho.
- A...amorzinho... voce vai vai me...me
fazer gozar... dentro da tua boquinha!! É... é isso que voce... que voce
quer!??
Sem tirar o páu da boca, Leilane levanta os belos olhos azuis e pisca afirmativamente diversas vezes. Em seguida mantém a bolotuda glande dentro boca e passa a massagear com ambas as mãos toda a extensão do gordo caralho.
Ela sente um enorme prazer em chupar o caralho do pai de sua melhor amiga, pois ela consegue engoli-lo inteiro, como estava fazendo, coisa que não consegue fazer quando mama no seu pai Jardel.
Durante esse tempo em que Leilane e o
pai são incestuosos, ela só consegue engolir até ficar uns cinco centímetros fora
da boca.
Já sua amiga Ylena, não se sabe como,
consegue engolir toda a rolona de Jardel e ainda passa a língua pelos bagos
dele.
Mas para surpresa de Yuri e Jardel, ela só se sentiu desconfortável no inicio das duas rolonas lhe invadindo o anus ao mesmo tempo.
Yuri jorrou quase meio litro de
esperma quando Leilane voltou a encostar
seu narizinho nos pentelhos ruivos e seu queixinho esmagava os bagos dele.
Praticamente nada escorreu fora da boquinha da mulher do Afonso.
- Quero voce! Quero teu cusinho agora,
Leilane! Vai! Vai... se ajoelha em cima do sofá! Agora levanta o vestido!
Assim, querida, assim!
Apesar de ter sido sodomizada nesses
três últimos dias por Fred, seu pai e Yuri, a boquinha do anus permanecia bem
pequena com um ligeira ondulação das pregas. Yuri, sempre muito gentil,
perguntava.
- Voce tem um cusinho que sempre parece virgem! Se estiver te machucando eu paro! Mas, é voce que tem que me dizer, ok!? Mesmo assim vou usar uma camisinha!
- Voce é meu jumentinho favorito, mas a rola
de papai é mais grossa que a sua e já estou acostumada com o desconforto assim que a glande começa a dilatar meu
cusinho! Quando ela expande todo meu tubo anal, eu já estou entrando em êxtase!
Pode meter mesmo que eu ainda esteja apertadinha oferecendo um pouco de
resistência!!
“ – Esse meu noivado tem sido a glória
de meus orgasmos!! Antes de vir pra igreja fui sodomizada pelo tal de
Frederico! Fabuloso que ele foi! Agora, após receber os votos de casamento, o
Yuri está sendo o primeiro homem com quem estou traindo o Afonsinho!! Aleluia!
Aleluia!!”
Yuri tenta beijar a recém-casada
adultera, mas o volume do vestido o atrapalha. Ele leva a mão até a
xaninha e já encontra a mãozinha dela
lá.
Leilane soluça e respira pesadamente
junto com Yuri conforme ele vai acelerando aos poucos o deslizamento de vai-vem
de seu cacetão nos polpudos glúteos da esposinha de Afonso.
Leilane sente o palpitar do sangue
correndo pelas veias do pauzão dele no interior de seu tubo anal. Antes de cair
em profundo estado de excitação, ela só sente aquela coisa viva se mexendo
dentro de si.
Patrícia sente a aproximação da voluptuosa Ylena e se
surpreende quando ela encosta os lábios na sua orelha, pedindo que a
acompanhasse.
- Querida, não me leve a mal e nem se
ofenda... mas voce me faria um favor sexual!?
- O quê!?? Sim! Não! Talvez... Por que
agora voces acham que eu me tornei uma puta!? Só porque me “soltei” ontem na
despedida de solteira da Leilane!?
- Não, não! Meu amorzinho voce não é puta coisa nenhuma! Voce se transformou numa de nós! Voce agora é uma devoradora de homens!
- Voce acha? Mesmo? Eu só não sei como
vou lidar com meu marido!!
- Sabe os dois meninos que voce
conseguiu emplacar hoje como garçons?
- Sim! O Tico e o Teco! O Tico é o...o
negro!
- É ele mesmo que estou a fim de chupar!
Pode arranjar isso pra mim?
- Vo... voce quer dizer... agora!?
- Sim! Por favor! Estou morrendo de
tesão por ele desde ontem!! Voce não se importa, né!? E... talvez voce pudesse
tomar conta do meu noivo?
- Me importo um pouco... eu quero que
ele faça dupla com o Teco logo mais! Eu posso chupar teu noivo então!? Ele
é...é pirocudo!
- Hãããm... Nessa troca voce saiu
perdendo!! Vou espera ele lá na suite!
Ylena se desaponta ao encontrar a porta
da suite trancada. Fica imaginando quem já tivera a idéia primeiro que ela.
- Dona... dona Ylena? A Pat, digo, a senhora Patrícia disse que a
senhora queria falar comigo!
As narinas de Ylena tremem ao sentir o
cheiro do belo negro à sua disposição.
Os olhos azuis-esverdeados o encaram tão fixamente que faz Tico baixar
os próprios olhos, deixando-o tremendamente inibido.
Ylena sutilmente se encosta nele e o
odor de cada um é aspirado pelo outro.
Os mamilos de Ylena chegam a doer de tão
duros e parecem querer furar o tecido de seda que os cobre.
Tico escuta o sibilar da aspiração passar por
entre os dentes dela. Ele se sente como vitima de uma vampira que quer lhe
entregar o pescoço.
Nisso a porta se abre e os três se
entreolham. Leilane parece hesitar em dar passagem por uns segundos.
- Espera um pouquinho, amiga! Eu deixei
uma coisa lá no banheiro!
E antes que Ylena tenha alguma reação, a
porta é fechada. Leilane anda o mais rápido que pode segurando o vestido até o
banheiro e fala pra Yuri.
- Queridinho, voce tem que sair pela
janela. Tem um monte de gente do outro lado da porta que nos conhece e podem
desconfiar!
Quando Leilane abre a porta novamente,
Ylena passando por ela, pergunta baixinho.
- O que foi isso!? Era alguém que eu
conheço!?
- Yuri. Achei que talvez ele se
incomodasse... com tua companhia!
- Hãããm... talvez! Onde ele está agora?
- Pulou a janela!!
- Ahahahaa! Não brinca!? Que tal voce
sugerir que ele dê uma espiada através da mesma janela que ele pulou!?
- Ooh, isso é crueldade, sua safadinha!!
Junior não entendia porque aquela
mulher, sendo mais velha que ele, ficava procurando conversa. A salvação veio
quando Leilane o avistou e se aproximou dos dois.
- Oi, Pat! Já vi que conheceu o noivo da
Ylena! O próximo casamento será deles! Voce já conhecia a Patrícia!? Trate bem
dela porque vai se tornar a primeira mulher líder política daqui da cidade de
Serena!
- Voce viu a Ylena por aí!?
- Sim. Ela estava conversando com um
belo garçom negão! Acho que ela estava tentando convencê-lo a deixar que ela
lhe chupasse o páu! Ahahaha! Mas não se preocupe! Yuri está só observando
eles!! Ahahaa!.jpg)
- Não tem graça nenhuma, Leilane! Voce
parece que está bêbada!
Leilane se afastou e passou a dar uma
palavrinha com que aparecia pela frente. Patrícia não piscava os olhos e
parecia perturbada.
- Será verdade isso?
- Verdade o quê!? De minha noiva querer
chupar o páu de alguém!?
Bah! Elas duas costumam fazer esse tipo
de brincadeira comigo e com o pai dela! Mas... mas, não acredito! Voce achou
que era verdade!?? Valha-me meu deus! Voces caipiras... como são obtusos!!
- É. Tem razão! Eu sou meio tapada
mesmo! Eu até pensei que talvez voce quisesse que eu chupasse teu páu! Mas, já
vi que não! Desculpe, tchau!!
Incrédulo com que escutou, Junior vê Patrícia
se afastar, percebendo que ela rebolava magistralmente as nádegas.
Uma hora depois, Jardel voltou, já sem o
paletó. Pegou uma bebida de um dos garçons, cumprimentou todos por quem ele
passava, até encontrar sua filha, Yuri, Ylena e o noivo, sentados e conversando.
- Cadê o Afonsinho, seu Jardel!?
- Olha, filhinha! Fiz de tudo pra que
ele largasse tudo lá e viesse pra cá! Deixei tudo preparado e não haverá nenhum
problema nem aborrecimento! Mas o abestado cismou de verificar todas as pastas!
- Parece... Parece que não... não terei
minha noite de núpcias, não é?
- Aaahnão! Isso não! Daqui há pouco ele
estará aqui!
- Não, paizinho, é muita humilhação! Me
leva pra casa! Quero ficar sozinha! Amanhã, com ele ou não, vou no jatinho do
Yuri pro Resort que voce reservou pra gente! Ele que me encontre lá! Vamos
embora, pai!!
Ylena riu por dentro quando uma lágrima
escorreu dos olhos da amiga ao mesmo tempo em que recebia uma marota piscada
dela.
Leilane foi acariciando o cacetão de seu
pai até chegarem em casa. Dez minutos depois estavam num frenético sessenta e
nove.
- Seu cusinho tá meio que avermelhado!
Voce já deu ele mesmo depois do casamento! Aaaah, esse Yuri é foda!!
- Nããão foi o Yuri! Eu estava usando
esse tapa-anus que recebi de presente dele!
Voce vai ser meu primeiro a me enrabar depois de casada!
- Aaaah, minha princesinha! Voce sempre pensando primeiro no seu pai!
Fernanda conseguiu que a direção do
hospital deixasse o sobrinho permanecer no quarto da UTI junto com ela. O
marido fraturou o queixo além de inúmeras fraturas por todo o corpo.
Um estilhaço de vidro se alojou bem
perto da veia jugular e os médicos estavam relutantes em operar.
Fernanda recebeu uma caixa com todos os
pertences do marido, exceto as roupas ensangüentadas.
Lá pelas tantas, o agora ex-prefeito
acordou. Ele estava lúcido mais sob efeito de narcóticos. Ele balbuciou alguma
coisa que assustou Fernanda e o sobrinho Diego.
Fernanda olha por cima do ombro em
direção a cama as suas costas. O sobrinho, mesmo assustado ainda mama no mamilo
dela.
Ainda com a cabeça virada e encarando marido, Fernanda leva ambas as mãos até as polpudas nádegas e as escancara. Em seguida, eleva o corpo até aparecer somente a glande inserida no anus.
Agora ela não está mais encarando o
marido. Sua cabeça está levantada e pela boca aberta, ela gagueja um longo
soluço conforme vai abaixando a bunda, engolindo todo o cacetão do sobrinho.
Os olhos do marido se arregalam. Seu
penis se enrijece, mas ele nada sente
devido aos barbitúricos.
.jpg)

.jpg)


.jpg)




Comentários
Postar um comentário