OS DEVANEIOS DE WANDA

Meu marido me acordou com seu ronco. Como sempre, eu estava com tesão e a visão do penis endurecido, fez minha boca salivar. Mas, não pelo páu do meu marido, pois inconscientemente, era o cacetão de Bernardo que eu me via chupando quando fechava os olhos.
Bernardo era representante da firma que competia com a firma que meu marido favoreceu. Fiquei sabendo depois que essa firma construtora pertencia ao tio dele.
Pra encurtar a
história e torná-la mais interessante sob o ponto de vista erótico, eu fui
obrigada a me sujeitar aos desmandos sexuais dele.
A coisa saiu do meu controle quando Bernardo me acariciou a xaninha com seus grossos lábios e acabei gozando com a língua dele enfiada em meu anus, rebolando como uma doida em seu rosto.
Então, ele me
forçou a abrir a boca e engolir a grossa bolota do penis dele.
Foi aí que houve a transformação em mim. Depois do medo e do terror de por um penis de um desconhecido na boca e ser obrigada a chupar, meu libido descarregou todos os hormônios sexuais que uma mulher saudável, mas insatisfeita, esperava por isso.
O cheiro, a textura, o palpitar das veias, o calor emanado daquele músculo roliço deslizando por minha boca e chegando até a garganta e as orientações e palavras de incentivo que Bernardo dizia, me enlouqueceram completamente.
Não me importei quando ele ejaculou como a cachoeira de esperma em minha boca. Eu queria engolir tudo, saboreando pela primeira vez o gosto da seiva da vida de um macho. Mas foi impossível. Eu me engasguei levemente e perdi parte do semem que escorreu pra fora da minha boca.

Estava segura que
após aquele gozo, Bernardo estaria cansado e iria embora, me deixando em paz.
Ele me fez
levantar de onde eu estava ajoelhada entre suas coxas musculosas e mandou que
eu ficasse de quatro na cama.
- Não! Por favor,
não! Eu, eu não posso! Eu não posso, Bernardo! Por favor, vá embora! Eu já sei
que essa não vai ser a última vez... mas, por favor, hoje não! Eu... eu não posso
engravidar!!
Ele me olhava com uma mistura de compreensão e de macho tesudo. Seria o colapso total se eu engravidasse dele. Bernardo era negro.
Colocando a
mão na minha nuca, gentilmente fez eu
encostar o rosto e meus seios no colchão, ficando com a bunda empinada, dizendo
que não me preocupasse, mas tinha que possuir meu corpo de alguma forma.
Eu nunca teria
imaginado o que aconteceu a seguir.
Quando a língua
começou a saracotear em volta de meu anus, fui perdendo a lucidez e a luxuria foi tomando
f conta de mim. Por alguns minutos a língua e os lábios dele me fizeram
esquecer que eu era casada e que nunca tinha ido além de minha compreensão do
que uma língua e lábios podiam levar uma pessoa a loucura.
Senti que meu
anus cedeu involuntariamente a uma maior invasão da língua dele. Me pareceu que
quase toda grossura da língua estava dentro de meu fiofó.
Eu tremia e
soluçava de prazer com aquela sensação de ter meu anus sendo acariciado com a
língua dele inteirinha dentro dele.
- Assim, minha
deusa, assiiiiim! Fique assim... bem relaxada e deixe ir... ir entrando!
Então eu tive consciência do que estava acontecendo quando Bernardo sussurrou em meu ouvido pra relaxar. Eu estava sendo sodomizada!
Lágrimas vieram aos meus olhos. Não só pelo desconforto físico, mas também pela humilhação que ele estar me sujeitando. Meu pensamento foi de dó, não só por mim, mas pelo meu pobre marido que estava na sala com um saco de gelo no rosto.
Mas, não é que acabei me acostumando com aquela coisa grossa e roliça deslizando pelo meu anus como se fosse a coisa mais natural do mundo. Eu realmente estava sentindo prazer e desejando que tivesse acontecido antes comigo os encantos da enrabação.
Bernardo me
incentivava e urrava de prazer sentido sua rolona ser acariciada pelo meu
cusinho guloso.
- O que é, Juca!? Nem parece que voce se acalmou depois do boquete! Fala, o que é!
- Bom... é o meu
tio. Eu contei pra ele o que aconteceu e ele... e ele quer falar contigo...
- Mas... mas que
merda, Joaquim! Nós temos um acordo com o Bernardo! Não somente ele, mas o
grupo que ele representa! Pô, tu estás querendo ser exonerado, preso ou quem
sabe, assassinado!?
- Eu...eu acho
que ele quer que voce arranje um encontro com os chefões do Bernardo.
Eu sabia que Bernardo estava vindo de Brasilia naquela manhã. Então concordei com o pedido. Telefonei pra Diana, minha chefe, dizendo que iria apanhar Bernardo no aeroporto. Minha chefe gostou da idéia e disse que estava telefonando naquele minuto pra ele.
- Voce não vai sozinha
encontrar aquele marginal!
- Pára com isso,
Juca! Se voce quer vir junto, tudo bem!
Mas esquece o que aconteceu, tudo já passou!
- Eeerr... até
hoje não engoli o que ele fez comigo! E por que voces dois ficaram tanto tempo
lá na suite!
- Aah, agora quer
saber, né!? Voce não imagina o quanto fui ameaçada! Ou melhor, fomos ameaçados!
- Qual’é! É tudo
balela! Eles perderam a licitação e pronto! Agora é partir pra outra! E voce
não tinha que ficar escutando aquele macaco te ameaçando. Não sei porque ficou
por lá com ele por tanto tempo!!
- Estava dando a
bunda pra ele, pô!
No intimo estava sentindo um prazer em espezinhar meu marido que não suspeitava que eu estava dizendo a verdade.Quando chegamos ao aeroporto, Bernardo já nos esperava. Como sempre, estava elegantemente vestido.
- Como vai dona
Wanda? Já faz um tempo que não nos vemos!
- Uma semana, pra
ser preciso. Bom, eu gostaria de tratar de um assunto antes de chegarmos no
escritório...
- Escuta só,
Wanda! O que teu marido tá fazendo aqui? Eu não posso ser visto socializando
com ele!
- O que voce está
dizendo seu... seu escroto!? Podemos resolver isso aqui mesmo!
- Ô babaca, tu
não se toca que estás numa situação venerável? Tua confissão tá gravada e basta
eu só entregar pros meus patrões que eles vão te fazer ir pra cadeia! E ao teu
chefe também!
- Dona Wanda, quero as chaves do carro e teu marido fica aqui! Não quero ser visto entrando no carro com ele! Passa as chaves, ó Mané!
Joaquim ficou vermelho e pensei que ele ia
jogar tudo pro alto e avançar pra cima de Bernardo. Fiquei com o maior dó dele.
Em vez disso, mesmo bufando jogou as chaves pra Bernardo.
- A coisa não
terminha por aqui, seu macaco filho da puta!
- O que voce
disse!?
- Relaxa, Wanda.
Deixa eu colocar essa espécie de supositório no teu cusinho! Ele vai se
dissolver lubrificando teu tubinho anal com o calor de teu corpo.
- Mas... mas por
que tá fazendo isso em mim!?
- É um teste,
querida! É um novo produto que lançaremos no mercado em breve. Ele lubrifica o
anus internamente sem escorrer e deixa a pessoa livre daquele desconforto
inicial quando o penis está penetrando!
- Mas, mas eu com
isso!?
Num grande
esforço eu consegui empurrá-lo afastando de mim e o esbofeteei no rosto.
- Eu gostaria de
fazer isso na suite do hotel! Mas teu marido só complica as coisas pra voce! Se
abaixa agora e rende homenagem a minha jeba!!
Dessa vez eu já estava preparada quando ele ejaculou. Eu tinha uma das mãos massageando toda a extensão da rola, da base até um pouco antes da glande que estava toda dentro da minha boca engolindo o esperma sem perder uma só gotinha.
Minha outra mão
doía de tão apertada que estava entre minhas coxas, dedilhando meu grelinho.
Eu estava
superexcitada e tive um orgasmo que não me satisfez. Eu tentei ainda mais uma
vez posar de vitima chantageada.
- Chega, seu crioulo
filho da mãe! Vamos embora! Vamos logo pro escritório, seu canalha!
- Venha cá, sua
putinha de uma figa! Voce pensa que também não é culpada? Voce está na minha
mão!
Escutou bem!?
Voce está bem aqui na minha mão!
- Vamos lá, queridinha! Coloca ele na entradinha do teu fiofó! Vamos, coloca!
E eu, mais que
obediente, empalmei aquela coisona
lustrosa e palpitante e pincelei durante alguns segundos na boquinha de meu
anus. Em seguida, dando umas reboladas, meu cuzinho foi engolindo sem quase
nenhuma resistência toda aquela serpente inquieta. Graças a nova invenção do lubrificante anal.











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