Felícia, obcecada pelo sexo anal
-
Aí não! Aí não!!
- O quê!?
- Aí... aí... oooouuh! Aí... não, já...
já disse... hãããmm!
Felícia
e seu jovem amante estão na cabine SUV dele fazendo sexo. Ela está montada
nele, beijando-lhe a boca quando sente um dedo
querer infiltrar-se em seu anus.
- Aí... não! Aí... oooooouu!
Então, quando Felícia menos esperava,
lhe pareceu que o jovem amante introduziu, não um, mas dois dedos no seu anus.
Ela respirou fundo, deu um longo suspiro de resignação e continuou com sua
cavalgada, se acostumando com a invasão
em seu cusinho.
Ela se surpreendeu quando o amante lhe
segurou o rosto com ambas as mãos, querendo lhe beijar ao mesmo tempo em que
gozava, mas a sensação de ter o anus invadido ainda
permanecia.
Ela deu um leve rebolado pra se
certificar e depois tentou sentar um pouco mais fundo e aí se ligou que estava
com o punho da haste de trocar marchas embutida no anus!
Sem que o amante percebesse, Felícia saiu
de cima dele, acomodando-se no assento e carinhosamente lhe segurou o penis envelopado com camisinha.
Ela não sabia por quê ainda estava insatisfeita. Uma leve ardência parecia
pulsar de seu anus, pode-se dizer recém deflorado pela segunda vez.
Quando casaram, Felícia deixou que o marido lhe penetrasse o
anus. Mas, foi um fracasso total e os dois
decidiram não tentar mais.
De repente quando menos esperava, ela se
viu sodomizada sem muito desconforto. Felícia se alegrou por isso.
Com a mão na base do cacete, ela começou
a retirar a camisinha. Seu intento era chupar e fazer endurecer o dito e tentar
o sexo anal, já que se sentia disposta depois de toda crença negativa sobre a
sodomia.
Mas, assim que ela engoliu toda a glande, o amante se assustou.
Mas, assim que ela engoliu toda a glande, o amante se assustou.
- Oh oh! Pára Felícia, meu amor! Nós já
estamos dez minutos atrasados! Vamos entrar!
- Huuum! Frouxo! Que tal vir me
encontrar mais tarde? Terei que ficar até as 20 hs e o Rubens já sabe...
Duas horas depois, enquanto da reunião
para a pauta a ser apresentada no noticiário, estavam cinco moças e o chefe delas tomando um cafezinho na
copa da imensa sala da redação. Felícia, uma delas, escutava uma das amigas
confessar que gostaria de ter uma bundona igual a dela para tentar excitar o
noivo ainda mais.
- Hãhã! Quer dizer que voces ainda estão
solteiras por não ter um bundão igual ao meu!?
- Me tira dessa, querida!! Já estou
casada há dez anos com esse aqui! – exclamou Marlene, uma loira não natural,
bem escultural do tipo gostosona. O marido em questão era o chefe editor.
Todos riram. Uma japonesinha que era
pouco abastecida de glúteos foi pro meio da roda e fazendo a pose de dançarina
funkeira passou a rebolar, exclamando.
- Não adianta ter uma bundona linda
dessas se não sabe fazer isso!!
- Ah é!? Vamos ver!
Felícia puxou a saia um pouco acima dos
joelhos e se posicionando como uma funkeira passou a rebolar e ainda fez
“beijinho no ombro”. As gargalhadas e as palmas aconteceram ao mesmo tempo.
- Agora vejam isso!!
Felícia,
ainda segurando a saia e simulando como se fosse sentar, fez uma das
nádegas tremer e depois a outra. Com os olhos arregalados e bocas abertas a
pequena platéia se maravilhou quando ela pôs as costas das mãos na cintura,
levantando assim a saia até a metade das bens torneadas coxas, alternando as nádegas em suas
contrações.
Eles não perceberam o jovem Téo até ele
ficar atrás do chefe da redação observando com um leve sorriso no rosto e de
pau duríssimo o desempenho da alternância de movimento das nádegas de Felícia.
Foi a própria Felícia que o viu e gritou assustada.
- Hei! Quem é voce!? Como entrou aqui? Saia daqui!
Téo também se assustou com a súbita
explosão do chefe de edição e sua reação foi esticar a mão segurando um
envelope. O chefe pegou o envelope e o entregando pra Felícia, falou asperamente
pro Teo.
- Espere ali fora, na ante-sala!
Passaram-se uns dez minutos e Teo foi
chamado e direcionado ao pequeno escritório da chefe de editoria geral, sra. Felícia.
Ela sem olhar pra ele e com a feição de
zanga, nem o manda sentar e apenas lhe diz.
- Fale pro Joel que só compartilhamos
esse tipo de noticia se nos disser a probidade da fonte e quem são. Se fizer
isso em meia hora, poderemos noticia na edição de meio-dia e...
E então se ouviu um disparo e depois
outro. Um homem gordo de estatura mediana
e bem vestido, tinha na mão o revolver que fez os disparos. Ele mirou pra sala
de reunião e fez mais um disparo. Todos procuravam se esconder atrás das mesas, o que seria alvo
fácil se ele saísse caçando um por um.
Antes que o atirador tivesse noção onde
todos estavam, Téo levantou Felícia, abraçando-a por trás e se jogou com ela
dentro de um pequeno armário onde ela punha seu casaco, capa, guarda chuva ou
algo assim. O armário não caberia uma pessoa de mais de um metro e oitenta
pesando setenta quilos. Imaginem agora duas pessoas!
Com a porta fechada, os dois se
espremiam na desconfortável posição de Felícia ter suas costas de encontro ao
peito de Téo. E Outras partes também.
- Cadê? Cadê essa porcalhona filha da
puta!? Cadê voce, dona Felícia putona!? Venha me dizer na cara aquilo que
publicou, sua vaca safada! Hei! Hei voce! Fica aí! Onde é o escritório dessa
filha da puta.
Ante a hesitação do funcionário, o
atirador dispara em sua direção que felizmente só estilhaçou a janela acima de
sua cabeça. Com todo o braço tremendo ele aponta pro escritório de Felícia. O
gordo vai até lá entra e olha por trás da mesa de trabalho.
- Onde!? Onde essa cachorra se meteu!?
Sentando-se no pequeno sofá a frente da
mesa e de lado para o armário, o gordo parecia não ter noção do que ele já
tinha provocado e ao que estava prestes a acontecer.
- Vou esperá-la aqui! Se não aparecer
logo vou começar a matar gente!! Ouviram!?
Felícia tremia dos pés a cabeça. Isso
deixou a torona de Teo tão dura e quente que, apesar do medo, Felícia sentia o
volume e o calor emanado em sua bunda. Ele por sua vez lhe tapava a boca e com
esse gesto seu braço pressionava o seio dela.
Com um gesto de cabeça, Felícia fez se
entender de que não precisava mais que Téo lhe tapasse a boca. Ela ainda
tremia, mas já se percebia da situação.
Olhando através da pequena fresta da
porta ela reconheceu o homem gordo. Era o deputado que ela soube e denunciou
que estava transportando 50 milhões na camionete Hilux para enterrar na sua
fazenda. Com certeza ele estava sob efeito de droga e parecia agora que o
efeito estava passando e ele dava umas cochiladas. O pessoal ainda não tinha
percebido isso, mas Felícia sim.
Téo sentiu que a tremedeira dela passou.
Ele ficou sem jeito, sem saber o que fazer pra que Felícia não notasse seu
pauzão pulsando de duro, de encontro as nádegas dela.
Ela, por sua vez, começou a sentir
aquela sensação que tinha sentido antes no carro com uma pequena parte da
alavanca de transmissão enfiado no cusinho.
Talvez tenha sido o estresse da situação
e Felícia sentiu uma tezão incontrolável de fazer sexo. Os braços dela estavam
espremidos ao longo do corpo. Com certo esforço ela conseguiu deslocar uma das
mãos e com as pontas dos dedos tocar um pouco abaixo de seu monte de Venus, mas
não era o bastante.
A tensão e a tezão aumentavam ainda
mais. Ela tinha que se masturbar, de gozar de qualquer jeito.
Um homem cochilando com uma arma
querendo matá-la. Outro espremido com ela num armário e a vergona dele pulsando
em suas nádegas, um de seus seios pressionado fortemente pela mão dele, sua
própria mão procurando sem conseguir o grelinho. Ela estava enlouquecendo.
As pessoas na sala perceberam o estado
de dormência do deputado. Tinham receio de se aproximarem. Mas, celulares foram
acionados e logo uma equipe das forças especiais estavam a caminho.
Felícia não queria saber. Pressionando
com as pontas dos dedos o monte Venus, ela passou a esfregar o máximo que podia
uma coxa na outra.
Foi um alivio e ao mesmo tempo um prazer
dolorido, intenso. Praticamente ela já estava gozando desde segundo que sentiu
que podia gozar esfregando as coxas uma
na outra.
Ela se abandonou completamente ao
orgasmo e antes que seus suspiros fossem ouvidos, Téo lhe tapou a boca
novamente. O esfregar das coxas de Felícia faziam seus glúteos alternadamente
massagearem fortemente a rolona do jovem atrás de si. Téo já estava sentindo a
erupção de esperma por vir.
A movimentação dos policiais se
aproximando do deputado sonolento, a mão lhe abafando os gritos de prazer, seu
clitóris lhe dando sucessivos orgasmos e
ela própria massageando com as próprias nádegas a imensa rola do garoto. Gozou
como nunca tinha gozado antes.
Antes de desmaiar gozando, seu último
pensamento foi pro seu maridinho, tão dócil e compreensivo. Como se sentia
maravilhosamente devassa e satisfeita.
A bagunça dos policiais ao prenderem o
deputado foi o momento preciso que Téo empurrou a porta com Felícia semi
adormecida nos braços. Todos entenderam que se não fosse a decisão rápida dele
talvez houvesse acontecido uma tragédia.
Pra cortar uma longa estória. Todos
consideraram Téo um herói e ele já sairia como tal no noticiário das 12 hs. Felícia,
porém, parecia envergonhada em olhar pra ele. Mas quando foram fazer a matéria
juntos e num momento sem que ninguém observava, Téo lhe falou baixinho com cara
de paisagem.
- Me diga quando tiver uma pausa e eu
lhe espero lá embaixo.
- O quê? E por que?
- Vamos terminar o que começamos dentro
do armário, ora!
- Se manca guri! Não aconteceu nada
entre a gente! Esqueça! Voce já teve seus quinze minutos de fama e agora leva o
recado pro Joel!
- Ah, qu´éisso, Felícia!
- Sou dona Felícia pra voce! Agora leva
minha mensagem pro teu chefe.
Nesse momento um mulato alto e forte se
aproximou dela e a abraçou fortemente. Logo em seguida um cara de estatura
mediana e meio calvo.
- Querida! Está tudo bem com voce? Eu
estava indo pro aeroporto quando escutei o que estava acontecendo aqui no estúdio.
- E eu desci aqui quando soube –
completou o mulato atlético que Téo reconheceu como um famoso corredor de
pista, embora tenha se classificado anos atrás pras Olimpíadas nunca ganhou
medalha e agora era comentarista esportivo daquele canal de TV.
“- Putzz! Essa cara deve ser o macho dela e o outro, o marido! Sendo
assim, que chance teria eu com a gostosa da Felícia!?”
Téo já está se levantando pra ir embora
quando Marlene se aproxima interrompendo a todos.
- Felicia, hoje voce é a dona da suite
do plantonista, né? Pois vou ter que usar o banheiro lá que o daqui tá um fedor
só! Nunca se vomitou e cagou tanto aqui por esse pessoal devido ao medo!
- Querida eu já vou indo. Acho que ainda
dá pra pegar meu vôo pra Brasilia. Devido ao que aconteceu aqui tá uma tremenda
fervorosa por lá. Mandaram me chamar pra saber o que o Partido deve fazer. Se
der, ainda volto hoje a noite, tá bem?
Rubens se despede da esposa com uma
bitoca e acena pra Abel, o ex-atleta, que se mantinha afastado. Em seguida se
senta de frente pra Felicia.
- Pô! Que perrengue, hein? Cadê o cara
que te salvou?
- Quem? Ah... o Téo! Ele é mensageiro de
uma firma de advogados, como a do Rubens.
- Tá, tá! Mas cadê ele? Quero cumprimentá-lo!
- Ah, ele já foi. Voce faz isso outro
dia! Pode até lhe dar um autografo! Mas, agora vamos falar de nós! Tá pronto
pro meu “plantão”? Voce ouviu o maridinho falar que só chega tarde da noite!
- Pô Felícia! Me esqueci de ter
dizer hoje lá no estacionamento! Tenho
reunião de condomínio!
- E daí? Falta!
- Sou o síndico! Não dá! Desculpa...
- Ah, que merda! Hoje que estou me
sentindo toda depravada e com bastante tempo, voce não pode! Merda! Merda! Que
porra de amante eu tenho!?
- Mas... mas, tá fora de meu
controle....
- Ok! Ok! Me desculpa! Eu fui rude com
voce. Bom, deixa eu ir ao banheiro.
Felícia
já ia pro banheiro da redação quando se lembrou do lembrete da Marlene.
Mudou de direção indo direto pra suite do plantonista. Abriu a porta, entrou e
parou estarrecida.
Marlene lhe encarava de olhos
arregalados com a boca cheia com quase metade da rola de Téo.
Ela estava ajoelhada entre as pernas de
Téo com a parte de cima do vestido arriado até a cintura, expondo os fabulosos
seios.
Como numa câmara lenta, conforme Marlene
deixa a rolona deslizar pra fora de sua boca, Felícia não desgruda os olhos do
roliço e melado músculo que faz um flop
quando escapa da boca da esposa do editor chefe, espalhando saliva no ar.
“- Ai, meu deus! Era essa coisona que eu
esfreguei com a bunda! Como esse guri pode ser tão dotado assim!? É mais grossa
e longa que a do Abel!! Cacete! O que estou pensando? De maneira nenhuma eu...
eu vou... ter... ter essa monstruosidade no meu cuzinho! Nem pensar! Sei que
sou uma adúltera, mas não posso me sentir tão devassa assim!!”
Marlene vai se levantando e suspendendo
o vestido pra cobrir os seios babados da gosma que ela produziu mamando a rola
de Téo. Ele também tenta guardar sua imensa rolona pra dentro das calças.
Felícia, refeita da surpresa, passa
rapidamente por eles em direção ao toalete.
Então ela se esforça pra se lembrar o
que houve pela manhã na cabine do carro quando estava montada no Abel e com a
bolota da alavanca de direção enfiada no anus.
Em segundos, sentada no vaso, os dedos
procuram freneticamente pelo grelinho. Ela suspira e geme baixinho enquanto a
siririca vai levando cada vez mais perto do orgasmo.
Felícia passa a gemer alto e suas coxas
abrem e fecham com o frenesi do orgasmo acontecendo. Ela própria, com a mão
livre, se acaricia pelas coxas, apertando os seios e por fim, num ímpeto de
pura luxuria, enfia dois dedos no cusinho.
Felícia agora não geme mais. Ela solta
um longo urro conforme goza, sentindo os dois dedos dentro do cuzinho
esbarrando com os dedos dentro da xaninha.
De repente, Felícia tem vontade de
defecar. Aquilo foi um alívio, pois ela estava há dois dias constipada.
- Será esse o modo de regular meus
intestinos? Bom, no próximo intervalo venho tomar um banho – pensa.
Tanto Marlene quanto Felícia evitavam se
olhar. O dia corre normalmente até a hora de todos irem embora, ficando só
Felícia, a japonesinha para uma eventual substituição momentânea e os técnicos até as 20 horas.
Nesse meio tempo, Felícia recebe um
telefonema do marido dizendo que vai pernoitar em Brasília.
Ela estava fazendo a apresentação da
seis horas e um dos técnicos recebeu o recado que um funcionário da firma do
dr. Joel tinha uma mensagem pra entregar a Felícia.
Téo já bem conhecido da equipe, assim o
tal técnico autorizou a entrada dele no estúdio.
Felícia termina sua apresentação e
caminha para a suite do plantonista.
- Hei! O quê voce está fazendo aqui!?
Quer que eu chame o segurança, quer!?
- Calma dona Felícia, calma! O dr. Joel
lhe mandou este vinho em agradecimento e..
Ato reflexo, ela estica o braço pra
pegar a garrafa. Téo a segura pelo punho e com o outro braço a enlaça pela
cintura e lhe beija a boca com gosto.
Tomada pela surpresa, Felícia se deixa
beijar por alguns segundos. Em seguida ela tenta se desvencilhar dele, mas não
consegue. Ela sente o volumoso cacete lhe pressionando a xaninha tendo apenas
os tecidos das roupas de ambos entre eles.
- Por... por favor, pare! Vamos parar
com isso... eu sou casada e o que voce está fazendo comigo é estupro! É melhor
voce ir embora agora e eu esqueço tudo!
- Me dê mais um beijo e vou embora!
- Não e não!
- Prometo que vou embora! Só um
beijinho! E de língua!
Felícia faz cara de zangada mas,
concorda. Os lábios de Téo são como uma ventosa e sua língua serpenteia
gentilmente procurando pela dela. Ela sente o páu dele pulsando e não consegue evitar a umidade na
sua xaninha. Mesmo com a boca tapada pelo beijo, ela geme baixinho e suas
narinas se dilatam procurando por ar.
As mãos de Téo vão até sua bunda e passa
a apalpá-las vigorosamente fazendo com que a xaninha dela se esfregue em sua
virilha.
Felícia comece a perceber que está
perdendo o controle. Téo passa agora a suspender-lhe a saia e chega até as
calcinhas. Metendo as mãos por dentro delas, ele novamente as massageia
vigorosamente.
- Pára! Pára! Já chega! Voce está indo
longe demais! Saia agora ou chamo o segurança!
Sem mover um centímetro da posição e com
as mãos fortemente agarrando os glúteos dela, Téo olhando diretamente em seus
olhos, lhe diz.
- Tudo bem! Teu marido vai saber que o
Abel é teu macho!
Felícia se vê nas mãos daquele pirralho
recém saído da adolescência. Envergonhada ela consegue trazer as mãos por entre
os braços dele e cobrir o rosto.
Téo desfaz o abraço, se abaixa e enfia a
cabeça por baixo da saia e antes de começar a chupar a xaninha por cima da
calcinha, aspira o odor de sabonete com o perfume natural de fêmea.
Felícia se arrepia ao sentir a umidade
da boca de Téo em cima de sua xaninha. Ela aspira profundamente com os olhos
fechados tentando não se entregar. No último ato de desespero ela tenta
empurrar a cabeça dele envolta em sua saia.
A resposta dele foi um vigoroso puxão
das calcinhas para baixo e voltar logo a
chupar-lhe a xaninha, dessa vez ao natural. Felícia simplesmente se abandonou
as caricias que a língua e a boca dele faziam em sua xoxota. Sem saber o
porque, ela levantou o vestido até descobrir a cabeça dele e ficou espiando, respirando pela boca, na
esperança de ver o que ele estava fazendo.
As mãos de Téo ora massageavam com
sofreguidão as coxas, ora a s nádegas dela. Felícia, segurando o vestido com
uma das mãos, leva a outra até a boca tentando conter gemidos que estão cada
vez mais soando mais alto.
Então, Téo pára a linguada e se levanta.
Um pouco tonta pela parada repentina do prazer que Téo lhe dava, Felícia se vê
conduzida para a poltrona e ele a faz sentar-se.
Em seguida, ele enrola a saia até a
cintura e passa as duas coxas dela por cima de seus ombros. Felícia se vê sem
jeito com toda a exposição de sua genitália na cara de Téo e um pouco
desconfortável com os próprios joelhos quase lhe tocando seus ombros. Ela se
acomoda um pouco melhor mas, logo entra em transe quando a língua de Téo volta a bater longamente em seu clitóris.
Em dado momento seus olhos reviram nas
órbitas mostrando por alguns segundo o branco deles.
E aí, a rombuda língua lhe invade o
dedilhado cuzinho por pelo menos um centímetro e o nariz dele lhe roça no
grelinho. As mãos que acariciavam a
cabeça de Téo, agora puxa com força de encontro a xaninha e o cuzinho dela
A cabeça de Felícia vai de um lado a
outro enquanto geme de prazer. Téo, experiente como era e sem parar a linguada
no cuzinho, consegue colocar o preservativo. Em seguida pára a chupação, mas
rapidamente lhe invade a xota com os dedos. Suas calças caem abaixo dos
joelhos.
Felícia nunca tinha levado uma rolona
tão grossa na xaninha como aquela. Ela se sente totalmente preenchida, pra não
dizer, maravilhosamente entupida, naquela posição de frango assado.
Ela agora é quem procura pela boca de
Téo com a sua. A língua dela desinibidamente
duela com a dele como duas serpente em luta.
Téo sente que este é o momento e retira
seu penis da vagina dela.
Felícia arregala os olhos quando sente a
glande rombuda forçando a entrada em seu anel anal. Ela vira a cabeça de lado
como se estivesse escondendo o desconforto que estava sentindo e não quisesse
que Téo visse, pois, mesmo assim, ela não queria que ele parasse.
- Vo...voce quer que... que eu tire? Que
eu...eu pare?
Ela vira o rosto um pouco suado e
olhando profundamente nos olhos dele, passa um mão por trás do pescoço ,
trazendo sua boca pra colar na dela. Ela o beija com a intensidade de uma
mulher que sente uma revelação extraordinária em ser sodomizada.
Os movimentos que Felícia faz com as nádegas vai sugando a rolona dele pouco a pouco.
Quando a metade já entrou, é ele quem
continua. O corpo dela parece está em
febre e treme como se estivesse com calafrio.
Téo empurra até a metade e desliza pra
fora até ficar só a cabeçorra dentro. Ele repete este movimento diversas vezes
saboreando a quentura anal e os gemidos e as contorções das coxas dela em volta
de sua cintura.
- Olha... sabe... empurra mais... enfia
mais... enfia tudo! Tudinho, porra! Empurra tudo!
Os olhos dele se apertam e o ar aspirado
sibila por entre seus dentes de tamanha tesão. As coxas dela lhe apertam o
torço impedindo um pouco que ela faça a invasão e a posse completa do cusinho
da bela jornalista.
Felícia, mesmo inconsciente, sente que
já teve alguns orgasmos e que agora se aproxima mais outro devido a aceleração
dos movimentos de Téo que agora lhe segura ambos os tornozelos com os braços
abertos, desimpedido completamente de possuir o anus dela até as polpas da
bunda encostarem-se em seu saco. Aí, ele explode.
Ela parece sentir o aumento de volume
roliço dentro do cusinho quando goza como uma mangueira de bombeiro de alta
pressão.
“UUau! Agradeço a todos os
santos por me revelar mais um modo de gozar!!”
Arfando, ele deixa o corpo desabar aos
poucos em cima dela. Mas a posição se torna desconfortável para ambos.
Ainda tonto, Téo se senta ao lado de
Felícia que está sentada em cima das pernas e de frente pra ele. Ela examina
com os dedos ao redor do anus e não percebe nenhum sinal de sangramento. Apenas
uma pequena ardência enquanto o esfíncter vai voltando a sua circunferência
normal.
A rolona dele está semi flácida e a
camisinha, cheia de esperma perdeu toda a elasticidade.
Téo leva uma mão até a base do cacete e
com a outra vai puxando o artefato de plástico.
Nesse momento Felícia parou com seu
próprio exame e olha fascinada a grossa rolona toda lambuzada de esperma
descansando em cima da coxa dele.
Ela não sabe porque quis fazer isso.
Segurou a rolona colocando em posição ereta e foi se inclinando com uma vontade
avassaladora de chupar um páu. De qualquer um que fosse naquela hora.
Téo olha abismado e sentindo o enorme
prazer do calor que a boca de Felícia faz com a glande toda engolida. Ele sente
arrepios e joga a cabeça pra trás já quase gozando com Felícia engolindo cada
mais sua imensa rolona.
- Minha... deusa, vamos... vamos fazer
agora... ferro, ferro... com ferro!?
Syoko olha pra mesa de Felícia e não a
vê lá. Faltam três minutos pra ela entrar no ar.
Téo está sentado com a rola em riste na
mão de Felícia. Ela está montada de frente pra ele, mas com a parte superior do corpo torcido pro lado
esfregando a glande em volta do próprio cusinho. Ela está completamente nua
agora.
Sem fazer barulho, Syoko abre a porta da
suite e arregala os olhos e a boca quando se depara com a nudez de Felícia que
faz o movimento de baixa e levanta com a rola de alguém acomodada dentro do
cusinho.
Felícia está com a cabeça virada por
cima do ombro olhando pra baixo como se visualizasse
a
própria sodomização.
Do jeito que abriu a porta, Syoco a
fechou silenciosamente e correu pra tomar o lugar de Felícia em frente as
câmaras.
Passaram-se uns dez minutos quando os
dois tiveram mais um orgasmo. Estavam descansando quando Felícia percebeu que
tinha perdido a hora. Sem falar nada com Téo, se levantou e cinco minutos
depois estava arrumada com o cabelo preso.
Se sentiu aliviada quando viu Syoko lhe substituindo a contento fazendo
o telejornal. Quando ela se virou para a câmera onde Felícia estava atrás,
recebeu um belo sorriso em sinal de gratidão.
Quando terminou, Syoco veio ao encontro
dela, um pouco apreensiva.
- Fiz direito? Acho que estava um pouco
nervosa!
- De jeito nenhum! Voce agora não será
mais a substituta eventual! Vou lhe indicar como apresentadora! Ah, eu senti
uma indisposição bem na hora e tiver que ir... fazer o... nº 2!
- É... isso acontece. Huum...sabe quando
eu disse que voce não sabia usar essa bundona maravilhosa? Eu me enganei!












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