Tudo começou no estacionamento - Isabel
Rafer está lendo os documentos dentro de seu carro,
estacionado no aeroporto. De repente, um SUV Poshe Cayene estaciona na vaga
cuja frente fica paralela a lateral do carro dele. Por simples curiosidade, ele
vê duas belas mulheres e reconhece uma delas, a de cabelo castanho escuro e
olhos azuis. A outra, de cabeleira ruiva tem aparência de européia e está no
volante.
- “Que coincidência! A Nanete aqui! Quem será a outra?”
Ele já se prepara pra sair do carro e cumprimentá-las quando
abre a boca surpreendido com o que vê.
Nanete e a ruiva estão se beijando apaixonadamente na boca.
Elas se beijam e se acariciam por alguns minutos sem
perceberem que no carro estacionado a frente delas, Rafer filma toda a paixão
das duas.
- Tenho que ir, meu amor. O check-in já começou. Me chama
toda vez que o Afonso for viajar. Ou então vá até o Rio, ok?
Nanete sai do carro e abre a porta trazeira, retirando uma
pequena mala de mão. A ruiva sai do carro e encosta-se à porta. Nanete vai até ela e
abraça. Dá pra notar que Nanete, usando saltos altos, é ainda um pouco mais
baixa que a ruiva que está de sandalinhas.
Elas voltam a se beijar novamente e Nanete, num ímpeto, se
acocora e puxa a calça legging da amiga junto com a calcinha. Em seguida, enfia
o rosto onde a penugem ruiva se confunde com as sobrancelhas escuras dela.
A ruiva balança sensualmente a cabeça de um lado pro outro
em puro êxtase.
Mas, a felicidade é interrompida, pois ambas escutam um
carro se aproximando.
Rafer observa as duas se recompondo e deixa que elas se
afastem alguns metros em direção a saída do estacionamento, pra então sair do
carro e ir atrás delas.
- Nanete! Nanete!
As duas se voltam pra ver quem está chamando. Elas vêem um
homem alto e robusto de cabeleira grisalha, que usa um discreto rabo-de-cavalo.
- Puta que pariu! Tinha logo que encontrar esse cara aqui!
- Por que? Quem é ele?
- O nome dele é Rafer. Um tremendo filho da puta!
A ruiva olha pra Nanete sem entender e já ia lhe fazer outra
pergunta quando Rafer já estava a dois passos delas.
- Olá, querida! Que alegria te encontrar aqui. Vai pro Rio?
O Bene está me esperando lá no hall de desembarque. Ele vai ficar feliz em te
ver! Oh, senhorita! Muito prazer! Rafer a seu dispor!
- Esta é a Isabel. O marido dela trabalha pra voce...
- Ah é? Quem?
- Afonso. Ele fala muito no dr. Joel e não no senhor. O vôo
dele tá atrasado devido o aeroporto de Porto Alegre está fechado devido ao mau
tempo. Eu vim buscá-lo.
- Não diga! Estou exatamente aqui por ele. Vem me trazendo
uns documentos importantes. Vou então liberá-lo assim que chegar pra vocês
passarem o final de semana tranquilos!
Isabel queria agradecer pela gentileza do patrão de seu
marido, mas lembrou-se do alerta de Nanete que mantinha uma feição sisuda,
impassível.
Já no saguão, Nanete se despediu de Isabel com os dois
beijinhos de praxe e se dirigiu pra o salão do check-in. Nem se dignou a olhar
pro Rafer.
Isabel se mostrou constrangida com a atitude da amiga e pela
cara disfarçada de Rafer, como nada tivesse acontecido.
- Muito bem... o que o Afonso fala da situação lá em Porto
Alegre?
- Parece que estão esperando que o tempo melhore e embarquem
no vôo das dez horas.
- São oito e meia agora. Se embarcar as dez, chega aqui ao
meio-dia. Bom, dona Isabel, eu a convido pra fazermos hora lá no salão Vip. Que
tal?
- Olha Sr. Rafer, acho que não... tenho uns relatórios pra
fazer e ficarei bem lá no carro.
- Eu, gentilmente insisto, dona Isabel. Pois a razão de eu
estar aqui pra receber seu marido é porque ele vai enfrentar dificuldades! Não
se espante. Mas, a princípio ele será despedido!
Lágrimas vem aos olhos esverdeados de Isabel. Rafer puxa do
bolso um lenço e lhe entrega.
- Mas... mas, por que? Ele sempre me dizia que o Sr. Joel
estava satisfeitíssimo com o trabalho dele!
- Vamos lá pra cima que posso lhe dar mais detalhes.
Já acomodados em poltronas confortáveis, Rafer tinha um copo
com conhaque e Isabel bebericava de seu copo com água.
- O que ele fez pra ser despedido assim? No salão do
aeroporto! Oh, que humilhação!
- Ok, vamos por
partes. O Afonso, junto com o gerente dos executivos, o qual teu marido faz
parte, nos deram um enorme prejuízo vendendo informações secretas para nossos
rivais.
Como pode um
executivo iniciante com o salário dele quitar o apartamento, tenha dois carros,
sendo um o Porshe Cayene e estar construindo uma casa no litoral!? Como eu
disse, por enquanto ele só está despedido. Voces perderão isso tudo!! Conforme
for... vou metê-lo na cadeia!
- O senhor é cruel! Bem que a Nanete estava certa sobre o
senhor e lhe tratou daquele jeito!
- Quanto a bela Nanete, viúva de um senador! Ela sempre
mostrava contrariedade quando eu a sodomizava...
- O quê!? Do que o senhor está falando? E que palavreado é
esse?
- Muito bem! Serei mais claro. A Nanete me dava o cuzinho em
troca do financiamento de campanha do marido!
Quando se acostumou,
se esforçava pra não mostrar que estava gozando!
Então, conheceu o
Bernardo, o Bene, secretário do marido e se apaixonou por ele. Quando a penetrávamos duplamente, ela gozava
como uma desvairada e depois dizia que era porque o Bene estava presente!

- Não acredito! Não acredito! O
senhor está inventando! É um caluniador!
Rafer sem deixar de encarar a bela face de Isabel, retira o
telefone do bolso e com dois toques mostra o filminho que ele fez delas duas.
Isabel larga o copo, leva a mão à boca e arregala os olhos
sem emitir nenhum som. Só lágrimas escorriam de seus belos olhos.
- Então! O que temos aqui? O marido de uma lésbica que é
também um corrupto! O que voce tem a oferecer, dona Isabel, pra que esse
pesadelo não se torne real?
Isabel, de cabeça baixa, choraminga balançando a cabeça
negativamente. “Não sei...não sei!” ela repetia sem parar.
Rafer, cinicamente, leva o copo com conhaque até perto da
face dela. A principio, ela afasta a cabeça devido ao cheiro forte. Mas, pra
surpresa de Rafer, ela tira o copo da mão dele e bebe o que resta de uma só
vez.
- Pode pedir outro pra mim, Sr. Rafer? E diga o que o senhor
espera de mim.
Ele faz sinal pro garçom pedindo mais dois conhaques. Os
dois permanecem calados enquanto o garçom os serve. Isabel de novo dá uma
golada e mais outra terminando o conteúdo. Depois encarando Rafer nos olhos,
lhe pergunta.
- O que o senhor quer que eu faça, sr. Rafer?
- Seu caso com a Nanete não vem ao caso. Mas, eu não deixei
de notar como voce é popozuda...
- Então, isso tudo é só pro senhor me sodomizar! Quer dizer
que se eu não estivesse aqui, meu marido
seria sumariamente despedido e talvez até preso!?
- Sim e não. Sabendo
que estou punindo um funcionário canalha, sodomizando a esposinha dele é que é
o cerne da questão. Depois ele vai ter a escolha de manter o emprego sabendo
que é corno ou simplesmente pedindo demissão. Essa decisão não é ele quem tem
de tomar. É voce Isabel. Voce quem vai decidir se ele vira corno e mantém o
emprego. O Afonso agora não decide nada!
- É doloroso?
Por uns segundos Rafer não entendeu a pergunta.
- É doloroso? Nunca fiz sexo anal. Espero que o senhor não
seja homem de gostar de machucar mulher!
- Não. Não machuco ninguém fisicamente. Agora me responda,
voce se dispõe a se entregar pra mim sabendo que quero gozar em seu cuzinho?
- Sim. Mas, precisa que faça eu me humilhar confessando
desse jeito!?
- Pois bem. No meu intimo sei que voce é uma mulher
fascinante e faminta por sexo, portanto serei condescendente com a nobre
criatura que voce é. Desejo voce mais do que nunca Isabel, desde que a vi. Se
em algum momento voce sentir dor ou simplesmente quiser que eu pare, é só me
dizer. Eu pararei imediatamente e
cumprirei a palavra de nada fazer contra seu marido. Lógico que ele será
transferido... pra longe!
Isabel se levanta e Rafer passa admirar o belo corpo que ela
possui.
- Podemos ir!?
Outra vez Isabel surpreende o tirano Rafer. Ele começa a se
levantar enquanto lhe pede.
- Vá caminhando até o bar e levanta essa camisa acima da
cintura. Quero ver teus glúteos balançando.
Rafer vê o rosto dela corar, mas ela obedece.
Nanete a tinha deixado perto de mais um orgasmo quando
começou a chupar-lhe a xaninha no estacionamento. Parece que a promessa de
Rafer seria cumprida se caso ela não quisesse levar aquilo em frente e por isso
o rosado em sua face se espalhou por todo seu corpo deixando-a com tesão e
curiosa. “Afinal ele não é tão canalha assim. O culpado pela minha sodomização
é o Afonso, que começou tudo! E se eu gostar... é só lavar que tá novo!”
Eles foram prum hotel perto do aeroporto. Rafer deu
instruções na recepção se alguém chamado Joel chegasse, que deixassem subir. No
elevador, ele a abraçou e tentou beijá-la. Isabel desviou o rosto e se virou de
costas pra ele.
- Se o senhor não se importar, não quero ser beijada na
boca.
Rafer a abraçou por trás e a esposa de Afonso sentiu a
envergadura dele roçando em suas robustas nádegas.
- Ok. Nada de beijos na boca. Mas, na xaninha pode?
Isabel não conseguiu se conter mais. Virou-se novamente e
enlaçou os braços em volta do pescoço do patrão de seu marido e beijou como se
estivesse beijando Nanete.
Rafer espalmou as palmas das mãos nas nádegas dela e as
apertou fortemente.
Ele ouviu e sentiu Isabel dar um longo suspiro dentro de sua
boca. Ela por sua vez roçava vigorosamente o púbis na virilha dele.
Já na suite, Isabel está de pé na beira da cama. Rafer a faz
virar-se e posiciona de quatro no colchão. Em seguida, ela sente que ele com um
forte puxão, baixou a calça legging e a calcinha até o meio das coxas.
Rafer olha fascinado com a beleza da alvura com algumas
sardas da bunda da mulherzinha do Afonso. E seu olhar se torna fixo como um
tarado ao ver o rosa plissado do anus dela.
Isabel sente a língua de Rafer saracoteando em volta de seu
cuzinho e pela primeira vez é tomada de uma incrível tesão devido aquela
caricia. Ela abaixa sua parte frontal até os bojudos seios se achatarem no
colchão. Sua bunda fica empinada de modo que seu cuzinho dá todo acesso a
língua do patrãozinho de seu marido.
Rafer escuta os soluços e murmúrios que Isabel emite,
deixando claro que ela está pronta pra ser sodomizada. Ele próprio não soube
como conseguiu colocar a camisinha sem deixar de homenagear com a boca, o
cuzinho da esposinha de seu funcionário.
O excitamento de Isabel era tão imenso que ela só foi sentir o desconforto da
penetração quando toda a glande já tinha sido abocanhada pelo seu anus. Rafer
sentiu quando ela retesou os glúteos e levou uma das mãos até a coxa dele,
indicando que parasse. Ela tinha parado de suspirar e murmurar.
- O que eu faço, princesa? Quer parar?
Isabel não responde e sua face mostrava que ela estava
tentando se acostumar com aquele desconforto. Rafer lentamente foi retirando a
cabeçorra de dentro do cuzinho dela.
Isabel se torceu mais um pouco e com a mesma mão que pousava
na coxa dele,
foi apalpando até conseguir segurar o caralho dele, mantendo
a cabeçorra na boquinha do próprio anus.
- Mete... mete de novo e não pare, seu canalha desvirtuador
de esposa honesta! Mete! Mete tudo! Tudinho! Assim, assim! Assiiiimmm!
Aããããã...Que coisa louca! Que tesão!!
- Vo...voce é maravilhosa, Isabel! Como solta o cuzinho
gostooooso!! Assim, princesinha, assim! Rebola! Rebola bem mansinho! Assiiiiim!
Tá gostando, né!? Me diz! Me diz!!
Isabel não respondeu vocalmente, mas sim rebolando um pouco
mais rápido e como se quisesse engolir além da base do caralho com seu cuzinho.
As polpudas nádegas faziam vapt-vapt de encontro a virilha do patrão de seu
maridinho.
Uma das mãos acariciava febrilmente a xaninha, os cabelos
ruivos se despenteavam em seu rosto e Isabel emitia sons desconexos.
De repente um largo sorriso apareceu em seus lábios para em
seguida suas sobrancelhas se vincarem na testa e Isabel soltar um urro e mais outro. Rafer
sentiu os movimentos das nádegas pararem e se retesarem, e seu torão ser
aprisionado pelo anel do cuzinho dela. Isabel teve seu primeiro orgasmo com um
penis enorme todo engolido por seu anus.
Como tivesse desmaiado, o belo corpo da esposa de Afonso
caiu de lado deixando a enorme rola Rafer escapar do já agora cuzinho relaxado.
Isabel abre os olhos e sua primeira visão é o caralhão
envelopado de Rafer balançando ao lado
de sua bundona. Ele está preste a sair da cama enquanto tenta retirar a
camisinha.
- Caramba! É... parece que a sodomia teve seus agradáveis
segredos pra voce! Pelo menos senti que voce gozou! E foi sua primeira vez, não
é!?
- Hãhã... Ainda não sei se gostei ou não. O que o senhor tá
fazendo!? Não gozou... gozou?
- É, não gozei agora. Mas quando voce se recuperar vamos
fazer de novo, mas dessa vez “ferro com ferro”! Voce topa?
- Não sei...
Isabel vai se ajeitando enquanto conversam e com o olhar
fixo na lustrosa rolona que agora está quase ao mesmo nível de seu rosto.
Com uma mão ela circula
os dedos em volta do cacetão do patrão de Afonso, não conseguindo
fechá-los completamente.
Então, tomada de coragem, Isabel se movimenta e se posiciona
sentada nas batatas das pernas em frente as coxas de Rafer.
Ela leva os dedos das duas mãos até a base do cacetão e
consegue enfiar dois deles no elástico da camisinha e consegue com certa
dificuldade, retirá-la.
- Deixa eu fazer no senhor o que gosto de fazer no
Afonsinho!?
- Po po...pode, meu amor! Mas eu não sou mais “senhor” pra
voce!
- É sim, meu senhor! É assim que quero tratá-lo! Quero manter
“distancia”!
E sem dizer mais nada, abocanhou com destreza toda bolotuda
glande de Rafer. Com as duas mãos fazia movimentos rotatórios na musculosa
vergona. Pela primeira vez sentiu as palpitações das veias que envolvem o
penis, dentro de sua boca.
- Isa...Isabel, eu... eu
tô to... quase gozando! Não... não
sei se... se voce está acostumada com isso!?
A esposinha de Afonso pára o boquete e com os lábios
brilhando de saliva levante os esverdeados olhos e roucamente pergunta.
- Como? Gozar na minha boca? Sim, não estou acostumada
porque Afonsinho nunca gozou! Mas ele gostava muito que lhe chupasse até minha
mandíbula doesse! E, caramba, pelo que me conheço, nem estou perto disso
ainda!?
- Querida, sua mandíbula nunca vai doer comigo! É
impressionante sua habilidade de boqueteira!
E antes que Rafer acabasse de falar a primeira cusparada a
atingiu embaixo do queixo perto da garganta escorrendo até os seios. Da segunda
em diante Isabel teve a sua boca inundada formando uma avalanche de esperma e
saliva que era engolida e espirrava pra fora pelas fissuras dos lábios ovalados
ao redor da mangueirona musculosa.
Naquele dia, Isabel foi deflorada no anus e teve um
aprimoramento na sua habilidade de sugar um penis com a boca.
O recepcionista lembrou-se do recado do ocupante da suite
presidencial e autorizou o acesso até lá do Sr. Joel. O elevador para dentro do
pequeno hall que antecede a sala. De lá, Joel vislumbrou a beleza exuberante
das nádegas de Isabel sacolejando em cima do colo de Rafer.
- Chegaste no... no momento certo! Esta... esta deusa é... é
a esposinha do Afonso! Se vais se juntar a nós, põe a camisinha!
- Mas... por que? O senhor disse que iríamos fazer “ferro
com ferro”! Eu já estou toda “lubrificadinha” lá!
O penis de Joel vestido com o preservativo fez a segunda
invasão no anus da esposa do Afonso naquele dia. Ela sentiu o intumescimento
das duas rolonas dentro de si.
A pressão das duas cobras separadas pela fina membrana se
mexendo num desvairado e frenético vai-vem deu uma amplitude de excitamento em
Isabel que soltou um som gutural, jogando a cabeça pra trás quase atingindo o
queixo de Joel.
- O que... que Rafer quis... quis dizer... era pra voce
não... não ficar com... com o cuzinho cheio de meu esperma e ficar escorrendo
depois!
Isabel mal teve discernimento do que ouviu porque já estava
tendo múltiplos orgasmos por ser duplamente penetrada pela primeira vez em.
Afonso estava ansioso e excitado. Em alguns segundos ele
estaria saindo pelo portão de desembarque e lá estaria sua esposinha Isabel lhe
esperando. A razão do excitamento é que lhe foi prometido uma viagem de Dubai a
Tóquio, viajando em primeira classe e se
hospedando em hotéis acima de cinco estrelas.
Uns vinte minutos atrás, Afonso ligara para Isabel
informando que já estava desembarcando. Ela levou uns longos segundos pra
atender porque Rafer teve que procurar o celular na bolsa dela, pois estava com
o queixinho roçando o saco escrotal de Joel e com a boca e a garganta entupidas com a rola dele.
- Está um pouca rouca, amorzinho?
- Aah, não! É só um pigarro! Já chegou!? Estou no
estacionamento. Vou caminhando lá pro desembarque!
- Está bem.
E Joel teve sua torona abocanhada de novo pela esposinha do
Afonso que só parou quando um vulcão de esperma lhe escorreu pela garganta
abaixo.
Afonso achou estranho que perto da saída estavam Rafer e
Joel. Este se adiantou e tomou-lhe a maleta das mãos Sem ainda entender o que
estava acontecendo, sentiu o aperto de ferro da mão de Rafer em seu braço que
praticamente o arrastava para um canto.
Foi aí que viu Isabel um pouco mais distante segurada pelo braço, ao lado do gigante Bernardo, o Bene. E então a “ficha caiu”. Eles descobriram tudo. Percebeu que estava fodido e baixou a cabeça desalentado.
Sua esposinha conseguiu se desvencilhar de Bene e correu em sua direção. Com lágrimas nos olhos ela lhe abraça e beija na boca.
Afonso procura controlar seu medo, mas tremia um pouco. Ele
sabia que Rafer era uma espécie de “capo mafioso”.
- O quê... o quê voces vão comigo!? Por favor, deixem minha esposa fora disso!
- Ela vai ficar fora disso sim! Voce vai ser nosso espião duplo até recuperarmos o prejuízo que nos deu! Vai viajar um bocado e fazer exatamente o que te diremos e toda vez terá que nos entregar a Isabel como refém e caso voce fracasse... já sabe o que vai acontecer, né!?
Isabel e Bene estão sentados dentro do Cayene. Ela fica
olhando o enorme negro, de rabo de olho. Pensa o quanto sua vida e seu
comportamento mudaram naquele dia, inclusive seu amor pelo apagado marido.
Já sabia que algum dia iria surtar com aquela vidinha em que tudo dava certo e estava programada por Afonso.
Bene lhe estendeu uma barrinha de chocolate. Ela a devorou e
percebeu que estava faminta apesar de estar com estomago com duas porções de
esperma.
“- Ah! Então este é o Bene por quem Nanete se apaixonou! Também pudera! O cara é um deus grego de ébano! Fico imaginando o... o tamanho do pipiu dele! E dizer que a Nanete agüentava ele no cuzinho!!”
Isabel vira todo o corpo dobrando as pernas em cima do
assento, ficando quase de frente pra ele. Bene com o rabo de olho percebe
Isabel lhe olhando de alto a baixo.
- Eu sei de voce e Nanete! Voce é muito safado! Comendo a mulher de teu patrão! Que calhorda!
- Não é bem assim... ela estava solitária e se descobriu
grávida.
O senador Ary era todo bonzinho e só vivia em Brasilia defendo sua utopia sem sentido. Rafer arranja férias maravilhosas e em muitas delas ele interrompia pra vir atende alguma urgência. Quando não era o Rafer, era eu quem a consolava.
- O quê!? Ah! Eu devia ter adivinhado! Então voce agora faz parte da família!
- Deixa eu te pedir uma coisa... eu gostaria de sentir teu cheiro! Não se ofenda! É só essas coisas que a gente ouve falar da sua raça1
- Eu acho que é mito! Basta qualquer um, branco, preto, amarelo ficar dois dias sem usar desodorante que...
- Não, não! Dizem que voces são diferentes! Amigas minha me confirmaram isso! Elas são de uma Ong que trabalham na Namibia.
- Acho que qualquer povo em estado semi-civilizatório deve ter um odor peculiar!
- Voce fala com muita erudição e... e é bem asseado... como qualquer um!
- Isabel eu sou advogado, assessor de parlamentares e amigo faz-tudo do Rafer!
- É, realmente seu cheiro não difere dos outros dois que chupei hoje! Ah, agora lembrei!! A genitália deles cheirava diferente do resto do corpo. Dá pra sentir ao redor do saco!
Bene arregala olhos novamente com aboca aberta, surpreso com
o descaramento das confissões da esposinha de Afonso.
- Bene, não me leve a mal... mas o que é de Nanete, também é meu! Nós somos amantes!
- Ah, sim! Eu soube. Voce tem meu respeito e meu total apoio!
- Ah! Muito bem. O que voce faria por ela, voce faria por mim!
- Bom... dentro das possibilidades de proteger a reputação de voces, estarei sempre as ordens!
- Eu quero que voce faça uma coisa pra mim que tenho certeza que a Nanete vai aprovar e adorar!
- Pois não! Pode pedir!
- Quero cheirar teu saco! Agora!
- O quê!? Voce tá louca!?
Antes que Bene pudesse impedi-la, Isabel já lhe abria a
barguilha, não tão facilmente, e a dificuldade foi tirar a jebona pra fora,
pois esta já estava endurecia a olhos vistos.
Bene já aspirava e respirava sem compasso com sua cabeçorra arroxeada dentro da boquinha da mulher de Afonso.
Com a boca cheia, Isabel começoua puxar a calça dele pra
baixo. Bene percebeu o esforço dela e levantou o traseiro o mais que pode.
E então, todo esplendor daquela tora amarronzada se exibiu as exigências da boca e da língua da safada esposinha do executivo corrupto.
Isabel se inebriava enfiando o nariz e cheirando ao redor do
saco e entre as coxas do sodomizador de sua amiga Nanete. Sua mão estava entre
suas coxas dedilhando a xaninha.
- Vou... vou gozar Nanete! Oh! Desculpe! Quis dizer, Isabel! Se... se voce não está... está acostumada com... isso, é melhor... parar!
Isabel levanta a cabeça de entre as musculosas coxas de onde estivera aspirando o cheiro dele.
- Pô, Bene querido! Eu não te disse que mamei os dois até eles gozarem feito cavalos dentro de minha boca! Eu não te disse!? Não!? Bem, agora voce está sabendo!
Aah, me deixa pegar meu celular! Quando estiver pronto... pode gozar!
Nanete está deitada ao lado do filho que dorme profundamente.
Ambos estão nus.
O celular toca e ela decide atender pois já foi saciada sexualmente a uns quinze minutos atrás.
Os olhos azuis se arregalam e um largo sorriso com a boca
aberta lhe estampa o rosto.
Na telinha aparece o belo rosto de sua amante Isabel sendo banhado com esperma de Bene que se vê ao fundo com o semblante de culpado.
- Não tem nada porque se sentir culpado, querido! Sabia que aquele calhorda do Rafer ia trazê-la pra família!
Foi aí que viu Isabel um pouco mais distante segurada pelo braço, ao lado do gigante Bernardo, o Bene. E então a “ficha caiu”. Eles descobriram tudo. Percebeu que estava fodido e baixou a cabeça desalentado.
Sua esposinha conseguiu se desvencilhar de Bene e correu em sua direção. Com lágrimas nos olhos ela lhe abraça e beija na boca.
Bene se aproximou do grupo e gentilmente separou Isabel de
Afonso.
- Vamos lá pro bar dos VIPs resolver isso, Afonso. E, Bene!
Só traga a esposa dele quando te chamarmos.- O quê... o quê voces vão comigo!? Por favor, deixem minha esposa fora disso!
- Ela vai ficar fora disso sim! Voce vai ser nosso espião duplo até recuperarmos o prejuízo que nos deu! Vai viajar um bocado e fazer exatamente o que te diremos e toda vez terá que nos entregar a Isabel como refém e caso voce fracasse... já sabe o que vai acontecer, né!?
Já sabia que algum dia iria surtar com aquela vidinha em que tudo dava certo e estava programada por Afonso.
“- Ah! Então este é o Bene por quem Nanete se apaixonou! Também pudera! O cara é um deus grego de ébano! Fico imaginando o... o tamanho do pipiu dele! E dizer que a Nanete agüentava ele no cuzinho!!”
- Eu sei de voce e Nanete! Voce é muito safado! Comendo a mulher de teu patrão! Que calhorda!
- Não é bem assim... ela estava solitária e se descobriu
grávida.

O senador Ary era todo bonzinho e só vivia em Brasilia defendo sua utopia sem sentido. Rafer arranja férias maravilhosas e em muitas delas ele interrompia pra vir atende alguma urgência. Quando não era o Rafer, era eu quem a consolava.
- Voces todos são uns crápulas... mas, simpáticos! Fiz minha
primeira dupla-penetração com Joel e Rafer esta manhã!
Bene virou a cabeça encarando-a com os olhos esbugalhados.- O quê!? Ah! Eu devia ter adivinhado! Então voce agora faz parte da família!
- Deixa eu te pedir uma coisa... eu gostaria de sentir teu cheiro! Não se ofenda! É só essas coisas que a gente ouve falar da sua raça1
- Eu acho que é mito! Basta qualquer um, branco, preto, amarelo ficar dois dias sem usar desodorante que...
- Não, não! Dizem que voces são diferentes! Amigas minha me confirmaram isso! Elas são de uma Ong que trabalham na Namibia.
- Acho que qualquer povo em estado semi-civilizatório deve ter um odor peculiar!
- Voce fala com muita erudição e... e é bem asseado... como qualquer um!
- Isabel eu sou advogado, assessor de parlamentares e amigo faz-tudo do Rafer!
- É, realmente seu cheiro não difere dos outros dois que chupei hoje! Ah, agora lembrei!! A genitália deles cheirava diferente do resto do corpo. Dá pra sentir ao redor do saco!
- Bene, não me leve a mal... mas o que é de Nanete, também é meu! Nós somos amantes!
- Ah, sim! Eu soube. Voce tem meu respeito e meu total apoio!
- Ah! Muito bem. O que voce faria por ela, voce faria por mim!
- Bom... dentro das possibilidades de proteger a reputação de voces, estarei sempre as ordens!
- Eu quero que voce faça uma coisa pra mim que tenho certeza que a Nanete vai aprovar e adorar!
- Pois não! Pode pedir!
- Quero cheirar teu saco! Agora!
- O quê!? Voce tá louca!?
Bene já aspirava e respirava sem compasso com sua cabeçorra arroxeada dentro da boquinha da mulher de Afonso.
E então, todo esplendor daquela tora amarronzada se exibiu as exigências da boca e da língua da safada esposinha do executivo corrupto.
- Vou... vou gozar Nanete! Oh! Desculpe! Quis dizer, Isabel! Se... se voce não está... está acostumada com... isso, é melhor... parar!
- Pô, Bene querido! Eu não te disse que mamei os dois até eles gozarem feito cavalos dentro de minha boca! Eu não te disse!? Não!? Bem, agora voce está sabendo!
Aah, me deixa pegar meu celular! Quando estiver pronto... pode gozar!
O celular toca e ela decide atender pois já foi saciada sexualmente a uns quinze minutos atrás.
Na telinha aparece o belo rosto de sua amante Isabel sendo banhado com esperma de Bene que se vê ao fundo com o semblante de culpado.
- Não tem nada porque se sentir culpado, querido! Sabia que aquele calhorda do Rafer ia trazê-la pra família!









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