Tudo começou no estacionamento - Eliza
- Oh!
Que coincidência! Aquele é o conselheiro Sampaio!
Joel vê
o carro da frente afastar-se enquanto ele entra no estacionamento subterrâneo
do prédio da Camara. Logo encontra uma vaga onde existem mais duas desocupadas.
A bela
Eliza, com a cara emburrada, ouve o rapaz franzino ao seu lado, lhe dizendo pra
voltar e estacionar na Camara.
- A
prova é só no segundo tempo. Dá tempo de voce fazer um boquete pra me acalmar,
né!?
- Meu
deus! Quando essa tortura vai acabar!? Voce devia se envergonhar de abusar
sexualmente de mim, sendo eu esposa do Sampaio! Eu vou acabar não indo à
academia.
- Voce
quem começou, minha cara madrasta!
- Eu
estava carente e voce me embebedou!
- Tá...
tá, me engana que eu gosto! Andando sem sutiã o tempo todo e toda gentil
comigo!
- Mas
claro que eu tinha que ser gentil! Voce é o sobrinho-neto do Sampaio e veio
morar conosco pra prestar esses exames finais. Eu só não imaginava que voce era
um tremendo calhorda. Se aproveitou de minha fraqueza e faz coisas terríveis
comigo que duvido que alguma puta faça!
- Cala
a boca, Eliza! Olha, ali tem uma vaga!
Joel
está examinando uns documentos, se preparando para o confronto com o
conselheiro Sampaio, quando vê um carro estacionar ao lado do seu, deixando uma
vaga entre os dois.
Uma
bela mulher de corpo estonteante vestida com colante e casaco de ginástica sai
do lado da direção.
Do
outro lado sai o rapaz franzino e circulando pela trazeira do carro para bem
perto da bela mulher e lhe segurando o rosto com as duas mãos, a beija na boca com
entusiasmo.
Joel
arregala os olhos vendo a cena através da janela envidraçada com insulfilme.
Ele nota que a mulher beijada não reage e tem os braços ao longo do corpo.
O rapaz
franzino pára com o beijo e com um
movimento lento vai abaixando a vestimenta top dela até os esplendidos seios de
auréolas rosadas, se sintam livres.
-
Cacete! Que mulherão o conselheiro tem! E por que ela está se submetendo a esse
moleque?
Joel se
embasbaca mais ainda quando a esposa do conselheiro Sampaio se acocora em
frente ao rapaz e destramente lhe abre a barguilha e puxa a vergona dele de
dentro das calças.
Em
seguida, ela começa o ritual de lamber toda a extensão do cacete que parece enorme
devido a magreza do felizardo rapaz.
-
Caralho! Não posso perder essa oportunidade! A mulher do conselheiro tendo um
caso com esse fedelho que deve ser parente de algum dos dois! Ah! Vou filmar
tudo bonitinho!

Em
poucos minutos o franzino goza e a esposinha do conselheiro Sampaio se esforça
pra engolir toda ejaculação, mas mesmo assim, um pouco espirra pra fora dos
lábios, escorrendo pelo queixo, sendo aparado nos bojudos seios.
Eliza,
limpando ao redor da boca com a manga do casaco entra no carro, enquanto o
rapaz faz o caminho inverso de antes e senta-se ao lado dela. E logo se dirigem
pra fora do estacionamento.
Joel
está excitadíssimo com a performance da mulher enquanto observa e edita algumas
imagens do filminho. Depois telefona pro seu representante que o espera já no
auditório.
-
Bernardo? Não se aproxima do conselheiro Sampaio. Nós precisamos do voto dele
pra fazermos quatro dos sete conselheiros e já sei como convencê-lo! Os outros
três já estão no meu bolso! Só me avisa quando eles forem fazer o coffebreak.
- Pelo
que eu soube, eles vão direto até a hora do almoço. Lá pelo meio-dia.
-
Descobre então onde é o gabinete dele e me avisa quando eles se retirarem.
Sampaio
se despede da rodinha que se formou do lado de fora do plenário, dizendo pros
outros irem na frente, pois está esperando Eliza pra irem almoçar juntos. Em
seguida se dirige, apoiando-se na bengala, para o próprio gabinete.
- Uou!
Quéque´isso? O que o senhor está fazendo aqui!? Nós não podemos ser vistos
juntos!
Como
entrou aqui?
- Sua
simpática secretária primeiramente negou. Depois, enquanto conversávamos em pé
aqui do lado de fora, me falou do marido desempregado da filha e eu consegui um
lugar de conferente num armazém aqui do nosso grupo. Portanto, não a culpe. Ela
já foi almoçar.
- Mesmo
assim quero que se retire! Não temos nada a falar!
Joel se
levanta da poltrona com o telefone em punho e o coloca a um palmo do rosto do
marido de Eliza.
Na
telinha aparece só a cabeça dela e parte do penis que ela chupa. Impossível
identificar de quem era o cacete.
Os
olhos e a boca de Sampaio se escancaram por uns longos segundos.
- Já
pensou se isso vazar? Tua mulherzinha com o caralho de outro homem na boca! E
parece que ela sabe muito bem do ofício! Não deve ter sido voce quem a adestrou
assim, não é!?
Ao
receber mais esse insulto, o marido de Eliza desaba na poltrona, onde antes
Joel estava sentado. Ele se inclina pra frente apoiando os cotovelos nos
joelhos e segurando a cabeça com as duas mãos.
- Tô
fudido! Fodido! Porra!
-
Bom... voce sabe o que tem que fazer, Sampaio! E eu quero a votação ago...ra!
De
repente a porta do gabinete se abre e Eliza, resplandecente no conjunto de saia
e blusa rosa claro, entra e fecha a porta atrás de si olhando curiosamente para
Joel. Quando se inclina pra beijar o marido, é que nota o ódio estampado no
rosto dele.
- Sua
desgraçada! Rampeira! Boqueteira de mais baixo nível entre as putas! Voce me
desgraçou Eliza! Me desgraçou... completamente! Quem é? Quem é esse filho da
puta de teu amante? Quem é!?
Então
Eliza vê o telefone em cima da mesa onde na telinha ela aparece claramente
boqueteando o enteado.
Ela
fica pálida, põe a mão na boca, sufocando o grito que ia soltar. Em seguida
cambaleia como se fosse desmaiar. Prontamente, Joel a ampara e faz sentar na
cadeira atrás da escrivaninha.
Joel
pega o telefone e liga pra Bernardo.
- Bené?
Bom, parece que o conselheiro Sampaio mudou de idéia e vai nos apoiar. Segura
duas poltronas executivas até o RGN e prepara uma suite lá no resorte. Voce
espera o resultado, ok?
Eliza
choraminga, com a cabeça abaixada. O marido tem as duas mãos nos joelhos e a
cabeça virada pro Joel escutando a conversa dele.
- E...
e se eu não votar a favor? Voce terá um prejuízo enorme, seu canalha! E quanto
a essa devassa, essa filha da puta, tô pouco me lixando! Que se foda!
- Deixa
de ser babaca! Se não votares, eu tenho poder de te exonerar através de meus
contatos! Além disso, voce vai desgraçar pra sempre a tua mulher. Talvez voce
não se importe com ela, mas vais morrer como o conselheiro corno!
- Tudo
bem... tudo bem! Qual a recompensa que terei em troca? Sei que cada um dos três
recebeu 50 mil...
- Muito
bem. Voces dois não poderão ficar aqui na cidade durante certo tempo...
- Sim,
sim! Escutei voce reservando o vôo e a
suite no resorte.
- Voce
não me deixou terminar, seu corrupto escroto! Voce vai pra casa dos teus
familiares no interior. A Eliza é que vai voar comigo e só voltará quando a
poeira assentar. Como e quando voce vai pro interior é problema seu.
A cara
de decepção de Sampaio tomou lugar da cara insolente de alguns segundos atrás.
Eliza arregalou os amendoados olhos castanhos e seus lábios se ovalaram, não
acreditando no que estava escutando. Parece que sua vida era uma eterna servidão.
-
Grana? Não tem nenhuma! 50 mil pra cada um? Porra nenhuma! Um, apesar de
casado, foi pego chupando um vigilante aqui no estacionamento! Outro atropelou
um homem e fugiu. O cara não morreu, decorou a chapa e o está chantageando
junto comigo. E o terceiro foi fotografado entrando e saindo de um motel com a
cunhada menor.
Sampaio está de cabeça abaixada não
acreditando de como sua vida mudará naquela idade.
Joel
encara Eliza que está olhando compadecida pro marido. Joel pega sua mão e a faz
levantar-se. Já está perto da porta quando ela chorando grita desesperadamente.
- Não!
Não! E não! Não vou! Não vou! Deixa ele fazer o que quiser querido! Mas, não
vota nele!
- Saí
daqui sua puta rampeira! Voce não se importa de eu ser corno, né! Vá, vai
embora!
Desapontada,
Eliza é amparada enquanto caminha ao lado de Joel. Logo estão sentados numa
acolhedora cantina, justo do outro lado da rua.
- Minha
querida, se acalme! Nada de desespero! Voce está se livrando desses dois
tiranos! Sampaio e o escroto de teu enteado. Por falar nisso... como voce se
deixou se envolver?
No
começo, Eliza só consegue falar entre soluços. Depois, mais calma e de ter
bebido de uma só vez uma taça de vinho branco, ela disserta o que era sua vida
com eles.
-
Carlito veio morar conosco pra prestar exame pra uma bolsa na Alemanha. Isso
foi uns três meses atrás. Eu fiquei
encantada de ter um menino pra cuidar. Apesar de aparência, ele já tem 24 anos.
- Certa
noite, uma semana depois, estávamos todos vendo um filme na televisão e logo Gert
estava cochilando. Gert é o Sampaio.
-
Bom... Carlito foi até a cozinha e voltou trazendo uma garrafa de vinho branco
e duas taças.
Conversa
vai, conversa vem e a garrafa esvaziou! Carlito se insinuou e me deixei ser
beijada e levada ladeira abaixo à devassidão sexual!
- Não
sei se voce sabia, mas Gert é trinta e cinco anos mais velho que eu! Casei com
ele aos vinte anos quando trabalhava como bióloga marinha e ele era viúvo. Nos
primeiros dez anos foi tudo uma maravilha! Depois, passei a ser uma dona de
casa! Uma empregada!
-
Mas... eu não quero ir, sr. Joel. Não quero ir! Eu não sou uma devassa! Não sou
uma puta desvairada! Não quero sair de uma escravidão e entrar em outra com um
desconhecido!
Joel
notou que a segunda taça dela estava vazia. A narrativa e a performance que ela
tinha feito, faz com que ele se encante mais ainda por ela. Seu cacetão está
tão duro que chega a doer. Sua tezão fala mais alto que seus escrúpulos. Ele
percebe que a hora é agora.

-
Querida, confie em mim. Nada acontecerá com voce... que não concorde fazer! Vamos se alegrar! Que tal renovar seu guarda-roupa?
Joel
antes de chamar o taxi, liga pra Bernardo e mande que diga ao conselheiro que o
grupo que ele representa vai desistir do empreendimento e que não precisa mais
do voto dele.
- É
foda, Bené! Mas, mesmo que tivéssemos ganhado, tenho certeza que aquele escroto
do Sampaio iria vazar o porquê que os outros três conselheiros votaram na
gente... aí seria uma interminável onda de inquéritos, a obra não sairia do
papel e ocuparia desnecessariamente o jurídico.
O taxi
chega e Joel manda seguir pra um shopping que tinha lojas de grife. Durante o
percurso, os lados das coxas de ambos se roçam e Eliza parece não se importar.
Joel sente pela primeira vez o suave perfume dela e ao mesmo tempo suas narinas
captam o cheiro da fêmea em sua plenitude sexual.
Eliza
dá o braço a gentil persuasão dele. Ela parece relaxada. Bem relaxada. E tem um
leve sorriso enquanto andam pelos corredores.
Ela se
sente estranhamente bem. De repente um reconfortante calor toma conta de todo
seu corpo. Seus mamilos endurecem que chegam a aparecer através da blusa e
sente uma tremenda vontade de acariciar a própria xaninha.
Os dois
entram numa loja sugerida por Joel. A esposa do conselheiro pra se distrair
começa a se encantar com as roupas, bolsas e calçados. Joel simplesmente
pergunta se ela gosta e vai passando pra atendente atrás. Ao ver umas calcinhas
de cetim, Joel escolhe três de cores diferentes. Pede à atendente que empacote
o que já tem nas mãos.
Pegando
Eliza pela cintura, ela a leva até o vestiário. Lá, um negro vivamente maquiado
e com a cabeleireira artisticamente montada, pede pra ver quantas peças são e
lhe dá uma placa com o número três estampado.
Joel o
encara com um sorriso maroto. Em vez de pegar a placa, lhe enfia nos dedos duas
notas azuis de cem.
O gay
enfia os dedos no bolsinho do colete, tira e entrega uma chave pra ele.
- Siga
até o final dos provadores e vire a esquerda. Lá tem um sofá onde tiramos uma
soneca.
Agora
não vai ninguém lá pois já começou o turno da tarde.
Eliza
sem entender o que houve, se deixa levar por Joel. Já dentro do pequeno
escritório, ele a puxa para si e a beija com fervor de um macho dominado pelo
cheiro da bela fêmea. Ela ainda está surpresa com o que está acontecendo e
adivinhando o que vai acontecer.
Sem
nenhuma titubeação, Joel se agacha com um dos joelhos apoiado no piso e aspira
por cima da saia o odor da infiel esposinha do conselheiro Sampaio.
-
Levanta a saia e mostra tua xaninha pra mim! – Pede ele com voz rouca de um
tarado.
- Não!
Não faça isso comigo! Não sou isso que voce pensa!
Ele
percebe que Eliza fala sem convicção e não impede que ele mesmo vá levantando a
saia até ela mesma segurar na altura dos
quadris. Antes de baixar a calcinha, Joel passa alguns segundos beijando e
lambendo a rachinha por cima do tecido.
Não se
agüentando mais, Joel puxa as calcinhas até os tornozelos de Eliza. Ela
consegue tirar um dos pés, mas não consegue tirar o outro pois já está
delirando com a ventosa que Joel está fazendo em cima de sua vagina.
O
perfume do sabonete e do creme que ela passou nas coxas e na bunda ainda são
bem nítidos. Mesmo agachado, Joel retira sua torona de dentro da calça e passa
a se masturbar, aspirando e sugando toda a feminilidade dela.
Com a
mão esquerda livre, ele abraça a coxa que está com o pé fora da calcinha, e em
seguida manobrar com que ela apóie a coxa no seu ombro esquerdo. Agora ele tem
quase todo acesso as profundezas celestiais da xaninha de Eliza.
E então
ela goza. Joel sente todo o tremor e calor do orgasmo intenso que banha o corpo
de Eliza. Ela cambaleia e desnorteada consegue se sentar no sofá.
Joel
permanece agachado admirando a perfeição das curvas da mulher madura.
Gentilmente ele põe a mão na cintura dela e insinua para que ela se vire. Ela
obedece. Mas pra fazer isso ela tem que ficar ajoelhada no assento do sofá como
busto apoiado no encosto.
Eliza
contrai o anus ao sentir a ponta da língua dele que se insinuar pra dentro.
Ela
sente um calafrio intenso que nunca sentiu antes, fazendo o cuzinho relaxar,
facilitando alguns centímetros da língua serpenteante de Joel invadindo o dito
cujo.
Eliza
comprova o quanto vale a experiência de quem sabe. Carlito quando a sodomizava,
nunca fez isso o que Joel lhe faz agora. Ele simplesmente a untava com vaselina
e ainda usava camisinha. Era uma meladeira só! Ela imagina como seria ser
sodomizada por Joel.
Neste
momento, alguém do outro lado da porta mexe na maçaneta, assustando casal. Joel
se levanta e pé ante pé vai até a porta e cola o ouvido nela. Ele escuta passos
se afastando.
Eliza
tomada por um súbito sentimento moralista, fica de pé, ajeita a saia pra baixo.
E então se lembra da calcinha enrolada no seu tornozelo. Ela está se abaixando
pra ajeitar o outro pé quando Joel se aproxima por trás e passando os braços
por baixo das axilas dela, faz com que se levante. E como se estivesse dando
uma ordem, lhe diz.
-
Suspende a saia! Suspende essa saia, Eliza!
Ela
obedece, usando os cotovelos pra manter o enrolado da saia suspendido e as mãos
na parede como se a tivesse empurrando. Ela suspira alto quando o imenso falo
de Joel lhe penetra a xaninha. Agora seu rosto e os seios estão pressionados
contra a parede e Joel funga ao lado de sua orelha.
Então
ela se lembra que ainda está no seu período fértil.
-
Espera... espera, Joel! Eu tenho uma camisinha na bolsa, senão posso
engravidar.
- Ok!
Mas, não saia daí!
Leva
menos de um minuto para que Joel envelope sua torona e já está com a cabeçorra
na entrada da xaninha quando vê o anus dela se contraindo e descontraindo. Como
se estivesse piscando. Joel enlouquece.
- Voce
já experimentou atrás?
- Huum!
Por que voce não tenta!?
É
melodia pros ouvidos de Joel, cantada por aquela deusa do sexo! Deusa do coito
anal!
Eliza
nota a diferença de ser penetrada pela robusta glande e tora de Joel. A
camisinha foi a dose exata de lubrificação e ela sente o atrito deslizante
conforme a grossura do rolona vai lhe
dilatando todo o tubo anal. Ao contrário daquele excesso de vaselina que ficava
escorrendo por horas de seu cuzinho.
-
Olha... não... não goza dentro, tá?
- Minha
querida, não... não não sei não! Por que... por que isso? A camisinha é pra
isso mesmo!
- Eu...
quero... quero fazer com voce o quê Carlito me... me obrigava a... a fazer
com... ele!
Joel
fica curioso, mas não quer sair daquele lorto nem que o mundo se acabe. Mas,
Eliza passa a apertar as nádegas, fazendo com que a fricção do entra e sai de
seu anelzinho pressione ainda mais o caralho invasor.
Ao
mesmo tempo suas coxas se roçam fortemente uma na outra fazendo com que a
xaninha tenha o grelinho acariciado. Ela usava esse truque pra gozar dando cú,
já com aquela lama de vaselina a coisa ficava sem graça.
Mas,
agora com Joel, ela quer ter o orgasmo anal, acariciando a xaninha e o grelo
apertados entre suas coxas.
Joel
não consegue mais resistir. Ele retira quase metade de sua torona do cuzinho e
já vai dar a primeira cusparada ejaculatória, quando Eliza pega o cacete pela
base firmemente e ela mesma se desentope.
Ato
continuo, ela se ajoelha a frente dele e com a outra mão, destramente vai
retirando o preservativo. Com o esplendor da nudez do cacete que palpita em sua
mão, Eliza enche sua boca com a bojuda cabeçorra e só então alivia o aperto que
fazia na base do nervoso cacete.
Joel
urra como um tresloucado sem se importar que alguém ouça do outro lado da
porta. Eliza se masturba freneticamente enquanto engole cada vez mais e mais a
rolona que ejacula sem parar.
“ Pelo menos isso eu gostava de fazer com
Carlito!”
Joel se
esparrama no sofá e está bem ofegante. Eliza se acomoda entre as pernas dele e
engole a semi endurecida rolona e volta a se masturbar.
A
respiração de Joel volta a normalidade ao mesmo tempo em que a boquinha de
Eliza sente dificuldade de engolir além da metade a já endurecida torona. Mas,
ele quer mais.
- Vamos
fazer “ferro com ferro”?
- O quê?
Eliza
está maravilhada com a pronta recuperação do cacete de Joel. Agora ele lhe pede
que venha a se sentar na virilha dele.
Ela segura o caralho e mira a boquinha do próprio anus. Lentamente vai sentando
e tremendo de tezão ao sentir a pele com pele da invasão anal.
Joel
não leva muito tempo pra gozar de novo, vendo as carnudas nádegas formando o
desenho de um coração invertido que sobe e desce lentamente, lhe engolindo a
torona.
Ao
passarem pelo guardião do vestiário, Joel recebeu do exótico negro uma
sacolinha.
- Isto
aqui é por minha conta... o resto das compras o senhor encontrará ali no caixa.
Na
sacolinha estavam as tres calcinhas de cores diferentes.
Rudy
tem os dedos entrelaçados atrás da cintura dela, segurando-a firmemente. Eliza
lhe acaricia os cabelos enquanto suas línguas duelam no túnel bocal de ambos.
Eles
são embalados pelo vai-e-vem da tora de Gusmão no cuzinho da bela Eliza.
Os três
estão ao ar livre, protegidos por um gazebo na ilha privada do Shagger-La
Resort.
Gusmão
é o chefe da segurança e a discrição é sua lei. Se fosse um belo animal, seria
um urso.
Rudy
foi levado por sua mãe Catarina. A relação incestuosa foi maculada quando a mãe
descobriu que ele a estava traindo com a mãe de um amigo, chamada Nanete.
Catarina
então quis mostrar-lhe os encantos de uma relação aberta, mas sem envolvimento.
A mãe
de Rudy foi levada ao Shagger-La pela sua superintendente Dra. Diana, onde ela
foi duplamente penetrada pela primeira vez por Gusmão e o patrão Joel.
Eliza
tinha vinte anos quando casou com Gert Sampaio, trinta e cinco anos mais velho.
A vida
deles se tornou apagada sexualmente depois que Gert sofreu um infarto cinco
anos atrás. Gert se envolveu cada vez mais com seu cargo de conselheiro na
Câmara Municipal da cidadezinha litorânea onde moravam.
Ela se
considerava mais uma empregada que uma esposa.
Eliza
preenchia seu tempo com trabalhos voluntários. Então uns seis meses atrás o sobrinho
neto de Gert foi morar com eles.
Carlito
estava tentando ganhar uma bolsa de estudo na Alemanha e prestava exames. Na
sua cidade do interior, a mesma do tio-avô, não tinha esse escritório de
avaliação.
Eliza
adorou por ter um sopro de juventude na casa deles.
Não
passou despercebido a Carlito o voluptuoso corpo de sua, podemos dizer,
tia-madrasta.Ela raramente usava sutiã e ele tomou isso como uma abertura para
a sua virilidade de vinte e quatro anos.
Certa
manhã quando ele tomava café, Eliza ficou parada em pé bebericando em frente a
janela ensolarada.
Os
raios solares revelaram todo o esplendor
corpo dela. Quando ela se virou e saiu andando, o páu de Carlito quase
lhe estourou a bermuda, ao ver a protuberância perfeitamente arredondada da
bunda da esposa de seu tio-avô.
No dia
seguinte, Carlito voltou do curso com uma garrafa de vinho branco que colocou
na geladeira. A noite, depois do jantar, estavam os três vendo televisão. Gert
e Eliza estavam no sofá de dois lugares e Carlito na poltrona ao lado.
Como
sempre, Gert não conseguia ver todo o noticiário pois cochilava, chegando até a
roncar.
Normalmente,
Eliza deixava ele ficar assim por mais uma hora, depois o chamava pra ir
dormir.
Assim
que Gert começou a cochilar, Carlito já estava vindo com a garrafa e duas
taças. Eliza adorou a atitude dele, pois quebrava de modo alegre e relaxante a
rotina deles.
Pra
resumir, mais de meia garrafa vazia e Eliza já tinha sido beijada e agora
entregava os seios para ser beijados.
O
endiabrado Carlito lhe acariciava os fartos seios com a boca e com uma das mãos
acariciava o grelinho intumescido. Eliza soluçava baixinho e com medo que o
marido a seu lado acordasse.
- Vá
pro meu quarto que eu levo o tio pra suite de voces.
Naquela
noite, a inocente e madura Eliza foi usada e abusada não de modo carinhoso. O
calhorda Carlito em nenhum momento esperou pelo orgasmo dela e a obrigou ser
fotografada, especialmente quando a sodomizou usando só o preservativo sem se
importar com o desconforto que o belo rosto da esposa de seu tio avô demonstrava.
Eliza
se tornou escrava sexual daquele calhorda magrelo.
Uma
semana depois do acontecido, Carlito
obrigou Eliza a pagar pelo motel onde ela foi duplamente penetrada. O
comparça de Carlito era um mulato que trabalhava na gráfica onde eram impressos
os testes de avaliação.
Depois
foi um funcionário da secretária de educação que liberaria uma ajuda de custo,
caso ele fosse aprovado.
Aconteceu
de uma semana atrás, Carlito ter prometido ao representante alemão um encontro
com a madrasta, depois de ele ficar tarado ao ver as fotos de Eliza em atitudes
sexuais comprometedoras e não usuais.
Naquela
manhã, Eliza dirigia com Carlito ao seu lado e Gert no banco de trás. Ao
chegarem à Câmara Municipal, Carlito ajudou ao tio-avô a sair do veículo.
O
conselheiro Sampaio era peça importante numa petição de um grupo industrial.
O
babaca Carlito, põe a mão em cima de um dos seios de sua madrasta que protesta,
dando um safanão com o ombro.
-
Cacete! Tô dirigindo, pô! Se liga, Carlito!
- Olha
só... a prova é só no segundo tempo e estou com a maior tezão pra que voce me
chupe!
Volta e
vamos fazer no estacionamento subterrâneo da Câmara! Quem sabe eu fique mais
relaxado!
- Oh
não! Tenha dó! Quando essa servidão vai acabar!? Já não basta o que vou fazer
com voce hoje a tarde? Eu é que vou me atrasar pra ginástica!
- Cala
a boca, mulher! Olha lá! Ali tem uma vaga!
Ao lado
do carro, a constrangida Eliza está acocorada com quase toda a rola do magrelo
sacana dentro da boca.
O que
os dois não sabiam é que por trás da janela insulfilmada do carro ao lado,
alguém, chamado Joel estava filmando tudo.
Depois
de deixar o calhorda Carlito na faculdade, Eliza foi direto pra casa e no banho
se masturbou freneticamente como sempre fazia depois que Carlito a fodia.
Vestiu
um conjunto de saia e blusa rosa claro e foi pra Camara encontrar o marido para
almoçarem juntos.
Ao
abrir a porta do gabinete do marido, encontrou ele com o rosto crispado como se
tivesse visto o diabo e um belo homem moreno que se viu surpreso quando a viu
chegar.
- Sua
safada filha da puta! Voce me desgraçou! Me desgraçou! Quem é? Quem é esse
viado que voce está chupando!? Quem é, quem é!?
Então
ela viu na telinha do telefone em cima da mesa seu desempenho horas atrás no
estacionamento. Ela quase desmaia e o elegante moreno a ampara e a faz
sentar-se.
Em
seguida, o estranho começa a falar rispidamente com seu marido sobre o voto que
estava faltando pra aprovação de um empreendimento do grupo dele.
O tom
autoritário do belo estranho, chamado Joel, era como vingança devido a
negligencia que seu marido lhe fizera durante esses últimos anos e por tudo que
ela vinha sendo chantageada, abusada e depravada. Involuntariamente Eliza se
excita sem controle.
No
final, Eliza só entendeu que ela seria refém até que Gert votasse
favoravelmente. Pelo telefone, Joel mandou que fosse reservadas duas poltronas
executivas para o vôo com destino a um resorte.
Joel
fez Eliza levantar-se e pegando pela mão foi saindo do gabinete. Mas, ela
estancou na porta e chorando implorou pra que o marido não deixasse Joel
seqüestrá-la.
-
Foda-se voce! Voce não se importou de me fazer de corno, né? Vai, vá embora!
Eliza,
mesmo sexualmente excitada, estava se sentindo um mulambo. Sendo desprezada
pelo marido e abusada sexualmente pelo sobrinho dele.
Ela
começou a sentir-se melhor quando Joel a puxou pra uma loja de grife famosa e
lhe disse pra escolher o que quisesse.
Eliza
não podia se sentir mais feliz como mulher possuindo as roupas, sapatos e
bolsas de celebrada fama e qualidade.
De
repente, Joel a pega pelo braço, tendo três calcinhas de cores diferentes na
outra mão e se dirigem para o provador.
Na
entrada,um gay vestido e maquiado exoticamente tirou uma chave do bolso do
colete e entregou ao Joel.
Minutos
depois, os dois estavam dentro de um cubículo onde havia um sofá, uma pia e uma
privada. Eliza se viu beijada ardentemente e correspondeu, roçando seu corpo no
dele.
Foi
como a primeira com Carlito.
Mas de
uma maneira gentil e experiente. Ela deixou que Joel lhe fizesse de tudo,
inclusive o incentivou que a sodomizasse.
Isso
aconteceu duas vezes. A primeira com ambos de pé e ela espremida contra a
parede e a segunda, com ele sentado no sofá e ela sentando-se de costas pra
ele, engolindo o cacetão com o cuzinho.
Horas
depois, Eliza está tomando os últimos raios de sol na esplendida piscina de
borda infinita no palacete do proprietário do Resort Shagger-La. Uma massagista
veio deixá-la totalmente relaxada.
Ela
preferiu ir dormir do que ir ao coquetel. Pela manhã, ela viu Joel se vestindo
e lhe disse que estava com a maior tezão de chupar um cacete.
- De
qualquer um? – perguntou ironicamente Joel.
- Voce
está me querendo testar? Neste lugar que se vê orgia por todo lado!?
- Ah ah
ah! Foi o que eu te prometi, não foi? Além disso, voce pode trabalhar no nosso
laboratório que controla a qualidade da água.
- Sim,
mas eu preciso ainda me assentar e ver a realidade daqui. Foi tudo muito rápido
e foi uma tremenda mudança!
- Se
divorcie e pronto! Voce nem precisa voltar lá!
- Vou
pensar, vou pensar... Huumm, me diga, posso sair nuazinha por aí?
- Se
aqui é um resorte de amor livre... se considera que andemos nus! Vou te
apresentar o Gusmão. Ele vai ser teu anjo da guarda até voce se familiarizar
com “nossos costumes”!
- Devo
usar uma das sandalias de salto alto? Hei, aonde voce vai assim?
-
Trabalhar, amor! Tenho que voltar pra resolver aquele assunto com teu marido.
Eliza
estava tomando café, vestida com uma transparente camisola, quando Gusmão
apareceu na varanda. Ele vestia um chapéu-panamá... somente. Ele era tão alto
quanto Joel, um pouco mais velho, cheinho e peludo. Seus olhos eram
verdes-esmeralda e sua longa cabeleira, aloirada.
Parece
que foi amor a primeira vista. Melhor dizendo, puro tezão a primeira vista. A
rolona de Gusmão nunca ficou tão enrijecida quando Eliza abriu a camisola e
separando os seios, clamando que lhe fizesse uma espanhola. Isto só pra
começar.
Gusmão
se surpreendia sempre que ele ía lhe sugerir um novo desempenho sexual, ela se
antecipava e concordava com tudo.
- Sabe,
meu ursinho... eu gosto de homens bem jovens. Nada de adolescentes, mas de
homens com aparência juvenil e bem dotados!
Meia
hora depois, Eliza soluçava e se engasgava boqueteando o jovem Rudy. Eles se
tornaram namoradinhos. Gusmão deu pra ela usar uma coleira de perolas pra
cachorro. A partir daí, ela tinha as narinas dilatadas e sibilando por entre os
dentes tremendamente excitada e quase gozando com Rudy desfilando de braço dado
com ela e segurando a correia.
Em
apenas um dia o casal ficou famoso naquela parte do resorte. Isso fez Eliza se
desinibir totalmente. Alguém lhe ofereceu uma lancha se ela deixasse ele lhe
chupar a xaninha, enquanto ele segurava a correia.
Braceletes,
colares e brincos valiosíssimos lhe foram dados só pra ela posar sentada em frente a eles, dando leve
chicotadas nos páus endurecidos.
Rudy
ficava extremamente enciumado quando alguns deles ejaculavam nos seios dela.
- Vendo
essa tua carinha me faz ficar mais apaixonada por voce, querido! Vem aqui,
amor! Me ajuda a lavar todo esse esperma dos meus seios!
No
Shagger-La havia diversos concursos tipo, DP do dia, melhor boquete do dia,
mais belo casal incestuoso do dia, etc. etc.
Assim,
Gusmão levou Catarina até o bangalô de Eliza.
Rudy
ajoelhado entre as grossas coxas de Eliza, chupava com adoração a xaninha e
tinha a mão dela lhe acariciando os cabelos.
-
Ranran! Já vi que arranjou outra mãezinha, Rudy! Mas, hoje a noite vou precisar
de voce! Vamos participar de “Melhor desempenho incestuoso”! E quero ganhar meu
segundo buttplug de ouro!
Eliza e
Rudy levaram um susto com a aparição de Gus e seu inconfundível chapéu-panamá e
da bela Catarina vestindo só calcinha de biquíni transparente. Ela tinha uma
grande semelhança com a atriz Christine Hendrix, enquanto Eliza poderia ser
confundida com a Rainha anal dos anos 90, Angelica Bella.
- Estou
mais pra titia, minha irmãzinha Caty!
- Uuaw!
Como voce é bonita, gostosona! Um tezão!
Eliza
em tres passos estava em frente a Catarina. Sem que ninguém esperasse, ela
passou uma das mãos pela nuca da mãe de Rudy e a beijou ardentemente.
Caty
não era afeita ao lesbianismo, mas correspondeu ao beijo e esperou que Eliza o
interrompesse.
-
Desculpe-me... eu nunca fiz isso antes! Mas, voce é tão... tão charmosa, tão
bela, que não me contive! E voce me deixa super excitada, apenas imaginando
Rudy sendo seu amante!
- Ele
não é meu amante! É meu filhinho macho! E eu estou morrendo de tezão por ele
desde que Gus o tirou de mim!
Foram
todos para a piscina aclimatada. Eliza com o pauzão de Gusmão na boca, olhava
de rabo de olho, encantada e excitadíssima, do jeito que mãe e filho se
beijavam apaixonadamente na boca, enquanto ela era fodida na posição
frango-assado.
O beijo
entre mãe e filho abria outra porta do vasto panorama sexual e devasso para
Eliza. Ela deu uma longa e derradeira chupada no cacetão de Gusmão e mesmo
ajoelhada deu uns passinhos até ficar ao lado do casal incestuoso.
-
Caty... Oh Caty! Deixa ele me beijar também! Por... por favor!
A mãe
desfez o abraço e Eliza jogou os braços pelos ombros de Rudy e, meio que de
lado, ele sentiu a boca ser abafada pela boca da esposa do conselheiro Sampaio.
Gusmão
se aproximou e se posicionou de pernas abertas embaixo das rotundas nádegas de
Eliza.
Ela
sentiu o grosso e imenso cacete lhe dando tapas em ambas as nádegas.
- Onde
voce quer, minha rainha!
Sem
desfazer o beijo, ela levou uma das mãos pra trás até segurar a jeba de Gusmão
e ajustou a vermelhona glande na boquinha do próprio anus.
-
Aaaarr! Voce mata um homem de prazer com esse cuzinho aveludado e faminto!!
As
palavras de Gusmão deram mais um incentivo pros outros três. Catarina sentiu
que as palavras de Gusmão eram o que Rudy estava querendo pronunciá-las.
Ela
desfaz o coito vaginal e se virando, fica ajoelhada mas com os seios e o rosto
encostados no alcochoado, em frente a virilha do filho.
Em
seguida leva ambas as mãos até as nádegas rosadas e as separa, expondo o
avermelhado cuzinho, porque ela tinha praticado dupla penetração anal na noite
anterior.
Eliza
nunca se sentiu tão depravada e maravilhosamente excitada ao ver a rolona do
filho roçando entre as nádegas da própria mãe. Assim, ela leva uma das mãos até
a haste musculosa que lhe enche o cuzinho e com outra segura a rolona de Rudy e
aponta pro cuzinho duplamente deflorado da mãezinha dele.
E assim
ela fica até os respectivos machos ejaculem nos respectivos cuzinhos.













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