Dalva e a safada sogrinha Leda
Dalva nunca se sentiu tão completamente extasiada. Ela
tinha compulsão sexual por homens mais velhos, viris e bem dotados. Joel lhe
beija a nuca e os ombros enquanto seu rígido e enorme penis entra e sai
lentamente do anus dela.
Embaixo dela, Dario a olha nos olhos com paixão, de vez e
quando a beijando apaixonadamente, enquanto seu rígido e enorme penis é
engolido pela luva vaginal da bela esposinha de Regis.
Ana está com vinte aninhos e os dois homens na casa dos
quarenta. Joel foi convidado a passar o fim de semana nessa casa de praia.
Uma semana antes, compareceram num jantar na
cobertura-duplex de Joel. Dalva e Regis, Freitas e Leda, pais de Regis e mais
alguns casais.
- Voce toparia ser sodomizada pela primeira vez?
- Primeira vez!? Bobinho! Faço isso desde meus dezesseis
anos com meu macho Alfa!
- Macho Alfa?
- Sim! Voce vai conhecê-lo no próximo fim de semana!
Discretamente, Leda se afastou com a plena certeza que
seu filho era corno. E não seria de agora.
- Querida, vá pra tua suíte! Joel, vá pra cozinha e
faço um cenário por lá!
- Saí da fazenda bem cedo! Estava muito chato lá e como
soube que Dalva vinha te visitar, achei melhor que aqui estaria mais divertido!
Onde está meu filho?
- Está surfando e Dalva deve estar descansando. Tenho um
convidado que os pombinhos trouxeram, o Joel.
- Ah, ele está aqui!? Que bom! Eu o conheço de vista, mas
sei quem ele representa e gostaria de... se voce não se importar... de falar
com ele a sós. Negócios.
- Ah, claro! Vamos até a cozinha.
Lá, Joel está comendo um sanduíche com uma cerveja aberta
a sua frente. Há ainda um prato com sanduíche e uma cerveja do lado.
- Preparei pra voce.
- Joel, esta é a senhora Leda Freitas, mãe do...
- Ah, eu a conheço! Sua beleza abrilhantou aquele jantar,
dona Leda!
-A Leda que falar em particular com voce... sobre
negócios.
- Olha aqui, seu cafageste! Quero que voce vá embora
imediatamente e nunca mais tenha contato com a rampeira de minha nora, a Dalva!
- Ô Leda! Não é assim que se resolve essas coisas! Voce
deveria ignorar esse lado obscuro da Dalva! Voce sabe que um escândalo não
seria bom pra ninguém.
- Voce não nos conhece! Temos mil jagunços e basta eu só
dizer pro Freitas que voce está dando em cima de Dalva e voce será um homem
morto! Sempre foi assim que resolvemos nossas pendengas! Os dois meninos o
estão esperando lá no hangar. Pega teu jeep e vai pra lá agora! Diz pro Dario
que é emergência! Agora, vai!!
- Ok, ok! Leda, voce ganhou! Mas o jatinho tem que ser
preparado para voar e também tenho que achar o piloto. Me dá meia hora, ok!
Voce disse que os jagunços já estão La no hangar? Vou fazer umas ligações e
resolver tudo!
Joel ainda tentou dialogar com Leda, mas ela permanecia
altiva sem lhe responder.
- O que é isso? Não quero ver nenhuma piadinha da internet!
Vá embora já!
- Voces, os Freitas, têm mil jagunços na terra onde
dominam. Eu tenho jagunços em todos os recantos do mundo!
- Por favor, manda eles pararem de bater nos meus
meninos!
- Eles vieram pra me matar! Então vou matá-los primeiro!
E o que voce fazer, Leda!? Hein, o que voce vai fazer!?
- Páre! Páre com isso! Por favor! Vamos esquecer que vim
aqui... que te vi... te vi copulando com a Dalva!
- Sabe do que ela realmente gosta e eu estava fazendo com
ela naquela hora? Ela estava sendo sodomizada!!
- Se quiser que eles parem de ser espancados, voce terá
que tirar toda a roupa! O que vai ser?
Uma avalanche de lágrimas acompanha quando ela leva as
duas mãos atrás das costas e retira o sutiã. Joel já tinha certa noção de que
Leda tivesse um corpão espetacular. Mas, sua surpresa foi muito maior.
Cinturinha fina, ancas volumosas e seios enormes.
Não passou despercebido pra Leda a boca aberta e o olhar
embasbacado de Joel. Ela tinha ainda esperança que ele parasse por aí. Não
ordenasse que ela tirasse a calcinha.
- Minha querida, tira tudo! Me mostra tua xaninha e
depois teu cuzinho!
- Atende, Leda! Agora!
- Agora passa pros dois cretinos!
- Por favor, isso não! Eles são meus empregados! Como
poderei encará-los depois!?
- Querida, com um corpão desse, tudo que é homem lá na
tua terra querer fazer o mesmo o que fiz na Dalva!
- Sodomia?!
- Isso também, mas já é hora de voce se libertar dessas
correntes opressora sexuais. Foda e deixe os outros foderem! Que mal têm da
Dalva gostar que eu a sodomize? O anus é dela! E por que não voce ter esses
dois espécimes viris como teus amantes? Vai dizer que voce não está refletindo
sobre essa possibilidade?
- Não! Não estou! Por que a Dalva? Uma mulher casada! O
meu filho é um marido maravilhoso!
- Olha só! O meu amigo está mandando as imagens deles
olhando voce se despindo. O mais forte olhou de soslaio e não quer olhar mais,
o outro não tira os olhos de voce!
- Esse é o mais novo. Se chama Toni. O outro, Tino.
Leda ouve quando Joel pede pra falar com um dos jagunços.
- Vou deixar voces viverem! Esqueçam tudo o que se passou
aqui e deletem o filme da patroa. Ela vai querer que voces façam certas coisas.
Obedeçam cegamente, porque tudo que voces fizerem pra ela é sob minhas ordens!
Voces já experimentaram da minha “gentileza”. Agora vão embora e digam ao
Freitas que a patroa volta comigo!
Leda sente que algo está acontecendo com seu corpo e sua
libido. Com quarenta e poucos anos e casada há vinte e cinco, ela se vê nessa
situação inusitada onde desejos que não sabia definir, mas julgava serem
pecaminosos, lhe afloravam agora com mais intensidade, estando totalmente nua
em frente ao segundo homem que a viu desse jeito.
Neste
exato momento, ambos ouvem um baque, vindo da escada do deque abaixo da
cozinha.
- Oh, meu deus! O quê é isso!? Eu estou assim... nua...
com voce!
- É o teu filho vindo do surfe. Ele vai levar uns dez
minutos lavando a prancha... mas vai entrar por aqui! Vista-se e vá pro salão!
- Tá tudo bem! Papai já saiu!
- Oi Medina! Sua mãe está aqui!
- O quê!?
-- Leda, levei sua valise para a suíte a direita da de
Joel, e sua nora arrumou com a a roupa de cama e de banho!
- Dario meu querido! Vim lhe fazer uma visita!
- Mas... a gente se viu hoje de manhã!
Ele se livra do
abraço da mãe e dos beijos melosos dela, e a porta da suíte se abre e Dalva
gentilmente o puxa pra dentro. Depois com um meigo sorriso, dá um adeusinho e
fecha a porta.
- Obrigada, Dario! Que lugar maravilhoso é esse aqui!
Voce deveria me convidar mais vezes!
- Voce viria sozinha... ou com o Freitas?
- Aah, Isso é pergunta que se faça Dario? Não agüento mais
esse papo! Amor, vou dormir que o surfe hoje foi bom.
Mesmo calma, seu coração batia rápido devido a ansiedade para
a última trepada do dia. Escutou os passos de alguém e logo após a porta da suíte
a direita da sua se fechar.
- Aonde voce pensa que vai!? Volte já pro seu quarto,
menina!!
- Eu vi voces dois lá na copa do apartamento dele! Por
isso que estou aqui pra impedir esse vexame de ter um filho corno! Agora vá! Vá
pro seu quarto e não tenha mais contato com o Sr. Joel!
Havia certa apreensão quando Leda foi despida e teve sue
corpo acariciado pelas mãos e boca de Joel. Ela só relaxou completamente quando
ele a fez gozar com a boca sugando sua xaninha.
- Aaaiiim! Deixa... deixa eu... eu fazer em voce agora!
- Voce, pedindo isso!? Eu pensei que ia te ensinar como
mamar na mamadeira!
- As manhãs de sábado são reservadas pra eu acordar o
Freitas chupando o pirulito dele, bobão! Sei muito bem como fazer. Agora, deixa
eu ver teu... Uuau! Meu deuuuuus! Como voce é enorme! É muito grande!
Ele retirou com muito cuidado o penis enfiado no anus da
mãe de Regis. Foi até sua valise e voltou pra cama trazendo uma caixinha.
- Aaah, tira a camisinha que eu quero mamar mais nessa
rolona bruta!
- Leda, querida! Eu vou fazer uma coisa em voce que não
dói nada e voce vai adorar! Deixa eu ver como tá o estado do teu cuzinho...
- Venha... Venha minha rainha! Me engole com tua xaninha!
- Co...co...coloca camisinha que nossa querida aqui adora
tomar leitinho e não quer que voce goze dentro do cuzinho!
- E... e que coisa e essa aqui, grudada no seu cuzinho,
Leda?










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