A obsessão de Ana III

Ana e o sogro Jarbas
O jovem casal passeiam pelo
exclusivo e caro shopping - center
situado dentro do caro e exclusivo condomínio de classe alta. Eles param diante de uma loja
de lingerie e o marido aponta para uma peça na vitrine.
- Olha só que camisola
linda, meu amor!
- Oh! Sim, é mesmo, Mario
querido!
- Vou comprá-la para voce,
Ana!
- Mas... amor, eu já tenho
tantas... algumas até parecida. Mas, compra sim! Pra presentear a Zélia!
- Minha mãe! Oh, não! A
mamãe não tem esse estilo... ela não seria capaz de usar algo assim... tão
sexy! Não quero nem pensar mamãe vestida nessa camisola!
Ana dá um olhar enviesado
pro marido, imaginando o quanto ele acha que a mãe seria incapaz de ser uma
mulher tão sensual como ela é.
- As lembranças dela quando
eu era guri são imagens que sempre me deixam otimista e me levanta a moral
quando estou sobre pressão!
- Eu... sei o quanto ela é
dedicada a voce, querido. Confesso que nenhuma mãe se compara a ela...
- Eu preferiria morrer antes
do que só em pensar que algum dia ela se vai...
- Hei! Que é isso!
Enlouqueceu!? E eu? O que represento então pra voce!?
- Oh, meu amorzinho... me
perdoe! Me desculpa! Voce é muito especial também! Mas... é diferente meu
sentimento por minha mãezinha! Olha, vamos entrar que eu quero que voce use
essa lingerie hoje a noite!
No dia seguinte pelo meio da
tarde, a belíssima mulher de cabelos escuros e vivos olhos azulados aparece no
beiral da porta e o grisalho e belo homem a encara embevecido. Ele se levanta
da cama e vai em direção a ela. A estonteante jovem o empurra antes que ele a
abrace.
- Se ajoelha, ó bofe! Hoje
só quero tua boca e tua língua!
O belo grisalhão obedece e
começa a beijar e a chupar a bochechuda xaninha da mulher trinta e poucos anos
mais jovem que ele. Uma das mãos dela agarra com firmeza os cabelos grisalhos
do alto da cabeça pra dar ritmo ao movimento que ela faz com o monte de Venus
roçando no rosto dele.
Ele tem as duas mãos
agarrando com firmeza as nádegas da jovem, ajudando aos suaves trancos que ela
dá em seu rosto com a pélvis.
- Aaah... quero... quero um
dedo... um dedo no meu cuzinho! Um, não! Dois! Dois dedos no meu cuzinho, coroa
cretino!
Os brilhantes olhos azuis se
viram nas órbitas depois de alguns minutos que as duas falanges dos dedos fazem meia rotação dentro do cuzinho dela e a
rombuda língua saracoteias por toda a xoxota.
Ela dá um grito e depois
vários urros enquanto explode de gozo na boca do macho grisalhão.
Enquanto goza, suas coxas se
enrigem e se empertigam e involuntariamente ela empurra a cabeça dele. O macho
perde o equilíbrio e como seus dois dedos estão inseridos até quase a terceira
falange no cuzinho dela, ele não consegue se soltar devido ao aperto que as
nádegas estão fazendo. Então, ele tomba levando a bela jovem consigo que fez
uma meia pirueta enquanto caía.
Depois alguns minutos em que
a respiração ficou descompassada, ela abre os olhos e vê o viril rosto de seu
amante acima do seu, olhando-a com o maior carinho. Ele lhe beija.
- Huuum! Tá com gosto de
minha xoxota! Vem cá! Senta ali na cama que quero te mamar até teu saco... Oh,
não! A camisola rasgou!
- O quê!?
- Essa camisola ele comprou
pra mim... ontem! Ele vai querer que eu use de novo hoje a noite! Eu... acho
que ainda dá tempo pra gente ir lá na butique e comprar outra igual!
Dias depois, Ana está
passeando pelo mesmo shopping com sua bela e traída sogrinha Zélia. Ela acentua
seu sentimento de culpa sendo o mais gentil que pode com a mãezinha de seu
marido.
Em dado momento elas entram
num restaurante que tem um deque ao ar livre. Ambas pedem uma taça de vinho
branco. Zélia lhe diz que vai ao toilete enquanto ela fica vendo suas mensagens
no celular.
Ana perde a noção de quanto
tempo a sogrinha ficou fora. Quando a vê de novo, nota que ela está ruborizada.
Logo em seguida um belo quarentão se aproxima da mesa e cumprimenta Zélia.
- Oh, Joel! Não tinha te
visto! Como vai? Esta é minha adorável norinha Ana.
Joel a cumprimentou com um
aceno de cabeça, se despediu e foi embora. Quando se levantaram pra irem embora
também, Ana notou uma espessa gota de algo meio esbranquiçado nos cabelos um
pouco acima da orelha de sua sogra.
- Tem alguma coisa pegajosa
aí no seu cabelo...
Zélia involuntariamente leva
os dedos pra onde o olhar de Ana está fixo e percebe que não tinha limpado toda
a ejaculação que recebera de Joel alguns minutos no estacionamento do
restaurante. Corando e sem coragem de olhar a nora, Zélia esfrega os dedos na
gosma fazendo-a desaparecer por entre os cabelos.
Imediatamente Ana percebeu
que sua santíssima sogra tinha Joel como amante.
“Meu deus! Quem diria! A elegante e refinada
Zélia Belanus traindo o marido! Inacreditável! Aquele canalha deve ter se
aproveitado de alguma fraqueza dela e
se aproveitado. Putz! Parte é culpa minha por quase não deixar o Jarbas com
tezão pra ela! Oh oh, não posso deixar que o Mario saiba disso! Além de eu
traí-lo com o pai, a mãe dele fica fazendo boquete pra estranho em
estacionamento! É imprevisível como ele lidaria com isso!”
No dia seguinte, Ana aparece
de surpresa no escritório de Joel. Ela vai direto ao assunto e esbraveja contra
ele, ameaçando difamá-lo sem atingir a Zélia, através da rede de radio e
televisão que a família dela operava na cidade.
Alguns dias depois, está
ela, o marido e o sogro tomando banho de sol quando o telefone toca. Na
telinha, Zélia está com metade do caralhão de alguém na boca, fazendo um
barulhão enquanto chupa. Prontamente, ela sai do aplicativo, olha pros lados e
vê que nenhum dos dois se apercebeu.
Ela se levanta e se dirige
ao bar coberto ao lado da
piscina e então vê claramente enquanto a sua sogrinha
é experiente em chupar um cacetão daquele calibre. Um calafrio toma conta do
corpo dela ao perceber que Joel tem algo que irá impedi-la de fazer qualquer
coisa contra ele. E ao mesmo tempo um calor substitui o calafrio.
Ana volta para a piscina
onde o marido e o sogro estão dormitando. Se aproxima por entre as
chaise-longue e se abaixando murmura bem
baixinho no ouvido de um para que o outro não ouvisse.
- Vem comigo, quero voce agora!
Ele está dormindo e podemos visualizar ele lá da copa se estiver vindo!
Em segundos, Ana está
agachada por trás do balcão com o imenso caralho entre os seios tentando
engolir a glande com a boca.
Por fim desiste e agarrando
a tora pelo meio, a engole até a metade sentindo a baba que escorre por entre
seus lábios e caindo nos seios.
- Ana, Aninha! Voce me mata!
E que tesão! Voce me chupando e eu vendo daqui teu marido!
- O único jeito de ficar
sempre perto de voce, foi casando com teu filho, velho safado!
- Querida... vem cá! Senta
aí no banquinho... isso! Agora empurra a bundinha mais pra trás! Assim, assim!
Posso comer teu fiofó!?
- Primeiro com a língua!
Depois... coloca a camisinha pra não ficar escorrendo “leitinho” pelas minhas
coxas!
Mario desperta de seu
cochilo e olha pros lados não encontrando ninguém. Mas, vê um pouco embaçado,
devido ao reflexo da porta de vidro, a cabeça de sua bela mulher balançando de
um lado pro outro lá no bar.
“ Essa Ana! Como gosta de dançar! Ah, tá tão
bom aqui! Esse sol, a piscina, a minha esposinha feliz! Só faltava a mamãe
aqui!”
Jarbas range os dentes
rindo, vendo a sua glande envelopada pela camisinha ultrapassando a o rosado
anel do cuzinho da esposinha de seu filho. Toda a tesão se mostra nos traços de
seu másculo rosto e na contração de seus músculo dos braços e do peito conforme
seu membro vai invadindo o anus de Ana. Ela balança a cabeça em suaves
movimentos pedindo que ele não pare nunca.
Mario volta a olhar em
direção ao bar cobrindo os olhos com as mãos. Ana agora tinha parado de dançar
e parecia que ela falava com seu pai provavelmente, pois seu rosto estava
virado de lado e o reflexo do sol na porta de vidro não permitia que ele
tivesse uma visão perfeita.
Ana, gozando feito louca,
vira a cabeça e pede pra ser beijada. Jarbas, arfando como um cachorro louco,
cola seu peitoral ás costas dela, procurando por sua boca faminta.
-Não... não goza! Não
goza... ainda! Deixa...deixa eu... eu gozar primeiro! Depois...depois quero mamar
teu leitinho!
Mario agora vê as costas de
seu pai que está com os cotovelos apoiados no balcão. Ele decide ir pegar algo
pra beber entrar na conversa entre Ana e seu pai.
A feição de um tarado no cio
é o que os belos olhos de Ana vêem ao se acocorar entre as coxas de seu sogro e
começando a retirar a camisinha de cacetão dele. Os cheios lábios se ovalam e
engolem a cabeçorra arroxeada.
Mantendo assim a posição, ela passa a
masturbá-lo com uma mão e com a outra acaricia o grelinho. De vez em quando ela
engole toda a vergona até seu queixo roçar os bagos dele.
Mario se levanta e se
espreguiça, olhando na direção de seu pai que continua na mesma posição. Então
se dirige para lá.
Ana sempre se excita quando
tem o páu do sogro na boca e agora não está sendo diferente. Apesar de ter
gozado alguns minutos antes ao ser sodomizada, ela anseia pra ter o cacete do
sogro lhe invadindo a xana ou o anus. Ela passa a murmurar e arfar
descontroladamente, e baba de sexo escorre de sua boca. Jarbas range os dentes
e joga a cabeça pra trás.
Ao ver seu pai balançando a
cabeça pra trás, Mario adivinha que ele está gargalhando de alguma piada que
Ana lhe está contando.
Ele está a quatro passos da
porta. Jarbas está explodindo dentro da boca de sua esposinha.
Ela por sua vez
engole todo o caralhão até seu nariz encostar-se à pélvis do sogro, agüentando
os esporádicos trancos que ele dá de encontro a sua face.
Olhando pro lado, a água
deve estar maravilhosa e ele com muito calor. Mario se desvia do que pretendia
fazer e mergulha na piscina com grande estrondo.
Sua esposinha arregala os
olhos conforme vai deslizando pra fora de sua boca o caralho do pai de seu
marido. Ela se levanta e arruma o flácido penis pra dentro da sunga do sogro
que parece estar desnorteado e com um sorriso aparvalhado no rosto.
Quando Mario adentra o
recinto, seu pai está encostado na geladeira e parecia que conversa com Ana.
Ela está sentada no banquinho onde fora sodomizada e com um corpo coberto por
uma canga.
- Oi, meus queridos! Posso
entrar na conversa!? Oh oh! Querida voce tomou sorvete? Caiu um pouco no seu
busto...
Ana olha pra baixo enquanto
Mario se dirige a geladeira. Ela passa o dedo nos vestígios de esperma do sogro
e lambe os dedos rapidamente.
- Não foi sorvete. Foi
iorgute!










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